
DESCRIÇÃO
Notícias recentes publicadas na imprensa especializada tem dado conta do aumento do interesse de muitas forças aéreas por pequenos aviões turbo-helices armados. O atual conceito de guerra assimétrica promovida por ataques pontuais com táticas de guerrilha e terrorismo tem mostrado a necessidade de uma aeronave de combate leve para apoio aéreo aproximado dando cobertura para as tropas em terra. A força aérea dos Estados Unidos e a marinha norte americana iniciaram um estudo objetivando avaliar a aplicação de uma aeronave desse tipo em suas operações de combate no Iraque e Afeganistão. Esses estudos estão sendo executados separadamente por cada força, porém a marinha dos Estados Unidos já tem posse de um Embraer AT-29 Super Tucano desde 2008 para avaliação deste conceito. O programa da marinha é conhecido como “Imminent Fury”. Além da marinha, o avião brasileiro AT-29 Super Tucano, foi fornecido para uma empresa privada de segurança, a Xe (antiga Blackwater), com diversos contratos com o departamento de defesa dos Estados Unidos que iniciou uma avaliação que certamente tem relação com os interesses da força aérea norte americana (USAF). Porém outras empresas se mostraram interessadas em conseguir um contrato com as forças armadas dos Estados Unidos. A Raytheon ofereceu uma versão armada de seu avião de treinamento T-6 Texan, conhecido como AT-6B enquanto uma pequena empresa norte americana, a US Aircraft, ofereceu um avião leve chamado A-67 Dragon. Analisando o desempenho destes aviões é fácil se chegar a conclusão de que o Super Tucano é um avião superior em termos de desempenho (todos os aspectos) e ainda é extremamente avançado. Porém um novo concorrente começa a ameaçar entrar nesse possível contrato. A Boeing company, gigante do mercado aeroespacial, está oferecendo a possibilidade de reabrir a linha de produção do eficiente avião de contra-insurgencia OV-10 Bronco, originalmente projetado pela North American Rockwell que foi adquirida em 1996 pela Boeing Company.

Acima: Este desenho gerado em computador mostra como será o OV-10X. Observem que a hélice tem 5 pás, e não 3 como é comum nas versões anteriores do Bronco.
O OV-10 Bronco é um projeto antigo, que teve inicio dos anos 60 com um estudo encomendado pelo departamento de defesa dos Estados Unidos para uma aeronave leve de ataque que pudesse ser usada contra guerrilheiros. Os fuzileiros navais dos Estados Unidos (USMC) foram os primeiros clientes deste bem sucedido projeto.
A possível reabertura da linha de montagem traria o modelo para o século 21 com novas e avançadas tecnologias. Essa versão é chamada pela Boeing de OV-10X, e certamente seria uma aeronave mais poderosa para a missão antiguerrilha que o Super Tucano do Brasil, porém, não podemos deixar de considerar, que por se tratar de uma aeronave bimotora e com maiores dimensões, certamente seria mais cara também.

O OV-10 Bronco é um projeto antigo, que teve inicio dos anos 60 com um estudo encomendado pelo departamento de defesa dos Estados Unidos para uma aeronave leve de ataque que pudesse ser usada contra guerrilheiros. Os fuzileiros navais dos Estados Unidos (USMC) foram os primeiros clientes deste bem sucedido projeto.
A possível reabertura da linha de montagem traria o modelo para o século 21 com novas e avançadas tecnologias. Essa versão é chamada pela Boeing de OV-10X, e certamente seria uma aeronave mais poderosa para a missão antiguerrilha que o Super Tucano do Brasil, porém, não podemos deixar de considerar, que por se tratar de uma aeronave bimotora e com maiores dimensões, certamente seria mais cara também.

Acima: O modelo OV-10D foi a versão melhor equipada do OV-10 Bronco. Seu desenho é base para a versão OV-10X que a Boeing está oferecendo para o departamento de defesa norte americano.
O modelo X do Bronco tem um desenho similar a versão OV-10D, a mais capaz a entrar em serviço e que operou junto ao corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos (USMC). Com um bico mais fino, tanto modelo D quanto o modelo X são equipados, em sua parte inferior, com uma torreta com um sensor FLIR (Visor Infravermelho) Texas Instruments AN/ AAS-37, muito útil para proporcionar busca de alvos camuflados ou navegação noturna e um designador de alvos a laser. Segundo uma brochura fornecida pela Boeing, o Bronco X teria um radar, porém não há, ainda, informação de qual tipo e modelo de radar seria instalado.
