DESCRIÇÃO
Os russos, mesmo com um orçamento militar consideravelmente menor que o disponibilizado pelos Estados Unidos, consegue realizar algumas façanhas muito interessantes no campo da tecnologia bélica. O avião que apresentarei agora é um dos frutos desta criatividade da indústria russa.
A Yakovlev desenvolveu dois modelos de aeronaves de decolagem e pouso vertical durante a década de 60. O protótipo Yak-36 e o caça Yak 38 Forger, que efetivamente entrou em serviço em 1976. O Forger, especificamente, era uma aeronave com restrições de desempenho e de carga de combate de forma que ele não supria as necessidades da marinha russa quanto a ter uma aeronave de defesa da frota que fosse efetivo. Seus dados de desempenho o colocaram abaixo do caça Harrier, já descrito neste blog. Por isso, os soviéticos, mesmo com a entrada recente em serviço do Forger, decidiram que precisariam de uma aeronave VSTOL de desempenho e capacidade similares as encontradas nos caças de linha de frente e solicitaram a Yakovlev, em 1975, que levasse em frente os estudos de desenvolvimento dessa futura aeronave.
A Yakovlev desenvolveu dois modelos de aeronaves de decolagem e pouso vertical durante a década de 60. O protótipo Yak-36 e o caça Yak 38 Forger, que efetivamente entrou em serviço em 1976. O Forger, especificamente, era uma aeronave com restrições de desempenho e de carga de combate de forma que ele não supria as necessidades da marinha russa quanto a ter uma aeronave de defesa da frota que fosse efetivo. Seus dados de desempenho o colocaram abaixo do caça Harrier, já descrito neste blog. Por isso, os soviéticos, mesmo com a entrada recente em serviço do Forger, decidiram que precisariam de uma aeronave VSTOL de desempenho e capacidade similares as encontradas nos caças de linha de frente e solicitaram a Yakovlev, em 1975, que levasse em frente os estudos de desenvolvimento dessa futura aeronave.
Acima: O caça Yak-38 Forger foi uma aeronave com desempenho pobre e de pouco valor militar. Porém seu sistema de propulsão influenciou o desenvolvimento do seu substituto, o Yak-41 Freestyle.
Em 1987 ficou pronto o primeiro Yak-41 e o seu primeiro vôo ocorreu 3 anos depois em 1990. A solução empregada pela Yakovlev para a capacidade VSTOL foi o emprego de 2 pequenos motores verticais de sustentação Rybinsk RD-41, montados logo atrás do centro de gravidade do avião, próximo à cabine do piloto, e um motor Koptychenko (MNPK Soyuz) R-79 V-300 com 15200 kgf de empuxo com pós combustor cujo bocal de escape se dobra para baixo no momento da decolagem. Os motores de sustentação frontal produzem, cada, 4170 kgf de empuxo. Essa combinação permitiu ao Yak-41 bater vários recordes mundiais dentro de sua categoria de aeronave.
Acima: Em primeiro plano o novo Yak-41 mostra-se maior que seu antecessor, o Yak-38. O tamanho não foi a unica coisa que aumentou. Todos os aspectos de combate e desempenho do Freestyle aumentar muito frente ao Forger.
A velocidade máxima que o Yak-41 podia atingir era de mach 1,6 (1800 km/h), desempenho extremamente satisfatório para esse tipo de avião. Seu alcance também foi muito melhorado, de forma que com decolagem vertical, para uma missão de defesa aérea (armado com 4 mísseis ar ar), o Yak-41 tinha um raio de ação de 700 km, aumentando para 1050 km se a decolagem fosse normal. No caso de uma viagem de travessia, o alcance máximo chegava a 3000 km com tanques externos. A razão de subida chegava a 15000 m/min, o que o tornava um bom interceptador. Estes números superam o desempenho do Harrier com grande margem.
Acima: Usando a decolagem convencional o Yak-41 conseguia um raio de ação 300 km maior do que se ele decolasse verticalmente.
