
Olá amigos!
Este artigo é mais um escrito por um amigo convidado que julguei ser a melhor pessoa para tratar do avião focado aqui.
O autor se chama Everton Luiz Vasconcelos Pedrosa, 25 anos e é um grande entusiasta do caça Mig-21 Fishbed, o qual dedica boa parte de seu tempo pesquisando sobre a história e versões deste importante caça para a história da moderna aviação militar.
Funcionário do banco do Brasil e atuante na agência que funciona dentro da Base Aérea de Recife, o autor se dedica ao tema "aviação militar" desde 1998 quando começou a colecionar os fascículo da enciclopédia "Asas de Guerra". Após se filiar ao grupo de plastimodelistas da Paraíba, publicou um excelente texto sobre o Mig-21 na revista digital Plastinet além de ter participado como diagramador em trabalhos em livros.
Este artigo é mais um escrito por um amigo convidado que julguei ser a melhor pessoa para tratar do avião focado aqui.
O autor se chama Everton Luiz Vasconcelos Pedrosa, 25 anos e é um grande entusiasta do caça Mig-21 Fishbed, o qual dedica boa parte de seu tempo pesquisando sobre a história e versões deste importante caça para a história da moderna aviação militar.
Funcionário do banco do Brasil e atuante na agência que funciona dentro da Base Aérea de Recife, o autor se dedica ao tema "aviação militar" desde 1998 quando começou a colecionar os fascículo da enciclopédia "Asas de Guerra". Após se filiar ao grupo de plastimodelistas da Paraíba, publicou um excelente texto sobre o Mig-21 na revista digital Plastinet além de ter participado como diagramador em trabalhos em livros.
Seja bem vindo a pagina do Campo de Batalha Aérea Everton!!!
Por Everton Luiz Vasconcelos Pedrosa
DESCRIÇÃO.
Em meados de 2003, um grupo de cenegrafistas indianos recebeu a missão de ir até o norte de Nova Delhi para mais uma tarde de gravações de um outro filme de divulgação interna da ‘’bharathya Vayu sena’’ (Força Aérea da Índia), chamado ‘’Aakash yodha 2’’.O objetivo era fazer uma visita surpresa a uma das mais antigas bases indianas, a Base aérea de Ambala, abrigo do Terceiro Esquadrão da Força Aérea, o ‘’Cobras’’.Lá eles seriam apresentados a mais um novo vetor que entrara em serviço. Paralelo a isso, um clima de festividade ainda reinava na BVS: todos os ‘’holofotes’’ voltavam-se para a aquisição de novos caças de superioridade aérea SU-30 MKI. Bem mais discreto, o novo vetor a ser mostrado podia não ser, ao jugo comum, tão bonito ou interessante como o caça da Sukhoy, mas o que o ‘’Cobras’’ tinha a mostrar não era algo menos surpreendente: sob o sol de Delhi surgiu a silhueta de um avião projetado a quase 50 anos, que se mostrava pronto a realizar tarefas típicas de caças do século XXI : o Mig-21 Bison.
Para entender certos detalhes de um relacionamento tão duradouro –e complexo entre os indianos e o Mig-21 não é preciso mais que conhecer a história dessa aeronave: o caça a jato mais produzido de todos os tempos, com mais de 13 mil unidades construídas; o avião que de mais conflitos participou em todos os tempos num total de 14 guerras com mais de 250 vitórias em seu currículo e 13 ases-; o avião de caça com maior número de nações usuárias, servindo em 50 forças aéreas ; a primeira aeronave de combate apta a voar com armas russas e da OTAN de forma combinada; o primeiro caça de Mach 2 a abater um oponente em combate; o avião que mais tempo permaneceu em produção(mais de 45 anos). Resumindo, o mais importante caça a jato de gênese soviética de todos os tempos.
Desenvolvido no final dos anos 50, o Mikoyan Gurevich-21(‘’fishbed para a OTAN) foi incorporado pela BVS no final dos anos 60, e por várias vezes voou em combate pela Índia, sempre alternando seu sucesso em combate com o elevado número de acidentes nos quais se envolveu-fardo que teve carregar sozinho por representar, por mais de 20 anos, 70% da força de caça-bombardeio daquele país. Mas os militares indianos conheciam bem o Mig-21 e confiavam em sua capacidade: ‘’ainda precisamos desse avião, lembrem-se que ganhamos uma guerra com ele’’ disse certa vez o Comandante Marshal Tyagi, referindo-se a Guerra Indo-Paquistanesa em 1971, em entrevista ao The Times of Índia em 2007.
Com os atrasos no desenvolvimento do projeto LCA (ou Tejas) estima-se que o Bison será o último ‘’Fishbed’’ baseado na célula original da versão’ ‘Bis’’ a deixar o serviço ativo, por volta de 2017. Até lá cumprirá bem o seu papel: defender o espaço aéreo indiano em pleno século XXI, sendo o caça numericamente mais importante dessa força aérea.

Acima: Nesta foto antiga, da epoca da guerra fria, este Mig-21 soviético aparece em sua forma original.Para entender certos detalhes de um relacionamento tão duradouro –e complexo entre os indianos e o Mig-21 não é preciso mais que conhecer a história dessa aeronave: o caça a jato mais produzido de todos os tempos, com mais de 13 mil unidades construídas; o avião que de mais conflitos participou em todos os tempos num total de 14 guerras com mais de 250 vitórias em seu currículo e 13 ases-; o avião de caça com maior número de nações usuárias, servindo em 50 forças aéreas ; a primeira aeronave de combate apta a voar com armas russas e da OTAN de forma combinada; o primeiro caça de Mach 2 a abater um oponente em combate; o avião que mais tempo permaneceu em produção(mais de 45 anos). Resumindo, o mais importante caça a jato de gênese soviética de todos os tempos.
Desenvolvido no final dos anos 50, o Mikoyan Gurevich-21(‘’fishbed para a OTAN) foi incorporado pela BVS no final dos anos 60, e por várias vezes voou em combate pela Índia, sempre alternando seu sucesso em combate com o elevado número de acidentes nos quais se envolveu-fardo que teve carregar sozinho por representar, por mais de 20 anos, 70% da força de caça-bombardeio daquele país. Mas os militares indianos conheciam bem o Mig-21 e confiavam em sua capacidade: ‘’ainda precisamos desse avião, lembrem-se que ganhamos uma guerra com ele’’ disse certa vez o Comandante Marshal Tyagi, referindo-se a Guerra Indo-Paquistanesa em 1971, em entrevista ao The Times of Índia em 2007.
Com os atrasos no desenvolvimento do projeto LCA (ou Tejas) estima-se que o Bison será o último ‘’Fishbed’’ baseado na célula original da versão’ ‘Bis’’ a deixar o serviço ativo, por volta de 2017. Até lá cumprirá bem o seu papel: defender o espaço aéreo indiano em pleno século XXI, sendo o caça numericamente mais importante dessa força aérea.