O Bronco faz uso do sistema de contramedidas infravermelha, contra mísseis guiados a color ALQ-144, muito comum em helicopteros. O sistema permite uma interferencia constante sobre o sistema de designação infravermelha de misseis, diferentemente do sistema de isca Flare, que despista por poucos instantes o sensor do missil.

O modelo X do Bronco tem um desenho similar a versão OV-10D, a mais capaz a entrar em serviço e que operou junto ao corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos (USMC). Com um bico mais fino, tanto modelo D quanto o modelo X são equipados, em sua parte inferior, com uma torreta com um sensor FLIR (Visor Infravermelho) Texas Instruments AN/ AAS-37, muito útil para proporcionar busca de alvos camuflados ou navegação noturna e um designador de alvos a laser. Segundo uma brochura fornecida pela Boeing, o Bronco X teria um radar, porém não há, ainda, informação de qual tipo e modelo de radar seria instalado.
O Bronco faz uso do sistema de contramedidas infravermelha, contra mísseis guiados a color ALQ-144, muito comum em helicopteros. O sistema permite uma interferencia constante sobre o sistema de designação infravermelha de misseis, diferentemente do sistema de isca Flare, que despista por poucos instantes o sensor do missil.

Acima: O interferidor infravermelho ALQ-144 fornece uma bem vinda proteção contra mísseis guiados por calor. Considerando o perfil de vôo do Bronco, facilmente pode-se constatar que ele seria um alvo fácil para esse tipo de arma.
A motorização ainda não foi escolhida, porém a julgar pela estimativa de desempenho muito similar ao do modelo OV-10D, deve-se manter os confiáveis turbo-propulsores Garret T-76 G-420 /421 com 1040 hp cada. A velocidade máxima do Bronco D/X será de 463 km/h e sua autonomia será 2224 km. Uma das grandes vantagens do Bronco é a sua capacidade de operar, tranqüilamente, em pistas extremamente curtas não preparadas ou pistas de terra. Essa qualidade o torna um excelente avião de apoio baseado em pontos avançados do campo de batalha. Para se ter uma idéia, um Bronco consegue decolar da pista de um porta-aviões sem ter que usar a catapulta.

A motorização ainda não foi escolhida, porém a julgar pela estimativa de desempenho muito similar ao do modelo OV-10D, deve-se manter os confiáveis turbo-propulsores Garret T-76 G-420 /421 com 1040 hp cada. A velocidade máxima do Bronco D/X será de 463 km/h e sua autonomia será 2224 km. Uma das grandes vantagens do Bronco é a sua capacidade de operar, tranqüilamente, em pistas extremamente curtas não preparadas ou pistas de terra. Essa qualidade o torna um excelente avião de apoio baseado em pontos avançados do campo de batalha. Para se ter uma idéia, um Bronco consegue decolar da pista de um porta-aviões sem ter que usar a catapulta.

Acima: O desenho inconfundível do Bronco é seu cartão de visita. Esse desenho proporciona uma boa capacidade de "pendurar" cargas externas e ainda manter boa manobrabilidade em baixas velocidades.
Na categoria em que o Bronco se enquadra não existe praticamente, concorrente. O avião argentino FMA IA-58 Pucará, também um bimotor, não está em produção, e certamente, não voltará. Aeronaves leves de combate como o AT-29 Super Tucano da Embraer, não podem ser considerados da mesma categoria, pois o Bronco transporta uma carga de combate maior. E é nesse exato ponto, a capacidade de carga, que o Bronco se distancia das outras aeronaves de combate leves. Com uma capacidade de tranporte de 1630 kg de cargas externas, a variedade de armas abrange cabides externos, nas asas, para 4 mísseis anti-tanque AGM-114 Hellfire guiados por laser ou ondas milimétricas, dependendo da versão. Este potente missil possui uma ogiva de carga moldada com 8 kg de explosivos capaz de destruir qualquer carro de combate conhecido a uma distancia de até 8 km. Além de blindados, este missil pode ser usado contra abrigos e edificações. Fazem parte do arsenal do Bronco as famosas bombas guadas a laser da familia Paveway GBU-12, de 227 kg, casulos de foguetes não guiados de 70 mm, bombas MK-82 e MK-81, bombas incendiarias com napalm além de um conjunto de quatro metralhadoras M-60 na versão Bronco D ou 4 metralhadoras pesadas M-3 em calibre 50 (12,7 mm) na ultima versão o Bronco X.