Nesse ponto é muito importante desmentir uma inverdade afirmada pelos norte-americanos a respeito da primeira aeronave VSTOL supersônica a ser construída. O primeiro avião com essas características foi o russo Yak-41 Freestyle, diferentemente do que apontam os americanos quando dizem que seu caça de 5º geração F-35B Lightning II foi o primeiro avião VSTOL supersônico. Inclusive, vale ressaltar que a Lockheed Martin, fabricante do F-35, assinou um acordo de cooperação com a Yakovlev do qual o conteúdo deste acordo nunca foi explicado de forma clara. Porém, é fácil observar que a solução para decolagem vertical do F-35 é muito parecida com o que vemos no Yak-41.
Acima: O Yak-41 conseguia ficar 2 minutos e meio em vôo pairado. Aeronaves de combate com capacidade de decolagem e pouso verticais trazem grandes vantagens táticas para suas forças aérea. Lamentavelmente a Rússia não teve condições financeiras de levar o desenvolvimento deste modelo em frente.
O Yak-41 foi projetado para ser um caça multimissão e para isso sua suíte eletrônica contava com um radar multimodo NIIR Phazotron Zhuk, do mesmo tipo usado nos caças Mig-29M. Este radar de varredura mecânica com capacidade look down/ shot down, tem um alcance de 90 km contra um caça com RCS de 5m2 (um F-4 Phanton, por exemplo). Uma curiosidade que notei durante a pesquisa para escrever este artigo foi que os protótipos (4 no total) não tinham o sensor IRST (para detecção passiva por infravermelho), tão comuns nos aviões russos. O sistema HMD (Head Mounted Display), um item revolucionário na época da concepção deste caça e que estava sendo empregado nos caças MIG-29 Fulcrum e Su-27 Flanker, foi integrado aos sistemas de combate do Yak-41.


Acima: O radar NIIR Phazotron Zhuk, usado no Yak-41, dava uma capacidade multimissão importante ao caça. Esta versão, inicial do Zhuk, é a mesma usada nos caças MIG-29M.
A capacidade de armamento do Yak-41 era de 2600 kg, o que pode ser considerado relativamente pouco se comparado a muitos caças de linha de frente, porém as armas que poderiam ser empregadas eram de grande eficácia. Para combate ar ar, o caça podia transportar mísseis R-73 Archer, de curto alcance, cerca de 20 km e capacidade off boresight (fora do ângulo de visada do avião lançador) O R-73 pode ser lançado contra um caça inimigo posicionado a 45º do Yak-41. Versões mais recentes deste míssil conseguem ampliar este ângulo de aquisição do alvo a 80º. O míssil de médio alcance R-27 Alamo, com diversas versões podem ser usados pelo Yak-41 também. Este míssil tem como versão básica, o sistema de guiamento por radar semi-ativo (depende da iluminação do alvo pelo radar do caça lançador), porém seu alcance varia de 60 km até 170 km dependendo da versão. O míssil ar ar mais avançado que o Yak-41 estava preparado para usar é o R-77 Adder, um moderno míssil de médio alcance (80 km) e guiagem ativa, permitindo que o caça “dispare e esqueça” fazendo uma manobra evasiva após o lançamento. Para ataques a alvos em terra podem ser usados foguetes não guiados, bombas de queda livre ou de alto arrasto.
Acima: Nesta foto, o Yak-41 está armado com um míssil R-27ER (alcance extendido) Alamo, uma arma de guiagem semi ativa e alcance de 130 km.