A GENESE DO BISÃO
No início dos anos 90, com o esfacelamento da união Soviética, as forças aéreas russas e de países do leste Europeu presenciaram uma significativa redução do número de células de aviões de combate em serviço: não havia mais como manter uma ordem de batalha tão sortida e complexa, antes justificada pela Guerra-Fria. Cabia a cada país selecionar quais peças seriam vitais para sua proteção e quais seriam dispensáveis. Para os russos o Mig-21 era uma aeronave pouco interessante, com sérias limitações de alcance, argumento válido para um país de dimensões continentais e no limite da vida útil. Soma-se a isso o grande número de caças Mig-29 em serviço, avião que encontrava-se em produção e desempenhava a mesma função do ‘’fishbed’’, sendo inclusive bem mais moderno. O lobbye da Mikoyan e da Sukhoy era forte; Os fabricantes precisavam continuar a produção de aviões novos, inclusive para exportação. Por esse motivo, as modernizações, seja para consumo interno ou para clientes externos, era algo proibido de ser cogitado. Dessa forma o Mig-21 saiu de serviço na Rússia em 1998, juntamente com outros Mig 23/27 e 29 de versões mais antigas. Mas se na Rússia existiam completas linhas de produção de aviões de caça, nos demais países da Europa do leste era bem diferente...
Com grande descontentamento, os russos descobriram que ,em meados de 1992, a Romênia (um de seus antigos aliados) negociava junto a Israel um programa ‘’pirata’’ de modernização dos Mig-21 MF-75, hoje conhecidos como ‘’Lancer’’. Na época haviam pelo menos outras cinco nações interessadas num avião semelhante. Um Mig-21 bis podia estar distante de ser a aeronave ideal, no inicio dos anos 90, mas para os países que dispunha dessa arma, ela apresentava-se como uma ferramenta útil, fácil de operar, barata, com grande estoque de peças, versátil, veloz e razoavelmente ágil. Em alguns países o ‘’fishbed’’ surpreendentemente ousou substituir de forma momentânea ou definitiva modelos mais novos como Mig-23 e mesmo Mig-29, como se observou na república tcheca, Sérvia e Romênia.
No início dos anos 90, com o esfacelamento da união Soviética, as forças aéreas russas e de países do leste Europeu presenciaram uma significativa redução do número de células de aviões de combate em serviço: não havia mais como manter uma ordem de batalha tão sortida e complexa, antes justificada pela Guerra-Fria. Cabia a cada país selecionar quais peças seriam vitais para sua proteção e quais seriam dispensáveis. Para os russos o Mig-21 era uma aeronave pouco interessante, com sérias limitações de alcance, argumento válido para um país de dimensões continentais e no limite da vida útil. Soma-se a isso o grande número de caças Mig-29 em serviço, avião que encontrava-se em produção e desempenhava a mesma função do ‘’fishbed’’, sendo inclusive bem mais moderno. O lobbye da Mikoyan e da Sukhoy era forte; Os fabricantes precisavam continuar a produção de aviões novos, inclusive para exportação. Por esse motivo, as modernizações, seja para consumo interno ou para clientes externos, era algo proibido de ser cogitado. Dessa forma o Mig-21 saiu de serviço na Rússia em 1998, juntamente com outros Mig 23/27 e 29 de versões mais antigas. Mas se na Rússia existiam completas linhas de produção de aviões de caça, nos demais países da Europa do leste era bem diferente...
Com grande descontentamento, os russos descobriram que ,em meados de 1992, a Romênia (um de seus antigos aliados) negociava junto a Israel um programa ‘’pirata’’ de modernização dos Mig-21 MF-75, hoje conhecidos como ‘’Lancer’’. Na época haviam pelo menos outras cinco nações interessadas num avião semelhante. Um Mig-21 bis podia estar distante de ser a aeronave ideal, no inicio dos anos 90, mas para os países que dispunha dessa arma, ela apresentava-se como uma ferramenta útil, fácil de operar, barata, com grande estoque de peças, versátil, veloz e razoavelmente ágil. Em alguns países o ‘’fishbed’’ surpreendentemente ousou substituir de forma momentânea ou definitiva modelos mais novos como Mig-23 e mesmo Mig-29, como se observou na república tcheca, Sérvia e Romênia.
Acima: O painel do Bison é consideravelmente mais moderno e facil de operar que o painel original dos Mig-21. A maioria dos mostradores analógicos foram substituidos por dois displays multifuncionais que concentram as principais informações de navegação e ataque na tela.
O estopim para a indústria russa foi a expansão da industria militar chinesa: se para os russos era proibido pensar em modernizar seus próprios projetos, os chineses começavam a suprir o mercado africano e asiático com o Chengdu F-7, que nasceu como uma cópia do caça da Mikoyan. Diante de situação constrangedora a MAPO/MIG iniciou os trabalhos para a melhoria da capacidade de combate do Mig-21. A proposta era simples: Explorar o máximo do potencial da aeronave sem grandes alterações na estrutura. Em 1993 foi apresentada uma alternativa de modernização denominada Mig-21-93, mas poucos países demonstraram interesse. Porém um deles foi a Índia, então detentora da maior frota ativa de Mig-21 do mundo. As negociações entre a MAPO/MIG e a Índia prosperaram, e, diante do esperado atraso no programa de reaparelhamento da BVS, o governo indiano assinou em 1996, contrato de U$ 340 milhões para a modernização de 125 Mig-21 Bis (com opção para mais 50) para o padrão Mig-21-93. O upgrade oferecia um radar multímodo de pulso-dopller, operando em banda X denominado ‘’Kopyo’’(uma simplificação do radar Zhuk do projeto Mig-29M), da empresa Phazotron; Novo canopy em bolha, sistema de navegação inercial Sextant TOTEM RLG-INS, com giroscópio a laser; H.U.D da EL Op, cockpit digital com telas multifuncionais da Sextant, sistema de alarme-radar (RWR) Tarang da DRDO, gravador digital de dados em vôo, lançadores de chaff-flare da Vympel e sistema de mira montada no capacete da SURA(o mesmo sistema é usado no Su-27/30 Flanker), novos rádios HF/VHF/UHF e H.O.T.A.S com a atualização o leque de armas foi ampliado, de modo que o Mig-21 poderia contar com mísseis guiados por calor R-73 ‘’Archer’’, R-77 ‘’Adder’’, de radar ativo, bem como com os R-27 ‘’Alamo’’. A única arma ar-solo passou a ser a bomba KAB 500 KR, guiada por TV.

Acima: O radar Phazotron Kopyo trouxe nova vida operacional ao cansado Mig-21. Embora as melhorias do modelo não se limitem a o novo radar, certamente que este pequeno caça teve sua letalidade muito aumentada por conta dele.
INTERCEPTADOR POR HERANÇA, GUERREIRO MULTIFUNCIONAL POR OPÇÃO.
Quando o Mikoyan 21 foi concebido, sua missão principal era voar muito alto e interceptar bombardeiros e caças usando a boa manobrabilidade e velocidade que dispunha em grandes altitudes. Mas logo ficou claro que sua principal utilização não seria num cenário de ‘’Guerra total’’ entre superpotências e sim em conflitos militares em países periféricos. Daí exigiria-se dele bem mais como caça-bombardeiro que como interceptador’’ puro’’.Tentativas foram feitas com Mig-21 MF e Bis, mas apenas com o ‘’Bison’’ o caça russo pôde desfrutar do título de ‘’caça-bombardeiro multifuncional’’. A Chave disso tudo está no pequeno radar Phazotron Kopyo.