Na categoria em que o Bronco se enquadra não existe praticamente, concorrente. O avião argentino FMA IA-58 Pucará, também um bimotor, não está em produção, e certamente, não voltará. Aeronaves leves de combate como o AT-29 Super Tucano da Embraer, não podem ser considerados da mesma categoria, pois o Bronco transporta uma carga de combate maior. E é nesse exato ponto, a capacidade de carga, que o Bronco se distancia das outras aeronaves de combate leves. Com uma capacidade de tranporte de 1630 kg de cargas externas, a variedade de armas abrange cabides externos, nas asas, para 4 mísseis anti-tanque AGM-114 Hellfire guiados por laser ou ondas milimétricas, dependendo da versão. Este potente missil possui uma ogiva de carga moldada com 8 kg de explosivos capaz de destruir qualquer carro de combate conhecido a uma distancia de até 8 km. Além de blindados, este missil pode ser usado contra abrigos e edificações. Fazem parte do arsenal do Bronco as famosas bombas guadas a laser da familia Paveway GBU-12, de 227 kg, casulos de foguetes não guiados de 70 mm, bombas MK-82 e MK-81, bombas incendiarias com napalm além de um conjunto de quatro metralhadoras M-60 na versão Bronco D ou 4 metralhadoras pesadas M-3 em calibre 50 (12,7 mm) na ultima versão o Bronco X.
Acima: O cockpit do Bronco tem uma visibilidade espetacular, ideal para a missão que ele cumpre. Porém o painel mostrado nessa foto será substituído por um bem mais moderno, similar ao usado nos caças F-5M da força aérea brasileira.
Um interessante armamento que o Bronco usa desde a sua versão D e continuará a usar na versão X, é a torreta com um canhão giratório de 3 canos em calibre 20 mm modelo M-197, do mesmo modelo usado pelo helicoptero de ataque Bell AH-1W Super Cobra do corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos. A torreta dá mobilidade para o canhão apontar para onde o artilheiro olhar, sendo de extrema valia em combate contra guerrilheiros. Uma opção que foi colocada pela Boeing na versão X é a instalção de um canhão M-230 Chain Gun de 30 mm, do mesmo modelo usado no helicoptero Apache, que permite uma maior capacidade contra carros de combate blindados. O Bronco pode, ainda, ser armado com dois mísseis ar ar ad e curto alcance AIM-9 Sidewuinder, guiado a calor e com alcance de 15 km, dependendo da versão. Mesmo sendo possivel o transporte desta arma, seu uso é bastante raro.


Acima: A capacidade de armamento do Bronco o torna um elemento muito temido pelos inimigos dele. Nessa foto podemos ver uma configuração com mísseis Hellfire, que podem ser transportados em numero de 12. Notem o canhão M-197 de 20 mm no meio da fuselagem.
Caso a Boeing seja solicitada a dar andamento ao desenvolvimento do Bronco X, o Super Tucano da Embraer terá um pareo duro para conseguir emplacar uma encomenda da marinha e da força aérea dos Estados Unidos. Embora seja até inadequado comparar ambos os modelos, a verdade é que para função antiguerrilha, o Bronco X representará uma aeronave mais letal que o Super Tucano nessa missão especifica.


Acima: Este desenho mostra o OV-10D Bronco nas cores do corpo de fuzieliros navais dos Estados Unidos (USMC).
FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
Velocidade de cruzeiro: 450 km/h
Velocidade máxima: 493 km/h
Razão de subida: 810 m/min
Fator de carga: +8 Gs
Raio de ação/ alcance: 1112 km/ 2224 km (travessia com maximo combustível)
Propulsão: 2 motores Garrett T-76 G-420/ 421 com 1040 Hp de potencia cada
DIMENSÕES
Comprimento: 13,41 m
Envergadura: 12,19 m
Altura: 4,62 m
Peso: 3127 kg (vazio)
ARMAMENTO
Até 1630 kg de cargas externas.