As armas ar superfície inteligentes são representadas pelo míssil antinavio Kh-35U (AS-20 Kayak), um míssil com características similares aos mísseis ocidentais como o RGM-84 Harpoon. Sua ogiva é de 145 kg de alto explosivo incendiário, efeito este que compensa a sua carga menor. Seu perfil de ataque é de vôo é sea skimming (rasante com cerca de 5 m de altitude apenas) o que dificulta sua detecção. Sua velocidade é subsônica (cerca de 1000 km/h) e seu alcance chega a 130 km. O Uran tem um radar ativo, como a maioria dos mísseis de seu tipo, para rastrear o alvo, porém este radar possui forte resistência a interferidores jammer. Os mísseis anti-radar KH-31P e sua variante antinavio KH-31A são parte do arsenal do Yak 41 também. O KH-31P voa a velocidade de mach 4,5 (4700 km/h) e segue os sinais dos radares inimigos para destruir as antenas dos sistemas de defesa antiaérea. Seu alcance é de 110 km. Já a versão antinavio, KH-31A usa um radar ativo para encontrar seu alvo, porém seu alcance é bastante limitado, se comparado com mísseis antinavio ocidentais. Apenas 50 km e a sua velocidade é de 3600 km/h em perfil de vôo sea skimming (rente a água). A ogiva do KH-31 A é de 90 kg, também considerada leve, porém a alta velocidade importa em uma alta energia cinética que transferida para o casco do navio, causará sérios estragos. A versão KH-31P tem uma ogiva de 87 Kg, suficiente para destruir, com folga, qualquer antena de radares de controle de fogo ou defesa aérea. O Yak-41 tem como armamento orgânico um canhão Griasev Shipunov GSH-301, de 30 mm, com cadencia de tiro de 1500- 1800 tiros por minuto (25 a 30 tiros por segundo) com capacidade de 150 cartuchos.
Acima: O painel de controle do Yak-41 revela a idade do projeto. Notem que não há nenhum painel multifunção, dependendo de instrumentos analógicos.
O projeto do Yak-41 não seguiu em frente devido a os gravíssimos problemas financeiros que assolaram a Rússia após o fim da União Soviética. O Yak-41 era um promissor avião de combate, com alto desempenho e boa manobrabilidade garantida pela sua potência elevada e sua aerodinâmica. Certamente seria uma dor de cabeça para os norte americanos, pois uma aeronave como esta poderia ser usada em porta helicópteros, além de porta aviões e isso aumentaria a capacidade de combate da marinha russa, que hoje depende de apenas um navio aeródromo, o Kuznetsov, já descrito no Blog campo de Batalha Naval.
Acima: Neste desenho podemos ver o Yak-41 de todos os ângulos. Notem sua pequena envergadura.Velocidade de cruzeiro: mach 0,85 (1050 km/h)
Velocidade máxima: mach 1,6 (1800km/h)Razão de subida: 15000 m/min
Potência: 0,88Fator de carga: 7 Gs (com metade do combustível interno)
Taxa de giro: 21º/s (estimado)Razão de rolamento: 220º/s
Teto de serviço: 15500m.Raio de ação/ alcance: 700 km (missão ar ar)/ 3000 km (com tanques externos)
Alcance do radar: NIIR Phazotron Zhuk 90 Km( alvos de 5m2 de RCS)Empuxo: Um motor Koptychenko (MNPK Soyuz) R-79 V-300 com 15200 kgf de empuxo e 2 motores verticais Rybinsk RD-41 com 4170 kgf de empuxo.
DIMENSÕESComprimento: 18,36 m
Envergadura: 10,10 mAltura: 5 m
Peso: 11650 kg. (Vazio)ARMAMENTO
Ar Ar: Míssil R-73 Archer, míssil R-27 Alamo, Míssil R-77 Adder.Ar Terra: Bombas de queda livre e de alto arrasto, foguetes não guiados de diversos tipos e modelos, mísseis Kh-31 e Kh-35U.
Interno: Canhão Griasev Shipunov GSH-301, de 30 mm.Acima: O desenho do Yak-41 se mostra bastante convencional, com muitos cantos retos. Não houve nenhuma preocupação com o tratamento de sua reflexão a ondas de radar.
ABAIXO TEMOS UMA SEQÜÊNCIA DE 4 VIDEOS DE UM PROGRAMA ESPECIAL SOBRE O YAK-41. O PRGRAMA ESTÁ EM RUSSO
Fontes: Yakovlev (fabricante); Revista Aerospace News, nº 1; Site Military Today; Site warfire.Ru; Blog Hangar do Vinna; Site weapons and Technology.
