PESQUISA DE EQUIPAMENTOS

Pesquisa personalizada

30 setembro 2011

MODERNIZAÇÃO CAPACIDADE DE COMBATE DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA. Uma nova abordagem

INTRODUÇÃO
Em 14 de junho de 2006, este editor publicou um artigo no blog Campo de Batalha Aérea com sugestões sobre itens a serem modernizados na Força Aérea Brasileira. O foco do artigo foi voltado na capacidade de combate da força aérea, que, do meu ponto de vista é o que torna a força, realmente uma “Força Armada”. Minha opinião sobre alguns itens, expressada naquele texto, hoje, 5 anos depois, mudou, e considero lamentável que a única coisa a ter mudado de lá para cá, foi, justamente minha opinião. Digo isso, pois a obsolescência dos meios empregados pela nossa combalida FAB continuam sem mudança. Nossa capacidade de combate aérea é dependente de aeronaves de combate cujo projeto já completaram 57 anos (parece brincadeira, mas não é, pois o projeto do F-5, nosso principal vetor de combate aéreo, se iniciou em 1954). Independente da modernização do F-5M ter sido muito bem sucedida e aumentado de forma significativa sua capacidade de combate, nada muda o fato de ele ser uma aeronave antiga, com limitações de desempenho que a tornam inadequada para ser usada como principal aeronave de combate da FAB. O Mirage 2000C/ B, modelo do qual temos 12 unidades (sim, amigos! Não digitei errado. São apenas 12 uniades para defender o espaço aéreo do planalto central do Brasil) é de projeto mais recente que nossos F-5, e por incrível que pareça, a aviônica embarcada tem capacidade mais limitada que a dos novos aviônicos instalados nos F-5M. Porém, é inegável que o desempenho de vôo, (velocidade, manobrabilidade, etc...) superam o F-5M. Outro avião cuja capacidade é limitada, e está passando por um processo de modernização que melhorará a suas capacidades é o jato de ataque A-1, mais conhecido como AMX. O novo A-1M contará com capacidade de emprego de armas inteligentes como bombas guiadas a laser e, finalmente, terá capacidade de auto defesa com a instalação dos mísseis ar ar, que nunca foram integrados ao avião. Mesmo assim, temos que entender que o A-1 é um jato subsônico com capacidade de armamento limitado, dado a suas dimensões relativamente pequenas e que, num cenário onde houvesse uma defesa antiaérea mediana, sua atuação seria bastante restrita.
Acima: O 1º grupo de defesa aérea conta com 12 caças Mirage 2000 B (primeiro plano) e C (segundo plano) para proteger o espaço aéreo do planalto central.
Acima: O F-5M representa um avanço extremo na capacidade de combate destes velhos aviões supersônicos. O F-5M deverá se manter em serviço por mais 15 anos, pelo menos.

CAPACIDADE DE COMBATE: O FX-2
O “famoso” programa FX, que visa fornecer um novo avião de combate multifuncional para a força aérea brasileira que, além de prover defesa aérea, deverá ser capaz de executar missões de ataque, se arrasta a 11 anos. Em julho de 2000 o, então presidente Fernando Henrique Cardoso havia aprovado um programa de modernização para a combalida Força Aérea Brasileira, que entre diversos itens, se previa a aquisição de um novo vetor de combate para substituir os velhos caças Mirage III EBR (F-103E, pela denominação da FAB). Os concorrentes, naquela época eram o Sukhoi Su-35-1 Super Flanker, Lockheed Martin F-16C Fighting Falcon, Dassault Mirage 2000 BR e o caça sueco Saab JAS-39C Gripen. Depois de muita enrolação nenhum concorrente havia sido declarado vencedor até o presidente Fernando Henrique deixar a presidência em janeiro de 2003. A partir daí assumiu o novo presidente, Luis Inácio Lula Da Silva, que entre suas primeiras ações no governo, fez o “favor” de congelar o programa FX por um ano. Neste tempo, a desativação dos geriátricos Mirage III EBR se fez inevitável, e obrigou a aquisição de uma alternativa “tampão” para ocupar temporariamente a defesa aérea da capital do país. Foram adquiridos 12 caças Mirage 2000 C/B de segunda mão da força aérea francesa, que vieram com alguns mísseis R-550 e Super 530, que chegaram ao pais em 2006.
Acima: O velho Mirage III EBR (F-103E) terminou sua vida util sem que houvesse sido decidido seu sucessor, deixando a FAB em uma "saia justa" para conseguir manter sua capacidade de defesa aérea. O governo fechou a compra de 12 unidades de caças Mirage 2000 C/B de segunda mão para cobrir esta lacuna até a escolha do FX.

Mesmo depois de retomado, o programa FX se arrastou até ser totalmente remodelado em 2006, quando acabou sendo rebatizado de programa FX-2, com um orçamento previsto muito mais próximo da realidade, cerca de U$ 2,2 bilhões (o anterior era absolutamente ridículo, para um projeto dessa importância e custava U$ 700 milhões). Os concorrentes mudaram e foram avaliados 6 modelos de caças. O Eurofighter Typhoon; o Dassault Rafale; o Sukhoi Su-35BM Super Flanker; o F-16BR (uma versão do moderno F-16E Block 60); o Boeing F/A-18E Super Hornet e o Saab JAS-39 Gripen NG.
O governo brasileiro impôs aos fornecedores do programa que deveria haver transferência de tecnologia do modelo que vencesse a concorrência e que este item definiria o vencedor, mesmo que isso implicasse em adquirir o avião de pior desempenho. Os requisitos da FAB para o novo caça foram relativamente simples e qualquer um dos concorrentes atingia os requisitos de desempenho e capacidade de combate.
Em novembro de 2008 a FAB publicou uma lista com os finalistas (short list) que acabou sendo bastante polemica, pois o caça que era considerado favorito, o Su-35BM, um dos mais capazes aviões de combate entre os concorrentes e cujo custo de aquisição era um dos mais atraentes, havia sido descartado sob o argumento de que “os russos não especificaram de forma clara a transferência de tecnologia, item fundamental para que eles continuassem na concorrência”. Eu, particularmente, tenho um pé atrás com essa versão e tendo a acreditar que o motivo para esse descarte tenha sido bem menos “técnico”. Por outro lado, um dos aviões com menor desempenho geral frente a seus concorrentes, o F/A-18 E Super Hornet, foi selecionado para a lista de finalistas. Esse “desenrolar” dos acontecimentos deixou claro que, realmente, a decisão nada teria a ver com a capacidade de combate dos caças envolvidos. Os outros finalistas foram o caça Saab JAS-39 Gripen NG, com uma agressiva oferta de transferência de tecnologia e de investimentos no parque industrial de algumas cidades para produção local de muitos componentes de sua aeronave, e por ultimo, o caça francês Dassault Rafale F-3, um caça muito avançado e capaz, porém caríssimo.
Acima: O caro Rafale. Seu maior preço é consequência de sua maior sofisticação. Oagar mais caro para ter um avião de 4º ou 4,5º geração já não faz mais sentido. A demora em finalizar o processo de modernização da aviação de combate acabou prejudicando o Rafale como melhor opção.

Acima: O F/A-18 E/F Super Hornet foi o grande azarão. Não se esperava que este modelo passasse para a final da concorrência. Com um custo de aquisição que fica entre o Gripen NG e o Rafale, o Super Hornet teria um custo operacional a médio e longo prazo menor que os dois concorrentes.

Acima: O Gripen NG pode parecer uma boa opção a primeira vista pelo seu preço, porém nem a própria Suécia tem comprometimento de compra do modelo e isto encarecerá a aquisição de peças e manutenção em médio prazo, tornando o modelo um fiasco. A oferta de uma versão do JAS-39C com melhorias simples, já tornaria a proposta da Saab mais competitiva.