Ar Ar: Míssil AIM-9 Sidewinder
FICHA TÉCNICA DE DESEMPENHO
Velocidade de cruzeiro: 450 km/h
Velocidade máxima: 493 km/h
Razão de subida: 810 m/min
Fator de carga: +8 Gs
Raio de ação/ alcance: 1112 km/ 2224 km (travessia com maximo combustível)
Propulsão: 2 motores Garrett T-76 G-420/ 421 com 1040 Hp de potencia cada
DIMENSÕES
Comprimento: 13,41 m
Envergadura: 12,19 m
Altura: 4,62 m
Peso: 3127 kg (vazio)
ARMAMENTO
Até 1630 kg de cargas externas.
Ar Ar: Míssil AIM-9 Sidewinder
Ar Terra: Mísseis AHM-114 Hellfire, bombas MK-81 de 119 kg, Mk-82 de 227 kg, bombas guiadas a laser GBU-12 de 227 kg, casulos com 19 foguetes de 70 mm, casulo com canhão de 30 mm, e um canhão M-197 de 20mm ou um M-230 de 30 mm.
Interno: 4 metralhadoras pesadas M-3 calibre.50 (12,7 mm).
ABAIXO PODEMOS VER UM VIDEO COM UMA DEMOSNTRAÇÃO DA AGILIDADE DO OV-10 BRONCO.
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30 comentários:
Excelente artigo! Explica também os boatos que a US Navy teria comprado secretamente alguns super-tucanos! Mas lembro também que a Cessna ofereceu uma versão do C-337 Skymaster versão militar O-2(usada no vietnã)claro uma versão melhorada e melhor armada já que era usada essencialmente em observação e não em missão anti-guerrilha.
Abraços
A carga de armas do super tucano é de 1500 kg, alem disto ele tem cockpit com maior visibilidade, é mais veloz e menor ou seja um alvo mais dificil,por ter 1 motor é mais barato de manter, acredito que o tucano tem tudo para ganhar esta concorrencia se não houver o chuncho politico na jogada.
Tá mais q na cara q o super tucsno vai perder esta concorrência (apesar de ser um excelente avião). O Bronco é uma aeronave perfeita para atuar no Iraque e Afeganistão, sem contar que o lobby da Boeing...
Enfim, projetos que já se mostraram excelentes, devem, sim, voltar.
Bom Ano Novo!!!!
mas é claro eu estranharia os EUA compra tucnao se eles mais do que ninguem sabem fazer aeronaves de todos os tipos.....
O Super Tucano é mais veloz e muito mais acrobático, por isso o considero melhor que o Bronco em missões como a que ele faz no Brasil... destruir traficantes em seus pequenos aviões. Porém, para batalhar ar terra, embora o Super Tucano seja um excelente avião também, o Bronco leva mais armas e melhores também. Com relação ao Super Tucano ser um alvo mais difícil, na verdade na altitude que ambos seria usados em missões contra-insurgência, isso não faria a menor diferença, e o Bronco, certamente, por ter dois motores é mais resistente.
Abraços
Se o governo norte americano realmente autorizar a continuação do desenvolvimento do novo Bronco (algo que eu penso como 90% de chances de ocorrer), será uma clara demonstração de que a possibilidade do A-29 vir à ser operado pela US Navy ou USAF será igual à zero..........
Não entendo pq até hoje a FAB não tratou de homologar algum modelo de míssil anti-tanque no A-29.....
abraços.
A FAB vacila em não ter um programa de armamentos que se enquadre nas reais necessidades de uma força armada forte. Veja só o programa do míssil Piranha. Trata-se de uma arma obsoleta. Alguns falam em alto e bom som de que por causa desse míssil, temos tecnologia em desenvolvimento nesse segmento de armamento. Eu respondo; E dai? Qual será o próximo passo? O míssil A-darter que o Brasil financia, na África do Sul, está praticamente pronto, nossa participação foi apenas financeira em troca de tecnologia para nossa indústria.
Não temos nenhuma arma apropriada para uso contra blindados e contra edificações reforçadas ou bunkers, como costumam ser chamados. Existe um míssil chamado Brimstone europeu, muitíssimo interessante de ser usado no Super Tucano, AMX e mesmo, no F-5M. Trata-se de uma arma baseada no Hellfire, externamente, mas com tecnologia nova e com maior alcance (12 km). esse míssil, por ser europeu, podia ser adquirido para nossas forças armadas.