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27 comentários:
Carlos, por que o alcance do avião diminui quando se decola verticalmente? o esforço do motor é tão grande que gasta tanto combustivel só pra decolar?
Abraços
Hélio,
Qualquer avião despende um esforço considerável na decolagem vertical, com reflexo no raio de ação. Essa foi uma das razões da Marinha Real desenvolver a técnica do skijump.
Abraços
Pepê
Caro Emílio,
Vários problemas de desenvolvimento surgiram com o Yak-141. Um deles, inclusive, reflete-se no F-35 norte-americano. O calor do motor derretia o revestimento dos convoos dos navios aeródromos. Seria necessário desenvolver um novo piso. Os EUA partiram para essa solução, considerada cara e pouco efetiva pelos russos.
Abraços
Pepê
Seria uma máquina e tanto para termos no nosso NAe em vez dos Skyhawks, com ou sem sky-jumps...
Eu particularmente gosto muito dessa aeronave. E creio que se bem atualizado, esse projeto poderia até voltar a níveis consideráveis. Pois o Yak-41 poderia oferecer uma estratégia importante no campo de batalha para nações com o poder aquisitivo militar menor, como é o caso do Brasil. Pra mim, fica um tanto óbvio que parte, senão todo projeto do F35, foi baseado neste caça. Mas os Yankes nunca vão assumir isso publicamente. Pois se são extremamente organizados de um lado, por outro lado, pecam pela arrogância e orgulho.
Olá Carlos
Leio freqüentemente seu blog, sempre está com ótimas matérias sobre a área militar, parabéns pelo seu blog.
Mas prestando atenção nesse projeto de avião VSTOL Russo, me lembrei que a Rússia está comprando 4 porta helicópteros classe Mistral da França, será que não seria interessante para a Rússia modernizar esse projeto, para usar este tipo de aeronave em seus novos porta helicópteros?
É pessoal esse e um tipo de projeto que levanta mais uma questão interessante. Será que a Rússia está mesmo tão atrasada técnológicamente em relação aos EUA?
Afinal esse é um projeto visionário duas décadas mais antigo do que o F-35, top line estadunidense.
Isto mostra que o T-50 pode ser bem melhor do que esperamos.
Os EUA admitem que houve influência do Yak-141 no F-35. A Lockheed-Martin adquiriu assessoria da fabricante russa ao buscar uma solução para a versão VTOL do Lightning 2. Quando ao seu uso nos Mistral, é altamente improvável. Ao decolar verticalmente, o jato danificaria a estrutura do convoo. Isso também vale para o Sampa, Leo...
Abraços
Pepê
Realmente um grande projeto para a sua época bem a frente do seu tempo. Se os Russos retomassem o projeto melhorando-o e colocando ao nível de 4ª++ geração eles teriam uma aeronave com melhores capacidades que o F-35 americano só ficaria devendo na capacidade stealth.
Sou um admirador do seu trabalho, parabéns, está excelente, continue assim.
Carlos , seriam úteis ao BRASIL à aquisição de alguns Yak 141?Sds
Olá Carlos. O Yak-41 apresentou o problema levantado pelo Pedro Paulo. Por isso, penso que para o Brasil, não seria o avião ideal ainda. Quanto a aquisição do Mistral, penso que os projeto do Yak-41 não será usado para esse fim.
Abraços
mais uma meteria ótima carlos parabéns...agora poderia por gentileza me dizer qual era o motor desse caça e como funciona ?
Olá Natam. Muito obrigado. A informação sobre sua propulsão está no texto. O motor Koptychenko (MNPK Soyuz) R-79 V-300 com 15200 kgf de empuxo com pós combustor, representa a propulsão principal e seu bocal de dobra para baixo no momento da decolagem., enquanto que 2 pequenos motores verticais de sustentação Rybinsk RD-41, montados logo atrás do centro de gravidade do avião, próximo à cabine do piloto, garantem a sustentação frontal.