Em 7 de setembro de 2009, o presidente Lula chegou a anunciar que havia sido iniciado negociações para a aquisição dos caças Rafales, os mais caros da concorrência, causando um tremendo mal estar entre os outros concorrentes, que haviam sido pegos de surpresa com esta declaração e novamente houve uma mudança de rumos em que houve tentativas do ministério da defesa e da própria aeronáutica em tentar desfazer o “mal entendido”. Muito tempo se passou e novamente, o presidente mudou e nada foi decidido. Assumiu a primeira presidente mulher deste país, a senhora Dilma Rousseff, que fez mais um novo favor a força aérea e suspendeu o programa FX por mais um ano sob motivos de um acerto fiscal. Independente do real motivo desta nova freada no já lento programa FX-2, a verdade é que mesmo os concorrentes deste programa mais recente, já estão se tornando superados por uma nova geração de caças que estão em testes e deverão estar operacionais até 2020.
Os caças de 5º geração norte americanos F-22 Raptor, já plenamente operacionais, o F-35 Lightining II, também norte americano, o novo caça russo PAK FA T-50 Firefox da Sukhoi e o surpreendente caça J-20 chinês. Estes caças são, todos, aeronaves furtivas, com capacidades de desempenho de vôo superior através do regime de supercruzeiro (o F-35 não possui esta capacidade) e com sensores e aviônicos que dão um novo patamar na consciência situacional para o piloto. Como se não fosse suficiente, há, ainda, o fato de o preço destes aviões, com exceção do F-22 Raptor, ser muito próximo do que é encontrado nos caças de 4 º geração oferecidos no FX.
Por esses fatos, eu, que estava favorável a aquisição do caça Rafale, devido a sua superioridade de desempenho frente aos modelos finalistas, mudei de posição. O Rafale, mesmo sendo mais capaz, é muito caro e contra um caça de 5º geração, estaria em desvantagem. Minha sugestão para a capacidade de combate da FAB é a de optar pelo caça mais barato de manter a médio e longo prazo, o F/A-18E Super Hornet para podermos contar com uma aeronave que seja mais capaz que nossos atuais vetores, a um custo menor, e logo depois de adquirir este modelo, a FAB e o governo brasileiro deveria se associar a um dos projetos de desenvolvimento de caça de 5º geração. Particularmente, tenho preferência pelo Sukhoi PAK FA T-50, pois o considero o projeto de maior potencial. Mas voltando a “cair na real” provavelmente os mesmo motivos que levaram ao descarte do caça Su-35BM, da concorrência do FX-2, levariam a nossa Força Aérea a desconsiderar qualquer tipo de aproximação com a industria bélica russa. Deve-se observar, que pela grande demora na solução desta aquisição, o caça escolhido vai acabar substituindo, além dos Mirage 2000 C/B, o próprio F-5M, posteriormente. Como será necessário a compra de muitas unidades, o Gripen se tornaria o substituto natural dos F-5M, enquanto que o caça de 5º geração que sugeri, assumiria as missões de defesa aérea.
Em termos de quantidade, penso que poderíamos adquirir até 36 caças F/A-18E, e posteriormente, mais 36 do modelo de 5º geração.
Acima: O novíssimo caça de 5º geração russo Sukhoi PAK FA T-50 foi projetado para substituir os famosos caças Su-27 Flanker na aviação frontal russa. O Brasil poderia participar do final do desenvolvimento deste modelo para podermos ter um caça capaz de enfrentar qualquer aeronave de combate do mundo, incluindo o F-22 Raptor.

ALTERNATIVAS AO PLANO ORIGINAL
Como “plano B”, eu vejo que poderíamos ter que aceitar a indisposição governamental em investir em sistemas de combate de ultima geração para suas forças armadas e adquirir aeronaves de segunda mão para prover a defesa aérea nacional, com alguma credibilidade. As opções mais
interessantes, neste caso, seria a compra de dezenas de caças F-16 A/C usados de nações européias ou asiáticas que começam a substituir o modelo por caças mais modernos ou diminuindo seus efetivos. Outra opção seria adquirir, junto a força aérea sueca, caças JAS-39C Gripen. Embora seria uma aquisição de uma aeronave de segunda mão, o modelo é bastante moderno e possui capacidade de combate multifunção.
O numero de aeronaves que considero adequado é de 72 aeronaves que seriam organizadas em 6 esquadrões de 12 aeronaves cada e instaladas em bases estrategicamente localizadas em áreas de maior probabilidade de eventuais incursões aéreas indesejadas.
Acima: O F-16 seria uma alternativa válida como "plano B". Seu custo operacional é mais baixo que o do Mirage e o modelo tem desempenho e capacidade de ser modernizado, o que lhe permitiria operar por muitos anos ainda. Outra solução seria a compra de caças JAS-39C Gripen dos estoques da força aérea sueca, como os da foto abaixo.

ATACANDO ALVOS DE SUPERFÍCIE
A capacidade de ataque da FAB é fornecida, principalmente por jatos de ataque A-1 (AMX), do qual, a FAB, possui 53 unidades que serão modernizadas e elevarão a capacidade de ataque a um nível bem maior, incluindo o uso de armamento inteligente e de casulos para designação de alvos. A principio, estes aviões serão adequados para execução de missões ar terra, principalmente de apoio aéreo aproximado. Os caças multimissão do programa FX-2 ou de um eventual “plano B”, seriam usados contra alvos mais bem, defendidos ou mais resistentes, como bunkers.
Acima: O A-1 AMX é nosso principal recurso para ataques estratégicos. Em minha opinião é uma responsabilidade muito grande para se depositar no pequeno jato de ataque italo brasileiro. Depois de seu programa de modernização, já em curso, o A-1 terá novas capacidades que o tornarão uma aeronave muito mais eficaz.

O A-1 deverá ser aposentado em meados de 2025 e seus sucessor deverá ser, uma aeronave multimissão, provavelmente o mesmo caça que vencer a concorrência do FX-2. Uma opção para substituir o A-1 poderia ser, também, a aquisição de um avião sem piloto de combate (UCAV) que seria operado em missões de ataque contra alvos estratégicos ou que fossem muito bem defendidos. Em 2025 deverá haver varias opções deste tipo de aeronave no mercado, afinal, hoje temos o X-47B já iniciando sua fase de testes de vôo e o nEUROn., europeu, que está sendo completado para seguir seus testes.
Para apoio aéreo aproximado, também há o AT-29 Super Tucano, uma aeronave formidável para apoio a tropas de terra devido a sua menor velocidade, e alta precisão. O modelo é particularmente sofisticado e pode empregar bombas guiadas a laser como a GBU-12 Paveway II, já empregada nos Super Tucanos da força aérea colombiana, mísseis ar ar de curto alcance como o MAA-1 Piranha. Hoje operamos 99 unidades deste modelo. Poderíamos adquirir mais 50 unidades para operar em apoio a operações terrestres do exército ou dos fuzileiros navais, melhorando, ainda mais nossa capacidade de apoio aéreo aproximado.
Acima: O Embraer AT-29 Super Tucano é o melhor avião do mundo na missão que ele foi projetado. Muito além de uma aeronave de treinamento, como alguns pensam, o Super Tucano é um excelente avião artilhado para apoio aéreo aproximado. Até mesmo a força aérea dos Estados Unidos USAF está estudando a aquisição de 100 unidades deste modelo.

A FAB adquiriu 9 unidades de segunda mão do clássico avião de patrulha marítima Lockheed P-3MBR Orion que serão usados para esclarecimento marítimo, e poderão ser armados com o míssil AGM-84 Harpoon. Mesmo sendo uma ótima aeronave para essa missão, seria, ainda, muito importante que a FAB dispusesse de um avião de ataque supersônico com capacidade de operar missões de interdição naval. Hoje, a FAB não tem esta capacidade. Teoricamente qualquer caça multifunção atual é capaz de lançar mísseis antinavio, porém, o avião que seria ideal para essa missão, do meu ponto de vista, é um avião de maior porte, com boa autonomia e capacidade de transportar 4 mísseis antinavio. Hoje, no mercado, são poucas as opções. Os Estados Unidos produzem, ainda o caça bombardeiro pesado Boeing F-15E Strike Eagle. Esta grande aeronave é usada, normalmente em missões de interdição do campo de batalha e ataques contra alvos estratégicos, porém, ele tem capacidade de operar com mísseis antinavio, e a Coréia do Sul, usa uma versão dele, o F-15K Slan Eagle com esta capacidade, de forma que o armamento empregado quando nesta função, é o AGM-84 Harpoon. A outra opção, minha favorita, diga-se de passagem, é o poderoso Sukhoi Su-34 Fullback. Este modelo tem um arsenal de armamentos antinavio composta por mísseis subsônicos e supersônicos (O F-15E não dispõe deste último tipo de míssil), que o faz um feroz carrasco contra navios invasores. Seu radar Leninets B-004 fornece dados como mapa de alta resolução do terreno para permitir vôos à baixa altitude e em alta velocidade seguindo o contorno do terreno de forma automática evitando, assim a cobertura de radar inimiga. Esse radar permite, ainda, ser operado em missões anti-submarino pois é capaz de detectar as ondas geradas por um submarino. O alcance deste radar é de 250 km contra alvos aéreos do tamanho de caças (5m2) e de 150 km contra alvos de superfície. Esta capacidade contra avos aéreos permite, ainda, que o Su-34 opere sem escolta, pois ele pode se defender sozinho, com mísseis ar ar de médio alcance como o R-77, guiado por radar ativo, cujo alcance pode chegar a 100 km nas versões mais recentes.
Com relação a quantidade de aeronaves deste tipo, eu penso que pelo menos 24 aeronaves divididos em dois esquadrões que seriam operados em bases próximas ao litoral.
Acima: O Sukhoi Su-34 Fullback ainda não foi encomendando por nenhuma força aérea estrangeira e só é operador pela força aérea russa. Porém é, de longe, a melhor escolha para um jato de interdição naval para ser usado pelo Brasil em uma politica dissuasória agressiva.

