
INTRODUÇÃO
Para os leitores que acompanham os Blogs Campo de Batalha a mais tempo, já devem ter reparado que todas as matérias são assinadas por mim. A partir de agora estou abrindo o espaço do Blog para outros escritores que queiram escrever artigos sobre equipamentos de combate. Abaixo temos primeira matéria publicada no Campo de Batalha Aérea escrita por outro articulista. Essa matéria, foi escrita por Marcel Ribeiro De Castro, uma pessoa que, embora não o conheça pessoalmente, já o considero um amigo e que conquistou um grande respeito de minha parte por seu incrível conhecimento técnico sobre equipamentos russos, especialmente o super caça da Sukhoi, mais conhecido como Flanker. O artigo abaixo, foi escrito pelo Marcel e editado por mim, e tenho orgulho em dizer que considero um dos textos mais ricos em informações sobre o mais recente membro da família de caças Su-27 Flanker. O Caça em questão, Su-35BM Super Flanker, é o mais avançado caça já construído na Rússia, e certamente levará o nome Flanker para além da segunda metade deste século, graças as soluções de modularidade, propulsão, aerodinâmica e armamentos incorporadas ao mais poderoso caça convencional já construído.
Seja bem vindo ao Blog Campo de Batalha, Marcel!
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Carlos Emilio Di Santis Junior
Por Marcel Ribeiro De Castro
DESCRIÇÃO
Um avião de guerra impressionante e fabuloso. Assim pode ser definida a família de caças derivados do famosíssimo e conceituado Sukhoi Su-27. Projetado para superar o também excepcional F-15 Eagle, este caça tornou-se o padrão a ser comparado. Com o fim da Guerra fria, e o desmantelamento da União soviética, as industrias bélicas russas lançaram-se em uma política extremamente agressiva de vendas de seus equipamentos bélicos com extremo sucesso, obtendo fundos monetários para seguir suas o pesquisas, bem como a globalização trouxe frutos extremamente benéficos, e excelente competitividade.


Acima: O caça Boeing (antes Mc Donnell Douglas) F-15C Eagle é, sem duvidas, o maior motivo de o caça Flanker existir. Este super caça entrou para a história como um dos melhores aviões de combate já construidos na história.
Os Russos também tiveram acesso a tecnologia antes só disponível, no ocidente e começaram a unir esta tecnologia a sua tecnologia, á sua extrema criatividade e engenhosidade de seus materiais bélicos, com as soluções já efetivas, eficazes, de seus materiais de uso militar. Um belíssimo exemplo disto é a família de caças do Su-27 Flanker, que supera não só o caça a que era destinado a combater (o excelente F-15 EAGLE) como os outros caças americanos e europeus de sua geração, Que tem missões similares (F-16 e F-18), como suas versões avançadas (Su-30mki/ Su-35) superam também as variantes avançadas destes caças e também os novos delta Europeus ,Rafale, EF-2000 JAS-39, não somente em combate direto, como e principalmente nos parâmetros globais.
O Único caça que derrota o Flanker , em combate direto, com consistência é o Lockheed F-22 Raptor que não é de sua geração, e custa 5-7x mais. Rápido, manobrável, fortemente armado com radares e sensores no estado da arte, versátil ao extremo, o Flanker é um parametro de comparação. O texto abaixo versa especialmente sobre a versão mais recente do flanker o Su-35BM Super Flanker. No entanto a maioria dos avanços do SU-35, podem ser utilizados nas outras variantes deste caça fantástico , sendo um exemplo de um caça versátil, moderno e com imensa capacidade de receber modernizações.
O Único caça que derrota o Flanker , em combate direto, com consistência é o Lockheed F-22 Raptor que não é de sua geração, e custa 5-7x mais. Rápido, manobrável, fortemente armado com radares e sensores no estado da arte, versátil ao extremo, o Flanker é um parametro de comparação. O texto abaixo versa especialmente sobre a versão mais recente do flanker o Su-35BM Super Flanker. No entanto a maioria dos avanços do SU-35, podem ser utilizados nas outras variantes deste caça fantástico , sendo um exemplo de um caça versátil, moderno e com imensa capacidade de receber modernizações.
Su-35 BM Grulla. Um verdadeiro exterminador
Se hoje e ainda por 30 anos os Su-30MK devidamente modernizados, serão um verdadeiro pesadelo para todos os caças e meios inimigos não stealth devido a combinação de radar/ sensores/ motores e armamento ar ar e ar solo e aerodinâmica perfeita, capacidade de combate /, a OKB sukhoi preparou uma versão do flanker superior aos próprios familiares do flanker, e muito superior em todos os aspectos a toda e qualquer aeronave ocidental não furtiva, de grande desempenho no planeta hoje e no futuro. Trata-se do Su-35BM (grande modernização), o novo SU-35. Derivado do antigo SU-27M, (Su-35) ainda em operação na força aérea russa com pelo menos 5 unidades em uso (88,89,90, 703 e 709) no 237 regimento em kubinka.
Acima: Nesta imagem produzida por computador, podemos ver o novo Su-35BM com seu armamento ar ar e ar terra. O Su-35BM é o mais flexivel caça da familia Flanker.
Na realidade, o Su-35BM é uma aeronave completamente nova, com toda a tecnologia já testada nos 12 Su-35 (su-27M) e no Su-30MKI, sendo de acordo com a designação russa um caça de geração 4++. O caça já incorpora tecnologia de 5 geração, e será o padrão da força aérea russa até pelo menos 2016-2020 quando a 5º geração russa começa a ser produzida em números adequados . O caça foi apresentado muito recentemente na Maks 2007, e esperam-se os primeiros võos ainda neste ano de 2007, com a entrada em serviço prevista para 2009. O primeiro cliente será a força aérea russa e no estrangeiro, a Venezuela já demonstrou interesse acentuado no avião além do Brasil. O Su-35BM é também o passo lógico para todos os clientes do Flanker incluindo os que tem as melhores versões do SU-30, como a Índia e a Malásia, muito embora estes Flankers possam ser elevados para um padrão muito similar em futuro próximo. O Su-30MKI indiano, por exemplo, usará em 2011 o mesmo radar do Su-35BM para exportação, o IRBIS.
O Su-35BM tem como principais características, a altíssima performance e agilidade em vôo manobrado, capacidade supercruise, altíssimo desempenho no combate ar-ar a curta, média e longa distancia e ar superfície, disparando munição de precisão através de um sofisticado sistema de informação e de detecção de alvos de longo alcance, sofisticado sistema de defesa e guerra eletrônica, acentuada redução na assinatura por radar/ térmica, fusão de sensores, computadores de alta velocidade e sensores de alta potencia. Também carrega 1,5 toneladas a mais de combustível(11,5 TON), do que as variantes comuns do Flanker.
O Su-35BM tem como principais características, a altíssima performance e agilidade em vôo manobrado, capacidade supercruise, altíssimo desempenho no combate ar-ar a curta, média e longa distancia e ar superfície, disparando munição de precisão através de um sofisticado sistema de informação e de detecção de alvos de longo alcance, sofisticado sistema de defesa e guerra eletrônica, acentuada redução na assinatura por radar/ térmica, fusão de sensores, computadores de alta velocidade e sensores de alta potencia. Também carrega 1,5 toneladas a mais de combustível(11,5 TON), do que as variantes comuns do Flanker.
CELULA E REFINAMENTOS
O Su-35BM monoplace lembra muito o SU-27S. Ele não tem cannards, como os Su-27M e o Su-30MKI ou o Su-33. Seu cone de cauda é menor, seus flaperons são grandes e o Su-35BM tem grandes entradas de ar. O extenso uso de materiais Ram e de novos materiais compostos em sua estrutura permitiu lhe diminuir muito o peso, e sua assinatura radar é bastante reduzida (0,7-1,0m2), no mesmo nível de caças como os deltas europeus, ou os caças de 4º geração norte americanos quando tratados com RAM. É extremamente curioso, o fato de que muitos analistas ocidentais vivam dizendo que os russos estejam atrasados em tecnologia furtiva. Que esta tecnologia moderna e eficiente , é dominada pelos norte americanos.

Acima: O protótipo do primeiro Su-35BM em sua primeira apresentação publica durante o evento MAKS 2007. Embora a aéronave não tivesse voado, ainda sim chamou a atenção dos muitos visitantes que tiveram o privilégio de conhece-la.
A dita “moderna” tecnologia furtiva é muito mais antiga do que se pensa. Data de 1941, quando foi estudada pelos britânicos, e foi proposta para bombardeiros de longo alcance alemães em 1943 e 1944! Além de proposta por cientistas alemães no Gotha 229 na segunda guerra mundial, cujo desenho lembra muito o B-2 americano.
A tecnica de forma, como redutora de assinatura por radar utilizada hoje por aviões como o B-2 e o F-117, foi predita e descrita por um cientista russo em 1966. Ao contrário do que pensam grande parte dos “analistas ocidentais”, e muitos aficcionados por aviação e meios militares, os russos estão bem desenvolvidos no quesito redução de assinaturas por radar (Radar Cross section) e na tecnologia de diminuição da assinatura Infravermelha (IR), que diminuem a capacidade e alcance de detecção dos radares/sensores convencionais. Recentemente, os indianos conseguiram reduzir o rcs de seus Migs 21 bison (sem armas) de 2,2m2 para 0,18m2 , com a aplicação de ram absorvente e Ram magnético, fornecido pelos russos. Um fator -15. O Su-30MKI, os Su-30MKK chineses e os Sukhois russos estão utilizando este material fornecido Pelo ITAE , a muito tempo . O Itae (um instituto da academia Russa de ciências de Moscou) tem desenvolvido materiais e técnicas que propiciam uma redução muito significativa no RCS de seus caças; Por exemplo o Mig-29 SMT que tem um rcs de 3,5m2 (sem armas) tem um rcs de 1,0m2 se tratado com o material ram russo. O Itae, conseguiu também reduzir o RCS do Su-35 (6m2) para 0,6-M2,no quadrante frontal. A face do motor, foi coberta com Ram magnético e as paredes das entradas de ar também receberam o mesmo material e foram aplicados em finas camadas entre 0,7 e 1,4mm e aplicadas por Spray controlado digitalmente. Nos motores e exaustores foram aplicados ram cerâmico. O canopy foi tratado com material metálico e anti reflexivo. A Antena foi mudada de posição e tratada com material Ram, e o radome recebeu cobertura seletiva, que altera a condutividade. Quanto a redução da assinatura IR, os russos tem um ótimo conhecimento adquirido durante a guerra no Afeganistão. Devido ao uso de mísseis mampads,norte americanos como o Red Eye e o míssil Stinger, houve uma mudança nas táticas soviéticas de combate que foi a utilização de abafadores de calor emitido pelas turbinas dos helicópteros em combate, reorientação do escape de gases quentes, entre outras medidas, como limitação do uso de pc, vôo em altitude para mascaramento do fluxo de calor da turbina .

Acima: Mais uma imagem de computador do novo Super Flanker. Muitas soluções adotadas nos caças Su-30 MKK e MKI, além do novo caça PAK FA de 5º geração foram incorporadas no Su-35BM.A tecnica de forma, como redutora de assinatura por radar utilizada hoje por aviões como o B-2 e o F-117, foi predita e descrita por um cientista russo em 1966. Ao contrário do que pensam grande parte dos “analistas ocidentais”, e muitos aficcionados por aviação e meios militares, os russos estão bem desenvolvidos no quesito redução de assinaturas por radar (Radar Cross section) e na tecnologia de diminuição da assinatura Infravermelha (IR), que diminuem a capacidade e alcance de detecção dos radares/sensores convencionais. Recentemente, os indianos conseguiram reduzir o rcs de seus Migs 21 bison (sem armas) de 2,2m2 para 0,18m2 , com a aplicação de ram absorvente e Ram magnético, fornecido pelos russos. Um fator -15. O Su-30MKI, os Su-30MKK chineses e os Sukhois russos estão utilizando este material fornecido Pelo ITAE , a muito tempo . O Itae (um instituto da academia Russa de ciências de Moscou) tem desenvolvido materiais e técnicas que propiciam uma redução muito significativa no RCS de seus caças; Por exemplo o Mig-29 SMT que tem um rcs de 3,5m2 (sem armas) tem um rcs de 1,0m2 se tratado com o material ram russo. O Itae, conseguiu também reduzir o RCS do Su-35 (6m2) para 0,6-M2,no quadrante frontal. A face do motor, foi coberta com Ram magnético e as paredes das entradas de ar também receberam o mesmo material e foram aplicados em finas camadas entre 0,7 e 1,4mm e aplicadas por Spray controlado digitalmente. Nos motores e exaustores foram aplicados ram cerâmico. O canopy foi tratado com material metálico e anti reflexivo. A Antena foi mudada de posição e tratada com material Ram, e o radome recebeu cobertura seletiva, que altera a condutividade. Quanto a redução da assinatura IR, os russos tem um ótimo conhecimento adquirido durante a guerra no Afeganistão. Devido ao uso de mísseis mampads,norte americanos como o Red Eye e o míssil Stinger, houve uma mudança nas táticas soviéticas de combate que foi a utilização de abafadores de calor emitido pelas turbinas dos helicópteros em combate, reorientação do escape de gases quentes, entre outras medidas, como limitação do uso de pc, vôo em altitude para mascaramento do fluxo de calor da turbina .

Aeronaves festejadas como “Semi-furtivas” como os deltas Europeus, já usam este tipo de material de serie de fabrica e tem rcs comparável hoje á aeronaves mais “antigas” como o F-16C F-18C tratadas com material ram e aeronaves consideradas “maiores” como o F-15 e os Flankers podem ter um tamanho equivalente , se tratados com ram. Além do mais a carga de armas e tanques de combustível externos aumenta em no mínimo 2m2 , ou muito mais (depende do tipo da carga carregada) o tamanho de uma aeronave considerada discreta ou qualquer outra(Exatamente por isso que o F-22 carrega suas armas internamente). Isto quer dizer que, ou uma aeronave é furtiva nivel VLO, com armas carregadas internamente (Como o F-22) ou será detectada e engajada precocemente por aeronaves de radar potente e de longo alcance como Eagle e o Flanker em combate real...significa que o Flanker e o Eagle, são infinitamente capazes de derrota-los ao contrario do que pensam muitas pessoas. Estes dois caças, considerados “ultrapassados” por muitos, na verdade ainda são sensivelmente superiores(em combate direto, e no desempenho global) a caças ditos mais “tecnológicos”. Não é por outro motivo que as novas aeronaves européias estão atrás de mísseis de longo alcance como o Meteor. Só que russos e americanos também não estão parados.
COCKPIT
COCKPIT
A cabine do Su-35, consiste em dois grandes lcds com 22,5/30cm e dão ao piloto as informações integradas, completas e mostradas no capacete do piloto e existe mais um LCD de backup. A aeronave tem um novo sistema de ataque e de navegação, sistema de navegação guiado por satélite e sistemas de radionavegação digitais. O sistema de comunicação é digital e multicanal consiste em dois canais de radio, capacidade de ligação com o link-16 padrão OTAN, datalink a prova de interferência.


Acima: O painel do Su-35BM é extremamente moderno. Na verdade ele é mais avançado que os painés do Typhoon e do Gripen Europeus. O painel que se assemelha a este é o do modernissimo caça F-35 Lithning II norte americano.
GUERRA ELETRONICA DO SU-35 BM
KNIRTI L175M
O Khibiny-m, trabalha em pelo menos 3 modos distintos , em modos de proteção individual., escolta, e grupo de ataque, tendo similaridades aos instalados nas versões do F-15E, F-18G e aeronaves especializadas nesta função de guerra eletrõnica. O sistema é capaz de detectar acuradamente o sinal da ameaça e jamea-la, com diferentes técnicas de interferência, sendo capaz de designar alvos para mísseis ar-ar como o R-27EP ou ar-solo como os da família kh-31p.O sistema trabalha em conjunto com o radar, direciona diferentes ondas de interferência para cada ameaça, e direciona energia eletromagnética para as contramedidas descartáveis chafft e flares, aumentando a possibilidade de engodo
Alem disto, o sistema de defesa da aeronave conta com um RWS, conta com um sistema de alerta contra designação por laser, um sistema de MAWS(missele aproach warning Sistem) e ainda pode contar com um sensor eletrooptico mak que alerta contra a aproximaçãode mísseis com guiagem IR alem dos conjuntos de chaft e flare tradicionais. Adicionalmente, os russos planejam a utilização de um sistema de isca rebocada, para aumentar a capacidade defensiva, contra mísseis guiados por radar.
MOTORIZAÇÃO
Os motores planejados para o Su-35BM são os AL-41F, que equipará o futuro caça de 5º geração russo PAF-KA. Os primeiros Su-35BM serão equipados com os motores designados AL-41A, ou artigo 117S inicialmente. Trata-se de uma Al-31F + completamente alterada. A AL-41F, será utilizada em modernizações futuras do SU-35BM e de outros flankers. O padrão de empuxo da AL-41 A é o mesmo padrão das turbinas AL-31FU do Su-37(Su-27 M/ T-10m-712), com 14 500kg de empuxo , e 6000 horas de vida útil se equivalendo ao melhor padrão ocidental de durabilidade, e com vetoração de empuxo tridimensional. Há ainda o modo especial de operação com apenas 13.800 -14.000 kg, de empuxo em que não é necessário o uso mais potente e consequentemente mais desgastante para o motor.
Ainda melhor, os russos já estão voando as sucessoras da família AL-31F+.Trata-se da família de motores AL-41, que voou com o Mig 1.44 e que voa no SU-47 Berkut, A AL-41F tem potência de 175 kN com pós-combustor.
Isto representa um aumento de 40% no empuxo em relação a AL-31F original. Ela também é entre 10-15% mais econômica, e 15% mais leve. Equipado com este motor, um Flanker deverá ser capaz de excelente velocidade de cruzeiro,(mach 1.6-1.7) e o que parece impossível no caso do Flanker: melhorar ainda mais seu o alcance . Com a Al-41F, o flanker será capaz de acelerar, subir, melhorando acentuadamente capacidade de cruzeiro sem utilizar pós-combustor (o chamado supercruise) .A diminuicão do uso do PC, além de melhorar muito o consumo de combustível diminuindo brutalmente seu consumo.Também aumentará muito a vida útil.
RADARES E SENSORES
Entre os radares que o Su-35BM e variantes do Flanker usarão em futuro próximo estão o Tikhomirov NIIP Irbis-E (N035E) radar de escaneio eletrônico passivo, multifuncional , trabalha na banda X, usando o sistema de controle de fogo, EKVS-E BTsVM Solo 35. O radar é capaz de detectar 30 alvos, engajar 8 simultaneamente e continuar escaneando o ar em busca de mais alvos . Também é capaz de guiar mísseis ar ar semiativos a dois alvos simultâneos, oque representa uma novidade para esse tipo de arma. No modo ar superfície traquéia 4 alvos, atacando 2 simultaneamente tendo alcance acima de 200km. No modo ar superfície o radar Irbis mapeia alvos usando pulso doppler, rastreio por feixe estreito e em modos SAR. O Irbis tem potencia de 20 kilowwats, podendo detectar um caça carregado, tratado com ram 3m2, a 400km, no quadrante frontal e 150km em perseguição. Aviões furtivos como o F-35 de exportação e o avião de ataque F-117 são detectados a 90 km, sendo o radar capaz de detectar e classificar os alvos, conduzindo busca e ataque a alvos simultaneamente no ar no solo e no mar . O Irbis, tem uma curva de detecção absurda...Mais do que o dobro, do que o fantástico radar Bars, hoje. O radar Bars do Su-30MKI, foi ainda mais modernizado durante o ano de 2006, e atualmente tem o alcance de traqueamento de 190km para alvos com 1,5m2 e rastreio de 20 alvos ataque simultãneo de 8 deles. Um caça pequeno carregado é detectado a 250km. As antenas e servo controles tem agora a capacidade de cobrir 100 graus de ambos os lados do avião, ao invés de 70 graus da fase anterior. Foram introduzidos também muilti processadores indianos, sistema de comunicação, entre outras modificações. A NIIP certamente esta pensando nos avanços dos futuros radares de caças como o Typhoon, Rafale, F/A-18E, entre outros e seu controle de assinatura no futuro ao construir um radar com este alcance energia e potência, uma vez que a combinação do radar Bars e misseis do Su-30MKI atuais supera o conjunto radar/ rcs/ misseis de todos os rivais de sua geração hoje. Também está planejado a incorporação de antena Aesa ao sistema. O Sistema foi resultado de uma cooperação entre índia e Rússia e será utilizado em modernizações do flanker, e não apenas no Su-35BM. O Su-30MKI será o primeiro Flanker a utiliza-lo, além do Su-35BM.


