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19 Dezembro 2006

MISSEIS DE COMBATE AÉREO. 1º Parte: Derrubando os inimigos, além do campo visual.


O COMBATE AÉREO
Nos últimos 20 anos tivemos muitas inovações no meio aeroespacial. Muitas delas relacionadas no que diz respeito a aerodinâmica e outras nas capacidades dos aviões se esconderem dos radares inimigos. A reta final da guerra fria trouxe a tecnologia stealth incorporada nos caças nortes americanos e a super manobrabilidade dos caças russos. Cada lado respondeu de uma forma diferente para solucionar a equação para se conseguir superioridade aérea, mas não se pode deixar de avaliar a importância extrema que teve o incrível desenvolvimento da tecnologia aplicada aos mísseis ar ar. O texto que se segue é a primeira parte de uma pesquisa que tem o objetivo de mostrar a que ponto estamos e onde chegaremos com o desenvolvimento dos mísseis ar ar. Nessa primeira parte vamos abordar os mísseis de médio e longo alcance, cuja eficácia foi aumentada de forma notável a ponto de colocar duvidas em muitos estudiosos sobre a possibilidade de se extinguirem os combates de curto alcance no estilo “dog fight” em um futuro muito próximo. O advento dos mísseis de médio alcance com radares ativos, capacitados a atacarem alvos múltiplos quando usados com um radar adequado, e fora do alcance visual fez com que um caça possa tirar do ar 4 e às vezes até 6 inimigos numa só salva de mísseis. A precisão avançou a níveis elevados permitindo uma probabilidade de acerto (Pk) na ordem de 90 % em alguns modelos como no caso dos AIM-120 Amraam que conseguiu esse índice em testes contra drones, realmente colocam uma possibilidade de acabar com o combate aéreo sem que se tenha necessidade de ver o inimigo, mas como foi ensinado nas lições da guerra do Vietnã, é claro que negligenciar as armas de curto alcance é um erro letal. Naquela guerra, os Estados Unidos tinham a total confiança em seus mísseis AIM-7 Sparrow, de radares semi-ativos e de médio alcance e em seus AIM-9 Sidewinder de curto alcance em suas versões iniciais, que simplesmente chegaram ao ponto de suprimir o uso do canhão em seus F-4 B Phantons. Assim, os americanos, começaram a adaptar canhões, novamente, em seus caças, pois a confiabilidade de seus mísseis tinha se mostrado deficiente e causando diversas baixas nos caças americanos naquela guerra.

ESTADOS UNIDOS
Hoje, o míssil de médio alcance em uso pelos Estados Unidos é o Raytheon AIM-120 Amraam. Este míssil, de guiagem por radar ativo e atualização de meio curso feita por INS foi exportado para muitas nações aliadas dos norte-americanos, notadamente os países da Otan. Esse excelente míssil foi provado em combate real onde demonstrou um índice de acerto na ordem de 60 %, superando por larga margem seu antecessor AIM-7 Sparrow. O alcance da versão C-5 é de 105 km. O AIM-120 é capaz de ser lançado contra alvos de curto alcance e sua manobrabilidade permite executar curvas de até 28 Gs. As versões em desenvolvimento deste míssil deverão ter um pequeno aumento no seu alcance e em precisão que deve atingir indices de 90%. O AIM-120 equipa os caças AV-8B Harrier plus, F-15, F-16, F-18, F-22 e os futuros F-35, nas forças americanas, e caças Typhoon, JAS-39 Gripen e Tornado F-3.
RAYTHEON AIM 120 AMRAAM

PESO:
157 kg.
OGIVA: 23 kg pré-fragmentada WDU 41/B.
ALCANCE: 70 km.
GUIAGEM: radar ativo e INS de meio curso.
FATOR DE CARGA: 28 g.