A QUESTÃO DO ARMAMENTO
Como se não fosse o suficientemente grande o problema da obsolescência dos aviões de combate da FAB, há, ainda, o grave problema da falta de armamentos transportados pelos nossos aviões de combate que acentuam, ainda mais, as limitações de combate impostas pelas velhas aeronaves.
Atualmente temos a disposição mísseis de curto alcance guiados por calor (IR) Python III, que são usados nos F-5M; mísseis Python IV, também usados nos F-5M (este míssil é bastante moderno, mas a quantidade adquirida é uma incógnita); mísseis R-550, instalados nos Mirage 2000 C/B (F-2000); Míssil de curto alcance MAA-1 Piranha, também guiado pelo calor, míssil de médio alcance Super 530, guiado por radar semi ativo instalados no Mirage 2000 CB (F-2000). Míssil de médio alcance de guiagem ativa Derby, usado nos caças F-5M. O armamento ar superfície é bastante limitado também. Hoje estão disponíveis bombas de queda livre MK-82 e MK-83, Bomba Lizard guiada a laser, bombas incendiarias de queda livre, e bombas de fragmentação. O único míssil ar superfície usado pela FAB é o AGM-84 Harpoon, que será lançado dos aviões de patrulha marítima P-3 contra navios.
Acima: Esta foto foi tirada durante a ultima edição do exercício multinacional Cruzex. Este F-5M está armado com mísseis Python IV na ponta das asas e Derby, de médio alcance, nos cabides externos.
Independentemente do avião de combate que seja escolhido para o programa FX-2, é extremamente importante que seja adquirido, junto um novo modelo de míssil de médio alcance guiado por radar ativo, que tenham desempenho superior aos dos mísseis Derby, usados nos F-5M. O míssil AIM-120 C7 Amraam foi oferecido no pacote de armas do F/A-18E Super Hornet, da proposta americana para o FX-2. A França fornecerá o MICA caso o Rafale vença. Já o Gripen NG pode operar com o míssil AIM-120 Amraam, porém poderia ter integrado o MICA, uma arma mais cara, mas bastante sofisticada, também.
Acima: O míssil ar ar de médio alcance MICA usado pelos caças Mirage 2000-5 e Rafales franceses poderá ter no Brasil, um novo usuário caso o Rafale seja escolhido para o programa FX-2.
Atualmente a FAB está participando do desenvolvimento do moderno míssil de curto alcance A- Darter, cujo projeto é da empresa sul africana Kentron.
A FAB entrou com um investimento de U$ 52 milhões para ajudar a finalizar o programa de desenvolvimento, e em troca, a Kentron irá transferir a tecnologia desenvolvida para nossa industria de mísseis. A decisão da FAB em participar deste programa foi acertada, e trará bons frutos em capacitação de nossa industria nesse disputado campo que é o desenvolvimento de mísseis.
O A-Darter é um míssil de 5º geração legítimo, sendo que ele usa um sensor IR com capacidade de varredura de 90º com capacidade de distinguir o avião inimigo das iscas flares lançadas para despistar seu sensor. Este míssil está integrado aos sistemas do capacete do piloto HMD. Além do capacete, o avião poderá usar o radar para apontar o míssil, flexibilizando seu uso. O míssil usa vetoração de empuxo TVC para conseguir manobrar agressivamente chegando a puxar 100 Gs em curva. O míssil é capaz de virar 180º em 2 segundos e possui um alcance de 15 km. Este excelente míssil deverá se tornar o principal armamento para combate aéreo de curto alcance de todos os caças da FAB.
Acima: O míssil A-Darter foi projetado pela Africa Do Sul e o Brasil entrou com o financiamento para conseguir adquirir a transferência de tecnologia deste moderníssimo míssil de combate aéreo de curto alcance.
Com relação ao armamento ar superfície, a FAB precisa adquirir armas modernas como o excelente míssil Brimstone, que além de leve, é muito preciso e tem sido usado na Líbia contra blindados e alvos estacionários de pequeno porte, com grande sucesso. Para se ter uma idéia, o míssil pesa apenas 48 kg e pode ser levado em cabides triplos mesmo pelo A-1 (claro que necessitaria ser integrado ao nosso jato de ataque), mas isso não seria difícil, principalmente depois de sua modernização. O alcance dele é de cerca de 20 km e seu sistema de guiagem é misto, por radar e INS. Outro armamento ar superfície que precisamos ter são as bombas guiadas por sistemas de posicionamento global, como o GPS norte americano, o Glonass da Russia, o sistema Galileo europeu ou o Compass chinês. Hoje em dia há varias empresas que desenvolvem kits de guiagem e planeio para bombas burras que fazem, a um custo muito baixo, a conversão das bombas burras disponíveis nos arsenais do mundo todo, em armas de precisão com capacidade de planeio de dezenas de quilômetros, dependendo da altitude de lançamento.
Acima: O míssil Brimstone é uma das mais interessantes armas ar superfície do momento. Sua capacidade anti-blindado e mesmo contra alvos fixos reforçados, somado a suas reduzidas dimensões o colocam como uma arma indispensável nos arsenais de forças aérea sérias.

Os norte americanos ofereceram bombas AGM-154 JSOW no pacote de armas do Super Hornet para o programa FX-2. Esta arma seria uma excelente opção pois é capaz de atacar alvos reforçados com uma ogiva unitária tipo BROACH ou grandes aérea com sua ogiva de fragmentação BLU-97B. O alcance de planeio da JSOW é até 130 km quando lançada de alta altitude. Bombas guiadas por laser são um armamento interessante, também. Hoje há bombas que usam o sistema de posicionamento global junto com um sistema de guiagem a laser na fase terminal, para maior índice de precisão. São armas mais caras, claro, mas devido a sua eficiência, não seria necessário um grande numero destes tipos de armas. A quantidade de armamentos que a FAB possui, de cada tipo é pequena, dado as limitações orçamentárias impostas pelo governo. Este quadro precisa mudar para que possamos, efetivamente impor uma dissuasão crível contra um potencial adversário. Outro grave problema e que muitos entusiastas de defesa não sabem, é que os armamentos como mísseis, bombas, foguetes, munição de canhão, etc... tem data de validade. Por isso, não adianta comprar toneladas de armas e estocar elas, pois elas vencem e perdem sua funcionalidade. O governo precisa prestar apoio as forças armadas para que elas possam estar renovando seus estoques e aproveitando a aproximação do vencimento das armas mais antigas para treinar seus militares no lançamento de bombas e mísseis. Hoje, não há uma política de fornecimento de armamentos continua para as forças armadas.
Acima: A bomba AGM-154 JSOW é uma das mais avançadas armas de bombardeiro atuais. Esta arma foi oferecida no pacote de armas que acompanhariam o F/A-18E Super Hornet caso ele vença o programa FX-2.