Acima: O radar Tikhomirov NIIP Irbis-E (N035E) que será instalado no Su-35BM é um dos mais poderosos radares aerotransportado já montado num caça. Sua capacidade multi alvo e capacidade anti contramedidas, somado ao seu alcance extraordinario dará ao Su-35BM uma das mais letais capacidade de combate entre os caças do mundo.
Diversos módulos Tr e antenas de escaneio eletrônico ativo, estão sendo manufaturados e estas antenas e módulos serão adicionadas aos radares de escaneio passivo russos em 2012-2015, na mesma época em que isto estará sendo feito nos deltas europeus, e apenas 5 -7 anos depois da entrada em serviço real das primeiras antenas AESA americanas.
Outro radar disponível para o caça é o Zhuk-MSF(SOKOL) de escaneio eletrônico ativo(AESA) e suas derivações, com um alcance de detecção de 240km. Este será o radar provável do SU-35BM na Rússia em 2010. O Zhuk-MSF é capaz de traquear 24-30 alvos, engajar de 6 a 8 simultâneos além de cobrir 70 graus em ambos os lados, tendo capacidade LPI e de salto de freqüência e com contramedidas anti-ecm. Seu alcance olhando para cima é 190 km contra caças. O alcance contra alvos voando baixo é 170km. Para navios pequenos,150km e alvos no solo 130km e destróieres 300km. Carros blindados são detectados a 30km.
Este radar esta em fase final de desenvolvimento e os parâmetros podem mudar para melhor O Su-35BM também é armado com um radar de Cauda, que traquéia e engaja alvos (caças) e ameaças(mísseis) na traseira. A NIIP, sugere o radar OSA, e tem trabalhado em uma antena de radar eletrônico ativo para o sistema em para ser usada em futuro próximo. É bom recordar que, os russos trabalham com sistemas de radares traseiros desde o inicio dos anos 90 na serie do Su-27M, nos radares N012, N015 do Mig-1.44 e no N005 LENIETS no Su-34
SENSOR PASSIVO E ARMAS ESPECIAIS.
MIRAS MONTADAS NO CAPACETE IRST.
Outro radar disponível para o caça é o Zhuk-MSF(SOKOL) de escaneio eletrônico ativo(AESA) e suas derivações, com um alcance de detecção de 240km. Este será o radar provável do SU-35BM na Rússia em 2010. O Zhuk-MSF é capaz de traquear 24-30 alvos, engajar de 6 a 8 simultâneos além de cobrir 70 graus em ambos os lados, tendo capacidade LPI e de salto de freqüência e com contramedidas anti-ecm. Seu alcance olhando para cima é 190 km contra caças. O alcance contra alvos voando baixo é 170km. Para navios pequenos,150km e alvos no solo 130km e destróieres 300km. Carros blindados são detectados a 30km.
Este radar esta em fase final de desenvolvimento e os parâmetros podem mudar para melhor O Su-35BM também é armado com um radar de Cauda, que traquéia e engaja alvos (caças) e ameaças(mísseis) na traseira. A NIIP, sugere o radar OSA, e tem trabalhado em uma antena de radar eletrônico ativo para o sistema em para ser usada em futuro próximo. É bom recordar que, os russos trabalham com sistemas de radares traseiros desde o inicio dos anos 90 na serie do Su-27M, nos radares N012, N015 do Mig-1.44 e no N005 LENIETS no Su-34
SENSOR PASSIVO E ARMAS ESPECIAIS.
MIRAS MONTADAS NO CAPACETE IRST.
Rastreio em Silencio (Assinatura infravermelha)
Quando os experts ocidentais tiveram acesso ao “decadente” Mig-29A alemão, depois da queda do muro de Berlim, tiveram várias surpresas desagradáveis. As duas que mais chamaram a atenção foram:
Quando os experts ocidentais tiveram acesso ao “decadente” Mig-29A alemão, depois da queda do muro de Berlim, tiveram várias surpresas desagradáveis. As duas que mais chamaram a atenção foram:
1- havia um revolucionário sistema de mira no capacete do piloto, permitindo o engaje com o “olhar “do piloto em conjunção com o missil R-73, de altíssima manobrabilidade, que estava muito a frente da capacide de qualquer sistema e de qualquer míssil de curto alcance ocidental em todos os quesitos. Este sistema permite que o piloto aponte armas para o local onde está olhando, o que é uma vantagem decisiva em combates entre aeronaves a curta distancia.
Foram feitos diversas simulações do Mig-29A armados com os sistemas HMD/ R-73, contra caças da USAF. Em uma delas, os Migs 29 atiram primeiro em 49 das 50 vezes testadas, nos testes feitos. Em outra, em 33 das 34 oportunidades testadas.Além disso o Mig-29 era o caça mais ágil conhecido no ocidente, e em combate aproximado ainda é páreo para qualquer caça de nova geração, europeu, americano, ou mesmo os Flankers de nova geração.A rigor, na verdade, com estes novos mísseis e HMD mesmo um mig-21,ou F-5 devidamente equipado é letal para caças até 2 ou 3 gerações a frente, como o F-22 ou o SU-37. A manobrabilidade perderá importância, em combates aéreos. No entanto, manter uma posição favorável em um combate aproximado ainda será fundamental tanto para defender como para atacar, e o flanker é muito bom nesse jogo.
Foram feitos diversas simulações do Mig-29A armados com os sistemas HMD/ R-73, contra caças da USAF. Em uma delas, os Migs 29 atiram primeiro em 49 das 50 vezes testadas, nos testes feitos. Em outra, em 33 das 34 oportunidades testadas.Além disso o Mig-29 era o caça mais ágil conhecido no ocidente, e em combate aproximado ainda é páreo para qualquer caça de nova geração, europeu, americano, ou mesmo os Flankers de nova geração.A rigor, na verdade, com estes novos mísseis e HMD mesmo um mig-21,ou F-5 devidamente equipado é letal para caças até 2 ou 3 gerações a frente, como o F-22 ou o SU-37. A manobrabilidade perderá importância, em combates aéreos. No entanto, manter uma posição favorável em um combate aproximado ainda será fundamental tanto para defender como para atacar, e o flanker é muito bom nesse jogo.
2- Havia também um sistema de rastreio passivo por detecção infravermelha que permitia abates passivos sem que o Mig-29, ligasse seu radar e denunciasse ao inimigo sua posição e ação Este sistema funciona como um sistema que suplementa o radar, sendo um sistema de detecção ótica/ infravermelho da NPO geophisica, e está ligado diretamente ao sistema de mira no capacete, podendo ser acoplado a este sistema. O sistema também permite ao piloto receber e enviar informações de outras e para outras plataformas e tem um iluminador laser. Como nos outros caças russos de 4 geração um sistema IRST de escaneio térmico passivo é utilizado no Su-35BM, permitindo ataques furtivos aos alvos, O OLS-35, é derivado direto do OLS-30 que equipa o Su-30MKI, e que tem alcance de 50km frente a frente e 90km na traseira (sem o uso de pós combustor) . Seu telemetro laser mede as distancias contra alvos aéreos acima de 20km e alvos no solo acima a de 30km. Pode traquear 4 alvos simultaneamente, tendo possivelmente rastreio por TV, como no caso do Su-30MKI.
Acima: O sensor IRST de um Su-27 de primeira geração já era muito superior aos sensores similares ocidentais. A nova versão OLS-35, usada no Su-35 BM será ainda mais eficaz.
O sensor IRST dos caças russos, notadamente o do Flanker é extremamente sensível a captação de energia infravermelha sendo similar ao sistema que equipa o Typhoon europeu, muito embora a Sukhoi/NPO seja a líder destacada nesta área.
O próximo passo no desenvolvimento de sistemas de FLIR/ IRST será a tecnologia FPA (focal plane array).
Este tipo de tecnologia, já presente em mísseis como o AIM-9X , permitira a detecção de caças por radiação infravermelha e imagem podendo combater alvos furtivos a longa distancia. Exatamente por isto os fabricantes russos de mísseis têm anunciado agressivamente novos sensores ópticos, térmicos e passivos em mísseis como R27ET, R-77 T, R-27EP, R-77M e R-77 etc... todos estes mísseis também indicam que um caça ou avião com o radar ligado, ou não, engajado pelo sensor IRST/ imagem transformará qualquer caça em alvo vulnerável a longa distancia, até mesmo os furtivos, como o F-35, uma vez que não haverá “invisibilidade” á imagem e o F-35 é muito mais vulnerável que o F-22 na medida em que ele não tem um desempenho de võo e nem a furtividade comparável ao F-22, e o desempenho de vôo do Flanker, ou do F-15+.
Assim o F-35 ficara muito vulnerável ao travamento por sensores IRST/ imagem avançados muito mais poderosos que o radar e que serão comuns até 2015 e mísseis guiados por calor imagem /passivos e até por radar. Rússia e Ucrânia, tem desenvolvido chips que permitam este tipo de engajamento, utilizando-se de imagens térmicas, competitivas com os sensores ocidentais já existentes por exemplo no AIM-9X. A Agat também tem desenvolvido um novo sensor de fibra ótica para seus mísseis. Tanto o sistema de mira no capacete, como o R-73, serviram de base para uma série de mísseis de nova geração, tais como O Python 4 E 5, o IRIS-T, o AIM-9X, bem como novos sistemas de apresentação de dados e de miras no capacete, como o Topsight E francês, o Dash israelense, e sistemas europeus Viper, e Guardian, Oden, bem como os sistemas americanos JHMCS entre outros. O sistema irst está presente tambem em caças europeus como o Rafale e o Typhoon tudo isto influencia dos russos. Para quem foi considerado “atrasado” no ocidente, os russos foram extremamente avançados nos sensores passivos e sistemas de combate ar-ar a curta distancia.
O próximo passo no desenvolvimento de sistemas de FLIR/ IRST será a tecnologia FPA (focal plane array).
Este tipo de tecnologia, já presente em mísseis como o AIM-9X , permitira a detecção de caças por radiação infravermelha e imagem podendo combater alvos furtivos a longa distancia. Exatamente por isto os fabricantes russos de mísseis têm anunciado agressivamente novos sensores ópticos, térmicos e passivos em mísseis como R27ET, R-77 T, R-27EP, R-77M e R-77 etc... todos estes mísseis também indicam que um caça ou avião com o radar ligado, ou não, engajado pelo sensor IRST/ imagem transformará qualquer caça em alvo vulnerável a longa distancia, até mesmo os furtivos, como o F-35, uma vez que não haverá “invisibilidade” á imagem e o F-35 é muito mais vulnerável que o F-22 na medida em que ele não tem um desempenho de võo e nem a furtividade comparável ao F-22, e o desempenho de vôo do Flanker, ou do F-15+.
Assim o F-35 ficara muito vulnerável ao travamento por sensores IRST/ imagem avançados muito mais poderosos que o radar e que serão comuns até 2015 e mísseis guiados por calor imagem /passivos e até por radar. Rússia e Ucrânia, tem desenvolvido chips que permitam este tipo de engajamento, utilizando-se de imagens térmicas, competitivas com os sensores ocidentais já existentes por exemplo no AIM-9X. A Agat também tem desenvolvido um novo sensor de fibra ótica para seus mísseis. Tanto o sistema de mira no capacete, como o R-73, serviram de base para uma série de mísseis de nova geração, tais como O Python 4 E 5, o IRIS-T, o AIM-9X, bem como novos sistemas de apresentação de dados e de miras no capacete, como o Topsight E francês, o Dash israelense, e sistemas europeus Viper, e Guardian, Oden, bem como os sistemas americanos JHMCS entre outros. O sistema irst está presente tambem em caças europeus como o Rafale e o Typhoon tudo isto influencia dos russos. Para quem foi considerado “atrasado” no ocidente, os russos foram extremamente avançados nos sensores passivos e sistemas de combate ar-ar a curta distancia.

Acima: O protótipo do Su-35BM sendo levado para o hangar por um veiculo trator. O primeiro vôo deste super caça deve ocorrer no inicio de 2008.
ARMAMENTO
O armamento do Su-35BM e de outras variantes do Flanker é bastante variado. O Flanker é um caça polivalente, capaz de realizar uma ampla gama de missões, de maneira muito eficiente a todo e qualquer tempo, em ambiente hostil bem defendido sob condições de pesado ambiente de interferência e contramedidas inimigas. Para tanto ele carrega um incrível arsenal. Agora, vamos falar um pouco deste arsenal:
NOTA DO AUTOR
NOTA DO AUTOR
Quando no texto abaixo, me referir a alcance efetivo dos mísseis ar-ar, o leitor deve considerar que refiro-me ao alcance efetivo maximo destes mísseis em condições ideais de combate aéreo (alta altitude e grande velocidade dos vetores em combate frente a frente). Altitude do combate, velocidade dos vetores, capacidade de traqueamento dos radares, sensibilidade dos sensores na cabeça dos mísseis, ângulo , aspecto dos alvos e o sistema de defesa dos caças influem muito no alcance de mísseis. Por este motivo também, há uma certa confusão entre alcances de mísseis nas fontes divulgadas. Ao contrario do que pensam algumas pessoas, o combate BVR (Além do alcance visual) não está tão desenvolvido, e ainda é relativamente primitivo. Misseis são armas delicadas no seu manejo, e frágeis as interpéries do clima, batidas e erros ... Devem ser armazenados adequadamente e manejados cuidadosamente, ou terão a efetividade reduzida, como no caso do Sparrow no Vietnan ou do R-27R1 no conflito Eritreia – Etiópia.. Para citar um exemplo de tudo o que foi comentado acima o mísseil AIM-120, que é excelente , e que tem um alcance citado de 50-75km, nunca abateu nenhum caça a mais de 40km. Na grande maioria dos casos foi a uma distancia menor que 30 km. Os mísseis de médio alcance de hoje, também não tem a letalidade , que a maioria pensa. Exatamente por todas estas características descritas acima, russos e americanos sempre preconizam o disparo de mais de um míssil por alvo, para chegar a uma efetividade adequada.Alcance balístico é muito diferente de alcance efetivo, e as pessoas fazem muita confusão a esse respeito.
O Flanker tem como armamento secundário um canhão GSH-30, de 30 mm, com cadencia de de tiro de 1500- 1800 tiros por minuto (25 a 30 tiros por segundo). A quantidade de munições do canhão é 150 projéteis. O sistema do canhão tem modo automático e semi automático, fornecido por radar, IRST e HMD. Seu alcance a alvos aéreos é até 1,8km, e em terra de 1,3km. Foguetes não guiados. O Flanker também pode carregar casulos de foguetes com foguetes não guiados de diferentes calibres e ogivas. Estes foguetes não guiados podem agora, receber um sistema de guiagem e correção de võo conhecido como Ugroza e consiste em instalar um sensor passivo, ou de laser semiativo, e um estabilizador de vôo no foguete com isso, seu alcance efetivo é de até 8km.
O Flanker tem como armamento secundário um canhão GSH-30, de 30 mm, com cadencia de de tiro de 1500- 1800 tiros por minuto (25 a 30 tiros por segundo). A quantidade de munições do canhão é 150 projéteis. O sistema do canhão tem modo automático e semi automático, fornecido por radar, IRST e HMD. Seu alcance a alvos aéreos é até 1,8km, e em terra de 1,3km. Foguetes não guiados. O Flanker também pode carregar casulos de foguetes com foguetes não guiados de diferentes calibres e ogivas. Estes foguetes não guiados podem agora, receber um sistema de guiagem e correção de võo conhecido como Ugroza e consiste em instalar um sensor passivo, ou de laser semiativo, e um estabilizador de vôo no foguete com isso, seu alcance efetivo é de até 8km.
ARMAMENTO AR-AR
R-73 Archer

Acima: Um exemplar do excelente missil R-73 Archer. Graças a tecnologia russa empregada nesse armamento, o combate aéreo moderno sofreu uma revolução.
O R-73 archer foi desenvolvido para substituir o missil R-60, sendo um míssil de combate aéreo de guiagem infravermelha, “dispare e esqueça”, projetado para superar qualquer ameaça, com ênfase especial a caças ágeis e manobráveis, manobrando violentamente em combate aproximado, o míssil teria que ter alta agilidade para disparo fora do ângulo de visada, e girar atrás do alvo para persegui-lo se necessário, podendo atacar alvos a 12g. O R-73, é o primeiro míssil russo a usar TVC (Vetoração de empuxo) e superfícies de controle, o que permite disparos em qualquer direção e vôo estabilizado em qualquer ângulo de ataque. Pode ser disparado contra alvos cruzados e frontais, sem considerar altitude, carga G do alvo ou do caça atacante, tem capacidade de aquisição de alvos facilitada e capacidade de seguir o alvo a 60 graus por segundo. Três versões iniciais foram construídas:
1- O R-73 A, com 20 km de alcance e 40-45 graus de ângulo de visada.
2- O R-73L, com espoleta laser.
3- O R-73K, espoleta de radar ativo, com 30 km de alcance. É uma versão deste míssil que é exportada como R-73E.
Dados básicos da versão R-73M/E: O R-73 tem passado por modernizações. Em 1994, o R-73K recebeu modificações e uma nova versão foi criada. O R-73M, operacional desde 1997 na Rússia, ganhou um novo sensor. agora capaz de ter um ângulo de visada de ± 60º, capacidade de contramedidas melhorada, sendo mais resistente as contramedidas e permite o trancamento do motor para o meio do alvo, na fase final do engajamento se necessário. Esse míssil foi exportado para a Índia. O R-73M ganhou também um novo processador digital, e neste caso ele foi renomeado, R-74 , Seu alcance (balístico) aumentou 25%, de 30 para 40km. A versão de exportação chama-se R-74ME. A versão Russa deste míssil, o R-74M1, entrou em serviço no fim de 2006, com um novo perfil de vôo, e um sensor modificado, e sensibilidade aumentadas, bem como ±75º de capacidade de aquisição Para 2010 está prevista a entrada em serviço do Izdeliye 760, ou R-74M2, com capacidade de trancamento após o disparo (LOAL) e sensor com campo de visão de 80-90 graus,comparável ao AIM-9X, e outros mísseis europeus, que estão entrando em serviço hoje.(2005-2008). O missil pode ser guiado por datalink. Será seguido do Vympel K-MD (Izdeliye 300) com capacidade superior que ASRAAM e AIM-9X e inclui sensor de imagem FPA, capacidade de engajar alvo em todas as direções incluindo atrás da aeronave e também mísseis. A configuração externa deve ter menor arrasto e com motor de impulso duplo para queimar por cerca de 100 segundos resultando em um alcance bem maior que o R-73. O TVC terá três pás ao invés de quatro do R-73. O projeto deve terminar o desenvolvimento em 2013.
A Vympel também desenvolveu uma versão do R-73 que é disparada para trás, atacando o inimigo na posição 6h. O míssil tem um campo de aquisição de 60 graus em relação a cauda, e pode girar 180 graus atrás do alvo no primeiro momento. Pode ser usado em conjunção com os radares de ferrão de cauda de caças russos em uso por exemplo no Su-34. É um míssil de auto defesa, com 12 km de alcance. Um caça atacante pode ser atacado, dando a ele pouco tempo de reação.
Dados básicos da versão R-73M/E: O R-73 tem passado por modernizações. Em 1994, o R-73K recebeu modificações e uma nova versão foi criada. O R-73M, operacional desde 1997 na Rússia, ganhou um novo sensor. agora capaz de ter um ângulo de visada de ± 60º, capacidade de contramedidas melhorada, sendo mais resistente as contramedidas e permite o trancamento do motor para o meio do alvo, na fase final do engajamento se necessário. Esse míssil foi exportado para a Índia. O R-73M ganhou também um novo processador digital, e neste caso ele foi renomeado, R-74 , Seu alcance (balístico) aumentou 25%, de 30 para 40km. A versão de exportação chama-se R-74ME. A versão Russa deste míssil, o R-74M1, entrou em serviço no fim de 2006, com um novo perfil de vôo, e um sensor modificado, e sensibilidade aumentadas, bem como ±75º de capacidade de aquisição Para 2010 está prevista a entrada em serviço do Izdeliye 760, ou R-74M2, com capacidade de trancamento após o disparo (LOAL) e sensor com campo de visão de 80-90 graus,comparável ao AIM-9X, e outros mísseis europeus, que estão entrando em serviço hoje.(2005-2008). O missil pode ser guiado por datalink. Será seguido do Vympel K-MD (Izdeliye 300) com capacidade superior que ASRAAM e AIM-9X e inclui sensor de imagem FPA, capacidade de engajar alvo em todas as direções incluindo atrás da aeronave e também mísseis. A configuração externa deve ter menor arrasto e com motor de impulso duplo para queimar por cerca de 100 segundos resultando em um alcance bem maior que o R-73. O TVC terá três pás ao invés de quatro do R-73. O projeto deve terminar o desenvolvimento em 2013.
A Vympel também desenvolveu uma versão do R-73 que é disparada para trás, atacando o inimigo na posição 6h. O míssil tem um campo de aquisição de 60 graus em relação a cauda, e pode girar 180 graus atrás do alvo no primeiro momento. Pode ser usado em conjunção com os radares de ferrão de cauda de caças russos em uso por exemplo no Su-34. É um míssil de auto defesa, com 12 km de alcance. Um caça atacante pode ser atacado, dando a ele pouco tempo de reação.
R-27 Alamo