EUROPA
Os europeus foram usuários de mísseis norte-americanos por muito tempo, com exceção dos franceses que tem uma industria muito fértil e que supriu as necessidades da sua força aérea. Inicialmente os mísseis Sky Flash, derivados do AIM-7 Saprrow foram usados pela real força aérea britânica (RAF) e pela força aérea sueca. Hoje, esse míssil foi substituído, pelo também americano AIM-120 Amraam descrito no inicio deste texto. Essa dependência dos armamentos norte-americanos tende a acabar. Inicialmente os europeus formaram um consórcio para desenvolverem o que, no meu ponto de vista, pode se tornar um dos melhores mísseis ar ar de todos os tempos, o míssil MBDA Meteor. O Meteor irá substituir o AIM-120 Amraam e posteriormente o MICA francês em seus Rafales. A França entrou no consórcio porque percebeu que o MICA, associado a seus caças, incluindo o novo Rafale, não seriam páreos contra uma combinação de Sukhois Su 30/35 com mísseis R-77. O Meteor terá um alcance de mais de 100 km em sua versão inicial. Sua propulsão, a novidade para essa classe de arma, será do tipo Ramjet de combustível sólido permitirá sustentar altas velocidades durante maior parte do trajeto até o alvo. A manobrabilidade deste míssil permitirá atacar alvos a curta distancia e um sistema de intercambio de dados data link de via dupla está incorporado ao míssil, permitindo a atualização da posição do alvo após o lançamento. O radar do Meteor é uma versão melhorada do radar AD4 usado no míssil francês MICA.
MBDA METEOR

PESO:
185 kg.
OGIVA: HE fragmentada.
ALCANCE: + 100 km.
GUIAGEM: Radar ativo mais atualização por data link.
FATOR DE CARGA: 28 g.
Falando no míssil MICA da Franca, ele é o concorrente do AIM-120 Amraam, norte-americano. O MICA é um míssil polemico pois tem desvantagens e vantagens importantes. Entre as vantagens está no fato de ser uma arma precisa, cuja propulsão é por combustível sólido e há no bocal de saída de combustão, um sistema de vetoramento de empuxo que garante uma capacidade de manobra muito boa em distancias curtas. O MICA foi idealizado para substituir o míssil de curto alcance Magic II com sua versão com cabeça de busca por infravermelho IR, e o míssil de médio alcance MATRA Super 530 D guiado por radar semi-ativo. O fato de ser um armamento genuinamente francês, o MICA, não tem as restrições de venda para nenhuma nação. Na contra mão desses argumentos, temos os fatores negativos do MICA que determinaram que ele seria substituído depois de uma curta carreira na força aérea francesa. Essas características negativas são: Um elevado custo de aquisição e de manutenção, na medida que o MICA exige que seja armazenado condições de ambiente resfriado. Como míssil de curto alcance, ele é inferior aos novos mísseis de curto alcance de 5º geração que estão entrando em operação, e como míssil de médio alcance, ele acaba sendo ineficaz contra um caça armado com as novas versões dos mísseis R-77 ou AIM-120, cujo alcances superam o do MICA. Hoje é certo que depois de avaliar a evolução dos sistemas de armas e avionicos que os caças da família Flanker estão apresentando, os franceses decidiram que o Meteor será o sucessor dos mísseis Mica, no combate de longo alcance.
MBDA MICA

PESO: 112 kg.
OGIVA: 12 kg fragmentada.
ALCANCE: 60 km.
GUIAGEM: Radar ativo ou IR.
FATOR DE CARGA: 50 g.

RUSSIA
A Rússia é um dos poucos países que ainda usam, e devem continuar a usar, por algum tempo, mísseis de médio e longo alcance com radares semi-ativos (SARH). Os Estados Unidos substituíram seus mísseis AIM-7com esse tipo de guiagem em definitivo pelo AIM-120 Amraam. O míssil russo que usa o sistema SARH é o Vympel R-27, também conhecido como AA-10 Alamo. O R-27 está em uso em muitas versões e com diversos sistemas de busca. Embora a versão original seja guiada por radar semi-ativo (SARH), existe ainda versões guiadas por IR. O alcance deste míssil varia, também, de versão para versão, sendo que os primeiros exemplares alcançavam 60 km. Porém as versões maiores e mais atuais conseguem chegar nos 170 km. Mesmo sendo um míssil de guiagem semi-ativa, o que traz a necessidade do avião iluminar o alvo durante todo o curso do míssil até o alvo, este grande alcance é uma vantagem interessante quando lançado de um avião com um radar de alto desempenho, como os usados nos caças da família Flanker. Além da Rússia, a China usa estes mísseis em seus J-11 (Flanker fabricado localmente), J-8 Finback. A Índia, também usa o R-27, sendo que eles integraram este míssil no Mirage 2000. Outras nações da extinta União Soviética também usam este míssil. O R-27 apresentou um desempenho bastante fraco em combate, particularmente no conflito da Eritreia onde muitos mísseis R-27 lançados por caças Mig-29 e Su-27, erraram seus alvos.
R 27 AE ALAMO