FORMANDO PILOTOS
A aviação de treinamento é extremamente importante para a força aérea de qualquer nação. O Brasil possui hoje aeronaves T-25 para a formação inicial dos pilotos, que depois passam para o avião T-27 Tucano. Uma vez aprovados, os pilotos de combate passarão para o novo AT-29 Super Tucano. Este é o ultimo estágio antes do piloto ir para a aviação de combate de primeira linha. A migração de uma aeronave turbo hélice para uma aeronave de combate de primeira linha a reação é um procedimento polemico que divide opiniões. Eu tenho a opinião de que deveria haver uma aeronave de treinamento a reação para formar os pilotos de combate, antes de passar o aspirante a aviador para um caça de primeira linha. O Brasil usou o AT-26 Xavante por 39 anos e ele foi aposentado sem que fosse adquirida uma aeronave de treinamento a reação. Por mais que a posição oficial da FAB seja de que a passagem do Super Tucano para um caça supersônico seja adequada, eu mantenho minha discordância sobre isso. Outro ponto a favor da aquisição do avião a reação é que, hoje, muitos aviões de treinamento avançados têm capacidade de combate e podem ser usados como aeronaves de apoio aéreo aproximado ou, mesmo, dependendo do modelo, como interceptador de curto alcance. O mercado dispõe de muitos modelos, sendo que o que considero mais interessante é o italiano M-346 Master. Outro modelo que poderia ser adquirido como alternativa é o russo YAK-130. Ambos os modelos, que compartilham uma origem histórica comum, podem ser usados eficientemente como aeronaves de combate ar terra e ar ar. A FAB pretende, também, ter uma unidade de conversão com caças F-5FM (versão biplace modernizada do F-5E) para treinar os pilotos de combate, porém, ainda é incerto quando esta unidade será, efetivamente ativada.
Acima: O treinador M-346 Master, da Aermacchi é uma das melhores opções para nossa força aérea. Além de simular o comportamento de vários modelos de aviões de combate de 4º geração, ele é, ainda, capaz de operar missões de combate.

CAPACIDADE DE INTELIGÊNCIA
Não há como negar que a capacidade de coletar e processar dados do campo de batalha é uma atividade tão ou mais importante que a própria capacidade de combate isoladamente. Desta forma é imprescindível que a FAB tenha esta capacidade ampliada. Atualmente apenas duas forças aéreas do continente sul americano possuem aeronaves de alerta aéreo antecipado, e uma delas é a FAB, e a outra é a poderosa e moderna força aérea do Chile, que considero a mais bem equipada e treinada força aérea sul americana.
Nossa FAB possui 5 unidades do avião R-99A para missões AEW (alerta aéreo antecipado) e 3 unidades do modelo R-99B que executa missões de sensoriamento remoto. Nossos R-99 A, são equipados com um radar Erieye da Ericsson Microwave System, que fornece capacidade de detecção de alvos aéreos a distancia máxima de 450 km (alvos com 5m2 de RCS como caças podem ser detectados a 350 km) e podem fazer intercambio de dados através de seu sistema de rádio Rohde & Schwarz, da família 400U, alemão, que recebe e envia dados para aeronaves de combate AT-29 Super Tucano e F-5M e estações de terra, conseguindo uma consciência situacional inédita na força aérea brasileira. Além de detectar aeronaves o sistema permite, ainda, detectar alvos marítimos e executar missões ELINT (inteligência eletrônica), demonstrando uma versatilidade operacional notável.
Porém, o numero disponível de aeronaves deste tipo é inferior ao adequado para dar uma cobertura necessária para uma efetiva defesa aérea. Por isso a FAB precisaria adquirir mais 10 unidades deste modelo que seriam distribuídos junto aos esquadrões de combate (atualmente eles são operados em Anápolis). Uma vez que tivéssemos 6 esquadrões de combate que executariam missões de defesa aérea e ataque, poderíamos dispor de 2 aeronaves por esquadrão. Um outro detalhe é que a FAB deveria instalar probes de reabastecimento aéreo em todas as unidades do R-99, para poder aumentar sua autonomia em vôo, considerada baixa se comparada com outras aeronaves do mesmo tipo. Já o R-99B, de sensoriamento remoto, há apenas 3 unidades que são usadas para procurar pistas clandestinas, movimentação de elementos terrestres e queimadas. Este avião, em apoio as tropas do exército poderia garantir uma consciência situacional inédita em uma força sul americana, equivalente a que os Estados Unidos tiveram nas guerras do Iraque e Afeganistão, com seus E-8 JSTARS. Por isso a FAB deveria adquirir mais 5 unidades dessa versão para apoiar o controle sobre o campo de batalha.
Acima: O R-99A é uma das mais modernas aeronaves militares de todo o continente sul americano. Seu talento é multiplicar a eficiência do sistema de defesa aérea com sua poderosa antena de radar AESA Erieye.
Acima: O jato R-99B é o verdadeiro olho do céu. Seu radar McDonald Dettweiler, com alcance de 92 Km de terreno em volta do avião dá condições de controlar toda a movimentação de superfície aumentando a consciência situacional de todas as forças aliadas.
A capacidade de reconhecimento da FAB é provida por jatos A-1 que é compatível com muitos pods de câmeras e sensores e o que falta é que haja pelo menos um esquadrão de 12 aviões que sejam equipados com esses casulos de reconhecimento. A FAB adquiriu 6 casulos RecceLite para serem usados em seus RA-1 (AMX de reconhecimento). Trata-se de um eficiente sistema de reconhecimento que possui câmeras de alta resolução para imageamento de dia e de noite, que podem ser transmitidas por datalink em tempo real. Mais casulos deste deveriam ser adquiridos para compor um esquadrão de 12 aeronaves com essa capacidade.
Outra capacidade que a FAB precisa incorporar a sua ordem de batalha é a de aeronaves sem piloto UAV para operações de reconhecimento de longa duração. Recentemente a FAB adquiriu duas unidades do UAV israelense Hermes 450 que serão usados para desenvolver uma doutrina própria no uso de UAVs de reconhecimento. Existe a possibilidade de serem adquiridos mais 2 unidades.
O campo de UAVs de reconhecimento é bastante amplo e possui modelos com as mais diversas capacidades em desempenho. Seria muito interessante a industria brasileira, com apoio da FAB e do governo desenvolvessem um UAV nacional de longo alcance propulsado a reação para maior velocidade e capacidade de carga. Algo como o modelo norte americano Global Hawk.
Acima: O avião sem piloto UAV Hermes 450 está iniciando uma nova era na capacidade de operações de reconhecimento da FAB. Esta está sendo a primeira experiência operacional da FAB com aeronaves sem piloto.

REABASTECIMENTO E TRANSPORTE
A FAB tem sob sua responsabilidade a defesa do espaço aéreo do quinto maior país do mundo e isso é uma tarefa que não se poderia executar sem o uso de aviões de reabastecimento em vôo. Atualmente os aviões que podem executar esta importante missão são os Boeing KC-137, com 4 unidades que dividem esta missão com a de transporte de autoridades e o Lockheed C-130 Hercules, com 23 unidades, que também divide suas atribuições com o transporte de material das forças armadas e missões com pára-quedistas. A FAB precisa de um maior número de aviões dedicados ao reabastecimento aéreo além de que está chegando a hora de se substituir o já muito cansado KC-137. Para reabastecedores a serem adquiridos, a FAB poderia comprar o Boeing KC-135, de segunda mão, da USAF, que está na iminência de aposentar esta aeronave, ou adquirir um novo avião para esta missão, como o novo Airbus A-330-200 MRTT ou o KC-46, da Boeing, que acabou de vencer um contrato para substituir toda a frota de KC-135 da USAF.
Acima: O KC-46 da Boeing será o novo reabastecedor da força aérea norte americana e pode ser considerado uma excelente opção para reabastecimento aéreo das aeronaves de combate da FAB.
A Embraer está desenvolvendo um modelo de aeronave de transporte e de reabastecimento aéreo chamado KC-390. O modelo tem forte potencial de exportação e deverá fazer eu primeiro vôo em 2014, com sua entrada em serviço a partir de 2015. O KC-390 é a solução para substituir os aviões C-130 Hercules da Força Aérea Brasileira nas funções de reabastecimento aéreo e transporte, e um detalhe interessante sobre o KC-390 é que todos os aviões sairão de fabrica com capacidade de efetuar reabastecimento aéreo. Quando o avião não estiver executando esta tarefa, o tanque interno de reabastecimento é retirado para poder transportar outras cargas, dando uma capacidade modular muito útil ao modelo. Sua capacidade de transporte supera por pouco a do C-130, podendo carregar até 23 toneladas de carga contra 20 toneladas do C-130. A FAB pretende adquirir até 30 unidades deste promissor avião.
Acima: Um desenho do futuro jato militar da Embraer, o KC-390 que dará a FAB maior flexibilidade de operação com suas capacidades de transporte de carga e de reabastecimento aéreo.
Certamente que a situação da força aérea neste segmento estará muito melhor que hoje quando receber seus KC-390.
Para missões de transporte de material, a FAB encomendou em 2007, 12 unidades do excelente Casa C-295 que atuará nas regiões amazônicas, graças a sua capacidade de pouso e decolagens curtas. A FAB poderia encomendar mais um lote de 8 unidades, o que quase se concretizou recentemente.
Acima: O avião C-295 substituiu os velhos e valentes C-115 Buffalo na força aérea brasileira. Conhecido como C-105, este modelo tem agradado os oficiais da FAB que quase compraram mais 8 unidades do modelo.