Acima: O missil R-27 já entrou em combate com resultado pouco favoravel, porém versões atualizadas aumentaram a efetivadade deste armamento a niveis preocupantes para os inimigos desta interessante combinação, Super Flanker/ R-27.
Quando projetaram o Su-27, os russos não cuidaram apenas de sua aerodinâmica soberba, da potencia de seus motores e sua manobrabilidade e agilidade incomuns. O armamento do Su-27(que era originalmente um interceptador puro sangue) foi construído para se encaixar perfeitamente aos sistemas ofensivos em torno do radar N001, do sistema de infravermelho IRST, e dos modos de curto alcance presente no caça, dentro da doutrina russa, que previa engajamentos assistidos pela grande rede de radares soviéticos. O piloto seria guiado a uma posição favorável, ligaria seus sensores, dispararia as armas e voltaria para casa. Para engajamentos contra cacas, os russos projetaram uma nova classe de mísseis bem mais eficiente que a anterior, composta por mísseis de médio/ longo alcance. Estes mísseis são conhecidos como R-27, ou Álamo codinome da OTAN. Os R-27 são mísseis com um maior alcance do que os mísseis AIM-7 e Sky Flash, seus concorrentes diretos, e dão ao piloto uma flexibilidade sem precedentes, porque possuem versões com 8 cabeças de guerra, permitindo ao piloto o disparo de dois ou mais mísseis com guiagem diferente contra o alvo, o que maximiza a possibilidade de acerto. Tal arranjo, que os russos utilizam desde os anos 60 com a dupla Mig-25/AA-6, só foi seguido recentemente pelos franceses e seus mísseis Mica, que tem alcance efetivo mais “curto” que os R-27 nas versões de alcances estendidos. As versões iniciais do R-27, chamado R-27R guiado por radar e o R-27T de guiagem infravermelha , que tem alcances efetivos similares aos AIM-7 F/M, foram seguidas (fim dos anos 80) por suas versões de alcance estendidos R-27ER e ET, que tem como principais alterações em relação as originais um motor de queima longa, permitindo um alcance muito maior e o uso de sensores mais refinados. Outra versão é chamada R-27EM, que tem guiagem passiva, e tem como missão primária atacar alvos a baixa altitude sobre o mar. Existem também versões de radar ativo conhecidos como R-27 A e o R-27 AE. As versões passivas R-27P e R-27EP, para atacar caças e aviões que emitam com seus radares. Como não dão sinal de lançamento ao adversário, se usados com radar datalink e/ou IRST, são perigosíssimos, e por enquanto apenas Rússia e recentemente a China a usam. Seu longo alcance, permite que um caça equipado com eles seja perigoso, mesmo contra caças com os mísseis ativos ocidentais de hoje , como o Mica francês, o AIM-120B/ C, e Derby, mesmo tendo guiagem semiativa. O R-27 engaja alvos tripulados ou não e em manobras de combate aéreo aproximado. Pode ser empregado individualmente ou em grupo de aeronaves. O alvo pode estar voando a até 3.500km/h e entre 20 e 25 mil metros e manobrando a mais de 8 g´s Esta família de mísseis é uma excelente arma se utilizada por pilotos sniper, isto é, pilotos que saibam se aproveitar de sua superioridade sensivelmente superior, em especial a médias e altas altitudes e das capacidades de alcance, energia de vôo e persistência de combate do Flanker. Alem disto, se usar trajetória loft ele aumenta ainda mais seu alcance efetivo máximo, em toda e qualquer altitude e aspecto de disparo.
A soma destas qualidades dá aos caças russos uma vantagem bastante significativa em combate direto frente a frente .Caças que atiram primeiro tem consideráveis vantagens, neste combate e o conjunto formado por radares poderosos mais mísseis de longo alcance, fazem do Flanker um dos vetores ideais para os combates de longa distancia. Exatamente por isso seus rivais americanos e europeus da mesma geração procuram desde meados dos anos 90, mísseis de longo alcance como o Méteor e o AIM-120D, que por sinal não entrarão em serviço ativo real antes de 2010-2012 .A vantagem russa é sensível neste campo do alcance efetivo de seus mísseis nos dias de hoje. Os russos tem sido altamente agressivos no anuncio de diversos mísseis e sensores.
R-77M Adder (Izdeliye 180)
A soma destas qualidades dá aos caças russos uma vantagem bastante significativa em combate direto frente a frente .Caças que atiram primeiro tem consideráveis vantagens, neste combate e o conjunto formado por radares poderosos mais mísseis de longo alcance, fazem do Flanker um dos vetores ideais para os combates de longa distancia. Exatamente por isso seus rivais americanos e europeus da mesma geração procuram desde meados dos anos 90, mísseis de longo alcance como o Méteor e o AIM-120D, que por sinal não entrarão em serviço ativo real antes de 2010-2012 .A vantagem russa é sensível neste campo do alcance efetivo de seus mísseis nos dias de hoje. Os russos tem sido altamente agressivos no anuncio de diversos mísseis e sensores.
R-77M Adder (Izdeliye 180)

Acima: O moderno missil guiado por radar ativo R-77 montado no cabide de um MiG-29 SM. este armamento permite o lançamento multiplo contra até 8 alvos independentes, dependendo do radar em uso pelo Super Flanker.
O R-77M é uma versão avançada do R-77 que está a disposição das forças russas desde 2005 em pequenas quantidades. Ele usa um motor hibrido de duas fases que aumenta o alcance de ataque letal do míssil. O alcance máximo de ataque a caças se aproximando é 90km, e contra aeronaves lentas como Awacs chega a 160km. A produção em massa deste míssil esta prevista para começar no ano que vemO R-77M tem trajetória loft (trajetória Alta otimizando seu alcance), usa o novo radar 9B-1103M usado no R-27AE, além de um processador digital da Texas instrument sendo que o comprador pode programar a freqüência e o software a seu gosto. O alcance deste radar é de 25 km contra alvos com RCS de 5m2, com capacidade de contramedidas, rejeita ruido de fundo e usa fibra ótica ao invés de giroscópio laser para navegação inercial. A venezuela pretende equipar seus SU-30MKK2, com este míssil.
A Vympel anunciou recentemente novas versões do R-77: O R-77T, guiado por calor que usará o sensor M-2000, com alcance de travamento de 20 km. Pode ser disparado por datalink; O R-77P, de guiagem passiva, contra radares emissores de caças. O alcance destas variantes é citada como sendo similar ao R-77M.
R-77M-RAMJET

A Vympel anunciou recentemente novas versões do R-77: O R-77T, guiado por calor que usará o sensor M-2000, com alcance de travamento de 20 km. Pode ser disparado por datalink; O R-77P, de guiagem passiva, contra radares emissores de caças. O alcance destas variantes é citada como sendo similar ao R-77M.
R-77M-RAMJET

Acima: Nesta foto temos um mockup de um missil R-77M Ramjet. Este missil terá capacidade de destruir um caça inimigo a 180 km.
Finalmente, Há ainda uma versão principal do R-77M. O R-77M ramjet, com 160km de alcance efetivo projetado para os modernos radares russos que travam em caças pequenos 1,5M2 a 180km. É um míssil ar ar de nova geração designado para os novos radares russos como o Bars bloco 3 que equipa O Su-30 MKI. De acordo com a Revista Flug Review, o míssil será operacionalizado em 2009-2012, portanto na mesma época de seu rival europeu,o Meteor.
KS-172
KS-172

Acima: O missil KS-172, derivado dos misseis antiaéreos S-300V, é o missil de maior alcance já desenvolvido. Sua capacidade lhe permite destruir com segurança, aéronaves de alerta aéreo antecipado AEW.
Um S-400 aéreo. Assim pode ser definido o míssil KS-172 da Novator. Ele é exatamente um derivado do sistema antiaéreo de longo alcance russo. Seu alcance é de 400 km!!!
Foi mostrado pela primeira vez na feira de ABU DABI em 1993, pode equipar variantes avançadas do Flanker como o Su-35BM russo e o Su-30MKI indiano, que usará a versão de exportação (350km de alcance) , desenvolvida com componentes locais. O Ks-172 foi projetado para derrubar aeronaves de alto valor como aeronaves AWACS e de Guerra eletrônica além de mísseis cruise. Tem padrão de vôo similar ao AIM-54 Phoenix norte americano, pode derrubar alvos manobrando a 12g, além da capacidade dos mais ágeis caças (para que você tenha idéia, o limite maximo do flanker é 10g/ por curtos periodos, e é o caça mais ágil e robusto do mundo(o organismo humano aguenta 8,5G). Sua guiagem é inercial e por radar ativo.
R-37 Arrow
Foi mostrado pela primeira vez na feira de ABU DABI em 1993, pode equipar variantes avançadas do Flanker como o Su-35BM russo e o Su-30MKI indiano, que usará a versão de exportação (350km de alcance) , desenvolvida com componentes locais. O Ks-172 foi projetado para derrubar aeronaves de alto valor como aeronaves AWACS e de Guerra eletrônica além de mísseis cruise. Tem padrão de vôo similar ao AIM-54 Phoenix norte americano, pode derrubar alvos manobrando a 12g, além da capacidade dos mais ágeis caças (para que você tenha idéia, o limite maximo do flanker é 10g/ por curtos periodos, e é o caça mais ágil e robusto do mundo(o organismo humano aguenta 8,5G). Sua guiagem é inercial e por radar ativo.
R-37 Arrow

Acima: O missil R-37 é uma arma comum de ser vista na fuselagem de interceptadores Mig-31 Foxhound. O Su-35BM foi projetado para fazer uso deste potente armamento também.
É a versão mais atual do Míssil R-33 e do míssil R-33S. Designado, para derrubar aeronaves de alto valor como aeronaves AWACS e de guerra eletronica, bem como bombardeiros. Seu alcance é 250 km em alta altitude e 150km a baixa altitude. Ao contrario do KS-172, que serve para engajar todo tipo de alvo, o R-37 é especifico para pegar aeronaves lentas e é ruim se usado contra alvos manobráveis. Ambos os mísseis KS-172 e R-37, serão usados sem que o Flanker entre em contato com escoltas e seus mísseis. O R-37 usa guiagem dupla, ativa e semi-ativa. A variante modernizada é chamada R-37M, com alcance estendido a 300 km maior capacidade para atacar alvos manobráveis e equipa o Mig-31 modernizado também.
Armas de ataque ao solo
Kh-59 Kingbolt
Armas de ataque ao solo
Kh-59 Kingbolt

Acima: O missil ar terra Kh-59 Kingbolt permite uma boa capacidade "Stand off" para o Su-35BM, na medida de que seu alcance supera a maioria dos sistemas de defesa aérea disponiveis.
Um dos desenvolvimentos da SMDB Raduga é o míssil Kh-59MK. O míssil é derivado do antigo Kh-59M , que tem um alcance de 115 km, com guiagem por TV. O Kh59MK, foi apresentado pela primeira vez em 2001, no salão de Moscou, e é chamado como míssil cruzeiro de emprego geral para caças da família Flanker, e do Su-24 Fencer. Este novo míssil foi criado para contrapor as melhorias nos sistemas antinavais modernos do ocidente como os dos cruzadores da OTAN, GWS-30 Sidart, RIM-66A/B/C Standard que tem um alcance entre 40 e 100km, e sistemas ainda mais modernos como o Aster 100 ou RIM-156A Standard SM-2ER, com alcance até 150km, bem como sistemas futuros com 200-230km de distancia, com a ajuda de helicópteros a bordo. Os requerimentos desse míssil então seriam atirar fora do alcance das defesas dos grupos de batalhas inimigos. Para alcançar tais requerimentos, foi modificado o sistema de propulsão do míssil original Kh-59M, o R-95-300, por um novo motor mais eficiente e econômico, o turbofan 36MT da Saturn. Este novo motor permite que o míssil tenha o alcance de 285km e permite que o míssil seja lançado a até 11.000 metros de altura. O sistema de guiagem/cabeça de guerra do míssil foi modificado. O míssil predecessor usava guiagem por tv. Já o novo novo míssil, usa guiagem por radar ativo. O radar ARGS-59E permite o travamento em um alvo tipo destroyer a 25 km e lanchas de patrulha a 15km. O míssil tem um perfil de vôo baixo durante a fase intermediaria do vôo a apenas 10-15 metros de altitude. Na fase final do vôo o míssil fica entre 4 e 7 metros acima do nivel do mar. Sua ogiva de 320kg de alto explosivo, permite colocar fora de ação navios de classe maior e afundar navios menores com um único acerto. A produção deste míssil iniciou-se em 2005, e a china mostrou interesse em integra-lo aos seus Su-30MKK.
Kh-31P Kripton
Kh-31P Kripton
Acima: O interessante missil Kripton acabou indo parar até em bases norte americanas para serem testados a bordo de antigos caças F-4 Phantons que eram usados como banco de testes de armas.
Para contrapor os novos sistemas de radar ocidentais, como o Patriot a SVEDA/ STRELA projetou a família de mísseis KH-31. Os requerimentos russos, incluíam altíssima velocidade, longo alcance, alta imunidade, a contramedidas inimigas e capacidade de desligar o radar e se guiar passivamente se muito “atacado”. Um dos segredos desta família de mísseis projetado pelas equipes de engenheiros do grupo Soyuz (o mesmo grupo que projeta e desenvolve os foguetes espaciais russos) é seu motor de 2 estágios. No primeiro, o foguete é acelerado até mach 1,8 e mantem a velocidade. Quando o combustível deste estágio acaba, o motor é descartado e o interior do míssil vira uma câmara de combustão, permitindo a entrada de ar no míssil, ar este que é queimado. Este expediente acelera o míssil até mach 4,5 nos últimos 25 km de sua trajetória, rumo ao alvo. Nesta velocidade, combinado com o perfil de vôo a baixa altitude e vôo manobrado, torna difícil rastrear e engajar o míssil com os sistemas antiaéreos e antimísseis dos navios atuais. Alem disso o perfil de baixa altitude não permite ao alvo atacado uma detecção precoce do míssil, dando-o pouquíssimo tempo de reação. O impacto no alvo se dá a uma velocidade acima de mach 2.5. Não existe nada operacional no ocidente com estas características. A partir da variante Kh-31P, anti-radar, os russos desenvolveram uma variante anti-navio a Kh-31 A e variantes do mesmo missil com sistemas de guiagens, sensores e alcances diferentes, devido a seu perfil de võo.
Kh-31A Kripton
Kh-31A Kripton
Acima: Este Su-27 SK está armado com o missil Kh-31A em baixo das entradas de ar do motor, que lhe permite atacar navios de guerra do porte de fragatas e destróieres.
A variante anti-navio do Kh-31 tem guiagem inercial com vôo pré programado e alimentado pelos dados dos computadores de navios e aviões, sobre o alvo. Então ele voa até um ponto a 7,5km do alvo e liga seu radar. O míssil então sobe e ataca o alvo por cima, dificultando ainda mais as defesas do alvo. Existe também uma variante anunciada, pelo fabricante, como Antiwacs. com um alcance de 200-220km chamada Kh-31 PMK, que está em desenvolvimento. A India e a China, já demonstraram interesse na próxima geração destes mísseis. O sensor ao invés de ser intercambiável, como o do KH-31P, que era direcionado a uma só ameaça, será o novo sensor L-130 de largo espectro, cobrindo varias ameaças. O míssil tem um novo perfil de vôo,mais eficiente, o software do missil foi melhorado, e há também mais reserva de combustível para o motor. Há ainda uma variante derivada destas novas variantes, a Kh-31AD. O fabricante cita que, não se trata de uma modernização do míssil anterior, mas de novos mísseis que garantem superioridade completa sobre os sistemas atuais ou em desenvolvimento.
Kh-35 Uran
Kh-35 Uran

Acima: O missil Kh-35 se assemelha ao famoso missil AGM-84 Harpoon dos Estados Unidos, tanto que foi apelidado de missil Harponsky em referencia ao vocabulario russo.
A Zveda estrela projetou, também, um míssil antinavio chamado AS-20 Kayak, similar ao Harpoon norte americano, resistente ao ECM inimigo. Existem duas versões do míssil, sendo uma para ser disparada de navios e helicopteros navais, Kh-35E e defesas costeiras e o Kh-35U para aeronaves. O Kh-35U é propelido por um Turbojato, que o acelera a mach 0,77. Um sistema inercial garante o vôo de cruzeiro a uma altitude de 10-15 m acima do nível do mar (perfil de vôo sea skimming). O míssil pode receber os dados sobre o alvo vindos de outras plataformas como navios e aviões. O radar ativo, ARGS-35, opera na banda I/J, tendo um alcance de 20km. Quando o radar adquire o alvo, o controle inercial altera o vôo do míssil para um perfil extremamente baixo, de 3 a 5 metros de altitude até atingir o Alvo, realizando manobras para dificultar as defesas do alvo (Em S, POP-PUP, entre outras). Para os próximos anos os russos estão desenvolvendo uma versão melhorada do Kh-35E E do Kh-35U, com mais combustível, guiagem GPS e alcance de 250km.
Kh-29 Kedge

Acima: O missil Kh-29 tem uma configuração aerodinamica que lembra o missil ar ar R-73 Archer, porém muito mais largo. Trata-de se uma arma de uso tatico flexivel e muito util no campo de batalha.
A família Kh-29/ AS-14 é uma família de mísseis russos equivalentes aos franceses AS-30, e o americano AGM-65 maverick, e tem como missão, ataque a alvos terrestres e navais. Até 6 podem ser carregadas pelos Su-27/30 e outras variantes da família Flanker. Também são carregadas pelas outras aeronaves de combate da Rússia. A distancia mínima de lançamento é 2 km o míssil é lançado com a aeronave lançadora a até 1250km/h e até 10km de altura. Entre as variantes estão: 1- Kh-29L(A) com guiagem semi-ativa a laser, alcance 10-12km 2- Kh-29T(B) com sensor eletrooptico, guiagem TV,alcance 28km 3- Kh-29D, com sensor eletrooptico., e guiagem térmica-12KM 4- Kh-29MP GUIAGEM passiva 5- Kh 29-TE, variante nova do KH-29T, alcance 30km
Kh-41 Moskit e PJ-10 Brahmos
Kh-41 Moskit e PJ-10 Brahmos