PESO:
350 kg.
OGIVA: 39 kg HE com detonação por aproximação.
ALCANCE: 80 km.
GUIAGEM: Radar semi-ativo SARH ou IR.
FATOR DE CARGA: 30 g.
O míssil que substituirá o R-27 é o Vympel R-77, também conhecido como AA-12 Adder. Este míssil tem guiagem ativa, como o AIM-120 americano, e se encontra operacional desde 1992. O alcance do R-77, é de 90 km, pouco maior que as primeiras versões do AIM-120, e seu sistema de controle de vôo é composto por 4 superfícies em forma de “grelha”. Essas superfícies podem ser dobradas, facilitando a sua instalação em compartimentos de armas internos. O R-77 é mais manobrável que o seu similar americano, conseguindo manobrar a 30 Gs e com uma taxa de giro de 150º/seg. Esse desempenho permite que o R-77 seja lançado contra alvos a curta distancia durante um combate manobrado. A probabilidade de acerto (Pk) do R-77 está em 70% contra alvos do tamanho de caças. Depois de lançado o míssil voa até a proximidade do alvo através de vôo inercial, podendo ter sua trajetória atualizada por datalink, e o seu radar próprio é ligado na fase terminal. O alcance do radar do R-77 é de 16 km.
VYMPEL R 77 ADDER

PESO:
175 Kg.
OGIVA: 30 Kg HE fragmentada detonação por aproximação.
ALCANCE: 100 Km.
GUIAGEM: Radar ativo e atualização por data link no meio curso.
FATOR DE CARGA: 30 g.
Uma nova versão deste míssil, chamada de R-77M terá um radar com alcance aumentado para 25 km e terá um alcance cinético ampliado devido ao uso de um novo motor de duas fases de impulsão e que permitirá ao R-77M atingir um alvo a 175 km. A trajetória desse modelo será loft, o que significa que o míssil, depois de lançado, sobe a altas altitudes para aproveitar o ar rarefeito e aumentar seu alcance e velocidade.
VYMPEL R77 M

PESO:
185 Kg.
OGIVA: 35 Kg HE fragmentada detonação por aproximação.
ALCANCE: 160 Km.
GUIAGEM: Radar ativo com atualização de meio curso por data link.
FATOR DE CARGA: 30 g.
Além desses mísseis, os russos estão usando o míssil Vympel R-33 Amos que, esteticamente, se parece muito com o antigo míssil norte americano AIM-54 Phoenix. Este grande míssil foi desenvolvido para ser usado pelo grande Mig-31 Foxhound e tinha por objetivo atacar aviões SR-71 Blackbird, bombardeiros B-51 e B-1. Seu guiamento é feito por radar semi ativo, e o diferencial deste sistema é que o radar que ilumina o alvo é de varredura eletrônica, do modelo Zaslon, usado no Mig-31. O alcance é de 160 km, porém este míssil não é capaz de atingir alvos em manobras, dado a sua elevada velocidade.
VYMPEL R-33 AMOS