Desenvolvido entre 1988 e 1990, tendo em foco a aplicação em upgrades de aeronaves de caça, ataque e bombardeiros, a primeira geração do Kopyo caracteriza-se pela leveza e pela capacidade multimodal para guiagem de mísseis, bombas e canhões de tipos mais recentes em uso ou em fase de projeto. Desde o início a MAPO/MIG mostrou interesse da aplicação desse radar no seu Mig-21-93, visto que o limitado espaço no interior do cone do radar não comportava um radar de maiores dimensões. Alguns especialistas afirmam que um Mig-21Bis equipado com o Kopyo tem sua eficiência em combate ampliada em 8 vezes em relação ao mesmo modelo equipado com radar Sapfire 22M !!!
Quando o Mikoyan 21 foi concebido, sua missão principal era voar muito alto e interceptar bombardeiros e caças usando a boa manobrabilidade e velocidade que dispunha em grandes altitudes. Mas logo ficou claro que sua principal utilização não seria num cenário de ‘’Guerra total’’ entre superpotências e sim em conflitos militares em países periféricos. Daí exigiria-se dele bem mais como caça-bombardeiro que como interceptador’’ puro’’.Tentativas foram feitas com Mig-21 MF e Bis, mas apenas com o ‘’Bison’’ o caça russo pôde desfrutar do título de ‘’caça-bombardeiro multifuncional’’. A Chave disso tudo está no pequeno radar Phazotron Kopyo.
Desenvolvido entre 1988 e 1990, tendo em foco a aplicação em upgrades de aeronaves de caça, ataque e bombardeiros, a primeira geração do Kopyo caracteriza-se pela leveza e pela capacidade multimodal para guiagem de mísseis, bombas e canhões de tipos mais recentes em uso ou em fase de projeto. Desde o início a MAPO/MIG mostrou interesse da aplicação desse radar no seu Mig-21-93, visto que o limitado espaço no interior do cone do radar não comportava um radar de maiores dimensões. Alguns especialistas afirmam que um Mig-21Bis equipado com o Kopyo tem sua eficiência em combate ampliada em 8 vezes em relação ao mesmo modelo equipado com radar Sapfire 22M !!!

Acima: A modernização do Mig-21 romeno, foi feita com ajuda israelense e passou a se chamar Mig-21 lancer. este modelo também traz qualidades impressionates ao caça "cinquentão".
Porém a validade de determinadas tecnologias nem sempre é muito longa. Passados poucos anos da apresentação do ‘’21-93’’, os russos apresentaram aos usuários estrangeiros, programas ainda mais ambiciosos, denominados Mig-21-97 e Mig-21-98 (alternativa de upgrade para a versão MF). Além de contar com todas as melhorias vistas na modernização anterior, o ‘’21-97’’ previa a adoção de motores RD-33 (menos ‘sedentos’ que os R-25 da versão Bis) e de uma futura versão do radar Kopyo ainda mais capaz, denominada ‘’Kopyo-M’’. A evolução do novo radar em relação ao original era notável: houve um incremento no alcance da ordem de 25% na escala de detecção de alvos aéreos (o Bison na Índia é usado quase que exclusivamente no ar-ar), graças a uma nova base de elemento e a um novo processador de sinais. Antes o kopyo chegava a ter 57 km de alcance máximo para alvos frontais (ar-ar), no modelo ‘’M’’ são 75 Km de alcance máximo, nas mesmas condições. A resistência a ‘’jammers’’ adversários também aumentou e o peso diminuiu consideravelmente, gerando economia de combustível. Alguns sistemas desse novo radar não operariam em sua total capacidade para que haja margem de futura evolução do equipamento.

Porém a validade de determinadas tecnologias nem sempre é muito longa. Passados poucos anos da apresentação do ‘’21-93’’, os russos apresentaram aos usuários estrangeiros, programas ainda mais ambiciosos, denominados Mig-21-97 e Mig-21-98 (alternativa de upgrade para a versão MF). Além de contar com todas as melhorias vistas na modernização anterior, o ‘’21-97’’ previa a adoção de motores RD-33 (menos ‘sedentos’ que os R-25 da versão Bis) e de uma futura versão do radar Kopyo ainda mais capaz, denominada ‘’Kopyo-M’’. A evolução do novo radar em relação ao original era notável: houve um incremento no alcance da ordem de 25% na escala de detecção de alvos aéreos (o Bison na Índia é usado quase que exclusivamente no ar-ar), graças a uma nova base de elemento e a um novo processador de sinais. Antes o kopyo chegava a ter 57 km de alcance máximo para alvos frontais (ar-ar), no modelo ‘’M’’ são 75 Km de alcance máximo, nas mesmas condições. A resistência a ‘’jammers’’ adversários também aumentou e o peso diminuiu consideravelmente, gerando economia de combustível. Alguns sistemas desse novo radar não operariam em sua total capacidade para que haja margem de futura evolução do equipamento.

Acima: Nesta foto se pode ver um Mig-21 Bison armado com misseis R-73 nos cabides externos e mísseis R-77 nos cabides internos. Estas armas deram uma capacidade real ao Mig-21 de poder vencer caças muito mais modernos como por exemplo um F-16.
DOMADORES DE FOGUETES
O dia 16 de fevereiro de 2004 sem dúvidas foi especial na história da BVS, do Mig-21 e dos pilotos indianos que nele voaram. Passados 2 dias do 49º aniversário do vôo do primeiro protótipo do ‘’Fishbed’’, começara em Gwalior (Jodhpur) a inédita Cope Índia: o primeiro exercício de combate simulado entre Índia e Estados Unidos em mais de 40 anos. Aproximadamente 150 pilotos americanos da base aérea de Elmendorf (Alaska) participaram do evento. Junto a eles, dezenas de equipamentos e profissionais de comunicação, segurança e apoio logístico, e claro, os caças de superioridade aérea F-15 C Eagle. Do lado indiano pilotos aguardavam os embates em meio a dezenas de Mirage 2000 Vajra, Mig-21 Bison, Mig-27 Bahadur, Mig-29 Baaz e SU-30 MKI.
O dia 16 de fevereiro de 2004 sem dúvidas foi especial na história da BVS, do Mig-21 e dos pilotos indianos que nele voaram. Passados 2 dias do 49º aniversário do vôo do primeiro protótipo do ‘’Fishbed’’, começara em Gwalior (Jodhpur) a inédita Cope Índia: o primeiro exercício de combate simulado entre Índia e Estados Unidos em mais de 40 anos. Aproximadamente 150 pilotos americanos da base aérea de Elmendorf (Alaska) participaram do evento. Junto a eles, dezenas de equipamentos e profissionais de comunicação, segurança e apoio logístico, e claro, os caças de superioridade aérea F-15 C Eagle. Do lado indiano pilotos aguardavam os embates em meio a dezenas de Mirage 2000 Vajra, Mig-21 Bison, Mig-27 Bahadur, Mig-29 Baaz e SU-30 MKI.

Acima: Uma dupla de F-15C voa em formação com dois Mig-21 Bison durante o exercicio "Cope India" onde os Bison, junto com os Su-30 "derrrubaram" 9 em cada 10 combates contra o F-15C.
Passados dois dias de vôos de familiarização, iniciaram-se as missões, que consistiam em séries de 30 minutos, onde haviam tentativas de engajamentos/ desengajamentos por parte dos pilotos dos aparelhos envolvidos. Nas missões eram simulados ‘’ataques ‘’a ‘’pacotes’’ de aeronaves e a capacidade defensiva das tripulações. Durante quase todo o tempo os pilotos de F-15 limitaram-se a defender posições em terra contra o avanço das aeronaves de ataque hindus, representadas pelos Mig-27 sob escolta de caças, dentre esses, o Mig-21 Bison. O preconceito contra as habilidades dos indianos era notório, pois o senso comum dizia que ‘’os asiáticos eram melhores preparados para o dogfight, e que não tinham grande domínio na arena BVR (além do alcance visual), onde os ‘’olhos’’ dos F-15 conseguiam alcançar. Porém tal erro custaria caro a USAF.