Acima: O poderoso missil Moskit é o verdadeiro peso pesado quando se fala em armas antinavio. Sua velocidade supersonica, e grande ogiva são capazes de afundar praticamente qualquer navio de guerra existente, e se não afundar, aleija o navio.
A Rússia desenvolveu um míssil naval antinavio de altíssima velocidade conhecido como Moskit. Este míssil tem uma velocidade de mergulho de mach 4,5 na fase final do vôo. O moskit voa a mach 3 a poucos metros acima da água. O Moskit é uma arma hipersônica que atravessa a zona defensiva de um GT, tão rapidamente, que torna quase impossível uma resposta adequada. Alem disso, ele realiza manobras em S para dificultar ainda mais as defesas do Alvo, que terá cerca de 25 segundos para detectar , rastrear, engajar e destruir o míssil a mach 2,5. Existem ao menos 2 versões do míssil: Uma disparada por navios com alcance de 150km e a versão lançada por aviões como os Tu-22, e variantes do Flanker, como o Su-34 e o Su-33, com alcance de 300km.
O Pj-10 é uma variante mais avançada do que o míssil Moskit, do qual é derivado. Em 1998 India e Rússia se uniram para desenvolver um novo míssil. O PJ-10 Brammos nas versões lançadas por navio de superfície e ar superfície. O primeiro teste foi em junho de 2001 e em setembro de 2006 ele entrou em operação. O Pj-10 foi integrado ao Su-30 MKI indiano, e é designado para destruir navios ou alvos no solo. O míssil tem 300km de alcance, e velocidade de mach 2.9. Tem também um refinado tratamento de RCS que o torna mais difícil de detectar aos radares e outros meios de detecção. Usa radar ativo e guiagem inercial contra navios e GPS , contra alvos no solo.
3m54 Klub
O míssil russo 3m54 Klub é um míssil multifuncional e multiplataforma, com pelo menos 5 versões, que são lançadas por navios e submarinos kilo, Amur e Lada inicialmente. Recentemente foram anunciadas versões lançadas de aviões, como bombardeiros e caças pesados como as variantes da família Flanker, ou mesmo caças médios como o Mig-35, na variante mais leve do míssil
Kh-15 Kickback
O Pj-10 é uma variante mais avançada do que o míssil Moskit, do qual é derivado. Em 1998 India e Rússia se uniram para desenvolver um novo míssil. O PJ-10 Brammos nas versões lançadas por navio de superfície e ar superfície. O primeiro teste foi em junho de 2001 e em setembro de 2006 ele entrou em operação. O Pj-10 foi integrado ao Su-30 MKI indiano, e é designado para destruir navios ou alvos no solo. O míssil tem 300km de alcance, e velocidade de mach 2.9. Tem também um refinado tratamento de RCS que o torna mais difícil de detectar aos radares e outros meios de detecção. Usa radar ativo e guiagem inercial contra navios e GPS , contra alvos no solo.
3m54 Klub
O míssil russo 3m54 Klub é um míssil multifuncional e multiplataforma, com pelo menos 5 versões, que são lançadas por navios e submarinos kilo, Amur e Lada inicialmente. Recentemente foram anunciadas versões lançadas de aviões, como bombardeiros e caças pesados como as variantes da família Flanker, ou mesmo caças médios como o Mig-35, na variante mais leve do míssil
Kh-15 Kickback

Acima: Aqui temos um desenho do missil tatico de interdição de campo de batalha Kh-15 Kickback. Tanto seu desenho como função se assemelham ao antigo missil AGM-69 norte americano.
O AS-16 (Kh-15, para os russos) é um análogo ao AGM-69. Concebido como míssil tático de curto alcance de ataque nuclear, com velocidade para suplantar qualquer sistema de defesa aéreo conhecido ou em desenvolvimento. Hoje ele é utilizado com ogivas convencionais e é oferecido para exportação. O míssil AIM-54, carregado pelos F-14 da US Navy, tinha como uma de suas missões derrotar aviões armados, defendendo a frota de ataques aeronavais. Este míssil tinha como missão, superar o conjunto/ F-14 APG-9/ AIM-54 da marinha americana. Existem 3 versões básicas: O Kh-15P, com guiagem antirdiação para destruir radares inimigos. E o Kh-15A, com radar ativo de onda milimétrica, antinavio, e sua variante de exportação o Kh-15S. O míssil voa a 40 km de altura e então liga seu radar mergulha rumo ao alvo a uma velocidade de mach 5. O alcance deste míssil é de 150km.
Kh-55SM Granat
Kh-55SM Granat
O Kh-55SM É UM míssil de cruzeiro de longo alcance, a contraparte russa do americano BGM-109 Tomahawk. O seu primeiro teste foi em 1978, e desde 1984 está em uso em bombardeiros russos como o Tupolev Tu 160 Blackjack e Tu-95 Bear. Variantes do Flanker como o Su-34/35 podem atirar pelo menos 2 destes mísseis sem problema algum. Sua guiagem é inercial por radar dopler e por mapeamento de terreno e seu peso 1700kg O alcance do kh-55sm é de 2500-3000km
Kh-65
Kh-65
O kh-65 é uma versão de alcance reduzida do Kh-55SM (vide acima). Originalmente o míssil tinha ogiva nuclear e alcance de 550-600km sendo um míssil de cruzeiro de ataque nuclear tático. Hoje, seu alcance é de 280 km devido a um acordo de antiproliferação de armas nucleares. O Kh-65 tem guiagem por radar ativo, velocidade subsônica e como missão principal atingir navios ou alvos grandes.
Bombas.
Bombas.
O pacote de bombas guiadas oferecido pelos russos para o Su-35 consiste nas conhecidas bombas Kab. As bombas da família Kab são equivalentes as bombas guiadas ocidentais Paveway e a família GBU-15 e HOBOS. Seu sistema de guiagem pode ser por TV ou a laser semi ativo dependendo da versão. A versão a laser opera através de um feixe laser refletifo no alvo, acionando o piloto automático que guia a bomba ate o alvo. Como todas as bombas do tipo, elementos climáticos como a chuva a neve o reflexo do sol e objetos metálicos podem interferir no desempenho da bomba.
Bombas guiadas/ EO Kab-Kr/ Tk e R
Bombas guiadas/ EO Kab-Kr/ Tk e R
Acima: As bombas guiadas por TV Kab-500 KR aumetam ainda mais o incrivel arsenal de ataque disponivel no caça Su-35BM.
São bombas russas guiadas equivalentes a GBU-8 HOBOS, a GBU-15 e a Spice. Tem a mesma estrutura das Kab a laser. Apenas usa a guiagem por tv. O alvo é detectado, o piloto passa os parâmetros da imagem do alvo ,mostrados no Hud para a bomba que então usa os parâmetros e a as imagens recebidas para chegar ate o alvo. A variante Kab-R usa o sistema de guiagem por infravermelho IR.
Diversas outras bombas estão em fase de integração como a Upab 500 Kr, uma bomba planadora com guagem por TV, acessorada por datalink e alcance de até 70km. Outras bombas como a Kab-250 L, também já estão disponíveis. Por fim, esta também em fase final de preparação A Kab-500S e sua variante mais pesada a Kab-1500s, com guiagem por satélite (GPS, ou no caso, russo GLONASS), com alcance similar a JDAM americana (50-70km). Os testes começaram em 1999. O sistema GLONASS russo, esta previsto para começar a operar em capacidade total em 2008. A bomba é compatível com o sistema GPS americano.
Bombas de uso Geral
Diversas outras bombas estão em fase de integração como a Upab 500 Kr, uma bomba planadora com guagem por TV, acessorada por datalink e alcance de até 70km. Outras bombas como a Kab-250 L, também já estão disponíveis. Por fim, esta também em fase final de preparação A Kab-500S e sua variante mais pesada a Kab-1500s, com guiagem por satélite (GPS, ou no caso, russo GLONASS), com alcance similar a JDAM americana (50-70km). Os testes começaram em 1999. O sistema GLONASS russo, esta previsto para começar a operar em capacidade total em 2008. A bomba é compatível com o sistema GPS americano.
Bombas de uso Geral
O Flanker pode carregar diversas bombas de uso geral, como as da família Fab (Bombas clássicas ou fragmentação) RBK (fragmentação) BETAB(penetração), PB-250, Odab-500(combustível-ar) , ZAB, Enter outras, em lançadores múltiplos se necessário.
VERSATILIDADE
Adaptabilidade e versatilidade a toda prova. Os caças da família Fanker, são extremamente adaptáveis, capazes de usar armamentos e sensores de qualquer procedência (usam o barramento ocidental se o cliente assim desejar) e possuem uma serie de vantagens que ainda o farão muito competitivo por muitos e muitos anos. Dentre os caças de sua geração , são os que tem a maior capacidade de integrar tecnologia, maior potencial de crescimento, e a maior capacidade de combate. Também carrega o dobro da carga de armas de caças médios e o dobro de combustível, não necessitando de tanto apoio em combate.

VERSATILIDADE
Adaptabilidade e versatilidade a toda prova. Os caças da família Fanker, são extremamente adaptáveis, capazes de usar armamentos e sensores de qualquer procedência (usam o barramento ocidental se o cliente assim desejar) e possuem uma serie de vantagens que ainda o farão muito competitivo por muitos e muitos anos. Dentre os caças de sua geração , são os que tem a maior capacidade de integrar tecnologia, maior potencial de crescimento, e a maior capacidade de combate. Também carrega o dobro da carga de armas de caças médios e o dobro de combustível, não necessitando de tanto apoio em combate.