PESO:
490 kg.
OGIVA: 47 kg fragmentada de proximidade ou de impacto.
ALCANCE: 160 km.
GUIAGEM: Radar semi-ativo SARH.
FATOR DE CARGA: 12 g (estimado)
A evolução do R-33 é representada pelo modelo R-37, que foi desenvolvido visando o uso no novo Mig 31M equipado com radar Zaslon M, com o alcance dobrado. O R-37 tem alcance cinético de 300 km já demonstrado contra um drone. O sistema de guiagem é por radar híbrido entre o radar semi-ativo e ativo, com atualização por datalink. A Rússia tem, hoje, os mísseis de maior alcance em se tratando de combate ar ar. A Qualidade de suas armas são, também, motivo de grande preocupação para seus concorrentes ocidentais, pois os russos mantém uma política de exportação extremamente agressiva caracterizada pela inexistência de restrições para venda de suas armas para qualquer país que queira se equipar adequadamente, além, dos preços mais acessíveis de seus produtos.
VYMPEL R 37

PESO:
499 kg.
OGIVA: 50 kg.
ALCANCE: 300 km.
GUIAGEM: Radar ativo.
FATOR DE CARGA: 12 g (estimado).

CHINA
Na China, onde o investimento em armamentos cresce ano após ano, o desenvolvimento de armas é uma constante. Os chineses, assim como os russos, continuam a usar mísseis guiados por radar semi-ativo em suas aeronaves de combate. Normalmente são mísseis baseados nos projetos ocidentais como o AIM-7 Sparrow, cujo modelo PL-10 e PL-11, tem desenho idêntico ao do famoso míssil americano. Porém, o alcance do PL-10 é de apenas 18 km, e o PL-11 chega nos 70 km.
Shanghai Academy of Space Flight Technology, SAST PL 11

PESO:
220 Kg.
OGIVA: 33 Kg fragmentada.
ALCANCE: 75 Km.
GUIAGEM: SARH.
FATOR DE CARGA: 40 g.
Mais recentemente a China desenvolveu o seu próprio míssil com sistema de guiagem por radar ativo. Esse novo míssil, conhecido como SD-10 ou, ainda, PL-12, é semelhante a o míssil AIM-120 americano, porém com componentes de origem russa, notadamente usados no míssil R-77. O alcance do SD-10 está em torno de 70 km e ele é pouco maior e mais pesado que o míssil americano. Os caças que devem ser equipados com este novo míssil são os J-10 e J-11, O Paquistão deverá ser o primeiro país a comprar este missl que será usado para armar os novos caças CF-1 Thunder, construídos em conjunto com os chineses.
Leihua Electronic Technology Research Institute LETRI PL 12

PESO:
180 Kg.
OGIVA: 20 Kg (estimado) fusão por proximidade.
ALCANCE: 80 Km.
GUIAGEM: Radar ativo e atualização via data link.
FATOR DE CARGA: 38 g.

TAIWAN
Taiwan, com forte ajuda dos Estados Unidos produz seus próprios mísseis ar ar. O modelo de médio alcance que está em uso é o Tien Chien II, também conhecido como SkySword II, com uma configuração aerodinâmica similar ao AIM-120 Amraam, também usado pela força aérea taiwanesa (ROCAF). O motor do TC II é de dois estágios, sendo um para acelerar o míssil até mach 4 e o outro, para manter essa velocidade. O alcance está entre 60 e 90 km dependendo da velocidade e altitude do lançamento. O sistema de guiagem é por radar ativo e atualização de meio curso via datalink e INS. Já foram produzidos 400 unidades deste míssil para a ROCAF e atualmente, eles estão tentando comprar mais unidades do AIM-120 Amraam.
SKY SWORD

PESO:
183 Kg.
OGIVA: 23 HE. Fusão por proximidade.
ALCANCE: 45 Km.
GUIAGEM: Radar ativo.
FATOR DE CARGA: 30 g.

INDIA
A Índia é outra nação que está investindo pesado na modernização de suas armas e dentro desse programa está o desenvolvimento do míssil Astra feito pela DRDO (Defense Research and Development Organizations). Com um desenho similar ao encontrado no míssil francês Super 530 D e no modelo russo R-77, o modelo indiano, é capaz de atingir um alvo a 80 km de distancia. Como a maioria dos novos projetos, o Astra tem atualização de meio curso feita por datalink, que pode, inclusive, ser feito de outra aeronave que não o caça lançador, e ainda pode ser atualizado por INS. O míssil será capaz de manobrar a 40 Gs e atingir um alvo em manobra de 9 G.. Espera-se que sua entrada em serviço se dê em 2010. O míssil deverá ser integrado no Mirage 2000, Mig 29, Sea Harrier e no Su-30.
DRDO (Defence Research and Development Organisation) ASTRA

PESO: 154 Kg.
OGIVA: 15 Kg HE fragmentada, de fusão por impacto ou proximidade.
ALCANCE: 80 Km.
GUIAGEM: Radar ativo e atualização de meio curso por data link.
FATOR DE CARGA: 40 g.