Acima: Este Mig-21 Bison está exposto em uma das feiras aérea que ocorre na India, provavelmente o Aero India. Para os leigos, a capacidade do Mig-21 pode surpriender.
Em algumas missões do exercício, segundo relato do Cel. americano Terrence Fornof, ocorreram situações que lembraram a Guerra do Vietnã. Em uma delas um piloto de Bison teria se lançado contra um F-15 que estava posicionado diretamente acima dele, voando pouco acima dos 110 nós (204 km/h) e razoavelmente baixo, começou o combate com nariz inclinado para cima em 60 graus, depois disso o indiano teria puxado a manete procurando uma rápida razão de subida, manobra que o fazia ultrapassar fácil (e rápido) os 10 mil pés se fosse preciso. Se ele estivesse no Vietnã poderia apelar para seus falhos mísseis AA-2 ‘’atoll’’, guiados por calor. Porém dessa vez o Mig-21 dispunha de um visor de capacete, de mísseis R-73 e R-77 e jammer ativo. Com um RCS de apenas 2,2 m² (limpo, sem aplicação de material absorvente/dispersor de radar), o Mig não teria sido visto pelo F-15, que disparou um míssil que imediatamente ‘’abateu’’ o caça americano. Seria mais um bem sucedido dogfight na carreira do ‘’fishbed ‘’ou golpe de sorte? A verdade é que o Eagle em questão estava sendo observado a algum tempo por um SU-30, que de imediato encontrou o Bison próximo ao adversário e o vetorou até seu alvo. No ano de 2005, em exercícios sobre kalaikunda, os Flankers e Bisons ,apoiados por outras aeronaves hindus, conseguiram novamente impôr superioridade aérea aos F-15 da Usaf: venceram 90% dos combates, sendo os dois tipos russos considerados ‘’os mais eficazes caças indianos‘’ na ocasião. O surpreendente resultado levantou suspeitas sobre a veracidade das informações, pois alguns achavam que Elmendorf havia ‘’perdido’’ de propósito para conseguir argumentos favoráveis ao reaparelhamento da base com o F-22 Raptor, mas declarações vindas da própria USAF mostram que o que ocorrera ali não fora apenas uma encenação: Os militares foram unânimes em dizer que a quantidade de horas voadas pelos pilotos de F-15 estava muito aquém do esperado (por razão de economia de combustível) e que os indianos, além dos bons vetores, tiveram tática inteligentes para o Cel Terrence Fornof ‘’ O Mig-21 é um avião porreta! Ainda é bem manobrável e, diferente do passado, hoje possui bom armamento’’. Para o Cel.Greg Neubeck ‘’os pilotos indianos mostraram-se tão preparados como os nossos. São excelentes aviadores!’’Já o Cel Mike Snorgrass foi mais ponderado: ‘’Sobre a BVS, tanto o seu nível de treinamento quanto a qualidade de seus pilotos mostraram-se superiores ao que esperávamos.
Calcula-se que hoje existam cerca de 1500 Mig-21 e F-7 em operação no mundo. Esse numero diz respeito aos Mig-21 que estão em condição de vôo, pois foram construídos mais de 13500 exemplares deste importantíssimo caça. Destes, apenas 125 são do modelo Bison. Esses modelos demonstram os sinais do envelhecimento. Faltam-lhe potência em baixa altitude, há perda drástica de energia em seqüências ininterruptas de curva, e a autonomia continua muito limitada, sem a possibilidade do REVO. Mesmo assim a validade do projeto impressiona tanto quanto o número de seus derivados diretos, desenvolvidos para voar nos tempos modernos. Mas uma coisa é certa: um caça como o Mikoyan Mig- 21 jamais pode deixar de ser incluído no Hall dos grandes aviões de combate.
Em algumas missões do exercício, segundo relato do Cel. americano Terrence Fornof, ocorreram situações que lembraram a Guerra do Vietnã. Em uma delas um piloto de Bison teria se lançado contra um F-15 que estava posicionado diretamente acima dele, voando pouco acima dos 110 nós (204 km/h) e razoavelmente baixo, começou o combate com nariz inclinado para cima em 60 graus, depois disso o indiano teria puxado a manete procurando uma rápida razão de subida, manobra que o fazia ultrapassar fácil (e rápido) os 10 mil pés se fosse preciso. Se ele estivesse no Vietnã poderia apelar para seus falhos mísseis AA-2 ‘’atoll’’, guiados por calor. Porém dessa vez o Mig-21 dispunha de um visor de capacete, de mísseis R-73 e R-77 e jammer ativo. Com um RCS de apenas 2,2 m² (limpo, sem aplicação de material absorvente/dispersor de radar), o Mig não teria sido visto pelo F-15, que disparou um míssil que imediatamente ‘’abateu’’ o caça americano. Seria mais um bem sucedido dogfight na carreira do ‘’fishbed ‘’ou golpe de sorte? A verdade é que o Eagle em questão estava sendo observado a algum tempo por um SU-30, que de imediato encontrou o Bison próximo ao adversário e o vetorou até seu alvo. No ano de 2005, em exercícios sobre kalaikunda, os Flankers e Bisons ,apoiados por outras aeronaves hindus, conseguiram novamente impôr superioridade aérea aos F-15 da Usaf: venceram 90% dos combates, sendo os dois tipos russos considerados ‘’os mais eficazes caças indianos‘’ na ocasião. O surpreendente resultado levantou suspeitas sobre a veracidade das informações, pois alguns achavam que Elmendorf havia ‘’perdido’’ de propósito para conseguir argumentos favoráveis ao reaparelhamento da base com o F-22 Raptor, mas declarações vindas da própria USAF mostram que o que ocorrera ali não fora apenas uma encenação: Os militares foram unânimes em dizer que a quantidade de horas voadas pelos pilotos de F-15 estava muito aquém do esperado (por razão de economia de combustível) e que os indianos, além dos bons vetores, tiveram tática inteligentes para o Cel Terrence Fornof ‘’ O Mig-21 é um avião porreta! Ainda é bem manobrável e, diferente do passado, hoje possui bom armamento’’. Para o Cel.Greg Neubeck ‘’os pilotos indianos mostraram-se tão preparados como os nossos. São excelentes aviadores!’’Já o Cel Mike Snorgrass foi mais ponderado: ‘’Sobre a BVS, tanto o seu nível de treinamento quanto a qualidade de seus pilotos mostraram-se superiores ao que esperávamos.
Calcula-se que hoje existam cerca de 1500 Mig-21 e F-7 em operação no mundo. Esse numero diz respeito aos Mig-21 que estão em condição de vôo, pois foram construídos mais de 13500 exemplares deste importantíssimo caça. Destes, apenas 125 são do modelo Bison. Esses modelos demonstram os sinais do envelhecimento. Faltam-lhe potência em baixa altitude, há perda drástica de energia em seqüências ininterruptas de curva, e a autonomia continua muito limitada, sem a possibilidade do REVO. Mesmo assim a validade do projeto impressiona tanto quanto o número de seus derivados diretos, desenvolvidos para voar nos tempos modernos. Mas uma coisa é certa: um caça como o Mikoyan Mig- 21 jamais pode deixar de ser incluído no Hall dos grandes aviões de combate.