A propria condução do programa FX, que parte da responsabilidade é da FAB e a outra parte do governo federal, tem se mostrado um fiasco.
Dos concorrentes, o melhor é o Rafale, mas parece que a FAB gosta dos modelos mais fracos por serem mais baratos de operar...
O governo deveria amparar a FAB verbas para operar qualquer um dos concorrentes, para que a FAB tivesse o conforto de poder escolher o melhor caça, e não o mais barato, contando com a possível falta de verbas no futuro.
Há uma grande falta de compromisso com o Brasil, quando se trata de lidar com as necessidades de nossas forças armadas.
Mais uma vez, parabéns pela excelente matéria.
O texto sobre o OV-10X me fez surgir uma dúvida: apesar da ótima capacidade de carregar armas que o Bronco tem, existe a necessidade dos EUA utilizarem esse tipo de aeronave, mesmo com o Reaper em plena atividade? Pois me parece que ambos executariam o mesmo tipo de missão.
os norte americanos levam a serio se tratando de armamentos e não e como por aqui q falta compromisso com nossas forças armadas '' e verdade q atualmente o governo vem abrindo os olhos mas ainda não e o suficiente ''' se a boing voltar cm o bronco ja era mesmo para nosso super tucano pois ele e superior e olha oq aconteceu (JPATS)o t6 era inferior ao nosso treinador e emplacou assim mesmo ''' e se tratando de um avião superior ai q agent roda mesmo '' o fx 2 sai ou ou vai surgir o fx 3uma revista especializada q sempre ficou encima do muro dessa vez deu muita enfase ao gripen oq vc axa carlos ?? abraços feliz ano novo e parabens pelo blog !!!
Carlos,
O Brimstone realmente é um exemplo de excelente arma ar superfície multi-emprego. Com o alcance dele, a aeronave lançadora pode ficar acima dos 4000 mt de altitude, o que o torna imude à AAA e aos Manpads tradicionais, tipo Igla, RBS-70, Stinger, etc.......
carlos,
Ja que vc falou em FX-2.........
Eu sinceramente prefiro o Gripen NG como nosso futuro caça multi-função.
Isso pq a FAB nunca foi uma primazia no quesito verbas destinadas.....
Dos três concorrentes, o Rafale é o mais capaz, e o com mais possibilidades de crescimento futuro, mas, por outro lado, é o mais caro dos três........ e como disse, verba para a FAB (para a MB e EB tb) sempre foi baseada em conta gotas...........
abraços.
Olá Dudé. Na verdade a função do reaper é diferente. Ele voa com poucas armas e sempre atras de alvos mais ou menos certo, tanto que ele já decola com mísseis hellfire ou bombas GBU-12. O OV-10X já tem um uso mais flexível e pode transportar muito mais armas. Fora isso, o Reaper é controlado remotamente e isso faz com que a conciencia situacional do piloto do reaper seja muito menor que a de um piloto do Bronco, que está em cima da area de combate.
P-38??? P-58??? ah já sei!!! P-61!!!
mudando muito de assunto,sobre os helicópteros de ataque da FAB, serão somente os Hind ou ainda saíra do papel o programa com a Africa do Sul para o Rooivalk (junto com os A-Darter e R-Darter)?
Abraço
Bem até onde eu sei...
Os militares dos EUA testaram o ALX em situações em que os Apaches e Cobras não seriam muito eficientes.
Então por isto estão interessados em uma aeronave com as caracteristicas do ALX.
Sem contar que o ALX teve seu projeto baseado nas especificaçoes e sugestões dos milicos americanas (JPATS)quando o "Tucanino" perdeu.
Então voltando ao assunto:
As especificações batem com o ALX e T6...acho que o Bronco nao tem as caracteristicas que os NA querem. Mas pode ganhar..afinal a preferencia é a industria americana..heheheheh
Outra:
Vi uma foto do ALX com gancho de parada...tipico de pouso em NAE..alguem viu ou sabe de algo?
Olá Rodrigo.
O helicóptero de ataque sul africano nunca esteve na mira do comando da FAB ou do Exercito. Quando se cogitou comprar um helicóptero de ataque, além do Hind, estiveram sendo avaliados o excelente Eurocopter Tiger o o A-129 International.
Abraços
Carlos,
Sobre o Royvalk (SA-330 Puma marombado), concordo que ele sequer foi citado entre os candidatos para equipas FAB E EB...