ISRAEL
Israel é um tradicional usuário de equipamentos norte-americanos, porém isso não inibiu a criatividade e iniciativa da poderosa industria israelense em materiais de defesa. Em 2001 foi apresentado o míssil de médio alcance Derby, fabricado pela empresa Rafael. O derby é o primeiro míssil de médio alcance desenvolvido por Israel. Inicialmente, seu desenvolvimento, iniciado em 1980, foi motivado pela resistência dos Estados Unidos em fornecer mísseis AIM-120 Amraam ao Estado Judeu. O Derby tem um alcance máximo cinético de 63 km e está equipado com datalink para atualização de meio curso. O Derby foi desenvolvido em conjunto com a Kentron, cujo míssil, claramente uma versão do derby, se chama R-Darter e, diferentemente do Derby, não está equipado com datalink, não permitindo, assim a atualização do curso, muito útil se o alvo mudar de direção. O Derby, pode ser usado contra alvos a curta distancia e sua manobrabilidade permite atingir 50 Gs, sendo melhor que a encontrada do AIM-120 norte americano. O pequeno peso do Derby, cerca de 118 kg, facilita seu uso em aeronaves de pequeno porte como o F-5 e Mig 21. Recentemente o Brasil comprou um lote desses mísseis para serem usados nos F-5M, que foram modernizados pela Embraer com ajuda da Elbit Systems, de Israel, e adquiriram capacidade de operar mísseis BVR (fora do alcance visual).
RAFAEL DERBY

PESO: 118 kg.
OGIVA: 11 kg HE fragmentada.
ALCANCE: 50 km.
GUIAGEM: radar ativo.
FATOR DE CARGA: 50 g.

KENTRON R-DARTER (Africa do Sul)

PESO:
120 kg.
OGIVA: 11 kg HE fragmentada.
ALCANCE: 50 km.
GUIAGEM: Radar ativo.
FATOR DE CARGA: 50 g.
ABAIXO DOIS VIDEOS ONDE NO PRIMEIRO VEREMOS UM TESTE DO MISSIL MICA, PELO CAÇA RAFALE E NO SEGUNDO VIDEO, UM TESTE DO MISSIL AIM -120 AMRAAM, FEITO PELO F-22 RAPTOR.


34 comentários:

lywistone disse...

Faltou algo sobre os misseis brasileiros maa1 PIRANHA e algo sobre a sua modernização; no mais o trabalho está muito bom.
Lywistone Galdino

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá! Na verdade o Piranha é um missil de curto alcance e por isso não foi relacionado nesse texto. Porém a segunda parte deste trabalho sobre mísseis ar ar tratará justamente dos mísseis de curto alcance. Certamente irei mensionar o Piranha, Mas apensas para efeito de constar.. pois esse míssil é bastante limitado em capacidade se comparado com os novos modelos em, operação.
Abraços

lywistone disse...

Então, foi exatamente isto que eu notei, não tinha nada falando sobre misseis de curto alcanse como o ASRAAM por exemplo, por isso perguntei pelo piranha, já que é o único produzido no Brasil. Mas, como teremos algo sobre esta classe de misseis logo mais... então até mais, valeu!

lywistone disse...

Já que a FAB desistiu de investir no missil A-DARTER para nossos F-5m, poderiamos investir no mesmo adaptando-os como misseis terra-ar e até como misseis ante aéreos em nos navios da MB, acredito que esta seria uma boa opção para o nosso país.

lywistone disse...

Uma correção, ouve um erro de digitaçãp quando falei do missil R-DARTER e acabou ficando A-DARTER, este último é na verdade uma versão primária do R-DARTER; agradeço a compreenção!!!

=[João]= disse...