DEFESA ANTIAÉREA
A Força Aérea Brasileira, precisa dispor de meios para proteger suas bases aéreas e estações de radar, de forma autônoma, sem ajuda de outras forças como o exercito, por exemplo. Assim, é necessário a aquisição de sistemas de mísseis antiaéreos de médio ou mesmo, longo alcance. Hoje a FAB usa o míssil antiaéreo portátil Igla de curto alcance, que é inadequado para esta função. O Igla é um elemento que deve ser usado para destruir helicópteros ou, ainda, atacar aviões em baixa altitude, que tenham conseguido ultrapassar as defesas principais como os interceptadores e os mísseis de maior alcance. A FAB não possui essa categoria, de mísseis de maior alcance e por isso é imperativo que se busque no mercado internacional uma arma desse tipo. Uma boa opção para a FAB seria o sistema russo Buk M-2, cujos mísseis guiados por radar semi-ativo possuem um alcance de 45 km. Uma opção mais radical, e cara, seria a aquisição do poderoso sistema S-300 de longo alcance, da mesma origem do BUK M-2, que é capaz de destruir aviões, mísseis de cruzeiro e mísseis balísticos a um alcance de até 200 km, dependendo da versão do míssil usado. Este sistema poderia ser usado em defesa de alvos estratégicos de grande valor como usinas elétricas, industrias e centros de comando, etc...
Acima: O sistema de defesa antiaérea BUK M-2 seria um dos mais adequados para nossa FAB. Além de ter um bom alcance, ele é, anda móvel, com capacidade de lançar seus mísseis sem precisar de dados externos de um radar fora do sistema.

CONCLUSÃO
As sugestões que apresentei contém vários sistemas de armas desenvolvidos na Rússia, o que pode aparentar que sou um “russomaniaco”. Na verdade não sou, porém tenho que admitir que em alguns segmentos, como a defesa antiaérea, sem a menor duvida, os russos são lideres com relação custo benefício. Se a FAB estivesse disposta a aceitar uma mudança de fornecedor, poderíamos possuir uma capacidade militar inédita na história da FAB, mas sinto que não existe tal disposição pelos nossos oficiais.
Com relação a aviação de caça, no lado ocidental , há dois modelos de caças de 5º geração: O F-22 Raptor, cuja comercialização continua impedida pelo governo dos Estados Unidos e o caça leve F-35 Lightining, cujo desempenho de vôo não é o mais adequado para tarefas ar ar (ele executa estas missões, mas não é o ideal para as necessidades da FAB, ainda). Os outros modelos de 5º geração são o PAK FA T-50 Firefox da Rússia que é o meu modelo preferido para a FAB (A FAB chegou a ter um compromisso com o desenvolvimento do modelo, mas saiu rápido do acordo) e o chinês J-20. Estes aviões têm capacidade que superam os modelos Rafale, F/A-18E Super Hornet e JAS-39 Gripen NG, fazendo que seja necessário reavaliar propostas para o fornecimento de aviões de combate para evitar desperdício de dinheiro. Como a necessidade da FAB é emergencial, mesmo que alguns oficiais digam o contrário, um dos modelos de caças oferecidos para o programa FX-2 deveria, sim, ser adquirido, na quantidade inicial, ou seja, 36 unidades. Porém, uma provável segunda encomenda deveria ser reavaliada. A questão do armamento é outro ponto que faço questão de evidenciar como problemática. A quantidade de armas adquiridas de Ada tipo são muito pequenas e não há uma política de substituição das armas cujo sistemas de funcionamento estejam vencendo. Isso tem que mudar. Não é opção. É obrigação. As forças armadas do jeito que estão hoje são, na verdade, uma milícia com um ou outro equipamento mais complexo. O Brasil é um país muito mais rico do que a grande população pensa. O que acontece aqui são desvios de orçamento, alta concentração de renda nas mãos de empresários e políticos inescrupulosos que preferem garantir o luxo de suas futilidades do que participar da construção de uma nação mais justa.

Participe das comunidades dos Blogs Campo de Batalha no Facebook e no Orkut.

Receba as atualizações dos 3 blogs Campo de Batalha em sua caixa de e-mail. Mande um e-mail solicitando o cadastro na lista para: campodebatalha.blogs@gmail.com

175 comentários:

IdeJunior disse...

Carlos,
A FAB faz o que pode com o que tem !
Na verdade o poder aereo nacional é pequeno, some-se a isso a falta de comprometimento de nossos governantes !
Outra coisa, eu descartaria a opção por armamentos de origem RUSSA, muito dificil manter operacional.

Abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Ide.
A India, China entre muitos outros países usam equipamento russo com sucesso. Na FAB, com a pouco comprometimento do governo, qualquer coisa é difícil manter operacional.

Carlos "Cipher" Renato disse...

E ae Carlos.
Sobre o FX-2, não seria muito melhor o Brasil comprar uns Chengdu J-10 ja que esses custam 27 milhões de dolares, que é muito mais barato do que qualquer caça do FX-2? a FAB pode nunca ter usado equipamento Chines antes, mas não seria uma boa opção?

GRC disse...

Os equipamentos de Origem Russa estão entre os melhores do mundo, o problema de mante-los operacional é que as conversas entre Brasil e Russia no âmbito militar são muito limitadas, ate mesmo por pressões externas(yankes malditos),se nois nos uníssemos mais a eles(Russos), tenha certeza que teríamos acesso a tecnologias militares que nem mesmo o ocidente possui, anos a frente Exemplo dos TOPOL-M2, S400/500, PAK-FA T50.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Cipher.
O J-10 é uma aeronave com algumas limitações bastante incomodas. Sua capacidade de armamento é relativamente limitada e pelos videos que assisti dele demonstrando suas qualidades de vôo acrobático, percebi que ele pé inferior a um F-16 nesse quesito. Entre ele e um F-16 usado, prefiro o norte americano. Porém, já que você citou um produto chinês, tem um caça muito bom e que poucas pessoas comentam. O JF-17 FC-1. Este modelo chinês já foi foco de matéria aqui no blog. O link do artigo é: http://aircombatcb.blogspot.com/2006/06/chengdu-fc-1-thunder-uma-soluo-chinesa.html
Ele é um avião que se poderia cogitar para a FAB.
Abraços

felipe.wmenz disse...

Olá Carlos,tenho alguns pensamento um pouco diferentes de vc,sobre os caças gripen ng,ñ gosto deles metade da tecnologia deles são americanas e tem pouca alcance comparado com o rafale e o su-35,teriamos que ter muitas unidades pra cobrir o espaço com grade eficacia,então eu penso que se fossem 120 su-35 estaria exelente,e comprar de lotes de pak-fa ñ só pra defesa area mas pra ficar com quantidade adequada quando os su-35 saissem, 60 unidades do pakfa... o resto eu concordo com vc, flws Carlos t+...

felipe.wmenz disse...

mas é apenas minha opinião,pelo que eu li e percebi vc ñ coloca os numeros de unidades que deveriamos ter mas quantidades que deixariam o inimigo com o pé atraz,apenas pra ter uma capacidade de auto-defesa....

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá felipe.
Mais da metade de nossas aeronaves militares tem peças americanas. O R-99, por exemplo, tem toneladas de componentes americanos. Nossos F-5 são americanos... Essa sisma com o que é americano é desnecessária para o Brasil. Não somos o Irã e nem a China.
Abraços

felipe.wmenz disse...

então Carlos meu medo é um dia nos sermos uma china ou um iran e sinceramente num futuro temos muita tendencia,ñ sou contra os produtos americanos,até porque quando eu vi que a marinha comprou + 2unidades do s-70 quase chorei huaushuahsuahusa (de alegria) é pouco mas já pedimos 4 antes a tendencia é pedir mais algumas creio eu,carlso vou madar outro comentarrio depois desse,pra ñ ficar a menssagem muito grande ...

jopagean disse...