Acima: Uma visão em 3 vistas do Mig-21 Bison.
FICHA TÉCNICA
Velocidade máxima: 2175 Km/h
Velocidade de cruzeiro: aprox. 900 Km/h
Razão de subida usual: 14100 m/min
Fator de carga: +8.5, -4,0 Gs
Razão de rolagem: 95º/seg
Razão de curva: 13,1º/seg
Teto de serviço: 17800 m
Alcance: 1210 km (sem tanques subalares)
Empuxo: 1 x Tumanskiy R 25-300 com 7.035,93 kgf .Reserva de potência: 3 min. de 9.789 kgf com pós combustão em altitude máxima de 4000 mts.
Radar: Phazotron Kopyo M com 75 km de alcance contra alvos voando alto.
DIMENSÕES
Comprimento: 14,50 m (com pitot)
Envergadura: 7,15 m
Altura: 4,12 m
Peso vazio: 6.200 kg
Peso máximo na decolagem: 10.400 Kg (com 3 subalares e 2 mísseis)
ARMAMENTO
Ar Ar: Curto alcance: 4 x R-73E ou 4 x R-60M; Médio alcance: 2 x R-27 R1 ou R-27T; 4 x R-77 .É permitida qualquer combinação entre mísseis, num total de 4.Apenas o R-27 tem a restrição de um para cada asa,num total de 2.
Ar Terra: máximo de 2 bombas guiadas por TV KAB 500 KR de 500 kg.
Interno: 1 canhão GSH-23, calibre 23 mm
Fontes principais
Esse texto foi feito tendo como base diversas fontes dentre as quais as principais são:
Acig.org - http://www.acig.org/artman/publish/article_228.shtml
Bharat-rakshak -http://www.bharat-rakshak.com/IAF/Today/Contemporary/332-Fighter-Costs.html
Defense Tech -http://www.defensetech.org/archives/000976.html
Gordon, Yefim. Mikoyan MiG-21 (Famous Russian aircraft). Hinckley: Midland, 2007. ISBN 1857802578
Velocidade máxima: 2175 Km/h
Velocidade de cruzeiro: aprox. 900 Km/h
Razão de subida usual: 14100 m/min
Fator de carga: +8.5, -4,0 Gs
Razão de rolagem: 95º/seg
Razão de curva: 13,1º/seg
Teto de serviço: 17800 m
Alcance: 1210 km (sem tanques subalares)
Empuxo: 1 x Tumanskiy R 25-300 com 7.035,93 kgf .Reserva de potência: 3 min. de 9.789 kgf com pós combustão em altitude máxima de 4000 mts.
Radar: Phazotron Kopyo M com 75 km de alcance contra alvos voando alto.
DIMENSÕES
Comprimento: 14,50 m (com pitot)
Envergadura: 7,15 m
Altura: 4,12 m
Peso vazio: 6.200 kg
Peso máximo na decolagem: 10.400 Kg (com 3 subalares e 2 mísseis)
ARMAMENTO
Ar Ar: Curto alcance: 4 x R-73E ou 4 x R-60M; Médio alcance: 2 x R-27 R1 ou R-27T; 4 x R-77 .É permitida qualquer combinação entre mísseis, num total de 4.Apenas o R-27 tem a restrição de um para cada asa,num total de 2.
Ar Terra: máximo de 2 bombas guiadas por TV KAB 500 KR de 500 kg.
Interno: 1 canhão GSH-23, calibre 23 mm
Fontes principais
Esse texto foi feito tendo como base diversas fontes dentre as quais as principais são:
Acig.org - http://www.acig.org/artman/publish/article_228.shtml
Bharat-rakshak -http://www.bharat-rakshak.com/IAF/Today/Contemporary/332-Fighter-Costs.html
Defense Tech -http://www.defensetech.org/archives/000976.html
Gordon, Yefim. Mikoyan MiG-21 (Famous Russian aircraft). Hinckley: Midland, 2007. ISBN 1857802578
ABAIXO TEMOS DOIS VIDEOS INTERESSANTES QUE MOSTRAM O MIG-21.
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55 comentários:
Muito bom artigo eu já ouvi histórias de F-15 e F-16 levando na popa de Su-27 e Mig-29 agora de Mig-21 modernizado essa é a primeira vez e quem diria a USAF economizando combustível para os pilotos americanos treinarem em seus F-15 é depois falam que a nossa FAB esta quebrada.
Essa é a prova de que pilotos bem treinados e utilizando aviões modernizados não importante à idade pode sim fazer frente ao inimigos com aviões mais caros e modernos.
Os americanos usando a sua principal e mais mentirosa arma a mídia, isso me lembra os Stukas alemães no inicio da 2° guerra que era o bicho papão do front mais que depois descobriram que era uma merda e fácil de derrubar.
O novo autor manteve a qualidade que já é usual do Blog. Acho legal tratar do Mig-21 que usualmente é um caça injustiçado por analistas ocidentais.
Um ponto que considero interessante é considerar as exigências de projeto soviéticas, que eram bem diferentes das ocidentais.
ÉVERTON É UM "FISHBEDÓLOGO" DE PRIMEIRA CLASSE, O QUE SE CONFIRMA PELAS REFERÊNCIAS QUE USOU (UMA DELAS SENDO NADA MENOS QUE O VOLUME DEDICADO AO MIG-21 DA SERIE "FAMOUS RUSSIAN AIRCRAFT", REPUTADO COMO A "BÍBLIA" DO FISHBED). NINGUÉM MAIS INDICADO PARA DESCREVER UMA DAS VERSÕES DE UM MITO CINQUENTÃO...
Creio eu que tal vantagem nos conbates bvr ocorre até mais significativa, com o usao dos r-99 e f-5, desliga o radar e so o r-99 passando informação por datalink
Carlos vc poderia me dizer quantos r-99 o brasil tem?
abraço
GALILEU, A FAB TEM TRÊS R-99 (DE SENSORIAMENTO REMOTO) E CINCO E-99 (DE ALERTA ANTECIPADO E CONTROLE). AMBOS POSSUEM A CAPACIDADE DE TRANSMITIR ORDENS VIA ENLACE DE DADOS (DATALINK).
eu vi no history chanel que um F-4 derrubava um mig com facilidade pois ele nao manobrava com facilidade entao hoje um MIG e capaz contra um f-16 ou f15 so com equipamentos modernos certo??
Amigo Agostinho,
primeiramente temos que lembrar que o The History Channel é um canal norte-americano, é feito pelo publico de lá e para o público de lá.Essa série que eles passam sobre os grandes aviões de combate não trata só da ''inferioridade'' do Mig-21 frente ao F-4, mas se vc reparar bem ,qualquer avião que não seja americano só faz tomar surra nos episódipos...Mas saiamos do ''campo passional'' e vamos para os dados.
O F-4 não derrubaba Mig-21 com facilidade no Vietnã, a prova disso é o simétrico equilíbrio entre vitórias x derrotas: são 72 vitórias para o Phantom e 71 para o Mig-21 nos embates diretos,conforme a Asas informou e como consta em fontes como Acig.org e o site americano ''acepilots.com''
O F-4 tinha menos manobrabilidade que o Mig-21, deixava u mrastro de fumaça que o tornava facilmente achável no céu...A razão de curva dele estava um pouco acim a dos 7 graus por segundo, enquanto os Mig-21 da propria USAF(eles tinham alguns para estudos), em exercicios conseguiam virar em 13 graus por segundo.