Ficou apenas nas 12 unidades fabricadas para a África do Sul. A linha de produção dele foi encerrada faz anos, inviabilizando completamente a aquisição de poucas unidades para nossas FAs.........
abraços.
Carlos, Você poderia me dizer se O silent Eagle é uma Modernização a Altura Do F-15, e se hoje ele seria uma opção competitiva,dentre os caças de 4° geração?
Perdoa a minha fuga do assunto,mas a curiosidade é Grande,mas pra não fugir tanto assim tenho uma pergunta sobre o tema,caças como esse são ideais para apoio de tropas,será que não seria o caso do exército ter um esquadrão de super tucanos com um grupo de aviação proprio.
Feliz ano novo Carlos. Felicidades. Fora o menor custo de manutenção, qual seria a vantagem tática deste avião na guerra contra-insurgência? A meu ver um Apache Longbow seria mas flexível e com o mesmo poder de fogo, além de uma proteção blindada excelente. Abraços.
Olá pessoal.
Sobre o F-15SE, a resposta é que, ele é um avanço sobre o F-15 "normal, em termos de diminuição do RCS, porém, penso que as diferenças do modelo encarecriam a cadeia logistica uma vez que muitas peças desse novo modelo, simplesmente são diferentes dos modelos anteriores, e ainda é um caça de 3º geração e não de quarta como a Boeing gosta de mencionar. Na verdade, caças de 4º geração de verdade, só o Rafale, Gripen e Typhoon. O resto, como o F-16, F-18E Super Hornet, são, na verdade adaptações de caças de 3º geração.
Sobre o Bronco, eu digo que não se pode comparar ele contra um Apache. O helicóptero, sempre será mais vulnerável as defesas antiaéreas portáteis. O Bronco , por ser mais rápido, é ainda, um alvo mais difícil.
Abraços
Olá Carlos
Vc nao acha q se o F18 ganhar o FX nao podia rolar um offset comercial e o Super Tucano bater o Bronco? Eu acho isso bem possível.
Olá Anderson.
O brinco não foi, oficialmente oferecido. Eu vi a noticia esta semana sobre os concorrentes e o Bronco não estava nela.. O concorrente sério do Super Tucano é o AT-6B que é norte americano, e embora inferior ao Super Tucano pode levar, simplesmente por ser yankee.
Abraços
Quanto ao MI-35 Hind Brasileiro, segundo entervista do Brigadeiro Saito na ASAS do bimestre passado, se pode concluir que em sua escolha pesou o fato de que além de ser um heli de ataque, possui compartimento de carga e para levar soldados.
Porque o brigadeiro disse que sua aquisição está dentro dos planos de substituição do UH1H os "sapões". Bem, foram 50 os sapões operacionais da FAB, sendo que são 12 mi35 + 16 BlackHawk já encomendados + os 18 helis adquiridos da França,que totalizam 46, número que substitui toda a frota de sapões.
E sobre o Bronco, concordo com quem diz que com ele ba jogada o Super Tucano não tem chances na tal concorrência... mesmo assim, o ST pode roubar mercados dele,por ser mais barato de operar. Já roubou o da Colômbia.
Como sempre seu Blog esta ótimo, esta matéria como não poderia deixar de ser está perfeita. Ainda sonho com um país que seus líderes valorizem as Forças Armadas e invistam em Tecnologia e Armamentos para termos a Soberania no Cone Sul.Brasil acima de tudo. Abraços
Olá Comandante. Muito obrigado pelo elogio! Fazia tempo que você não aparecia por aqui em! hehehe
Abraços
Olá carlos tenho uma pergunta, na verdade uma curiosidade;
-Vamos supor que um piloto esteja voando a uma altitude de 16 mil metros, na estratosfera, e por motivo extremo tenha que ejetar, como sabemos a essa altitude não é possivel sobreviver devido falta de oxigênio, temperatura baixissima....então como o piloto sobrevive a ejeção??
abraço
Olá Galileu. Eu não sei lhe informar ao certo, pois não sou piloto, porém me arrisco a dizer que ele teria que levar sua aeronave a uma altitude que mais baixa, se possível, para ejetar. Caso contrario, ele morreria.
hum valew carlos, tambem iamginei isso pq a roupa dele não é pressurizada, mas como não tinha certeza decidi perguntar
abraço
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