Pessoal vcs sabem o que aconteceu com a revista grandes guerras? acabou mesmo? mando email para a abril e eles nem respondem,

ZERO II disse...

Carlão... Dessa vez você se superou. Gostei muito da análise e sou até a favor de uma "meia sola", de forma que haja comprometimento em manter a força operacional até que haja a disponibilidade de equipamentos mais complexos com preços mais em conta.

Quanto ao "Russismo", já usamos o Mi-35 na FAB e isso pode ser o começo de ótimas relações com os russos. O negócio é só saber o que aconteceu durante o Short List do F-X2. Será que houve pressão de Washington?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Zero. Obrigado. Eu não tenho provas para apontar... mas tenho intuição sobre esse assunto.....
Abraços

Vader disse...

Parabéns pelo ótimo e bem embasado post Carlos.

Apenas discordo, respeitosamente, dos seguintes pontos:

1. O caça oferecido pelos russos no FX(1) não foi o Su-30?

2. O Super-Hornet na short-list do FX2 não foi nenhuma surpresa. Trata-se de um vetor robusto e tremendamente poderoso, testado em combate, com a melhor eletrônica embarcada dos três finalistas, com um roadmap seguido à risca, com enorme escala de produção e com uma suíte de armamentos incomparável. E tem todo o peso do Tio Sam e da Boeing por trás. Temos que deixar de lado um pouco aquela coisa de manobrabilidade/velocidade como sinônimo de capacidade de combate: o que ganha um combate ar-ar hoje é radar e arma. E isso o SH tem de sobra.

3. Não está demonstrado ainda que o T-50/PAK-FA ou muito menos o J-20 terão capacidade de vôo em regime de supercruzeiro. Aliás, quanto ao segundo, sempre bom lembrar que os chineses sequer conseguiram replicar a contento as turbinas da sua versão do Su-27 (que foram recusadas pela montadora local do jato). Muito difícil que de uma hora para outra tenham conseguido fazer uma turbina confiável e que, além disso, gere capacidade supercruise.

4. Tanto o Super-Hornet quanto o Rafale tem excelentes capacidades antinavio. Inclusive penso que o primeiro é até melhor em tal função do que o F-15E, por tratar-se de uma aeronave adrede preparada para o combate naval.

Saudações.

Vader disse...

Ah sim, me desculpe, esqueci:

5. Penso que um F-35 na FAB seria simplesmente um sonho. Dentro da nova filosofia de que o que ganha o combate aéreo é mais o conjunto eletrônico + armas, este vetor será totalmente páreo para qualquer ameaça que possa surgir em nosso contexto estratégico nos próximos 20/30 anos.

Ao contrário do que afirma o amigo, penso que este é tremendamente capaz em missão ar-ar, haja vista sua inaudita taxa de aceleração (com o mais poderoso motor jamais instalado em um caça), sua fantástica razão de subida e sua boa razão de rolagem e velocidade em curvas.

Tudo isso aliado ao sistema de detecção com maior alcance já visto, o Distributed Aperture System (1.100 nm de alcance para um míssil balístico), uma consciência situacional e fusão de dados inédita (basta dizer que o piloto "enxerga" através da fuselagem) e com contramedidas "do além" (o radar do F-35 já conseguiu até "jammear" o do F-22) fazem deste caça que, além de tudo é furtivo, a melhor e mais segura opção para qualquer força aérea do mundo.

Saudações.

poder bélico aéreo brasileiro disse...

Olá, Carlos.
O ex-ministro de Assuntos Estratégicos, Roberto "Mangabeira" Unger, disse certa vez, que "Seriam necessários cerca 156 caças Gripen NG e mais 36 SU-35 para nós conseguirmos manter a nossa hegemonia, frente às ameaças atuais” foi à única vez que o ministro defendeu o caça sueco, já que como todos sabem ele é partidário dos russos como foram desclassificados ele prefere o francês Rafale, segundo ele a aquisição da aeronave russa seria de vital importância, pois os componentes embargados poderiam ser substituídos por componentes russos e, defendeu o Rafale quando o SU-35 foi descartado “O Rafale é o mais moderno dos 3 concorrente, como o Brasil tem a intenção de adquirir tecnologia na licitação o Rafale ao meu ponte de vista é a melhor opção”. Onde quero chegar com as citações do ministro. Mangabeira é professor de Harvard foi professor do presidente americano Obama, apesar de ser incoerente certas vezes como as acusações que o governo Lula era o mais corrupto do país, depois quando seu partido entrou para a base aliada defendeu o governo, mesmo assim suas palavras deveriam ser levadas em consideração!
Minha opinião sobre a real quantidade dos equipamentos é bem diferente e até fantasiosa, mas se parar para raciocinar, efetivamente necessária. Vamos lá: O Brasil é dividido em 7 Comandos Aéreos Regionais (COMAR), hoje a distribuição das frotas de aeronaves de combate está mal distribuída, nem todos os estados tem bases-aéreas, Acredito que cada COMAR necessitária de pelo menos 36 aeronaves de combate de caça (Gripen NG), totalizando 252 aeronaves; apoiados por um esquadrão estratégico composto de 12 aeronaves de combate (PAK-FA), totalizando 84 aeronaves; além disso cada COMAR deveria ter 5 aeronaves R-99A radar, totalizando 35 aeronaves; 3 aeronaves R99B, totalizando 21 aeronaves; 8 KC-390, toralizando 56 aeronaves, 4 E-190 (para transporte das tropas de missão de paz), totalizando 28 aeronaves; 18 aviões utilitários Phenom 100 e Phenom 300 (adaptados para lançamento de “iscas” e auto defesa), totalizando 126 aeronaves; para substituir as atuais aeronaves utilitárias da FAB, além de 4 Legacy 600, para substituir as aeronaves utilitárias de maior porte, totalizando 28 aeronaves, além de um esquadrão de 12 aeronaves VANT, totalizando 84 aeronaves, não tripuladas. Dos sete COMAR cinco tem ligação com o Oceano Atlântico, ou seja, seria necessário, para esses COMAR 6 P-99 para patrulhamento marítimo, para substituir os P-95/B, totalizando 30 aeronaves. Helicópteros: 18 EC-725, totalizando 126 aeronaves; 23 S-70/H-70, totalizando 161 aeronaves; 12 Mi-35 (AH-2), totalizando 84 aeronaves; 12 EC-135, totalizando 84 aeronaves; Para o COMAR VII (que compreende a maior parte da Amazônia)18 Mil Mi-26 Halo.
Carlos ao meu ponto de vista esta minha citação acima seria um ideal de Força Aérea Soberana, com grande tristesa é... Escrevo que é um sonho (muito distante). Tanto se fala em Ditadura neste país, que se derem armas e poder aos militares eles tomariam o poder, grande hipocrisia, o Chile teve um dos piores tiranos: Augusto Pinochet e, tem Forças Armadas, realmente capacitadas para defender sua população e tem o apoio da nação com orgulho das suas forças Armadas, talvez eu esteja equivocado mas nosso país precisa de nacionalismo. Parabéns a você por ser um nacionalista e através deste blog, defender as causas nacionais!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Vader.
1- No primeiro FX . a Sukhoi ofereceu o Su-35-1, uma versão com canards ativos do Flanker. Tenho propaganda da rosoboronexport impressa daquela época.
Se a FAB optasse, por outro modelo, os russos estavam dispostos a oferecer, e o Su-30 chegou a ser considerado. Mas a oferta oficial era para o Su-35-1.

2- A argumentação de que o F/A-18E foi usado em combate é válida até um certo ponto, pois na pratica, ele foi usado contra forças inimigas muito fracas. O Rafale foi usado no Afeganistão, mas não se pode levar em conta a importância disso pois a oposição foi praticamente zero.
Os sistemas embarcados no Rafale são mais sofisticados que o do Super Hornet, tanto que até funções por comando de voz estão disponíveis no cockpit do Rafale. O Radar do rafale é PESA, mas mudará para um modelo AESA em meados de 2012.