No armamento, o F-4 levava vantagem por usar misseis de médio alcance e em maior quantidade..Além disso seu radar cobria uma a´rea maior..Em compnesação o Mig-21 er aum avião invisível a olho nu se estivesse a mais de 1 km de distãncia.
Mas o o que é interessante é o seguinte: um phantom custava 4 vezes mais que um Mig-21
grande abraço
O mig-21 tinha sua manobrabilidade sacrificada apenas em baixas altitudes.Um piloto d ePhantom d eprimeira classe jamais subiria par aum dogfight contra um Mig-21 lá no alto.Uma das táticas dos pilotos d ephantom era ficar subindo e descendo rapidamente, para forçar o Mig perder velocidade...Já os pilotos vietnamitas já botaram muito avião americano no chão usando táticas até da Primeira Guerra como a lufberry.
Olá carlos, tudo bem!
Li a excelente narrativa do seu convidado, bem como os comentários acalorados da rapaziada.
Acho, como já dizia um técnico de futebol, Treino é Treino; e jogo é jogo. Não tenho a menor dúvida que se o combate fosse real, jamais os americanos iriam mandar os seus pilotos de uma base no Alasca.
Por outro lado, descoheço na literatura da aviação militar que em um combate real, qual mig tenha se saído bem contra os F-15 ou F16.
Que o diga a força aérea de ISRAEL.
Quem diria, hein?
O vovô MIG-21 dando pau nos tiozinhos F-15 e F-16.
Hora da USAF rever os conceitos do Top Gun.
Sobre Mig contra aviões como o F-16, na Guerra do kargil, ente India e Paquistão houve um combate no qual é creditado a um Mig-29 duas vitórias sobre F-16 paquistaneses..Isso em 1999.
Grande Felix!
Elmendorf no Alaska é uma base de primeira linha: a função dele é proteger justamente a área entre Russia e Estados Unidos, pois do Alaska para a Russia é um pulo.Ultimamente eles tem feito vária sinterceptações de Bear e Blackjack usando os novos F 22
abraços
Gostei do que disseram sobre a série de tv americana sobre os caças. Cansei de elogiar os caças russos e as pessoas retrucarem "eu vi na net que os aviões americanos são muito melhores, só tem ferro velho na Rússia"; estatisticas reais é o que importa e não as mentiras da midia dos USA.
Caro Carlos:
Muito bom o artigo, como sempre de alto nível! Espero que convides o Everton de novo para futuros artigos!
Só tenho uma dúvida: quando do combate simulado envolvendo os F-15 americanos e os MiG 21 Bison indianos, cita-se a velocidade do F-15 como sendo 110 kt. Ora, essa praticamente é a velocidade de estol do aparelho! Creio que nenhum piloto iria sequer pensar na hipótese de ficar completamente sem energia num engajamento.
Esclareça, por favor.
Abraço!
Foi isso mesmo na guerra do kargil 2 F-16 foram abatidos por um Mig-29 mais só que tem um detalhe o Mig-29 estava usando mísseis BVR e os F-16 não pois estavam em patrulha. Ness guerra os Mig-29 eram usados como escolta dos Mirage 2000 que estavam atacando alvos no solo.
A Principal arma dos americanos é a mídia eu não duvido que um Rafale, EF-2000,Jas-39, Su-30 ou qualquer outro avião com aviônicos de 4° geração possa abater um F-22, F-35 e B-2 sem problemas. Os próprios pilotos de F-15 americanos testaram o Su-27 e afirmaram que o F-15 era inferior ao Su-27 em quase todos os aspectos.
Caro Wagner,
No texto fala que 110 nós era a velocidade do Mig-21.Foi isso mesmo, note o detalhe do nariz estar 60 graus ibclinado para cima, característica de avião que está voando muito devagar.Bom, ás vezes esse tipo d e manobra é feita em combate para fazer com que o oponente passe reto, mais ou menos como no filme ''top gun'' ou como o su-27 costuma fazer: ele ''pára'' no ar por breves instantes, coloca o radome pra cima daí espera o adversário passar e enquadra.No caso do Mig-21 ele tava jammeando o F-15 a hora toda e nem estava sendo visto.O que ocorreu foi mais ou menos o que está nesse video aos 5:08 minutos.
http://www.youtube.com/watch?v=LZvhM3gLaXo
Desculpem, existem diferenças do que o F-14 fez em top gun para a manobra descrita: em top gun o ''Mig-28''(F-5) estava atrás do tomcat.No caso do Mig-21 ele estava em baixo do F-15 e não tão perto como ocorreu em top gun..Talvez entre o limite do visual para o não visual...
Prezado Lancer!
se dei demonstração de incredulidade quanto aos combates simulados e o seu consequente placar 9 x1, entre Americanos x Indianos, agora, após seu esclarecimento, fiquei ainda mais.São esses os pilotos com os quais os Americanos pretendem contar para defender-se dos Russos?
Espero não a borrecê-lo com essas questões. Afinal, estou apenas, por ser, também, interessado no assunto, pegar uma carona em seus conhecimentos.
Um abraço
Prezado Felix
Esquece a palavra aborrecer amigo.Aqui é um blog democrático, cada um pode opinar, e você apenas deu sua opinião...Pois é, essa é uma pergunta que tem que ser feita aos americanos rss.Mas vale dizer que tem muito país por aí afora que se vangloria de ter vantagens imensas no combate aéreo sobre outras nações e quando a gente vai ver, os ''derrotados'' eram muito inferiores em habilidade, material, etc.
abraços
Ah, tantos posts e esqueci do principal:
eu sou o Éverton Luiz, que escrevi o texto do Mig-21 Bison.Agradeço os comentários de todos.Wagner bragante, eu sempre estou em contato com o carlos.Gosto muito dos caças leves, se eu escrevesse seria algo nesse sentido ou sobre algum avião da EMBRAER.
abraços a todos
Caro Éverton!
Grato pelos esclarecimentos! É que entendi errado o texto. Lendo depois percebi que era mesmo o MiG 21 que estava quase no estol. Mas é uma manobra crítica demais, o piloto tem que ser muito bom para não se dar mal. Claro que ele devia contar com um conhecimento situacional que permitiu um vôo desse tipo.
Parabéns pelo artigo! Volte sempre!
Ótimo artigo sobre o mig-21...ainda sinto falta de um artigo sobre o tu-95 bear ou mesmo os b-52 americanos...agora uma dúvida...entre o nosso f-5br e um mig-21 bison...sob as mesmas condições....qual tem melhor capacidade de combate??? abraço
Olá Nelson. O Bison tem capacidade de combate superior ao F-5M por ter um radar com maior alcance, além de estar melhor armado também. O míssil R-77 é bem superior ao missil Derby usado na FAB, assim como o missil R-73 é superior ao míssil Piranha.
Abraços
Em compensação, se Mig-21 Bison entrasse em combate contra F-5 EM, hj, o F-5 teria vantagem por contar com o R-99 dando apoio.Quando a India tiver seus novos aviões AEW, algo que está pra acontecer logo(eles já possuem algumas aeronaves Awacs, mas são muito poucas para a frota que possuem), o Bison ganhará capacidade para fazer o que o F-5 fez na Cruzex: vert udo antes que o adversário veja.Foi assim que nossos ''Mike'' obtiveram ''vitórias'' sobre os Mirage 2000 franceses.