Olá,a Venezuela já comprou mísseis ar-ar?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá João. Sim a Venezuela adquiriu misseis R-77 e R-73. Eu já vi as fotos.
Abraços

Luiz disse...

olá carlos,gostaria de saber qal o gasto de paises como a frança em relação a armamentos como miiseis,torpedos,enfim munição para suas forças armadas

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Luiz. Eu não tenho essa informação... precisaria pesquisar, mas estou sem tempo hoje. Porém sei que eles gastam de forma mais eficiente que nós.;.... Tipo... eles fazem mais coisas com menos dinheiro.
Abraços

carlito disse...

Ola Carlos, mas uma vez uso seu excelente blog como principal referencia.
Tenho uma pergunta caso o caça seja mesmo europeu como se imagina, existe a possibilidade de o míssil de médio longo alcance se o METEOR ou é mesmo MICA se for Rafale ou AIM-120 se Gripen e fim de historia. E quanto o R-77 pode vim a equipa estes 3 candidatos.

!!! A é esse ano que sai o resultado para o FX-2 muito bom!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Carlito. O Brasil precisará dos códigos fontes para poder inmtegrar o armamento que desejarmos usar no FX, porém arrico a dizer que se o rafale vencer, ele será fornceido com misseis MICA enquanto que o F-18E seria fornceido comk alguma versão do AIM-120. Já o Gripen poderia ser armado com os Derby mesmo, pois eles já foram integrados ao Gripen.
Abraços

carlito disse...

Obrigado Carlos, mas é uma pena que o METEOR não esteja nos planos iniciais da FAB, espero que independente do caça escolhido a FAB o equipe com um míssil médio longo alcance, penso eu que estaríamos em relativa desvantagens com a Venezuela SU-30 + R-77.Só por garantia gostaria de termos não só um bom caça, mas boas armas também não que o MICA o DEBY sejam ruins.

Luiz disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luiz disse...

olá carlos,o Brasil continua no projeto do missil a-darter?Quando ele entrará em serviço?O Brasil poderá produzi-lo localmente???

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Luiz. O Brasil continua sim no prgrama A- Darter e poderá fabricalo por aqui sim.
Abraços

Probus disse...

Comandante Di Santis, salvas!! Senhor, o custo unitário do PL-12 ShanDian-10 Beyond Visual Range (China / Paquistão Air Force) é em torno de US$ 45.000, esse valor confere?

Obrigado!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Probus. Desconheço o preço do PL-12. Porém considerei esse numero que você passou, muito baixo.
Abraços

Probus disse...

Comandante Di Santis, salvas!!

Também tomei um susto com o valor unitário deste BVR. O custo dos armamentos da China e Rússia são bem diferente do resto do mundo mas US$ 45.000 por um BVR é estranho mesmo http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Chengdu_J-10&ei=cf0zS8qyDo-suAfCxYWdBw&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=12&ved=0CDkQ7gEwCw&prev=/search%3Fq%3DJ-10%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG

Obrigado.

Probus disse...

Comandante Di Santis, salvas!!

O link é esse: http://translate.google.com/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://en.wikipedia.org/wiki/PL-12&ei=Cf9wS4XeGciluAfd44jUDA&sa=X&oi=translate&ct=result&resnum=1&ved=0CA8Q7gEwAA&prev=/search%3Fq%3DPL-12%2Bis%26hl%3Dpt-BR%26client%3Dgmail%26rls%3Dgm

Mas eu gostaria muito de saber se o valor é esse mesmo. Pois revoluciona o mercado de BVR.

Obrigado

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Probus. Eu não tenho como confirma esse valor, porém antes de creditar o custo dele como uma revolução no mercado seria necessário descobrir sua eficiência.
Abraços

Probus disse...

Comandante Di Santis, salvas!!

Correto Senhor, é porque o PL-12 é uma cópia do Vympel R-77 AA-12 Adder.
Acho excelente o MICA do Rafale, mas o custo dele é alto demais e o R-77 russo tem desempenho superior e também é mais barato. É ordem do governo chinês produzir com menor custo para o mercado externo.
E, diferente de um passado não muito distante, muitos produtos “made in China” tem hoje uma excelente qualidade, durabilidade e eficiência.
Que o diga Mahmoud Ahmadinejad (do Katyusha ao Kavoshgar-3).