3- O PAK FA T-540 tem relação empuxo peso, com a motorização atual (que não é a definitiva) maior que 1,1 e sua aerodinamica permite (foi projetada especificamente para isso) voar em super cruzeiro. O J-20, eu concordo que ainda terá que serr desenvolvido em muitos aspectos para atingir os requisitos de desempenho que é necessário a um caça de 5º geração.

4- Concordo com sua colocação a respeito das capacidades anti navio quando você diz que o Super Hornet é superior ao Rafale. mas o F-15E tem maior capacidade de transporte de carga e seu radar AN/APG 82 tem maior alcance também.

Obrigado pelo elogio ao post.
Abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Vader. (não tinha visto sua ultima postagem... hehehehe)
O F-35 tem o mais potente motor já instalado num caça, mas ele é pesado. A versão A e B tem relação empuxo peso maior que a unidade e por isso tem melhor desempenho em aceleração, mas a versão C é muito pesada e sua relação empuxo peso é inferior a de um F-4, sendo por isso, menor eficiente nesse quesito.
O radar AESA dele, assim como o do Super Hornet e do Rafale, tem capacidade de jammer (o do F-22 também) por isso se leu em algum lugar essa informação com a conotação de que ele tinha feito algo extraordinário, saiba que o texto deve ter motivação de marketing. Porém concordo com você que a tecnologia embarcada do F35 é espetacular mesmo, tanto que desconfio que a elevação do preço do projeto tem muito a ver com essa sofisticação extra.
Abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Poder Belico. Obrigado pelo elogio. Sua composição da força aérea ideal, é exatamente isso. Ideal. Com essa configuração teríamos uma das 5 mais poderosas forças aéreas do planeta..
Abraços

Victor disse...

Carlos,

Embora no nosso país a combinação corrupção multiplicada por incompetência(sendo esta fruto de muitos vícios ideológicos tanto a esquerda quanto a direita), seja desastrosa. temos que levar em conta as pressões internacionais.
Nós não adquirimos materiais bélicos "não OTAN" por pressão direta dos EUA.
Há ameaças diretas de corte de fornecimento de materiais de reprosição entre outras coisas.
Relembre recentemente a barragem da venda de tucanos e AMX a Venezuela, feita atrvés da negação dofornecimento de peças importadas. Que nós não temos capacidade imediata de fabricar, agravada pelos governos neoliberais pós-ditadura.
Um dos motivos do governo resistir a compra do F18 e do Grippen, é evitar esses episódios de refém do primo rico.
O F18 não é um azarão é uma imposição contra o caça russo.
O que acredito é que defasado ou não o programa fenix da FAB tem que ser concluído mesmo já fazendo 30 anos do seu esboço inicial, nem que seja necessário reabrir a fabricação de modelos de aeronave ultrapassados, ou fazer compras que não apresentam, o melhor ccusto benefício mas nos deem melhor autonomia.

Marcelo, O Bardo disse...

Penso que poderiam ser adquiridos Gripen NG e poderíamos entrar no projeto do FS2020 da SAAB.

Win 32 Agent disse...

Não adianta sonhar muito, a modernização na FAB se resumirá a um simples tampão, com a compra de alguns F-18 Super Hornet.
As Forças Armadas do Brasil jamais adotarão uma postura que cause qualquer tipo de desconforto com os Estados Unidos, por isso o Sukhoi Su-35BM foi descartado.

poder bélico aéreo brasileiro disse...

Olá, Carlos.

Fico Feliz em saber que você compartilha comigo, esse que eu chamo de “Fantasioso e necessário, ideal de força aérea”. Obrigado. Comecei a ler seu blog procurando sobre o caça F-35, quando li fique impressionado pela quantidade e qualidade das informações. É claro virei fã, como muitos!
O modelo que eu apresentei, ou seja, cada estado contendo pelo menos uma base aérea e o país dividido em sete áreas (COMAR), além das aeronaves divididas igualmente, manteria o país, acredito, muito bem defendido. No modelo que apresentei, mudaria “radicalmente” o modus operandi, da Força aérea. Com essa divisão, o país se tornaria sete “mini-nações” altamente protegidas, ligadas por um sistema central. O caça Gripen tem a capacidade de dispersão: pouso em pistas curtas semi-prontas, manutenção e rearmamento/reparo em pouco tempo, bem como a necessidade do país. Já que provavelmente seriamos atacados por um inimigo de maior poder bélico. A Força Aérea Suéca, faz treinamento rotineiro de dispersão a muitos anos, em um intercâmbio entre pilotos brasileiros e suécos , aprenderíamos muito sobre as táticas de dispersão, a FAB realiza operações de dispersão, mas muito limitada, fazendo em caso de um eventual ataque uma resposta tardia, o Brasil é o segundo país em quantidade aeródromos, na sua maioria precários, mas no caso de conflito seriam todos utilizados. O PAK FA, considero de vital importância, além de manter a superioridade aérea, equipar os esquadrões estratégicos, com a tecnologia adquirida dos russos supríamos os embargos, já que os EUA, disseram que tanto o Gripen quanto o Rafale usam suas tecnologias.
Quando se fala em uma possível Guerra, em qualquer lugar do mundo, o país referência a ser enfrentado é os Estados Unidos, obviamente. Então. Quando se fala em um conflito entre Brasil e Estados Unidos, nós levamos em consideração a Guerra do Vietnã, a derrota dos americanos frente à inteligência superior dos vietnamitas e o conhecimento da selva pelos vietnamitas, conseguiu vencer toda capacidade técnico-militar americana, apesar do número de vietnamitas mortos e feridos, além do país praticamente destruído. Mas, não pode se esquecer que os vietnamitas eram supridos belicamente principalmente pelos soviéticos. Também é necessário lembrar-se que os tempos são outros, as armas evoluíram muito sensores térmicos, permitem saber onde estão escondidos os militares, e os EUA, não cometeriam o mesmo erro duas vezes, também é necessário levar que o Brasil é muito maior que o Vietnã, nossos militares são os melhores do mundo na selva, nossas forças especiais fantásticas, perecendo apenas de equipamentos, nossas floretas são mais “densas” e periogosas.
Mais uma vez, parabenizo-te pelo excelente trabalho. Vou deixar alguns links sobre as táticas de dispersão, para você dar uma olhada!
http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/pista04dispersao1.html


http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/pista05dispersao2.html


http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/pista07brasil.html

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Marcelo. O FS 2020 não é um projeto ainda.;... é um estudo. A Suécia não tem interesse, por enquanto em substituir seus Gripens.

Olá Poder Bélico.
Sobre um eventual enfrentamento com os EUA eu já não acredito. Os americanos preferem nos manter ao seu lado do que no lado oposto. Eles tem muito interesse econômico no Brasil e uma guerra conosco não faz sentido. Você estava dizendo que pesquisou o blog por causa do F-35. Eu atualizei algumas informações no texto dele hoje cedo. Depois dá uma olhada lá.
Abraços

poder bélico aéreo brasileiro disse...

Olá, Carlos.

Esclarecendo algumas informações. Exatamente, por isso que eu disse uma “possível guerra” e disse que “os EUA é um país, de referência no caso de uma guerra”, pois uma nação que é capaz de se opor aos EUA pode se opor a qualquer outra!
Atenciosamente, obrigado!

natan amaral disse...

parabéns carlos ótimo post ...acho que a fab esta bem com o que tem só que deveria ter maior quantidade pelo menos o dobro mais é isso ai .a embraer hj teria condições de fazer uma caça nacional estilo f-5em ? digo fazer montar as peças sem ter tt

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Natan. Obrigado!
A Embraer, poderia, sim desenvolver uma aeronave de combate leve como o F-5. Porém isto seria imbecilmente caro para para nosso orçamento. Veja que a Embraer nunca fabricou uma aeronave supersônica e esta tecnologia deveria ser desenvolvida junto com o caça e isto seria muito caro. Eu sou muito mais partir para as soluções que descrevi no texto desta matéria.
Abraços

Sou Luccas Mateus de Medeiros Gomes disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luccasmmg disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luccasmmg disse...

Eu acabei de fazer as contas e a solução do poder belico não está tão fora do nosso alcançe junto de 300 horas anuais por caça tudo ficava por 72.600.000.000 dolares entretanto eu não sei o custo de manutenças das outras aereonaves e eu tambem adicionei 100 su-34 junto com o custo de manutenção de 300 horas anuais o tambem não coloquei sistemas de defesa anti-aerea nem aereonaves de treinamento isso da mais ou menos um investimento de 2.000.000.000 por ano

Carlos E. Di Santis Junior disse...