Bom, isso que eu falei é meio ''viagem'', só num exercicio imaginário, pois tanto o Bison quanto o R-99 não reabastecem em voo.Diante dos parcos awacs da India, dos R-99 que não voam em travessias intercontinentais tão longas...Num combate entre Bison e F-5M não haveria como ter AEW, portanto, permanece o que Carlos falou.
Abraços
Lancer será que o Mig-21 poderia ser equipado com mísseis R-37?
O Mirage III modernizado da mesma forma que o Mig-21 Bison ou melhor poderia se equiparar aos Mirage 2000, F-15,F-16,F-18? E poderia transportar o míssel Meteor,R-77 ou R-37 ou até o Ks-172?
Qual o alcance do radar do Mig-21 Bison para alvos de RCS do tamanho de um caça e alvos com baixo RCS como um UAV ou um F-22 ou B-2?
Um combate entre um Su-30MKI e Mig-21 Bison (Ambos com pilotos Indianos com o mesmo treinamento usando mesmo mísseis) Quem ganha?
Lancer porque o Brasil não escolheu o Su-30MKxxx já que esse avião era o melhor para a FAB e para cobrir todo nosso território? Vários outros países como China, India, Indonésia, Vietnã, Malásia, etc.. estão adquirindo várias unidades do Su-30
olá carlos tenho algumas perguntas pra você.
Já ouvi fala que o substituto para o f15 é o f22, mas tecnicamente o f22 não faz o mesmo que o f117??
Como nessa matéria que mostra o upgrade que fizeram no mig21 sei que paises fizeram no a4, f4, f5, dentre outros.....Mas no mig29 já fizeram um ugrade, troca de avionicos e etc??
Opa Raphael!Tudo bom??Vamos lá:
O mig-21 não pode e não deve ser equipado com missil R-37, pois foge totalmente da função para qual foi projetado: ele é um defensor de ponto por natureza,por sinal faz esse papel a décadas exemplarmente. O r-37 é um missil para grandes interceptadores d elongo alcance como o Mig-31,projetados para parar a ameaça bem antes que ela se aproxime.O Mig-21 foi feito para atacar os alvos quando eles se encontram quase que em cima do local protegido por ele.
Um Mig-21 ou um Mirage 3 modernizados podem equiparar-se aos caças de terceira geração como F-15 e Mirage 2000 em alguns aspectos, em outros não pode ,visto que não possuem comandos de voo fly by wire,a capacidade de carga é bem menor,assim como a manobrabilidade etc,etc.Eles continuam ,no aspecto geral, inferiores aos caças como F-18,etc..que são cerca de 20 ou 30 anos mais novos.Contudo, uma eletrônica de vanguarda e bons misseis podem fazê-los ser adversários perigosos contra os caças de terceira geração que você citou.No caso do Mig-21 ele tem um diferencial em relação a maioria dos outros caças da categoria dele: mesmo antigo possui um RCS muito reduzido.Com as peliculas spray absorventes/dispersoras de radar dos russos, um Mig-21 fica tão pequeno num radar adversário(cerca de 0,18 m²)que poderia aproximar-se de caças mais novos impune.
Alcance do radar: para alvos do tamanho d e um caça, o phazotron kopyo tem uma boa detecção à partir dos 60 km.disso aí até sua capacidade máxima de alcance no ar-ar seria uma captação de baixa resolução.Para detectar aviões stealth ou UAV's a proximidade deve ser bem menor.
Su-30 x Mig-21 Bison
O alcane do radar do SU-30 é bem maior que o do Mig-21 Bison, ele tem mais misseis ,é mais manobrável e maior alcance.Mas pq a India mantém seus Mig-21?? O RCS de um Mig-21 é 3 vezes menor que o d eum Sukhoy, e seu custo operacional é dezenas de vezes menor.O estoque d e peças é maior ,no caso do Mig-21,ou seja. como diziam na russia, o Mig-21 é um ''avião soldado'', um operário.
Compras da FAB: Os caças da Sukhoy não trazem para uma força aérea apenas mais força, pois traz consigo um novo modo de operar, uma nova logística, etc.Existem várias reclamações d epaises amigos da russia com o pós venda de seus caças.Os motores do Su-30 tem uma durabilidade menor que o de caças ocidentais como o F-18.A vetoração de empuxo acaba com a vida útil do motor...
Tirando isso, as escolhas da FAB não baseiam-se só em qual aparelho é melhor ou pior: existe sempr e o lado sujo da política.Mas se vc me perguntasse se eu compraria o SU-35 no lugar da FAB,minha resposta seria não.Talvez se eu fosse o Brasil, entrasse em programas como o PAK-FA, ou mesmo tentasse comprar caças F-35 mesmo.São carisimos, mas a linha d eprodução deles está a todo vapor, um dia ou outro o preço cai, pode esperar.
Abraços
Galileo.Espero que Carlos dê o parecer dele, mas eu também quero fala rum pouco:um F-22 não faz o mesmo que um F-117,pois o F-22 é um caça/interceptador e o F-117 era um avião de ataque ao solo.
O Mig-29 já sofreu alguns upgrades ,inclusive na russia.A Alemanha chegou a fazer modificaçõs no Mig-29 para ocidentalizá-los.Colocaram equipamentos mais modernos,como ocorreu na eletrônica: poe exemplo,as antenas ODD ,típicas russas,foram banidas, um novo sistema de IFF foi instalado.
A Romênia modernizaria seus Mig-29 par ao padrão ''Mig-29 Sniper'', mas, sempre quando se fala nesse bom caça que é o Mig-29, vem sempre em mente o medo da falta de apoio dos russos e o custo de manutenção/operacional dessa aeronave.Vários paises o aposentaram por isso..Mas voando, modenizado, é uma aeronave fora do comum.O Mig-25 será baseado na célula do Fulcrum
Grande abraço
Corrigindo: Mig-35 e não Mig-25 ehehe
Olá Galileu e todos que estão participando das discussões nesse post. O F-22 foi projetado para substituir o F-15 em missões de interceptaçao e superioridade aérea. Porém com a elevação astronômica dos custos desse programa, a Lockheed incorporou capacidade de ataque no F-22 que acabou tornando um sucessor para o F-117 na missão de ataque. O F-117 era lento, pouquissimo manobravel e sua carga de combate era pequena. O F-22 executa a missão dele com facilidade e ainda tem capacidade de destruir qualquer adversário em combate aéreo.
Muito em breve, vocês podem agradar, eu publicarei um artigo totalmente novo sobre o F-22 Raptor que será o mais completo texto já publicado em língua portuguesa desse caça.
Abraços
grande carlos tomara que faça mesmo o artigo sobre o F-22 por que as noticias como vc disse sao muitos escassas e isto e frustante para jovens intusiastas militares como eu.
agora todos estao falando em jatos modernos e estao esquecendo do principal o piloto!!!
por isso tenho uma pergunta a quem se sentir melhor em reponder:
os nossos pilotos estao entre os melhores do mundo??
e os pilotos venezuelanos sao bons ou nem com um SU-30 nas maos eles dariam conta do recado???
abraço a todos e lancer vc participa do forum defesa brasil??
Olá Agostinho. O texto do F-22 está pronto... mas estou esperando a publicação dele em uma revista para qual escrevo. Assim que a revista estiver nas bancas, eu publucarei o texto no meu blog.
Abraços
rande Agostinho!