Obrigado.

felipe.wmenz disse...

Olá Carlos,gostaria de saber quantos misseis maa-1b e o a-darter o Brasil teria? Quantos sidewinder e derby a força aerea tem possui? e quantos mil-mi 26 a força aerea deveria ter?Obrigado!!!!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Felipe. Infelizmente as unicas informações que tenho são sobre o míssil Derby, que foi adquirido em numero de 36 unidades e o míssil Super 530, que vieram apenas 10 unidades. O míssil Magic, veio em numero de apenas 22 unidades para armar os Mirage 2000. Os outros modelos, eu desconheço o numero disponível.
Sobre o helicópteros de transporte Mi-26, a FAB pretendia comprar apenas 4 unidades, porém penso que deveriam ser adquiridos, pelo menos 10 unidades para prestar o apoio as forças militares que atuam em toda a fronteira amazônica.
Abraços
Abraços

F-MIG disse...

Carlos, não seria insignificante o numero de mísseis que a FAB possui?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Eu diria que tão insignificante quanto o numero de unidades disponível, os tipos de mísseis também são insignificantes.
Abraços

rafael.tcharles disse...

Carlos, eu tenho uma duvida, um equipamento de guerra eletronica como um sistemas de interferencia de radar pode prejudicar o desempenho de um missil como o AIM-120 afetando o seu radar ? bem mais uma vez obrigado pelo espaço.ate mais.abraços.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Rafael. Pode sim, desde que o jammer esteja configurado na freqüência correta do radar do míssil.

Junior Hubner disse...

Olá Carlos!
Eu tenho uma pergunta sobre o R-27.
Como sabemos, ele é um míssil q precisa q o avião continue iluminando o seu alvo após o lançamento.
Os novos caças como os flankers ou mesmo o MiG-35, possuem sistemas mais sofisticados de troca de dados, acho q posso citar o datalink, por ex. não seria possível, q após o lançamento de um míssil por um avião Nº1, um avião Nº2 do mesmo esquadrão, mas localizado numa posição de vantagem contra o alvo, passasse a iluminar o alvo para o míssil disparado, e o avião Nº1 pudesse manobrar evasivamente, se necessário?
Isso é uma viagem minha? Eu nunca ouvi falar nada a respeito disso, vc acha q é possível?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Junior. Passe sua pergunta a colegas de forum hoje pela manhã, pois eu mesmo, não soube responder. pelo que conversamos, percebemos que na pratica isso nunca ocorreria, embora na teoria poderia ser possível.
Abraços

Wilson disse...

Olá carlos. Um caça Gripen na versão C/D armado com misseis derby e apoiado por um avião como o E-99 é capaz de abater um Su-30MK2 como o modelo venezuelano?

Abraço!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson. Sim, poderia derrubar, mas o Derby não é o melhor armamento para esta missão.
Abraços

Wilson disse...

Mas o Derby é um bom missil? Se essa situação do gripen ocorresse, mesmo não sendo o missil ideal ele daria conta?

Abraço!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson.
Certamente que o Derby não é o melhor míssil....mas quebra o galho, por assim dizer. O ideal, para combate BVR é o AIM-120 C7 ou o Mica francês.
Abraços

Guardião ATM disse...

Saudações Carlos!!!
Agora, eu entendo mais ainda, a preocupação para com a defesa de um País como o nosso. E vejo, com desgosto, o tamanho do crime que se comete contra o nosso País.Não temos poder de fogo pra começar e nem sustentar uma guerra com uma nação que tenha uma força adestrada como a nossa, mas, bem armada. E pior ainda, a repulsa que sinto quando escuto palavras como senador, deputado, congresso nacional. Passo a perceber o real significado da palavra traidor, traidor da pátria. Espero que a minha Nação nunca entre em guerra, pois, tenho receio de que ao ficar frente a frente com esses inimigo da Nação, eu os veja como inimigo mortal e haja a altura. Grande abraço, Carlos.