Acima: Nessa linda foto temos um Su-30 MKI expondo seus misseis R-77 e R-73. Esta versão do Flanker, usado pela força aérea da India, faz desta força aérea uma das mais poderosas da Asia.
As raposas russas Uma reclamação dos paises ocidentais e dos detratores do equipamento militar russo em relação aos equipamentos russos, notadamente os aviões é que eles teriam um padrão diferente e mais fraco do que dos ocidentais. Isto não procede mais, por uma imensa série de motivos. Um deles é que os russos, modificaram seus padrões de produção voltada para a guerra, para a produção seriada de seus equipamentos, como no caso do sistema aberto de barramento de dados MIL-STD-1553B e cargas MIL-STD-1760. E isto foi feito, para aumentar as vendas no pós guerra fria. Uma verdadeira jogada de mestre, que permite aos caças russos uma flexibilidade sem precedentes, sendo que seus equipamentos, não perderam em nada as características russas que trazem vantagens notáveis, além das vantagens obvias de utilizar-se todos os tipos de armamento /avionicos / casulos e outros de origem não russa disponível. Assim se o cliente desejar pode, “consertar os defeitos” que o cliente encontra no Flanker*. Se o cliente quiser pode equipar o caça a seu gosto, não ficando dependente a este ou aquele fornecedor (Leia-se EUA e alguns paises da europa, que dificilmente repassam tecnologia a aliados) uma vez que os russos não impõem nenhuma restrição a licenciar nenhum equipamento militar que colocam a venda, inclusive ajudando na nacionalização do produto (E claro ganhando muito dinheiro com peças de reposição e kits, durante o processo de nacionalização). Os russos compatibilizam seus caças, atrave´s de modernizações dos antigos Migs-21, Migs-23 e todos os outros ao padrão ocidental de compatibilização, através do sistema de barramento de dados MIL-STD-1553B e cargas MIL-STD-1760. Caças russos, podem usar todo e qualquer armamento, sensor, pod, sistema de defesa que use este barramento. Por exemplo, o Su-35 já foi compatibilizado com o casulo de designação a laser da Ferranti, que pode equipar o Typhoon. O Su-30MKM da Malásia usa casulos e equipamentos franceses suecos, alem dos russos. Outro excelente exemplo é o Su-30MKI, que usa casulos de guerra eletrônica e pod de designação israelenses, e cockpits franceses/israelenses, com HMD francês. Usa também pods de ECM Israelense, o Elta EL/M-8222 e RWR indianos (Tarang, com biblioteca de ameaças), chips de processamento indiano, e outros avionicos sul africanos para manter a disponibilidade alta. Caças russos podem usar mísseis e avionicos franceses, europeus, israelenses ou chineses, casos do Flanker indiano, malaio e chinês. O Mirage 2000 indiano por exemplo, usa o R-73 russo. Hoje é perfeitamente possível nacionalizar o Flanker e produzir versões interessantes para cada nação que tenha interesse de se desenvolver e paciência para produzir uma versão local de equipamentos militares russos, como Índia e China estão fazendo, acentuadamente. Há inúmeras combinações possíveis e o que os russos oferecem é na maioria das vezes, tão competitivo/eficiente ou até superior ao oferecido pelo ocidente por firmas ocidentais, porém com preço mais baixo. A mão de obra na Rússia é mais mal paga e muitas vezes muito bem qualificada e seus custos de produção mais baixos por isto. Em resumo os caças russos podem ser alterados a gosto do freguês sem tantos problemas e o freguês não corre o risco de ficar sem reposição de armamentos/ assistência técnica por qualquer “vontade “ superior” (EUA, INGLATERRA) que exigem embargos de outras nações por qualquer problema geopolítico no mundo. O cliente russo não fica sem armas em caso de guerra, os russos não se sujeitam facilmente a este tipo de coisa. Também é uma oportunidade única de desenvolver cientificamente o pais, devido a transferência de tecnologia militar, que os russos não negam ao contrario de paises ocidentais.
NOTA DO AUTOR 2
Acima: O Su-35BM sendo preparado para a exposição estática durante a MAKS 2007. Nesta foto pode-se observar com maior clareza as mudanças nas formas do radome para acomodar o novo radar.
Considerações sobre Alcance carga e custos. Quando o Su-27 foi projetado, os russos especificaram que queriam um caça de longo alcance(1500 km de raio de combate), 3000km, suficiente para alcançar alvos na Inglaterra e no norte da europa e voltar. Para missões comuns, o caça deveria levar 5.000kg de combustível e 8 mísseis ar ar. Devido a estes requerimentos e sabendo dos 4 projetos de caças de 4 geração nos EUA, os engenheiros da Sukhoi e do TSGI, projetaram um caça muito aperfeiçoado aerodinamicamente, com grandes asas , estável com turbinas potentes e espaço interno para mais de 9 toneladas de combustível. O resultado desta imensa quantidade de combustível é que o caça conseguiu alcançar os requerimentos pedidos de cerca de 1400-1500km de raio de combate, com espaço para 10 mísseis ar ar. Com o aperfeiçoamento do Su-27 e versões posteriores, tiveram, também, reforçadas suas estruturas e a capacidade de carga de armas passando de 4000 kg originais para 8.000 kg de armas, em até 14 pontos para fixação de armas Hoje, o Flanker tem uma vantagem de pelo menos 30- 40% no seu raio de combate em relação a seu rival mais próximo o F-15 Eagle.(sem tanques extras de combustível) O raio de combate do flanker e sua grande capacidade de carregar armas permite ao flanker uma vantagem muito grande operacionalmente em missões de médio e longo alcance, sobre rivais ocidentais. Para realizar operações de médio/ longo alcance de certa complexidade e dificuldade como o Flanker faz, próprias de guerra, os caças ocidentais necessitam de enormes e pesados tanques externos extras, penalizando sua carga de armas e aumentando o arrasto. Também os tornam muito mais dependentes de aeronaves de apoio para reabastecimento. Resultado: O Flanker pode realizar a mesma missão de varias aeronaves menores e seu apoio por uma distancia maior. Resumindo: Menos Flankers fazem a mesma missão de muitas aeronaves menores com apoio. Uma instrutiva figura, foi publicada no site Sistemas de Armas:
Considerações sobre Alcance carga e custos. Quando o Su-27 foi projetado, os russos especificaram que queriam um caça de longo alcance(1500 km de raio de combate), 3000km, suficiente para alcançar alvos na Inglaterra e no norte da europa e voltar. Para missões comuns, o caça deveria levar 5.000kg de combustível e 8 mísseis ar ar. Devido a estes requerimentos e sabendo dos 4 projetos de caças de 4 geração nos EUA, os engenheiros da Sukhoi e do TSGI, projetaram um caça muito aperfeiçoado aerodinamicamente, com grandes asas , estável com turbinas potentes e espaço interno para mais de 9 toneladas de combustível. O resultado desta imensa quantidade de combustível é que o caça conseguiu alcançar os requerimentos pedidos de cerca de 1400-1500km de raio de combate, com espaço para 10 mísseis ar ar. Com o aperfeiçoamento do Su-27 e versões posteriores, tiveram, também, reforçadas suas estruturas e a capacidade de carga de armas passando de 4000 kg originais para 8.000 kg de armas, em até 14 pontos para fixação de armas Hoje, o Flanker tem uma vantagem de pelo menos 30- 40% no seu raio de combate em relação a seu rival mais próximo o F-15 Eagle.(sem tanques extras de combustível) O raio de combate do flanker e sua grande capacidade de carregar armas permite ao flanker uma vantagem muito grande operacionalmente em missões de médio e longo alcance, sobre rivais ocidentais. Para realizar operações de médio/ longo alcance de certa complexidade e dificuldade como o Flanker faz, próprias de guerra, os caças ocidentais necessitam de enormes e pesados tanques externos extras, penalizando sua carga de armas e aumentando o arrasto. Também os tornam muito mais dependentes de aeronaves de apoio para reabastecimento. Resultado: O Flanker pode realizar a mesma missão de varias aeronaves menores e seu apoio por uma distancia maior. Resumindo: Menos Flankers fazem a mesma missão de muitas aeronaves menores com apoio. Uma instrutiva figura, foi publicada no site Sistemas de Armas:
Agora, imagine poucos Flankers e muitos caças como na figura acima. Imagine que são missões de médio e longo alcance. Os 4 Flanker tem muito mais combustivel individualmente do que um caça pequeno.É muito fácil perceber que mesmo sendo bimotor, com um custo maior , cada um dos 12 caças vão gastar muito mais em peso de combustível do que os Flankers em peso de combustível no final da missão e que a soma dos custos de hora de võo de 14 aeronaves sendo 12 reabastecidas 2x cada uma na ida e mais 2 x vezes na volta é muito maior do que de 4 Flankers que não precisam deste tipo de apoio mesmo que custos de bimotores sejam maiores na hora de võo. A distancia de custos operacionais é estratosférica a médio e longo prazo no conjunto. A menos que seja uma força aérea densa, de paises pequenos (ou para proteger áreas pequenas) e com grande estrutura , caças pequenos não valem a pena.Você necessita de muitos caças, que precisam proteger muitas aéreas com muito apoio o tempo todo. E muitas instalações e bases aéreas precisariam ser construídas. Isto é que é pesadelo logístico! Mesmo se o Flanker for mais complexo de manter ainda assim a diferença é cristalina. O mesmo vai ocorrer se pegarmos aeronaves médias, birreatores como Rafale, F/A-18E ou Typhoon e o mig-35 ou caças médios monomotores como o F-16, o J-10 ou um grande birreator F-15 Eagle...Para chegar ao raio de ataque do flanker eles também, vão precisar de tanques extras de combustível e pelo menos um reabastecimento em Vôo na ida e 1 na volta . precisando de tanques extras, vai penalizar a sua carga de armas que é já é menor que a do flanker (o Eagle sofre menos com o problema da carga, e pode carregar até mais armas, conforme a situação) aumentar o arrasto e consumir mais combustível ...E o problema continua. Pense na quantidade de meios necessários para defender efetivamente áreas como a Amazônia, a costa brasileira,a chinesa e a australiana, o meio oeste americano a Sibéria , a Rússia ou a China, por exemplo, com caças de pouco alcance, como o Gripen ou o Mirage 2000, ou de médio alcance como o F-16 e o Rafale. Um caça como Flanker pode cobrir uma área 9x maior do que caças pequenos e 3 ou 4 x maior que um médio.
Acima: Nesta foto temos um Su-27SK durante apresentação em uma feira aérea. O Su-35BM se parece muito com a versão inicial do Flanker, porém com um controle FBW mais avançado, e motorização mais potente com TVC (Vetoração de empuxo).
Lembrando sempre que dos paises citados se diferenciam do Brasil, por que o Brasil não tem tantas bases aéreas e aeronaves REVO, para isto e os outros tem. Seriam necessárias a aquisição de 5 vezes mais caças leves do que de pesados ou pelo menos 3x mais caças médios em uma hipótese otimista.
O Flanker é mais barato de adquirir individualmente, e seria adquirido em menores quantidades, o que também vai baratear futuras modernizações, pelo simples fato de que modernizar 100 caças é mais barato do que fazer isto em 600 ou mais. E é tecnologicamente muito avançado. Não é a toa que a Rússia, os EUA e as nações com grande costa marítima, como as do sudeste asiático tem Flankers e Eagles como caças primários. E os EUA tem um mix caças de longo alcance, e médio alcance... compensa muito mais. A China parte para o mesmo caminho. A India anunciou requerimentos para um caça de médio alcance para atuar com Su-30 MKI, e complementar seus os migs-29 e mirage 2000. A Rússia usa dois caças de longo alcance e quer aumentar a capacidade de combustível de seus Mig-29 e usar um de médio alcance como o mig-35. Os fabricantes ocidentais de aeronaves costumam publicar o alcancede suas aeronaves colocando seu alcance considerando normais grandes tanques de combustível externos. O Typhoon por exemplo é reportado como tendo alcance(raio de combate ) de 1300km,. dado que sugere uma similaridade de desempenho próximo ao do Flanker de 1985 reportado em 1400-1500 km. O que eles não contam para você, é que os Typhoons usam 2 grandes tanques de combustível externos com mais de 2000kg em combustível para obter este alcance. Um Typhoon leva, então, apenas 4000 kg em armas, ou menos (ao invés de 6000 kg em missões de médio/ longo alcance ), metade da carga de um Flanker. Os fabricantes de Rafale, F/A-18E e F-15 entre outros usam normalmente o mesmo expediente. Se o flanker usar tanques externos ou Revo, como os caças ocidentais fazem e não dizem, saindo do Brasil, vai parar na África!!! Os dois primeiros Su-30 MKV que a foram entregues a Venezuela, e passaram pelo Brasil fizeram um vôo Moscou- Recife com 2 Reabastecimentos em vôo! O Flanker, sempre terá “turbinas a menos” para carregar em missões de médio e longo alcance em guerra, o que é ótima noticia para paises, com grande área de atuação como por exemplo o nosso. Caças de grande alcance e capacidade de combate casos específicos de F-15+ e variantes avançadas do flanker, ganham concorrências no sudeste asiático também por esse motivo.Como se não bastasse a capacidade de combate superior e alcance superior, de ambos sobre qualquer caça médio, o Flanker ainda é mais barato e você pode desenvolver a sua industria aeronáutica Ao contrario do que pensam muitos entusiastas, a indústria russa esta priorizando produção seriada para tempo de paz, como no ocidente, valorizando a resistência de componentes .Um exemplo as turbinas AL-31FP que equipam o Su-30 MKI indiano podem ter vida útil de 7500 horas se modernizadas adequadamente para o padrão AL-31FM3. O cliente usa somente 12500kg de empuxo em tempo de paz, ao invés dos 14.000kg que ela proporciona no totalA guerra fria acabou faz muito tempo, e os russos adaptaram-se rapidamente, tirando proveito da situação.
PROLOGO.
Lembrando sempre que dos paises citados se diferenciam do Brasil, por que o Brasil não tem tantas bases aéreas e aeronaves REVO, para isto e os outros tem. Seriam necessárias a aquisição de 5 vezes mais caças leves do que de pesados ou pelo menos 3x mais caças médios em uma hipótese otimista.
O Flanker é mais barato de adquirir individualmente, e seria adquirido em menores quantidades, o que também vai baratear futuras modernizações, pelo simples fato de que modernizar 100 caças é mais barato do que fazer isto em 600 ou mais. E é tecnologicamente muito avançado. Não é a toa que a Rússia, os EUA e as nações com grande costa marítima, como as do sudeste asiático tem Flankers e Eagles como caças primários. E os EUA tem um mix caças de longo alcance, e médio alcance... compensa muito mais. A China parte para o mesmo caminho. A India anunciou requerimentos para um caça de médio alcance para atuar com Su-30 MKI, e complementar seus os migs-29 e mirage 2000. A Rússia usa dois caças de longo alcance e quer aumentar a capacidade de combustível de seus Mig-29 e usar um de médio alcance como o mig-35. Os fabricantes ocidentais de aeronaves costumam publicar o alcancede suas aeronaves colocando seu alcance considerando normais grandes tanques de combustível externos. O Typhoon por exemplo é reportado como tendo alcance(raio de combate ) de 1300km,. dado que sugere uma similaridade de desempenho próximo ao do Flanker de 1985 reportado em 1400-1500 km. O que eles não contam para você, é que os Typhoons usam 2 grandes tanques de combustível externos com mais de 2000kg em combustível para obter este alcance. Um Typhoon leva, então, apenas 4000 kg em armas, ou menos (ao invés de 6000 kg em missões de médio/ longo alcance ), metade da carga de um Flanker. Os fabricantes de Rafale, F/A-18E e F-15 entre outros usam normalmente o mesmo expediente. Se o flanker usar tanques externos ou Revo, como os caças ocidentais fazem e não dizem, saindo do Brasil, vai parar na África!!! Os dois primeiros Su-30 MKV que a foram entregues a Venezuela, e passaram pelo Brasil fizeram um vôo Moscou- Recife com 2 Reabastecimentos em vôo! O Flanker, sempre terá “turbinas a menos” para carregar em missões de médio e longo alcance em guerra, o que é ótima noticia para paises, com grande área de atuação como por exemplo o nosso. Caças de grande alcance e capacidade de combate casos específicos de F-15+ e variantes avançadas do flanker, ganham concorrências no sudeste asiático também por esse motivo.Como se não bastasse a capacidade de combate superior e alcance superior, de ambos sobre qualquer caça médio, o Flanker ainda é mais barato e você pode desenvolver a sua industria aeronáutica Ao contrario do que pensam muitos entusiastas, a indústria russa esta priorizando produção seriada para tempo de paz, como no ocidente, valorizando a resistência de componentes .Um exemplo as turbinas AL-31FP que equipam o Su-30 MKI indiano podem ter vida útil de 7500 horas se modernizadas adequadamente para o padrão AL-31FM3. O cliente usa somente 12500kg de empuxo em tempo de paz, ao invés dos 14.000kg que ela proporciona no totalA guerra fria acabou faz muito tempo, e os russos adaptaram-se rapidamente, tirando proveito da situação.
PROLOGO.
Com todas estas vantagens é incompreensível que muitas pessoas ainda achem que a Rússia não produz equipamentos militares adequados a qualquer pais que seja, baseados em analises viciadas de ”especialistas ocidentais” que estão preocupados em denegrir a industria de armamento russa, e super valorizar a sua, pelo simples fato de que a Rússia tem 82 clientes oficiais e 2 não oficiais (EUA inclusos) . é a maior exportadora de armamentos do mundo, e eles não se conformam com isso. Equipamentos militares russos são feitos para guerras e para o mundo globalizado, onde equipamentos militares são personalizados de acordo com o bolso do cliente. E não para desfiles festivos ou paises que podem pagar 120 milhões de dólares por caças complexos de operar e consertar, com metade da capacidade de combate do Flanker se este for modernizado e equipado adequadamente. A diferença é tão visível que os EUA apressaram a entrada em serviço de um caça que custa 360 milhões de dólares a unidade, que teve um corte de 80% na quantidade inicial e gastaram montanhas de dinheiro para encomendar 180 caças e superar a “falta de capacidade do Flanker e da industria russa”. O Flanker e suas variantes são um dos mais claros exemplos sobre essa “falta de capacidade russa”.
A conjunção de um caça com manobrabilidade superior radares e mísseis ar ar superiores, sensores passivos, imenso raio de combate, altíssimo desempenho de vôo e grande persistência de combate, a capacidade de atirar mísseis ar-ar arsolo e antinavio subsônicos supersõnicos e hipersônicos além de bombas guiadas ou não, de qualquer procedência; inigualável capacidade de modernização preço competitivo, adaptabilidade sem precedentes, faz do Flanker um real desafio a quem quer que o enfrente.
As ultimas variantes do flanker tem tudo o que os modernos caças ocidentais oferecem sendo superiores em várias áreas e sendo mais adaptáveis do que os rivais. E o que é pior, os caças russos, continuam com as inovações bélicas russas e as boas características russas de sempre como a robustez e facilidade de reparo. O Flanker moderno, tem “menos idade do que caças ditos mais tecnológicos”, e é muito diferente do Su-27S de 1983. Para citar um exemplo o MKI é de 1998 seu primeiro vôo foi em 2000 e seu o projeto é de 1990, baseado na critica que fizeram ao chefe da Sukhoi que o Su-27S não era multifunção. O Typhoon, tido como moderníssimo é um projeto de 1984.
Dizer que o Flanker e o Eagle, são “inferiores” a qualquer outro caça de sua geração por causa da “idade” do projeto é absurdo. Fazer isso, é como dizer que na formula 1, a Ferrari de 1980, anda tão rápido quanto o modelo de 2007, pois ambos são Ferrari. Porque as versões modernas destes caças são tão de “nova geração”, quanto qualquer outro caça festejado como novíssimo e moderno, sendo mais capazes do que eles. O F-15E+/I/S/SG/K é completamente diferente do F-15A, e o Su-30MK-X é completamente diferente do Su-27S., Toda esta conjunção de fatores faz do Flanker um genuíno pesadelo. Ele é superior em todos os quesitos, que contam para uma batalha.
Note que eu nem me referi ao futuro próximo da família o Su-35BM, que será muito superior a qualquer coisa que não seja o F-22 Raptor e que por enquanto só carrega armas russas.
Para terminar, gostaria de salientar que, este texto é uma homenagem não só ao Flanker, mas ao caça que deu todo este trabalho aos projetistas russos, o F-15 Eagle. É só pegar os dados técnicos, analisar corretamente e verificar que superior a estes dois caças espetaculares e adequadamente equipados e modernizados, só há um caça... e ele custa 360 milhões de dólares a unidade sendo designado para derrotar o Flanker. Este preço absurdo e a tecnologia ultra avançada do F-22 Raptor não são por acaso. Os americanos sabem muito bem que, se for adequadamente modernizado, equipado, pilotado e apoiado o Flanker dominará o campo de batalha geral e as batalhas aéreas contra qualquer avião que não seja stealth verdadeiro ,de grande desempenho pelos próximos 30 anos. Não é a toa que todo o piloto que senta no cockpit de um Flanker moderno, e voa nele, sai com um sorriso apaixonado do caça, como fizeram alguns pilotos ingleses em um recente exercício, com os indianos. Um deles chamou o Flanker de “cruzador espacial pesado”. É por sua qualidade.
A conjunção de um caça com manobrabilidade superior radares e mísseis ar ar superiores, sensores passivos, imenso raio de combate, altíssimo desempenho de vôo e grande persistência de combate, a capacidade de atirar mísseis ar-ar arsolo e antinavio subsônicos supersõnicos e hipersônicos além de bombas guiadas ou não, de qualquer procedência; inigualável capacidade de modernização preço competitivo, adaptabilidade sem precedentes, faz do Flanker um real desafio a quem quer que o enfrente.
As ultimas variantes do flanker tem tudo o que os modernos caças ocidentais oferecem sendo superiores em várias áreas e sendo mais adaptáveis do que os rivais. E o que é pior, os caças russos, continuam com as inovações bélicas russas e as boas características russas de sempre como a robustez e facilidade de reparo. O Flanker moderno, tem “menos idade do que caças ditos mais tecnológicos”, e é muito diferente do Su-27S de 1983. Para citar um exemplo o MKI é de 1998 seu primeiro vôo foi em 2000 e seu o projeto é de 1990, baseado na critica que fizeram ao chefe da Sukhoi que o Su-27S não era multifunção. O Typhoon, tido como moderníssimo é um projeto de 1984.
Dizer que o Flanker e o Eagle, são “inferiores” a qualquer outro caça de sua geração por causa da “idade” do projeto é absurdo. Fazer isso, é como dizer que na formula 1, a Ferrari de 1980, anda tão rápido quanto o modelo de 2007, pois ambos são Ferrari. Porque as versões modernas destes caças são tão de “nova geração”, quanto qualquer outro caça festejado como novíssimo e moderno, sendo mais capazes do que eles. O F-15E+/I/S/SG/K é completamente diferente do F-15A, e o Su-30MK-X é completamente diferente do Su-27S., Toda esta conjunção de fatores faz do Flanker um genuíno pesadelo. Ele é superior em todos os quesitos, que contam para uma batalha.
Note que eu nem me referi ao futuro próximo da família o Su-35BM, que será muito superior a qualquer coisa que não seja o F-22 Raptor e que por enquanto só carrega armas russas.
Para terminar, gostaria de salientar que, este texto é uma homenagem não só ao Flanker, mas ao caça que deu todo este trabalho aos projetistas russos, o F-15 Eagle. É só pegar os dados técnicos, analisar corretamente e verificar que superior a estes dois caças espetaculares e adequadamente equipados e modernizados, só há um caça... e ele custa 360 milhões de dólares a unidade sendo designado para derrotar o Flanker. Este preço absurdo e a tecnologia ultra avançada do F-22 Raptor não são por acaso. Os americanos sabem muito bem que, se for adequadamente modernizado, equipado, pilotado e apoiado o Flanker dominará o campo de batalha geral e as batalhas aéreas contra qualquer avião que não seja stealth verdadeiro ,de grande desempenho pelos próximos 30 anos. Não é a toa que todo o piloto que senta no cockpit de um Flanker moderno, e voa nele, sai com um sorriso apaixonado do caça, como fizeram alguns pilotos ingleses em um recente exercício, com os indianos. Um deles chamou o Flanker de “cruzador espacial pesado”. É por sua qualidade.
FICHA TECNICA
Velocidade de cruzeiro: mach 1,6, com al- 41F
Velocidade máxima: mach 2,25
Razão de subida: 16800 m/min
Peso/Potência: variável depende peso na aeronave de seu combustível em combate e da motorização do caça. Até 1.5 com a motorizaçao atual
Fator de carga: 9 Gs
Taxa de giro: 30º/s
Razão de rolamento: 240º/s
Raio de ação/ alcance: 1580 km/ 3600 km
Alcance do radar: Tikhomirov NIIP Irbis-E com 400 km de alcance para caças e 200km no modo ar solo
Empuxo: 2 X Lyulka AL-41F com 17500 kgf de empuxo
DIMENSÕES
Velocidade de cruzeiro: mach 1,6, com al- 41F
Velocidade máxima: mach 2,25
Razão de subida: 16800 m/min
Peso/Potência: variável depende peso na aeronave de seu combustível em combate e da motorização do caça. Até 1.5 com a motorizaçao atual
Fator de carga: 9 Gs
Taxa de giro: 30º/s
Razão de rolamento: 240º/s
Raio de ação/ alcance: 1580 km/ 3600 km
Alcance do radar: Tikhomirov NIIP Irbis-E com 400 km de alcance para caças e 200km no modo ar solo
Empuxo: 2 X Lyulka AL-41F com 17500 kgf de empuxo
DIMENSÕES
Comprimento: 21,9 m
Envergadura: 15,3 m
Altura: 5,9 m
Peso: 25,3 toneladas (na decolagem com 2 R-77 e 2 R-73)
ARMAMENTO
Ar Ar: Míssil R-73 Archer, missil R-27 Alamo, Missil R-77 Adder, missil KS-172, missil R-37 Arrow
Ar Terra: Míssil Kh-59, missil Kh-31, missil Kh-35, missil Kh-29, missil Moskit/ Brahmos, missil PJ-10, missil Kh-145 Kickback, missil Kh-55, missil Kh-65, Bombas guiadas Kab (todas as versões), Bombas convencionais FAB (todas as versões)
Interno: Canhão GSH-30 de 30 mm.
Envergadura: 15,3 m
Altura: 5,9 m
Peso: 25,3 toneladas (na decolagem com 2 R-77 e 2 R-73)
ARMAMENTO
Ar Ar: Míssil R-73 Archer, missil R-27 Alamo, Missil R-77 Adder, missil KS-172, missil R-37 Arrow
Ar Terra: Míssil Kh-59, missil Kh-31, missil Kh-35, missil Kh-29, missil Moskit/ Brahmos, missil PJ-10, missil Kh-145 Kickback, missil Kh-55, missil Kh-65, Bombas guiadas Kab (todas as versões), Bombas convencionais FAB (todas as versões)
Interno: Canhão GSH-30 de 30 mm.
ABAIXO TEMOS UM VIDEO COM UMA DEMONSTRAÇÃO IMPRESSIONANTE DE UM SU-27 UCRANIANO.
ABAIXO TEMOS OUTRO VIDEO APRESENTANDO UMA ANIMAÇÃO DAS CARACTERISTICAS E CAPACIDADES DO NOVO SU-35BM
Fontes principais
Um texto como esse teve muitas fontes e deu um trabalhão foram alvo de intensa pesquisa...foram meses de trabalho e centenas de fontes diferentes e qualificadas... ordenar tudo corretamente foi uma luta, e eu cortei muita coisa.
As fontes principais deste texto são: http://www.aviapedia.com/fighters/su-35bmt-10bm-the-last-flanker Sistemas de Armas Projeto fx DEFESA BR. Warfare.ru Red stars .org ALIDE INTERNATIONAL DEFENSE REVIEW - JANUARY 01, 2004 http://www.fighter-planes.com/stealth2.htm http://www.ausairpower.net/APA-Flanker.html Janes Su-35. Multirole Super-Maneuverable Fighter. The Booklet. KNAAPO/Sukhoi brochure (Zipped PDF 16 MB) Australian Aviation - August 2003 -Asia's Advanced Flankers (Su-27/30) Australian Aviation - September 2003 - Su-30 vs RAAF Alternatives (Su-27/30) Australian Aviation - July 2004 - Asia's Advanced Precision Guided Munitions
As fontes principais deste texto são: http://www.aviapedia.com/fighters/su-35bmt-10bm-the-last-flanker Sistemas de Armas Projeto fx DEFESA BR. Warfare.ru Red stars .org ALIDE INTERNATIONAL DEFENSE REVIEW - JANUARY 01, 2004 http://www.fighter-planes.com/stealth2.htm http://www.ausairpower.net/APA-Flanker.html Janes Su-35. Multirole Super-Maneuverable Fighter. The Booklet. KNAAPO/Sukhoi brochure (Zipped PDF 16 MB) Australian Aviation - August 2003 -Asia's Advanced Flankers (Su-27/30) Australian Aviation - September 2003 - Su-30 vs RAAF Alternatives (Su-27/30) Australian Aviation - July 2004 - Asia's Advanced Precision Guided Munitions
Comentarios das fotos: Carlos Emilio Di Santis Junior