Abraços
ola carlos, mas q otima materia. eu ja tinha ouvido falar deste yak freestyle, mas nao acreditei.
ver pra crer, rs
otimo trab amigo, continue assim.
boa pascoa!
Olá Tassio.
Obrigado. Realmente, este avião é pouco comentado na mídia. mas certamente que a importância dele é enorme uma vez que ele influenciou o projeto do caça F-35, que, se as expectativas se confirmarem, se tornará o principal avião de combate do ocidente em 15 anos.
Abraços
Boa Carlos, mais uma ótima materia no seu blog! Você saberia me dizer que avião é esse que aparece aos 0:52 do video desse link?
http://www.youtube.com/watch?v=qo2tXjcAHCU&feature=related
Abraço!
Olá Herlon. O modelo de avião que aparece é uma maquete usada no filme Raposa de fogo (Firefox. na epoca do filme (1982), a União Soviética tinha um avião de combate secreto que os americanos acreditavam ser uma espécie de super MIG-25 (Na verdade tratava-se do MIG-31 Foxhound. naquela época muito se especulava a respeito deste avião e o departamento de defesa dos Estados Unidos estava bem preocupado com este modelo. O filme trata de uma ficção onde o consagrado ator Clint Eastewood rouba o avião de uma base soviética para levalo para os Estados Unidos.
O modelo que você viu no vídeo não existe na vida real e se trata do que se pensava ser o MIG-31, já descrito no meu blog e bastante diferente do modelo do filme.
Abraços
Carlos,
Não deixa de chamar a atenção a notícia que a Rússia está comprando 4 porta helicópteros classe Mistral da França. Embora este avião não tenha passado de um protótipo, não seria de se considerar que os russos adotariam a mesma solução de revestimento especial no convõo para permitir a operação de aeronaves VSTOL, mesmo que de outro modelo?.
Afinal deixar de ter essa capacidade , quando o ocidente se prepara para operar os F35 seria negligência.
Outra coisa curiosa, mais assunto para o campo de batalha naval, é o seguite:
A Rússia faz uns 10 anos vendeu um porta aviões inacabado para a ìndia (INS Vikramaditya), e hoje a própria rússia só tem um NAe e está se equipando com navios ocidentais, é no mínimo estranho.
Olá Victor.
A Rússia anda procurando adquirir equipamentos melhores dos que eles estão conseguindo produzir, atualmente. A Rússia deixou de ser um "inimigo" ocidental a muito tempo e o nível de confiança permite que eles sejam clientes de alguns sistemas de armas e mesmo fornecedores de outros.
Parece que o negócio do Mistral pode dar para traz.
Abraços
"Usando a decolagem convencional o Yak-41 conseguia um raio de ação 300 km maior do que se ele decolasse verticalmente"
Minha nossa é bem significativo, muito mais do que eu esperava....
Valew por essa informação!
Uma pena a russia não ter tido grana pra dar continuidade ao Yak, seus projetos são sempre funcionais!
Como sempre venho socorrer-me com vc, e seu vasto cohecimento: afinal,os Rússos deixaram de produzir o excelente Yak 41 ou ñão? Sds Carlos.
Olá Carlos.
O modelo não foi encomendado e por isso não passou de protótipo. Houve problemas com dinheiro na epoca dele.
Abraços
Saudações Carlos!!!
Carlos, seria interessante o Brasil adquirir um modelo desses para fins de pesquisa, reengenharia e assim, o Brasil dispor de algum subsidio tecnologico para futuras pretensão a um projeto próprio. O que tu acha Carlos?
Ola Guardião. O Brasil é um pais capitalistas e suas empresas atuam nessa filosofia, Considerando os poucos investimentos em pesquisa e desenvolvimento liberados pelo governo, assim como o baixo investimento em aquisições de nossas forças armadas, penso que não adiantaria nem tentar perder tempo com reengenharia. O Brasil é o tipico país que compra de prateleira e devia aceitar essa condição. Pois para ter tecnologia própria como os utópicos políticos que temos pregam, deveria ser liberado muito mais dinheiro do que leles se mostram dispostos a liberar.
Abraços
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