Não participo do fórum Defesa Brasil, mas participo do ''webkits'' que é mais voltado a quem é plastimodelista
Abraços
muito bom legal gostei seu blog é ótimo amigo Carlos continue assim velho!!!
E Raphael concordo com vc Kra esse F-22 cai sim para um Rafale ou um Su-35 bem preparado basta lembrarmos que esses aviões tem radar AESA também e infravermelho... mas em fim...
só uma perguntinha quem ta melhor os F-5M ou os Mig-21 Bison?
Bom, essa pergunta já foi feita pelo amigo Nelson e respondida pelo Carlos: o radar do Bison tem um alcance superior em cerca de 20 km ou pouco menos e tem misseis melhores como o R-77 e R-73, além de usar visor de capacete, acessório que a FAB diz ter comprado mas que ninguém ainda viu nos F-5EM operacionais.Fora isso o Mig-21 tem uma velocidade final maior, motor mais potente e seu fator de carga também é maior.favorável ao F-5 temos a interface homem-máquina, que é melhor que a do Bison,e o potencial de avolução da aviônica, mas nesse caso é só uma suposição minha.
Grabde abraço
grande abraço
opa erro meu o carlos já tinha mesmo repondido, mas obrigado pela resposta...
É,mas tem outra coisa no F-5 que o Mig-21 não possui: capacidade de reabastecer em voo.
Ah, ainda em tempo, vejam que manchete curiosa: depois d emuito tempo, o guerreiro pode voltar a voar pelo Iraque
http://www.revistaasas.com.br/index.php?ASA=show_news&id=1078&LE=atual
Abraços
Quero parabenizar o blog em primeiro lugar pelo compromisso com seus leitores em publicar informações verdadeiras e não tendenciosas como ocorre em varios blogs e sites militares, e também por mais um exelente artigo. Gostaria de saber se cinquentão MIG 21 em conjunto com aerenaves AWCS poderia rivalizar com caças de 4ª geração?
É o tipo da coisa, camarada Falcon, com o uso de awacs o radar do Mig-21 não se responsabiliza sozinho pela tarefa, bem como ocorre com o oponente: começa uma troca d einformações via datalink ,um jogo de gato e rato.As armas vão ser as mesmas: o que se usa hoje em dia :é R-77, Amraam, Meteor(esse parece que aind an~çao entrou em serviço,mas entrará logo).A diferença é que uma batalha entre caças, mesmo com um awacs dando apoio,não se resumirá apenas aos dois lados alinhados lançando misseis d e longe: vai chegar uma hora que pode dar combate 1 x 1,daí um caça mais recente teria equipamentos mais avançados para esse embate.Na Cruzex ,por exemplo, o R-99 deu apoio ao F-5, mas chegou num momento que o F-5 estava por si s[ó ''jammeando'' o radar do Mirage e ao mesmo tempo sofrendo ataques das contramedidas adversárias.O Grifo do F-5 nem 'sentiu''as perturbações..
Por outro lado, eu não duvido que um caça como o Mig-21 Bison ,apoiado por um awacs,possa vencer um gripen, por exemplo.Existem coisas interessantes na aviação: até ontem eu não sabia que um F_%E é melhor em manobras verticais e em baixa velocidade que um F-16C!Tá na Asas desse mês.Os americanos vivem dizendo que o F 22 é o supra sumo do perfeito.Mas vc acha que numa guerra contra u m adversário capacitado(um país que tenha caças de quarta geração ou de terceira modernizados) eles iam voar e derrubar todo mundo saindo impune?? Eu acho que não
Abraços
Abraços
Algo que acho interessante é que parecem ter ocorrido pouquíssimas mudanças em termos de aerodinâmica e tamanho entre o fished e o bison. Suponho que o velho MIG deve ser bem ágil não?
Olá Azul. A modernização aqui ficou por conta de seus avionicos e sistemas de armas tornando o Bison o mais letal MIG-21 entre todas as verões. No campo de manobrabilidade ele não mudou.
Abraços
Azul,
o Mig-21 é uma aeronave ágil e manobrável, sempre foi...Ele perde em relação aos modelos de quarta geração e contra alguns da terceira geração em certos pontos..Mas a agilidade dele é observada em grandes altitudes.O Mig-21 Bis, que deu origem ao bison,foi desenvolvido justamente para corrigir a falta de manobrabilidade em baixas altitudes, e conseguiu em termos.As superficies móveis como hipersustentadores foram modificadas em relação ás versões anteriores.O motor passou a ser o R-25, usado também pelo su-15 flagon,que permite que o bison tenha potencia e aceleração suficiente pra ''brigar'' em altitudes menos elevadas.
TRABALHEI 3 ANOS EM ANGOLA E LÁ AINDA SE USAM OS MIG 21, PODE ATÉ SER UM CAÇA ANTIGO VELHO DEMAIS MAIS O QUE OS PILOTOS RUSSOS QUE LÁ SE ENCONTRAVAM PARA INSTRUIR OS ANGOLANOS FAZIAM COM ESSES CAÇAS NO CÉU DA CATUMBELA UMA PROVINCIA DE ANGOLA ERA REALMENTE INCRIVEL,TENHO CERTEZA ABSOLUTA QUE SE O BRASIL TIVESSE COMPRADO ESSES CAÇAS AO INVÉS DE F5 OU MIRAGEM CERTAMENTE O BRASIL ESTARIA MAIS PREPARADO PARA ALGUMA EVENTUALIDADE.
Amaral, você pode falar mais sobre esses voos na Catumbela???
Abraços
Comandante Di Santis, salvas!!
Parabéns ao Everton Luiz Vasconcelos Pedrosa, pela matéria do Mig-21 Fishbed.
Continências.
basta darem um mirage a um piloto israelita e ele abate qualquer mig que ele quiser..
O problema é alguém achar um Mirage III para voar em 2010 kkkkk.Enquanto isso cerca de 1500 Mig-21 continuam e continuarão voando.
ola,tenho 35 anos e sou fan deste aviao desde que ganhei do meu pai um exemplar da revista "guerra nos ceus"(alguem chegou a conhecer?),acho incrivel como os americanos sao absolutamente ufanistas,assistir programas do discovery channel sobre avioes russos faz quem eh leigo pensar que os russos sao burros e so fazem porcarias,depois que passei a procurar registros de combates desse aviao em sites independentes eu pude adimirar mais ainda a simplicidade e forca desse que eu considero o mais belo e exotico aviao que ja foi feito,a idade ja se faz sentir nesse aviao que esta um pouco cansado e realmente tem poucas chances nos dias de hoje,no entanto continua sendo lindo,acho muito complicado um aviao que tem 75 KM de alcance radar lidar com coisas como um SU 30 e seus 300 KM,eh muito dificil o SU 30 perder,sobre o alcance do radar grifo X do f5m eu acho que estao subestimando muito ele e a FAB esta quetinha porque interessa pra ela,ela dispensou o EL/M 2032 que tem 150 KM de alcance nao acredito que foi a toa,falam que foi o preco,mas eu duvido que um radar israelence custe mais que um italiano,duvido que o grifo X tenha alcance menor que 80 KM contra um alvo de 3m2 (um caca tipico),abracos pra todos.
Olá Alex. A limitação do alcance do Radar Grifo se dá pelo pequeno tamanho da antena montada no limitado espaço disponível no bico do F-5. O mesmo radar teria um alcance maior se houvesse um espaço maior.
Abraços
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