132 comentários:
Excelente Tópico!!!
Muito Bom mesmo....
Quando ao Vagner, respeito a sua opinião, mas para um país como RUSSIA e BRASIL o tamanho da Aeronave é fundamental sim...
já caças pequenos não seriam favoraveis, pois o que compensaria: 7 ford ka ou doi vw gol??
Acho que dá pra entender...
E Continuem escrevenod excelente tópicos!!
Meus Parabens!!!
E continuarei lendo!!
Abraços!
OBRIGADO pela critica. Vou observar algumas coisas. Se você soubesse a miriade de coisas que influem numa batalha, não falaria metade do que escreveu acima.
VOU COLOCAR AS COISAS DE OUTRO MODO.
1-A china, a índia, o Vietnã a malásia, entre outros clientes não são antiamericanos.A única exceção é o chavez atualmente . Grécia Chipre turquia, arabia saudita entre outros aliados americanos usam equipamentos russos. A guerra fria acabou faz tempo. E ME DESCULPE. Você está muito parado no tempo.Quase 30 anos.E Nem todos tem dinheiro para comprar caças de 120 milhões de dólares, e opera-lo...O fato é que o mundo não são 25 paises ricos... com a organização e meios da OTAN.O MEIO NÃO É NADA SEM UMA MIRIADE DE FATORES:
2- a guerra fria acabou a 20 anos. Essas afirmações não procedem mais. O FLANKER NÃO É O MIG-21/23.
Mesmo assim é interessante dizer a você que, existem infinitos problemas do tipo em caças ocidentais também.Por exemplo o f-16 polones...Ou O ef-2000 italiano que teve parte das encomendas suspensas por seus altos custos de operação.Recentemente os f-15 ficaram parados devido a uma queda de um deles E UM PILOTO DE F-22 ficou preso no canopy, QUE SIMPLESMENTE NÃO ABRIA .Nada disso significa que eles são ruins ou inadequados.
Mas quero que tenha a mesma isenção, ao ler noticias ocidentais sobre equipamentos russos. Porque as noticias ocidentais não são isentas.
3-O caça é mais barato , porque seus custos são menores e porque ele é muito fabricado...E tudo depende do pacote comprado e das armas carregadas.
A parte da matéria falando de rcs foi um pedido do Carlos.Tive que me aprofundar muito. Você está me criticando por algo que não tenho culpa.E criticando sem saber
Eu não tenho culpa que o flanker e o eagle tenham radares muito superiores aos deltas e que sejam superiores a estes em quase todos os quesitos por mais que os fabricantes dos deltas digam que não é verdade... caça furtivo é o que carrega armas internamente. Ponto final. Não existe mágica. Precisa ser 100x menor para fazer diferença. NÃO SÃO.Na verdade á distancia é marginal, é muito pequena para fazer diferença real se ambos estiverem pareados tecnologicamente.Mesmo que não esteja o flanker é perigosíssimo, por suas características.O f-15E e o f-16 bloco 50- 60, vão voar SENDO EXTREMAMENTE CAPAZES até 2035 SEM NENHUM PROBLEMA, só para citar caças ocidentais
3- o mesmo aconteceria se os árabes estivessem de f-4 enfrentando o f-15... são caças de geração diferente. O MESMO OCORREU COM OS CONFRONTOS MIG-21x F-15...
4- Exatamente..A esmola é demais mesmo, mas fala inglês e frances. Por exemplo o EF-2000 não teve nem o sensor pirate integrado direito ainda.Tenho muita simpatia pelo Rafale, mas como caça de médio alcance.
E esses caças atiram mísseis como o aim-7 e aim-120b hoje.E tem radar com a metade da capacidade de um flanker moderno(mki), se tanto hoje. Não me consta que eu tenha dito que o flanker de 1984 seja superior, mas mesmo assim ele é muito perigoso.Eu não me importo muito com combate direto ,mas com as características gerais do caça,embora eu saiba que os misseis russos sejam superiores em alcance aos rivais hoje. Quem atira primeiro tem vantagens consideraveis.Nada que uma boa tática nao diminua UM POUCO a vantagem.
MAS o flanker de 1984 também pode usar esses truques de táticas do mesmo modo, tem mais persistencia de combate e muitos misseis para atirar, se estiver em desvantagem
5- Se você acredita EM TODOS reports de guerras que divulgam por aqui E nos desmentidos do pentágono, eu não posso fazer nada. Todas as guerras tem muito mais perdas materiais do que o que eles divulgam.Alem do mais há diversos truquezinhos que eles usam.
Ass: Marcel R Castro
Cara este artigo está fantástico!!!Não há dúvidas que o Flanker é um perigoso e valoroso inimigo pra qualquer força aérea que tenha que encará-lo do outro lado da arena...hehehe. Agora, por outro lado, acredito que a FAB esteja buscando um avião que deva permanecer em vôo e com capacidade de atualização por no mínimo 40 anos. Hoje não adianta apenas o caça ser muito manobrável. A chave do sucesso está na tecnoilogia embarcada, nos computadores de bordo e no potencial de crescimento e aí eu tenho dúvidas: será que o Flanker tem potencial tecnológico para aguentar o tranco nos próximos 40 anos em que a cada ano surgem novas tecnologias que tornam os caças cada vez mais obsoletos se não forem devidamente atualizados? Por que ninguém fala aqui que a Rússia tá fazendo já em parceria com os indianos (e ofereceu inclusiva parceria com Brasil também)o substituto da família Sukhoi, que é o PAK-FA?Então não seria errado afirmar que na verdade o Flanker é um excelente novo caça já velho?
De qualquer modo, acho que o SU-35 operando na FAB e voando na defesa da nossa Amazônia seria algo formidável para nosso país!Parabéns Carlos e Marcel pelo excelente artigo e pela riqueza de detalhes e informações. Precisamos de mais iniciativas como estas para que nós possamos cada vez mais debater e discutir os melhores caminhos para nosso país!!!Forte abraço a todos!!!
Ótima matéria, muito detalhada, exelente!!!
Gostaria que você me explicasse o que é o projeto PAK-FA, sei que tem alguma coisa haver com Su-47, mas ainda não o entendi.
Abraços.
Adorei a matéria, eu sou suspeito pra escrever pois sou fã de carteirinha dos aviões da sukhoi, tomara que o Brasil incorpore esse avião a nossa força aérea.
Muito obrigado. Marcelo .. É bom receber um incentivo. Vou procurar melhorar cada vez mais
DEPENDE DO PACOTE oferecido/comprado. Varia muito.depende de suporte, equipamento e etc,,, mas de uma maneira geral equipamentos russos são 25% mais baratoS PELO MENOS.
O numero de aeronaves produzidas e utlizadas também altera a relação... ExatameNTE POR ISSO, os deltas europeus são muito caros... eles ainda estão em fase de integração de avionicos
POR isso não posso falar em preço total
VOU DAR UMA PESQUISADA MELHOR....E TE INFORMO.
Ass: Marcel R Castro
Cleidson
Muito obrigado.
Não se preocupe com isso. TEM sim.... mais do que imagina
O potencial de crescimento do flanker é o maior de todos entre todos os caças modernos na sua geração.A FAB sabe disso e gosta muito da idéia de ter o flanker como caça por causa da sua capacidade e de suas possibilidades de crescimento.
O flanker só começou a ser modernizado, em 1995-1998 ...E essas foram modernizações modestas
A modernização para valer começou em 2003.
Recomendo que você leia o site australian ir power, e tire suas próprias conclusões.Eu já tirei a minha a muito tempo.É MUITO fácil de perceber e te digo que a coisa é pior do que o que ele diz lá. Estou dizendo com todas as letras o que ele tem receio de afirmar categoricamente o que eu estou afirmando no artigo. Só não enxerga quem não quer.O flanker agrega/ ira agregar tecnologia de 5 geração
http://www.ausairpower.net/APA-Flanker.html
Não falamos porque não era o objetivo do artigo.
Precisamos iniciar de alguma maneira certo?Alem do mais, não enfrentaremos o F-22.Para todos os outros o flanker dá conta. E quero observar a você que,o flanker não é para guerrear... mas para evitar uma guerra ele é perfeito! E GANHARMOS TECNOLOGIA E DINHEIRO Entendeu?
O su-30/35 é o melhor começo que poderíamos ter, ótimo começo, entende o que eu digo? Não são os deltas europeus , ou os caças americanos que vão nos abrir a porta para uma força aérea decente em 2020, 2030.2040,2050 ...é o flanker.É ELE QUE ABRE AS PORTAS PARA DESENVOLVERMOS O NOSSO CAÇA, COM A NOSSA TECNOLOGIA, GERANDO EMPREGO, CONHECIMENTO E DINHEIRO.
Mas brasileiro é preguiçoso e afeito a fazer politicagens . Então vamos gastar os tubos de dinheiro com um caça que não dará nada disso... e que não serve militarmente a nossa força nas nossas condições e nem as nossas possibilidades de desenvolvimento
Abraço
Marcel
Dani
O projeto PAF-FA é um dos projetos para um avião de 5 GERAÇÃO RUSSA. O SU-47 berkut, é um avião que serviu para testar tecnologias que serão usadas no flanker e nesse caça de quinta geração , seja lá qual for o nome que os russos darão a ele(provavelmente paf-KA). Como a sukhoi ganhou a concorrência para liderar o consorcio do caça/caças de 5 geração russa(em 2002) , é bem provável que o novo caça tenha um desenho final que lembre um pouco o Su-47.E sem as asas invertidas.
É isso, por enquanto. Pode mudar mas , por enquanto é isso
Abraço
Marcel
Parabéns pelo artigo foi fantástico, os flankers são os melhores caças da atualidade atrás do f-22 raptor, apesar de simulações mostrarem a vitoria do su-37 (versão bi-posto do su-35), de geração anterior, portanto entende se que quando lançarem o sukhoy pak-fa não vai ter nenhuma chance para o f-22 raptor levando em conta suas características técnicas, sua grande capacidade de fusão de dados, seu radar e sensores no estado da arte e sua alta performance.o su-35bm vai conseguir proteger a ws ate a chegada dos sukhoy pak-fa(su-50) versão bi-reator e (su55) versão mono reator de menor alcance. O su-37 versão bi-posto do su-35, é o caça mais bonito do mundo e com alto grau de manobras com baixa ou alta velocidade e com essa modernização no su-35 essa dupla vai ser quase perfeita, conserteza superiores ao f-15+ e "inferiores" ao f-22 assim aumentando as capacidades da USAAF. Ate a chegada do pak fa rss. Parabéns novamente pela matéria!
O que faz os "Flakers" serem tão manobráveis?
Olá Dani.
O Flanker tem uma manobrabilidade expcional devido a sua aérodinamica desenhada para esse fim. Ele ´possui uma sustentação aérodinamica superior, e uma estabilidade artificial controlada por um avançado sistema Fly By Wire.
Abraços
Parabéns Carlos pela resposta é justamente pela sua aerodinâmica que é perfeita dando uma sustentação incrível e conseqüentemente uma grande capacidade de fazer manobras de alto grau e de grandes cargas gravitacionais 9g e seus comandos Fly By Wire e suas turbinas potentes e de fluxos direcionais tvc no caso das versões su-30 mkk, su-35, su-37 todas dotadas de tvc, que direciona o fluxo de saída dos gases aumentando seu angulo de ataque e conseqüentemente sua manobralidade. Dani é por esses fatores que essa família de caças é uma das mais manobráveis do mundo e são os melhores de sua geração com toda a certeza!Carlos esse blog é muito interessante continue com seu trabalho esta muito bom parabéns.
Olá Wellington. Muito obrigado pelo elogio e as palavras de incentivo.
Abraços
o melhor é que a ,manobrabilidade é a menor das qualidades do flanker e seus familiares.A proposito o MKK não usa TVC.O mki usa.
Wellinton obrigada pelos elogios
não sei se todos os projetos russos serão tocados em frente.
O que eu sei é que os russos não estão se espelhando no raptor , mas
em um caça que mantenha a russia em posiçao destacada no mercado internacional, muito superior ao futuro F-35
Dani.Os russos estão afrente no quesito aerodinamico a 20 anos. Nesse quesito eles estavam em 1984 onde o ocidente começa a chegar hoje
abraço marcel
Mrc desculpe pelo equivoco, com certeza a versão MKI usada pela índia é a versão que possui TVC e a MKK utilizada pela China e a MKM versão da Royal Malaysian Air Force (RMAF) da malásia e a MKV da Venezuela não possuem TVC (“Thrust Vectoring Control” ou Controle de Vetoração do Empuxo). Cometi esse descuido por pressa e acho que o melhor dos Flankers é o conjunto da obra, tais como: seus motores, seu radar, seus sensores, sua grande autonomia, seus armamentos e claro sua manobralidade, fazem dele esse super caça.
Uma dúvida minha, no artigo afirma-se que o F-22 é o único caça capaz de fazer frente ao Flanker. Mas e em relação ao F-35?Será que um combate utópico, onde o que contasse fosse simplesmente as caracteristicas de cada caça e SU-35 também seria superior ao F-35?
Seria uma bela briga...
Olá Cleidson.
O F-35, embora seja um caça de 5º geração stealth, ele é , ainda, menos sofisticado e capaz que o F-22. Por isso ele é mais barato. O F-35, contra o Su-35BM teria dificuldades, pois o radar do Su-35BM é capaz de detectalo relativamente longe. Se for usado um missil de guiagem semi ativa como o R-27ER, por exemplo, provavelmente será possivel destruir o caça americano. O F-35 tem a vantagem de também estar vendo o Flanker nesse momento dop combate e ainda ser capaz de lançar um AIM -120 de guiagem ativa contra o Flanker e assim destruilo com mais facilidade. O Su-35BM é um excepcional caça, mas ele está em desvantagem, pequena, em relação aos caças de 5º geração.
Abraços
Meu caro amigo Carlos,
Nesse caso não seria melhor para nosso país ao invés de comprar um caça de quarta geração comprar um de quinta? O fato é que nós não temos tecnologia para fabricá-lo sozinho, então por que não nos tornarmos parceiros dos russos no projeto do caça de quinta geração deles (como estamos fazendo com os sul africanos em relação ao míssil A-Darter) e assim aprendemos a tecnologia e depois passamos a fabricar sob licença o nosso caça aqui no Brasil?
Acredito que este seria o caminho mais interessante, porém sei que trará resultados apenas a longo prazo...
Olá Cleidson
Claro que uma aéronave de 5º geração é melhor em termos gerais. Ainda mais se pudermos absorver a tecnologia do projeto. Porém nossa necessidade é imediata e por isso precisamos reslover a pendencia da aviação de combate agora mersmo. O PAK FA demorará muito para estar disponivel. O Brasil deveria, sim participar do prjeto de 5º geração russo. Mas isso pensando em colocar uma aéronave de apoio ao caça que deve ser selecionado para já.
Abraços
Esse comentário do Vagner é que foi muito ruim... Já pilotou esses caças? Um teco-teco? É um típico fã enrustido dos materiais ocidentais e dos amadores iniciantes. Totalmente parcial. Se acha especialista.
"O flanker é grande porquê os russos não sabem fazer aviões bons e pequenos como os ocidentais"...
Essa foi demais...rs. Não precisava dizer mais nada depois disso.
"Grande assinatura à radares"...rs... Sabe nada!
"É política dos eua sair na frente, os outros que corram pra chegar perto." Só piada!
Serviu para que eu desse umas risadas!
Quanto ao post, está excelente! Parabéns! Ótimo blog!
p.s: tenho um blog sobre guerra assimétrica fictícia.
projetosmilitares.blogspot.com
Parabéns pelo comentário Blog Máster concordo com você. O Vagner se basea apenas em noticias ocidentais (Americanas e Canadenses) e de parceiros dos EUA (Israel, Japão e Austrália) claro que os USA vão enfatizar seus produtos. E o flanker é grande porque ele foi feito para atender seus pais de origem a Rússia com grande extensão territorial que também é o caso do Brasil; China, Índia e também como ótima opção para países pequenos que queiram atacar inimigos que fiquem longe de sua nação sem necessitar usar porta aviões ou aviões revo.e para isso acontecer tem que possuir uma grande autonomia que significa que possuir turbinas mais econômicas e mais espaço para combustível aumentando sua área alar e todas as suas outras medidas. Obviamente, poucas pessoas não conseguem ver isso somente os fanáticos de cabeça fechada, que não conseguem ver a verdadeira realidade diante dos seus olhos!
Acredito sinceramente que nem o F-35 possa superar o caça russo. Enquanto um engatinha como aeronave de série -ainda realizando diversos testes, o outro já está pronto para entrar em produção de larga escala e operacional com louvor. Um é uma promessa, o outro já é uma realidade.
Engraçado que na internet rola um vídeo fictício de um confronto entre esses caças e o americano leva uma vantagem equivalente à um disco-voador sobre um Zero...
TALVEZ a maior vantagem americana seja o treinamento de seus pilotos. Assim como Israel conseguiu no passado diversas vitórias sobre adversários numericamente superiores (inclusive tecnologicamente), mas infinitamente mal treinados.
E outro exemplo foi apresentado pela própria FAB: em exercícios realizados contra forças áereas americanas (A-1 X F-16) e francesas (Mirage III X Mirage 2000), quando nossos caças obtiveram êxitos espetaculares, graças a capacidade dos pilotos brasileiros de tirarem 'leite de pedra'.
Carlos,
Quais aviões da familia flaker são para dois ocupantes?
Abraços.
Olá Dani.
Os Flankers biplaces são o Su-27 UB, Su-32, Su-34, Su-30MKI e MKK MKM e MKV. Há uma versçao do Su-35 chamada de Su-35 UB se não me engano.
Abraços
Parabéns Carlos, sua resposta esta totalmente certa, os sukhois su-27 ub, su-30 mkk, mki, mkm, mkv, su-32/34 e o su-35 ub são todos biplaces. Abraços.
Carlos, o SU-35 possui o mesmo formato do Su-30?
Abraços.
Olá Dani. Tudo bem? O Su-35, inicialmente tinha canards como os Su-30 MKI, porém na nova versão, Su-35BM, esses itens foram retirados, e adotara-se motores com escapes vetoraveis. O Su-30, normalmente é biplace também, enquanto o Su-35BM é monoplace.
Abraços
Olá Carlos,
Se os canards fossem utilizados junto com os escapes vetoraveis
o SU-35 não teria uma maior manobrabilidade?
Abraços.
Olá Dani.
No Su-35 BM, a ausencia dos canards tem como obetivo uma redução no peso da aéronave, que junto com a maior potencia dos motores, e um novo controle de voo FBW, consegue um desempenho de voo igual ao do modelo com canards. No caso do Flanker, a presença dos Canards não é fundamental para sua manobrabilidade fora de sérei.
Abraços
Olá Carlos,
Quantos misseis o SU-35 pode carregar?
Abraços.
O Su-35BM pode transportar 12 mísseis ar ar ou uma combinação de armas as terra e ar ar.
Carlos,
O SU-35 é considerado um avião "stealth"?
Abraços.
Olá Dani. O Su-35 não é um avião Stealth. Ele tem algumas soluções para diminuir seu eco radar. Essas soluções diminuem,seu eco a uma importancia similar ao que se conseguiu com os caças F/A-18E Super Hornet, Rafale e Typhoon. Esses aviões, embora não sejam stealths, são mais dificeis de se detctar que um F-15 por exemplo.
Saiu na imprensa que provavelmente os russos vão abrir um centro de manutenção dos Sukhoi aqui no Brasil. Acho que isso é um bom caminho mas pelo jeito só vamos fazer a manutenção dos caças do senhor Hugo Chavez porque o FX brasileiro parece que vai ser o Rafale mesmo... :(
Eu Sou um Brasileiro... e acho um grande erro a FAB optar um Rafale...
Segundo a revista Avião Revue, o presidente Luis Inácio Lula da Silva autorizou a FAB- Força Aérea Brasileira- a retomar o projeto que inclui a compra de cerca de 36 caças a um custo de U$$ 2,2 bilhões para modernizar sua frota.
Esse mesmo programa para a renovação e ampliação da frota de caças para a FAB havia sido realizado anteriormente e, perante a redistribuição de recursos estabelecida pelo presidente atual, negociou-se a aquisição de 10 caças bombardeiros da Dassault Mirage 2000c/d provenientes dos excedentes da Força Aérea da França. Mais dessa vez as aeronaves vão ser novas, 36 caças bombardeiros novinhos.
O presidente lula autorizou o comandante da Força Aérea Brasileira, brigadeiro Juniti Saito, a ir em frente com o plano de aquisição de aviões de caça de quinta geração, uma iniciativa arquivada pelo governo anterior que previa compras pelo valor de U$$ 700 milhões e que foi adiada várias vezes, ate seu cancelamento.
Naquela ocasião, aviam concorrido as aeronaves Lockheed Martin F-16C/D Fighting Falcon, Dassault Rafale ,Sukhoi su-35 “Super Flanker” e o Saab JAS-39 Gripen(que chegou a vencer a licitação técnica).A FAB analisa agora a possível compra de 36 unidades de uma dessas aeronaves. Porem, o f-16 foi substituído pelo Eurofighter Typoon II.
O maior provável a caça de quinta geração, é o Sukhoi su-50,su-55 pak fa, já que o Brasil pode participar desse gigantesco programa de caça de quinta geração junto com seus parceiros do BRIC-( Brasil, Rússia- Índia e china) já que o Brasil e a China provavelmente vão entrar nesse projeto juntamente com a índia que já participa do programa russo .O outro concorrente é o americano f-22 raptor, mais peca no principal requerimento da FAB transferência tecnológica, o que parece ser palavrão para o governo americano.Essa escolha poderá ser feita apartir de 2010,ano em que provavelmente começara a produção em serie desse super caça. Ótima e imperdível oportunidade para o Brasil se reequipar e absorver tecnologia de ponta, Já que provavelmente os Russos vão abrir um centro de manutenção da sukhoi no Brasil, como nosso colega Cleidson disse em uma postagem anterior, mais um fato que reforça aquisição dos sukhois.
Provavelmente a licitação para o primeiro lote de 36 caças vai ser feita em 2009!
Faltou referir o alcance máximo de 4500 Km com dois tanques externos PTB-2000.
Muito bom artigo, peço autorização ao Sr. Carlos di Santis para utilizar algumas das informações deste artigo para criar o meu artigo e postar no meu blog.
Olá Sukhoilover. Obrigado pelo elogio. Você pocde usar as informações do artigo desde que que cite o Blog campo de Batalha Aérea.
Qual o endereço do seu blog?
Abraços
http://sukhoitribute.blogspot.com/
Irei citar com muito gosto este blog.
Muito obrigado.
?
Carlos, já fiz e postei o meu artigo e como prometido está lá o link e um agradecimento especial a ti.
Muitos abraços.
http://sukhoitribute.blogspot.com/
"Brasil - Rússia
Sócios no céu e em órbita
Ministro Mangabeira Unger firma acordo para participação no desenvolvimento de avião militar de última geração. Parceria estratégica envolve também programa espacial
Pedro Paulo Rezende
Da equipe do Correio
O Brasil vai participar do programa de desenvolvimento de um avançado avião de combate, o PAK-FA T-50, que será fabricado pela empresa russa Sukhoi. O aparelho, invisível ao radar, promete desempenho igual ou superior ao caça F-22 Raptor, fabricado pelos Estados Unidos (o mais caro do mundo, ao custo unitário de US$ 225 milhões), e deve fazer seu primeiro vôo em, no máximo, dois anos.
A construção da nova aeronave é apenas parte de um amplo memorando de entendimento, negociado em Moscou em fevereiro e assinado ontem pelo ministro de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, e pelo secretário do Conselho de Segurança da Federação Russa, Valentin Alekseevitch. O acordo-quadro lança uma ampla cooperação entre os dois países, inclusive de tecnologias consideradas sensíveis. Na área espacial, estão previstas a construção de um novo veículo lançador e de satélites de comunicação e sensoriamento remoto. O uso da Base Aeroespacial de Alcântara por uma nova empresa binacional também será contemplado pelo tratado.
Ao falar do PAK-FA, Mangabeira destacou que “será um caça de quinta geração”. O custo total previsto é de cerca de US$ 20 bilhões, a ser dividido em cotas entre Rússia, Brasil e Índia, que também participa do programa. O preço unitário, mais baixo que o dos caças europeus de quarta geração, ficará emUS$ 80 milhões, aproximadamente.
Os aviões de combate de quinta geração, além de invisíveis ao radar, também são capazes de atingir velocidade supersônica usando meia potência do motor, o que reduz o gasto de combustível, amplia o raio de ação e diminui o tempo de engajamento do inimigo. Atualmente, apenas os norte-americanos possuem aparelhos com essas características em operação, os F-22 Raptor. Um modelo mais barato, o F-35 Lightning, que custa US$ 135 milhões, está em fase de certificação. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou a ver uma demonstração do caça em sua visita aos EUA, mas o aparelho foi descartado por não oferecer transferência de tecnologia.
“Não estamos interessados em comprar bens acabados, mas em parcerias que possam fortalecer a capacidade tecnológica de ambos”, destacou o ministro. Além da Rússia, China e Japão também trabalham em aviões de quinta geração, mas o projeto PAK-FA, que começou há 10 anos, é o que se encontra em estágio mais avançado." Retirado do site Defesanet.
E então Carlos, parece que não teremos nem Rafele nem Sukhois, teremos o PAK-FA!!!Fiquei muito contente com essa notícia, tomara que realmente as coisas andem e isso não seja apenas fogo de palha...A propósito, sei que é defícil, mas seria bom se você conseguisse fazer um artigo sobre esse novo caça.
Abraços para você e para todos os amigos do Blog!!!
Olá Cleidson.
Ainda creio que é melhor esperarmo um pouco uma pos~ição oficial do Brasil sobre esse assunto. Veja que o unico meio de comunicação oficial, o ministério da defesa, só comentou da proposta rusa, sem afirmar que houve a assinatura de um acordo, propriamente dito. Talves a imprensa esteja se precipitando. Se for verdade, será otimo, porém esperio que o Brasil adquira via leasing caças Flanker como tapa buracos até a entrada em servioço do super caça PAK FA.
Sobre sua sugestão, eu estou pensando em escrever sobre ele, porém não tenho encontrado fontes legais... mas vou continuar pesquisando e assim que me sentir seguro das informações, eu postarei sobre esse avião.
Abraços
Olá, Carlos Emilio Di Santis Junior
Sou um Grande entusiasta dos assuntos militares. Como grande apreciador em geral,
Achei excelente este Bloge, que já há algum tempo venho acessando.
E considerando muito bem estruturado e com um conteúdo de ótima qualidade,
Este é um dos melhores Meios de pesquisa do gênero no Brasil. Parabéns pelo alto grau de informações e a Qualidade dos conteúdos, apresentados nas mais diversificadas meterias. Espero que possam evoluir ainda mais...
Tenho muito prazer em afirmar que ampliei, em demasia, o meu conhecimento sobre os mais variados. Assuntos militares no tocante aos seus aspectos tecnológicos.
Parabéns! Sempre estou presente... Visitando e aprendendo
Espero que o bom padrão visual e informativo se mantenha e desejo-lhe sucesso.
Dando uma sujestão de matéria, você poderia fazer algo sobre uma das maiores maquinas de combate Soviética o MIG-25! Abraços
Olá Jokerjp. Fico muito agradecido pelas palavras de elogio e incentivo. Os tres blogs que escrevo tem exatamente esse objetivo. Divulgar informações que são fruto de pesquisas em fontes confiaveis e publicalas em linguagem facil para que o maximo de pessoas interessadas nese universo de sistemas de armas possam se informar.
Sobre o MIG-25, vou pensar a respeito, porém, já lhe adianto que em breve, haverá uma matéria sobre o MIG-31 Foxhound.
Abraços
Qual seria, na sua opinião, a melhor aquisição para o Brasil em se tratando de aviação de defesa?
Espero q o Brasil compre uns Su-35mk e alguns subs Amur 1850..estaremos um pouco menos vulneráveis. E intensificar a parceria com à Rússia/India. Os inks nos empurram a ter melhor tecnológia , a russa. Excelente materia, sr .Carlos , parabéns.
Olá carlos
o Rafale F3 apoiado por um bom avião AEW&C como o R-99 , pode abater o caça SU-35BM?
Abraço.
Olá Wilson. Sim. Poderia abatelo. Na verdade memo um avião menos sofisticado como um F-16C Block 40, por exempo, poderia abater um Su-35BM, se apoiado de forma eficaz e o Su-35 estiver sem apoio.
Abraços
Parabéns, seu blog sobre o Su-35 está mt bom, excelente.Poderia o amigo falar sobre o Hal tejas da india? Obgd.
Olá Carlos. Obrigado pelo elogio. Sobre o LCA Tejas, já há um artigo nesse blog. O link é http://aircombatcb.blogspot.com/2006/06/hal-tejas-o-pequeno-caa-indiano.html
Para você conhecer as matérias desse blog entre no link de indices. O link é http://aircombatcb.blogspot.com/2007/04/campo-de-batalha-area-indice-de-matrias.html
Se quiser receber informações sobre as atualizações no seu e-mail, me mande seu endereço de e-mail que eu relaciono ele na lista de alertas.
Abraços
Parabéns pelo sua excelente materia , eu já gosto do Su 35 , lamento q a FAB ñ o tenha adquirido p/ voar em n/ céus, perdmos mt; em capacidade opéracional de resposta e em tecnológia.Li q o mesmo e capaz sim de fazer frente ao f.22, por seus aviônicos = ou melhor; é possível , então tal afirmativa?
Olá. O F-22 é muito dificil de ser batido dado a suas caracteristicas de baixa detecção, porém não existe na realidade, o conceito de imbativel, qwuando se fala em combate aéreo. As chances de um F-22 serr abatido por um Su-35 até existem e são melhores que de outros caçs convencionais, mas mesmo asuim o F-22 está um passo a frente dele.
Abraços
Meus parabés caro colega!!Você spoube discorrer de forma muito boa sobre o Flanker e sua versão definitiva...
Uns poucos deslizes normais de quem mexe com um tema tãoomplexo,ma suma virtude imensa: nem te conheço mais sei que você gosta da história da aviação, e não está escrevendo sobre o su-35 pq é o ''avião russo da moda'', ao lado do PAK FA que nem voou ainda rsss
Falou de forma muito respeitosa ao louvável mig-21 també,m , o mais bem sucedido caça russo de todos os tempos, e claro, do flanker, o melhor caça russo j´pa construído.
Abraços
Infelizmente o artigo se tornou absurdamente parcial.
Uma pena mesmo, antes este blog era bem conceituado na minha opnião.
Acho que é você é que é parcial Hennes, ao que parece você é mais um fã cego dos equipamentos americanos e não enxerga o que é melhor e o que é pior.
Para os fãs do F-35 que eu acho particularmente uma aeronave a altura para substituir o F-16 e F18, ela é uma aeronave com capacidades stealth efetivas somente na parte frontal e inferior da aeronave, dificultando sua detecção para radares em terra porem aeronaves de alerta antecipado e ate caças podem detectala com certa facilidade, pois o tratamento stealth não é o mesmo que consiste na parte frontal e inferior da aeronave.
Já o F-22 único oponente superior ao SU-35 BM tem tratamento stealth em toda a aeronave tornado a mesma uma aeronave no estado da arte contrario do F-35.
welington
Cara, presta atenção no que você fala. Eu nem mencionei nada sobre equipamentos americanos.
Eu sequer contestei as qualidades do Su-35BM.
Acho melhor você maneirar com a cafeína.
O problema deste artigo é que foi parece que foi escrito por um fã do Su-35BM e está absurdamente parcial. (diferente dos outros artigos do blog que são exelentes).
No artigo não há uma única menção dos pontos negativos do caça.
O texto é parcial sim, porque só leva em consideração os pontos positivos do caça sem sequer mencionar os negativos.
Como, por exemplo, a dificuldades de vendas do Modelo, assim como o SU-35(Su-27M) (até agora sem encomendas firmes fora da Rússia).
Os aviônicos russos também constuman ser inferiores aos ocidentais, tanto que a India optou por aviôncios da França e Israel em
seus SU-30.
Ola, Carlos parabéns pela sua matéria é excelente parabéns!
Mas pra fala a verdade embora torcesse muito pela compra do SU-35BM ou do Su-30 pela sua autonomia principalmente, também já esperava que não force por que sabia que a Rússia não colocou o SU-35Bm em nenhum pais nem eles mesmo tem, seriamos cobaia e não é legal e isso é fato no papel tudo é ótimo, afinal que vendedor fala mal de seu produto? Já os SU-30 mais avançados, seria muito interessante por te um bom estorrico por muitos paises, mas também acho que melhor que um caça avançado Russo ou Europeu o ideal seria ter os dois:
Motivo 1.escapa de restrições políticas de armas e equipamento(em caso de conflitos com seus aliados)
2. melhor absorção de tecnologia, entre outras.
Considero que não existe um pais tecnologicamente acima em forma absolutamente dos outros. Gostaria de ouvi sua opinião.
A mais uma coisa é o T-50 será mesmo um oponente digno ao F-22? Embora seja muito cedo para uma avaliação secura.
Olá Carlito. Soubre que a saída do Su-35 foi motivada, justamente por uma falta de clareza no que tange a transferencia de tecnologia, item fundamental no prgrama FX. A Russia encomendou o Su-35BM, porém o nome dele na Russia é Su-27M ou SM, não me recordo ao certo. Os dados dados de desempenho dos sensores e armas do Su-35 são atingidos em condições especiais e isso jogou contra ele também, pois na pratica essas condições não representam o que normalmente ocorreria em batalha. mesmo assim é um caça acima da média. O considero um super caça com pouquissimos oponentes a altura dele.
O T-50, se tiver o desenho publicado, será um legitimo caça furtivo e só por isso já será um problema sério paara o F-22.
Abraços
Carlos, quero parabenizá-lo pelo seu Blog, mas não por esta postagem! Em termos informacionais, o Marcelo foi perfeito. Deu detalhes do avião, das armas, dos radares, etc. Mas ele fez parecer que o Su 35MB é uma espécie de Super Homem russo, uma obra prima, algo inigualável. Tudo bem que é um grande avião!! Mas ele fez parecer que a tecnologia desenvolvida pelos americano em furtividade fosse um aparelhinho comprado na esquina. Quer dizer que em breve será capaz de se detectar aviões stealth como o f-35 e o 22?? Veja bem, os americanos não gastariam anos e bilhões de dólares em um projeto para ele ser totalmente derrubado por universitários russos em questão de alguns anos... Diferntemente das outras matérias, esta é extremamente parcial, quase que uma propaganda do caça russo. Volto a afirmar que na minha opinião, o Su 35 MB é sensacional e seria minha primeira opção. Mas ele não é esse gato tão preto como foi pintado. O Seu blog é sensacional. Fácil de compreender, detalhado e o melhor do ramo!! Continue assim... Alberto Melo, Controlador de voo do Aeroporto Internacional de Florianópolis.
Olá Alberto. Muito obrigado pelos elogios e mesmo pela critica. Considero as criticas muitissimo validas para poder estar sempre focado em melhorar o conteudo do blog.
Abraços
Tb gostei do tópico , mas o F-15 não veio do nada. Ele não é mais que a cópia do MIG-25 Foxbat, que fora usado como fuga de um piloto, que aliciado pela CIA, fugiu para o Japão uma vez uqe o dito piloto servia no Regimento de Patrulha aérea de Vladivostok. O fato ocorreu + ou - em 1971. A prova de minha afirmação é que o F-15 entrara em serviço em meados de 1974 tendo o primeiro vôo em 1972 (http://en.wikipedia.org/wiki/Mikoyan-Gurevich_MiG-25). Sabendo disso, a afirmativa correta é: Os russos já sabiam como fazer um caça de superioridade que resultaria no Sukhoi, mas foi preciso os EUA dar uma cartada para que eles se empenhassem até chegar no T-10. Ou seja cedo ou tarde o sukhoi 27 (T-10) apareceria causando esse imenso desconforto que ainda causa na terra do Tio Sam.
Carlos E. Di Santis Junior, tenho procurado muito uma resposta segura e clara do por que o SU-35 foi retirado do FX2. Afirmam categoricamente que foi decorrente da omissão dos off-sets, falta de clareza. Se foi, os russos foram relaxados em sua proposta inicial, e agora tentam nos seduzir argumentando que será oferecido até algo mais, como participação no PK-FA de 5a. geração? Quanto aos códigos fonte, será que teríamos acesso para podermos integrar nossos armamentos a esse poderoso vetor? Agradeço desde já a atenção dispensada, e gosto muito dos detalhes e clareza com que são trazidos.
Hélio Corrêa- automação industrial, de turbinas aeroderivadas, sist. informação, metalurgia.
Olá Helio. Creio que esta questão não será esclarecida para o publico civil. Embora oficialmente a explicação sobre a desqualificação do Super Flanker seja a questão da falta de clareza dos russos na proposta quanto a transferencia de tecnologia, há quem diga que o motivo real tivesse sido influencia norte americana que não gostaria de ver o Su-35 por aqui. Outra coisa. O usar armamento da FAB num Su-35 seria perda de tempo visto que o armamento russo é mais capaz.
Abraços
OLÁ CARLOS,
PARABÉNS PELO TRABALHO...
VENHO QUESTIONAR SOBRE UMA EVENTUAL DESVANTAGEM DOS FLANKER: A RESPEITO DE SUA FORMIDÁVEL CAPACIDADE DE MANOBRAS E DE SUAS INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS, ISSO NÃO REPRESENTARIA UM ENORME CUSTO NO TREINAMENTO E APERFEIÇOAMENTO DOS PILOTOS? QUAIS OS IMPACTOS QUE ESSAS EXIGÊNCIAS TÉCNICAS TERIAM NO CUSTO TOTAL DE AQUISIÇÃO E MANUTENÇÃO DE UMA FROTA DE SU-35BM?
ABRAÇO>>>>>
Olá Bruno. Obrigado.
na verdade, Bruno, qualqiuer novo vetor implica em investimento em qualificação de pilotos e mesmo de mecanicos. Isso é caro, sem a menor duvida, além de consumir algum tempo. Por isso é que uma nação precisa asempre estar investindo em defesa. Imagine um país esperar para entrar em guerra para ir as comprars.... simplesmente isso não funciona assim. A nação precisa estar preparada para a guerra sempre. Muitos brasileiros dizem "Não temos inimigos e~por isso não precisamos de armas". Esse raciocinio é tipico de gentinha que só pensa em futebol e carnaval. Um país sério mantem sua capacidade de dissuasão sempre e com apoio da população (quando esta não é alienada como a de um grande país do hemisfério sul)
Abraços
Olá, Carlos
Em recenente matéria publicada no site PODER AÉREO, a Saab afirma que o Gripen NG pode vencer o SU-35:
"Segundo o site Flightglobal, a Gripen International, depois da derrota na Noruega contra o F-35 (JSF), realizou 50 simulações envolvendo o Gripen NG e o JSF, contra uma força de interceptação de Sukhoi Su-35, usando todos os dados disponíveis, incluindo equipamentos de contramedidas e performance de mísseis.
As simulações das Saab teriam mostrado que o Gripen NG equipado com mísseis MBDA Meteor (BVR) e mísseis Diehl BGT Defence IRIS-T (WVR) derrotou o Su-35 na razão de 6:1, ou seja, a cada Gripen NG abatido, seriam abatidos 6 caças Su-35."
http://www.aereo.jor.br/?p=8017
Será que os sensores do Gripen NG, aliado ao Novo míssil METEOR, fariam frente ao SU-35.
Abração!
Olá Brunleo. Essa informação é falsa. Ela é parte de um marketing para promover o Gripen no mercado internacional. O Gripen NG pode vencer o Su-35BM, mas não com vantagem... Os unicos caças que podem vencer o Su-35BM com esse nivel de superioridade é o F-22 e o F-35.
Abraços
Nossa Carlos... Vc sofre com tanta perguntas hein!!! Esse post sobre SU-35BM rendeu hein!
Tinha até esquecido dele!
hehehe. Eu até gosto. Essas perguntas me dão uma idéia do ibope do blog. Sobre quantas pessoas estão lendo... o que essas pessoas pensam... e me dá idéias de como aperfeiçoar minha forma de comunicação para melhorar os textos.
Abraços
Bem...dizem que os caças com caracteristicas furtivas se darão bem em situações onde o agressor não possue tecnologia satisfatorio para ilumina-lo.
No site da SAAB perguntaram pq o JAS39 não em a caracteriticas furtivas.
RESPOSTA: (resumindo) Os Russos desenvolveram um radar capaz e detectar aeronaves com estas caracteristicas e não seria nada inteligente gastar milhoes por algo já ultrapassado (furtividade).
Acredito em algumas considerações: 1- Não pra menos que OBAMA esta tentando cancelar o F22...ele serve só pra jogar algumas bombas em paises que não detenham tecnologia...ou seja apavorar latinos e asiaticos. E a industria armamentista americana pintou o F22 como "invisivel" mas não disse pra quem...heheh
2- O fato da Russia partir para um TA50 é devido as caractisticas de voo mais "limpa" e "economica"..mas furtividade mesmo ..só se for pra ser usada contra algum pais que ainda usa como defesa estilingue.
3- Resumindo:
Paises avançados militarmente ja detem tecnoligia pra ver, enxergar, fuçar, abater as aeronaves tidas como furtivas..o F-117 abatido que o diga (foi só uma amostra) e tentaram encobrir pois dizer a milhoes de contribintes que a aeronave invisel foi abatida por campones é dificil...
abraço;
Olá Skill.
O radar de varredura eletronica do Flanker pode ver, com mais facilidade aeronaves furtivas. Porém, mesmo assim, ewssa maior facilidade não lhe garante um combate em segurança contra o F-22. Fora isso, vale lembrar que o que, realmente causou a derrubada do F-117 foi o excelente trabalho de inteligencia que sabia por onde o F-117 iria passar e pode, a partir destas informações se programar para ataca-lo.
É complexo e poor isso precisa-se ater a diversos fatores qundo se pensa em furtividade. A furtividade é uma soma de forma da aeronave, material usado, e tatica de infiltração. Por isso, é fundamental saber onde estão as antenas de radar inimigas para se evitar passar em cima delas, pois nessa condição, o caça invisivel será viso e estará sujeito a ser atacado.
O F-22 já foi ababtido em combates simulados contra Rafales, Typhoon, E/A-18G Growler (versão de guerra eletronica do Super Hornet), porém, vale ressaltar, que o F-22, nesses combates, estava com um sistema que informa as torres de controle a´[ereo ativo. Ou seja, estava visivel aos radares.
Obama fechou a linha de produção do F-22, porque ele é carissimo de adquirir, manter e ainda perde sua furtividade se for molhado, por uma chuva, por exemplo. O F-35, armado adequadamente, pode fazer quase tudo que o F-22 faz com a mesma eficiência.... Isso pesou também na decisão de fechar a linha de produção dele. Não se engane.... o F-22 é o mais letal caça já construído e suas chances de vencer um Su-35BM são muito maiores do que a do Su-35 vencer o Raptor.
Abraços
esqueci de um comentario:
Este é sem dúvidas um dos melhores lugares para se conhecer e pesquisar sobre tecnoligia militar. Parabéns!!!
Outra: percebi que um cavalheiro informou que alguns aqui não podem saber sobre uma determinada aeronave por que NUNCA voo sequer um teco teco.
Isto é ERRADO: o referido senhor deve ter uma PP e acredita que so pilotos conhecem aeronaves.
ENGANO: trabalho na area de aviação e digo: engenheiros, mecanicos conhecem mais aeronaves que PILOTOS...
PILOTOS sabem VOAR é o que sabem de melhor.
PORTANTO: gostar de aeronaves não significa ser piloto ou mecanico..tem que ser fuçado...
Exelente topico sobreo SU35BM..parabéns ao autor
Olá Carlos, sinceramente, não existe definição detalhada melhor que esta na WEB sobre este grande caça. Parabéns mesmo.
Oi Carlos, o SU-37MR é o 35BM ou ele é só um protótipo, ou seja, o "Terminator"?
Obrigado.
Olá probus.
O Su-37MR Terminator éra um Su-35 1 da primeira geração, com vetoração de empuxo. Era um protótipo que depois passou a ser chamado de Su-35 normalmente.
Abraços
Olá Carlos muito obrigado pela informação pra lá de técnica. È porque as versões enlouquecem qualquer leigo interessado em aprender corretamente o assunto, como exemplo cito “algumas” que levaram ao 35BM. Sei que algumas são para um ou dois pilotos, que umas são exclusivas para alguns paises ou diferem em uma aviônica ou outra, pois o que deve mesmo interessar no mercado são os armamentos inteligentes que qualquer um destes caças abaixos podem levar, acho:
SU-27: B, UB, UBK (treinamento operacional), K (33 naval), S (Exclusivo Rússia), SK (Básico), PU (SU-30).
SU-30: UB, M, K, KI, MK (30M), MKI (Índia), MKK (China)
P.S. Texto escrito por um leigo, sujeito a correções
Comandante Di Santis, salvas!!
"Outro ponto interessante deste avião e que avaliei num voo de dez horas de duração, sem paragens intermédias entre a fábrica da KnAAPO e Moscovo, diz respeito ao assento do piloto. Ele está projetado de tal forma que o corpo fica com uma inclinação onde os esforços sofridos pelo corpo do piloto, durante o voo, são adequadamente distribuídos e, desta forma, minimizam muito o cansaço”.
*o assento Zvezda K-36, foi reclinado 30º
*Observações de Alexander V. Pulenko, piloto de testes da russa KnAAPO (Komsomolsk-on-Amur Aircraft Production) e coronel da reserva da Força Aérea Russa. Foi um dos primeiros pilotos a voar no Su-27P, ainda na década de 80.
Continências.
Carlos Emílio, busquei muito sobre os motivos da saída do SU35 do FX-2, e parece-me que o motivo realmente deve ficar reservado. Mas não no tocante ao FX-2, pois "acho" que terá um final muito próximo do esperado e que também torço muito, com Rafale F3+. Pergunto sua opinião, seria possível render algo ainda que nos permitisse estar ligados tecnologicamente com os russos nesta esfera? Pois o PAK-FA está ainda em curso, a Índia e a Rússia trabalhando, se tivêssemos uma participação do Brasil, seria tudo que eles precisariam para ter uma logística estratégica no ocidente, mas...me incomoda pensar na pressão contrária, não teria um meio termo para podermos entrar no projeto?
Ps. Seu blog está nos meus favoritos, e se precisar, estou aquí para te apoiar ok. Att. Hélio Corrêa
Probus...
Acho que vc obeteve um entendimento equivocado sobre que eu digitei...
Sugiro uma releitura do meu post.
abraço
Olá Hélio. Obrigado pelo apoio.
Eu não acredito na entrada do Brasil no PAK FA. Sinto que haja um certo preconceito com relação aos equipamentos russos dentro da FAB.
Abraços
Prezado Skill, peço-lhes desculpas. Realmente, equivoquei-me duplamente, lamentável da minha parte.
Sinceramente esta história de "avião invisível" é balela. Radares de baixa frequência que os russos usam bastante os captam com facilidade. Tanto os EUA e os Russos sabem disto. Pq os estadunidenses insistem em utilizar este tipo de tecnologia é uma incógnita. Talvez para mover seu complexo industrial-militar e gerar postos de trabalho, afinal ela depende da criação de "inimigos em potencial" para existir. Outra razão, a meu ver, seria que a maioria das nações com boa qualidade de material bélico se utiliza de caros radares de alta frequência que não captam os "aviões invisíveis". My GOD!!! Abraços :)
Olá Lufe. Uma correção para seu comentário. Os radares bons de pegar aviões invisíveis são de banda larga. Os de ondas curtas não pegam. O problema com os de ondas largas é que eles detectam, mas sem poder posicionar precisamente o ponto exato do alvo para poderem obter uma solução de tiro.
Abraços
Probus...
Ok!
Continencias
abraço
Comandante Di Santis, salvas!!
Senhor, abaixo, um comentário de um Blogger especializados, em referência a esta excelente matéria de Marcel Ribeiro De Castro:
Prezados
Creio ser a melhor reportagem sobre o avião e suas armas
sds
Continências.
Comandante Di Santis salvas!!
Permissão Senhor, gostaria de indicar o vídeo: Sukhoi Su-30 MKI - Waltz in the sky
http://www.youtube.com/watch?v=-hq_RTaThNI
Continências.
Olá Probus.
Show esse video.
Obrigado!
Comandante Di Santis, salvas!!
Fico feliz que tenha gostado Senhor, aprovo também a excelente qualidade dos vídeos postados em suas páginas, sem contar a qualidade técnica das informações contidas. Também recomendei um bem interessante no MIL MI-35:
MIL MI-24 Hind dance Remixed
http://www.youtube.com/watch?v=WqWGE5fJwtc
Continências.
Caro Carlos E. Di Santis Junior, na verdade existe sim um ranço anti-norte-americano,
tanto na China, quanto no Vietnam e mesmo na Índia...a questão da tolerância é outra
coisa...
Faço questão de lembrar do papel geopolítico que o Brasil terá que desempenhar frente
aos nacionalismos regionais e as pinças que os yanques apertam a partir da IV Frota e as
Bases Militares que cercam não só os democratas eleitos e reeleito Chaves e Evo Moralez.
Há, também, um ranço vivo e saudosista yanque de um inquestionável domínio que exercia
no “Cone Sul”... Nosso “dever de casa” é operacionalizar, superando sabotagens e boicotes claros,
tanto através da Estratégia Nacional de Defesa e todo seus vetores que o operacionalizem, quanto
apontar para os absurdos e estapafúrdios argumentos que vem tentando, há muito, argumentar
sobre a aquisição de vetores obsoletos e/ou próximos da obsolescência como os Impala, Xavantes,
e caças que não garantem a superioridade aérea em nosso território continental e nossas riquezas
máximas como o Pré-Sal, Aquaviários e sobretudo, soberania... o resto é subserviência.
Abraços e parabéns,
Miguel Junior.
migueljunior3@gmail.com
A Velocidade de cruzeiro ta certa?
Olá Osasco. O dado referente a velocidade de cruzeiro é uma estimativa. Não há dado publicado sobre esse item, ainda.
Abraços
Olá Carlos, muito bom esse artigo sobre o SU-35BM!
Carlos sou apaixonado pelo caça Rafale principalmente a versão F3, e depois de ler os comentários desse texto fiquei sabendo que o único caça capaz de vencer o BM é o F-22. Mas será mesmo ?
Será que o Rafale F3 não teria chances usando a favor o seu baixo RCS, os seus sistemas de detecção passiva e ainda por radar ativo o míssil METEOR e para auto proteção usar o moderno sistema SPECTRA que será melhorado na futura versão F3?
Tenho fé que o Rafale consiga pelo menos empatar. Abraços.
Olá Walter. Eu gosto muito do rafale também. Porém vencer um F-22 que é stealth é extremamente dificil (não impossivel), pois o F-22, pode detectar antes e ainda não ser visto. Um F-22 foi abatido em combate de curta distancia em Dubai no começo do ano contra um Rafale em treinamento. Isso não me surpeendeu pois o Rafale é mais agil que o F-22. Mas na pratica,. dificilmente o Rafale chegaria a distancia de um combate a curta distancia com o F-22. O Su-35 perde para o Raptor pelo mesmo motivo, mas suas chances são muito boas, considerando que ele não é invisivel.
Abraços
Obrigado pelo esclarecimento Carlos!
O SU-35BM é um ótimo caça, o Rafale F3 teria chances contra ele tanto no combate a longa distância e curta ?
Abraços.
Olá Valter.
Sem dúvidas que sim. O rafale tem RCS pequeno, embora não seja stealth e usado com uma tatica eficaz e apoio de aeronaves AEW como o nosso R99 ou o americano E-3, pode vencer com certeza o Su-35BM. O Su-35 tem um espetacular radar, porém esse radar precisa estar apontado para o lado certo para ver.... e se isso não ocorrer, um adversário poderia pegar ele desprevenido pelos lados... e isso é possivel com apoio de um AEW.
Abraços
Olá Carlos le um artigo de um autor australia que, diz que o Su-35BM pode lutar de pé de igualdade com o F-35 mesmo ele sendo um invisivel de 5ª gerração, pois ele consegue detectar um F-35 a cerca de 80 km. isso realmente é verdade ou não?
Olá Breno.
Realmente o Su-35BM pode detectar um F-35 em muitas situações, sendo que na área frontal, isso seria mais difícil. Porém, não se pode negar que o Su-35 pode ser visto de longe também e o radar APG 81 tem um alcance relativamente bom também e poderia ver um Su-35BM a mais de 10 km. Distancia, mesta, que o Su-35 teria dificuldade de trancar no F-35.
Conheço a matéria so senhor Koop sobre este assunto. Mas considero ele um pouco tendencioso, pois a Australia e ele defendem a compra do F-22 de qualquer jeito.
Abraços
só uma perguntinha: por que o SU 35 não tem canard?
Ola Isamu.
A resposta de sua pergunta está no texto. O canard desta versão do Su-35 foi suprimida por dois motivos. Primeiro, diminuição do peso, e segundo, a instalação de um novo sistema de controle de võo FBW, permitiu que o Su-35 BMSuper Flanker tivesse a mesma manobrabilidade do Su-35-1 (aquele Su-35 com canards.
Abraços
Carlos, muito se tem visto em sites e fóruns que se a FAB fosse dotada dos Su-35BM, em um eventual conflito com a Venezuela, os russos beneficiariam os venezuelanos, já que eles são maiores clientes. Isso realmente procede? Como isso seria possível? Seria algo do tipo parar de fornecer peças?
Olá Joathan. Considero difícil afirmar isso categoricamente. temos como único fato, que a Venezuela é um cliente melhor que nós para os russos. mas ainda acho difícil de julgar pois uma coisa destas queimaria os russos como fornecedores com todos os países da América do Sul.
Abraços
execelente artigo em minha opiniao e o melhor caça de 4 geraçao.
voce sabe em que deu o F vergonha X2
e porque o f18 e rafale ganharam para o su35 e para o Typhoon que eram bem melhores.
e porque diabo a porra do brasil saiu do pak fa t50 so ia gastar 4 bilhoes [eu acho] estao gastando muinto mais para fazer a porra da copa e da olimpieda[circo e pao que nem roma]
esse governo me inoja
Ola Carlos. Existe, oficialmente, uma explicação de que a proposta russa não deixava clara as clausulas de transferência de tecnologia. Eu, porém não acredito nisso e penso que houve pressão política dos Estados Unidos para sairmos do Su-35 e do PAL FA, Os americanos apresentaram o F-35 ao Brasil pouco depois disso, mas o modelo foi rejeitado pelo ministro Nelson Jobin
Abraços
Olá Carlos.
Primeiramente gostaria de parabenizar a você e ao Marcel pelo brilhantismo da exposição e detalhamento em relação ao artigo do SUKHOI SU-35 BM. Nossa "pobre" Força Aérea (pobre na mais profunda acepção da palavra - armamentos e verbas), possui ótimos pilotos. Homens que a seu turno, garantem como podem, a supremacia do espaço aéreo brasileiro. Porém, vale lembrar, que além de sermos visivelmente deficientes em termos de quantidade e qualidade de caças multifunção, nos pesa também a ínfima quantidade e qualidade de radares de interceptação, levando em conta que somos uma país de proporções continentais. Desde a época do regime militar, parece que o Brasil se esqueceu que soberania só se garante com armas. Essas por sua vez, precisam ser eficientes e eficazes a ponto de proporcionar o poder de dissuasão, ao ponto de que não precisem ser usadas, mas, em caso de invasão ou guerra declarada, que o povo possa, no mínimo, ter esperança de reação e capacidade de combate equivalente a do adversário.
Abraço.
Alessandro.
Olá Alessandro. Agradeço as suas palavras. O Marcel produziu, o que eu considero o melhor texto sobre esta versão da família Flanker para o Blog Campo de Batalha.
Abraços
o sistema OLS-35 que detecta o raptor a kilômetros de distância que será aplicado no possível avião de quinta geração russo já está introduzido em sukhois para defesa de atuação contra raptors F-22
Acredita que essa inclusão foi feita ?
Sim, acredito. Muitos sistemas do PAK FA foram instalados no Su-35BM.
OI CARLOS!
Ainda há possibilidade do Brasil inserir os caças russos ou a Presidenta já se definiu pelo F18?
Com base na excelente matéria sobre o SU35BM. É um caça muito versatil e já traz uma qualidade intrinseca que é a sua aerodinâmica, o que o torna um caça de alta manobrabilidade. Há conhecimento desse fato so na fab ou o governo é bem ilustrado sobre o assunto?
Olá Guardião. Pelo que soube os caças russos não teriam como voltar, pois caso voltassem colocaria em descrédito a já problemática concorrência do FX-2. A Dilma não fechou negocio e nem comentou que prefere o F-18. O assunto se encontra em suspenso ainda.
Abraços
Na,opnião dos senhores,qual radar é superior,CAPTOR-E,Ou IRBIS-E?
Certamente que o Irbis E é superior em capacidade de detecção, porém é necessário saber (eu não sei ainda) sobre a capacidade do radar CAPTOR em interferir em radares inimigos (guerra eletrônica). Pelo que li, o Irbis E não tem esta capacidade.
Abraços
Saudações Carlos!!!
Meu amigo, o Brasil tem um novo tunel de vento, chamado hipertunel. O anterior a esse era o mais moderno da america latina e este, tambem, em São José dos Campos. Me tire a seguinte duvida: O Brasil vai ou ja participa ou participou do pak fa?
Olá Guardião. O Brasil teve um pré acordo de participação no PAk FA por um ano de depois se retirou. Foi uma daquelas cagadas históricas do governo.
Abraços
Saudações, Carlos!!!
Grato pela atenção aos questionamentos. Esses acordos firmados entre Paises, envolve governos ou nações. E os conhecimentos desses cientistas durante a permanencia no projeto tem os seus frutos aplicados a outras pesquisas ou continua ao deus dará.
O Brasil não poderia adquirir tres ou seis caças desses para experiencia e treinamento e para avaliação da propria FAB?
Grande abraço, amigo.
Olá Guardião.
Os dois únicos países que fazem compra de poucos exemplaers como você exemplificou são os Estados Unidos e a Russia. O custo de uma aquisição pequena e sua manutenção seriam altos se comparados com o benefício. O normal seria o fabricante mandar um exemplar para testes ... apenas.
Abraços
excelente tópico
parabéns carlos
MAS...
gostaria de saber se realmente o su-35BM é tão superior assim ao rafale e o saab gripen, como dizem.
o que vc acha?
Olá Sport Recife. O Su-35BM é superior ao rafale em praticamente tudo, com excessão do RCS que é um pouco maior. Isto significa que o Su-35Bm é um pouco mais fácil de ser visto por um radar inimigo.. Contra o Gripen, fica até feio comparar.... A diferença é muito grande.
Abraços
Olá Carlos, parabéns pelo blog. Muito completo e esclarecedor.
Apenas como exercício de criatividade, responda-me:
Se você fosse o Presidente do Brasil e tivesse uns 30 bilhões de dólares em caixa, como seria sua força aérea? (Supondo que vc quisesse comprar material de prateleira a princípio, mesmo com transferência de tecnologia)
Quais aviões comporiam essa força aérea? E quais suas respectivas funções?
Como seria sua defesa anti-aérea?
E se você pudesse remodelar a Marinha do Brasil e tivesse poder ($) sufieciente pra isso, o que você compraria?
Obrigado e um grande amplexo.
Olá Theo.
As respostas a suas questões estão em matérias que já publiquei.
Os links são: http://aircombatcb.blogspot.com/2011/06/modernizacao-capacidade-de-combate-da.html
http://navalpowercb.blogspot.com/2011/09/modernizacao-da-marinha-brasileira-2011.html
http://landcombatcb.blogspot.com/2011/08/modernizacao-do-exercito-brasileiro.html
Abraços
carlos a desqualificaçao do su-35 do fx-2 da fab teria sido mais por pressao de washington ou porque a fab tem preconceito com material russo?
Olá Mateus. Oficialmente, temos que a sukhoi não foi clara o suficiente no quesito "transferência de tecnologia" e isto desagradou os "juízes" do processo. Eu, porém, tenho uma ideia própria sobre o assunto e penso que os EUA apertaram para isso acontecer, além, de que, possa existir falta de confiança no material russo pela FAB. O Juniti comentou uma vez.... que os dados do radar do Su-35 não atingiam o desempenho que aparece na tabela tecnica do fabricante e que aquele desempenho só poderia ser conseguido em situações muito especificas como em céu aberto e em altitude e com o albo refletindo como uma arvore de natal.
Abraços
Impressionante, não somente a aeronave, que por sinal é quase que inacreditável... Mais vale ressaltar que o texto em si, é impecável, uma enciclopédia sobre o Flanker, parabéns muito bom o texto, mais muito bom mesmo.
Obrigado João. O Marcel, fez o melhor texto sobre o Su-35 já produzido em português.
Abraços
realmente é um texto impressionante!
mas tenho muitas perguntas sobre o caça!kk
carlos:
o su-35, na comparação caça por caça pode ser considerado mais letal que o f-35?
olá Sport Recife.
O F-35 é uma aeronave com forte foco no ataque contra alvos em terra. Porém graças a sua furtividade, ele pode ser usado muito bem contra um caça inimigo. A vantagem de não ser visto é realmente muito forte. Eu diria que o Su-35Bm pode ser vencido pelo F-35 simplesmente por não perceber ele por perto. mas o Su-35 contra outras aeronaves é, realmente, muito letal.
Abraços
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