O governo mal libera dinheiro para manter 12 míseros Mirages 2000.... Imagine liberar dinheiros para manter uma frota como a sua ou mesmo a minha!

Luccasmmg disse...

realmente isso mostrar mais uma vez que o problema não é dinheiro mas vontade como um pais com um pib de 2,1 trilhoes de dolares não pode ser uma potencia militar dos bricas em qualidade de vida só perdemos para russia a em renda percapita somo os com a maior entre os brics

Luccasmmg disse...

carlos sempre quiz saber uma coisa voçé acha que o f-35 bem armado,com pilotos do mesmo nivel sorte igual poderia vencer um pak fa t-50 no air air

Luccasmmg disse...

Sem contar que acabei de achar na internet que o governo gastar 4 bilhoes de dolares por ano com filhas de militares é acabando com esses que se consegue uma força de vergonha

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Lucas. O F-35 é um bom caça. Ele pode, sim, derrubar um PAK FA T-50, ou mesmo um F-22. Mas isto dependerá de tática e de recursos disponíveis para apoiar o piloto do F-35. O PAK FA será um poderoso caça de combate aéreo, capa de causar sérios problemas ao F-22.
Abraços

Luccasmmg disse...

Carlos você não acha que o rafael spyder na versão de 35km séria mais adequado para nós inves do buk m-2 e o Lucas é com 2 c mesmo

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Luccas. Eu prefiro sistemas com alance maiores que o Tor M2, como o Spyder, mesmo. Porém, o sistema mais indicado para o Brasil é o BUK M2 e disso não tenho a menor duvida. Ele é preciso e tem alcance que pode chegar a 45 km.
Abraços

felipe.wmenz disse...

Olá carlos(novamente shauhsuahs),gostaria de saber na bateria do buk-2 quantos lançadores vem?? o tor-m2e são 4 lançadores,então gostaria de saber a no buk-2,e tambem quanto custa a bateria completa do buk-2? vlws abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Felipe.
Uma bateria BUK é formado por de uma estação de radar 9S18M1("Snow Drift" para a OTAN), 6 veículos de lançamento (9A310M1) com 4 mísseis (9M38M) cada, de 2 a 4 veículos de recarga (9A39M1) sendo que cada um transporta 4 mísseis lançáveis e mais 4 de recarga e 1 veículo de comando e controle (9S470M1).
Não tenho informação de custo. Mas não é algo muito barato. Mesmo assim, é muito aconselhável possuir baterias deste sistema.
Abraços

felipe.wmenz disse...

muito obrigado Carlos, vc acha que 5 baterias do buk-2 apenas pra servir pra dar um apoio antes do sistema ante-aereo que o exercito está produzindo ou estava fazendo é uma quantidade boa? ai poderia ter mais 5 baterias do s-400 e mas 10 desse projeto que te falei???seria boa ou ainda pequena 5 buk,5 s-400 e 10 do projeto ?? flws..

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Felipe. Eu penso que deveria se ter, pelo menos, 2 baterias para cada base aérea e em nossos pontos estratégicos como portos, usinas hidrelétrica, industrias de defesa ... e tal
O S-400 é um sistema super caro que acredito que nossas forças armadas não tem interesse em adquirir devido a este custo elevado.
Abraços

Win 32 Agent disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Win 32 Agent disse...

O sólido e histórico alinhamento do Brasil com os Estados Unidos da América dificulta a necessária reformulação das forças armadas brasileira.
É praxe, qualquer que seja escolha do Brasil, deverá previamente consultar o governo dos EUA.
Por mais que alguns digam que os tempos e os governos são outros, o alto escalão das forças armadas brasileira ainda considera imprescindível a consulta aos EUA.

Luccasmmg disse...

Quanto aos sistemas de defesas russo principalmente o s-300 os americanos não deixariam nos comprarmos,ou seja só teriamos opçoes ocidentais menos eficazes mais eu não reclamava não se ficassemos com spyders ou quem sabe até mais radicalmente patriots principalmente o pac-3

PJ disse...

Olá Carlos, parabéns pela análise.
O programa de reaparelhamento da FAB( Projeto Fênix), foi sempre focado na transferência de tecnologia.O fato de a Embraer fazer menção de que não era sua pretensão atuar no nicho de mercado de caças supersônicos, aliados a falta de interesse de nossos governantes pelo tema Defesa, resultaram na estagnação do projeto de modernização da Força Aérea.

Thiago Pereira disse...

Bom post. Vou aproveitar para fazer uma pergunta de piloto de videogame hehe. Sobre os caças AMX, caso o projeto Fx-2 saia do papel, não seria melhor colcoar os AMX como aviões de treinamento, uma vez que os caças do FX-2 podem cumprir as missçoes de superfície?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Thiago. O AMX foi cogitado para essa função. Porém se decidiu pelo uo do F-5F para conversão. O F-5F tem a seu favor o fato dele ser uma aeronave supersônica e manobrar como um caça. Não tenho confirmação, mas ouvi dizer que o AMX é mais caro de operar também.
Abraços

Wilson disse...

Olá Carlos!!!
Caso o Gripen NG, seja o escolhido do FX-2, quais são nossas opções de fornecedores de armas? Podiamos optar por um pacote de armas europeu (meteor,aim-132,storm shadow, aasm)?

E se caso fossemos comprar armas aos EUA, eles nos venderiam os aim-120c-7, agm-154, jdam e sdb, ou eles criariam embargos?

Abraço!!!!

PJ disse...

Carlos, na atual conjuntura qual seri a a melhor opção para o Brasil.
Concluir o FX-2,adquirindo 36 caças novos;ou comprar aeronaves usadas(provavelmente F-16)e posteriormente entraria em um programa de 5ªou até mesmo de 6ª geração.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson. O Gripen NG é o modelo mais flexivel em relação a variedade de armas. Penso que os EUA tendem a não vetar a venda de mísseis AIM120 Amraam para nós, mas se vetarem, podemos adquirir MICA ou mesmo o Meteor.Os EUA não estão em uma situação confortável como estiveram todas estas ultimas décadas para ficar escolhendo muito para quem eles vendem ou não seus sistemas de armas. Eles precisam de muito dinheiro. A FAB, por enquanto, não esta focando em um míssil de cruzeiro para seu caça FX-2, por isso penso que não seriam adquiridos, inicialmente. Nossa força aérea pensa muito como uma força de defesa e não de ataque.
Abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá PJ. Eu entendo que deveriamos comprar o Gripen NG como caça do FX e ainda sim, entrar no projeto de caça de 5º geração.
Abraços

Wilson disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Wilson disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Wilson disse...

Carlos gostaria de saber se hoje o brasil tem se interessado por um programa de um caça de 5a geração? Quais são os caças de 5a que hoje o brasil pode se associar no desenvolvimento? Gostaria de saber tabem se o nosso governo tem interesse gripen ng e se ele tem boas chances aqui no brasil. Carlos em relação as armas ar-terra vc esqueceu de citar no blog as bombas smbk-82/83. Elas são boas bombas?

Meus parabéns pelo excelentissimo blog e tenha sucesso e espero que um dia essas autoridades mediucres que manobram esse pais tenham conciencia da importancia de nossas forças armadas e possam investir nelas... Saudações!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson. O governo Brasileiro sempre demonstrou uma certa tendência favorável ao Rafale. Para mim, teria sido ótimo se tivessemos comprado o rafale antes. O avião é o mais capaz da concorrência. Porém, muito tempo se passou e hoje os caças de 5º geração começam a aparecer e seria um desperdício de dinheiro investir pesado no Rafale se poderíamos estar entrando em um programa de caça de 5º geração. A FAB pensa em participar de um desenvolvimento destes mas não tem pretensões claras quanto a isso. Por isso, no texto eu sugeri comprar o Gripen NG pois ele é mais barato, e mesmo assim supre as necessidades imediatas da FAB. Isso deixaria uma economia que poderíamos usar entrando em um programa de caça de 5º geração. O PAK FA T-50 é o modelo que vejo como mais interessante para o Brasil.
Abraços

Wilson disse...

Estou achando a situação da FAB muito critica, se o rafale vier no lugar do gripen ng será bom? E quanto aos armamentos, os amx só vao ficar nas lizards ou a fab pensa em comprar algumas armas como brimstone ou jdam como vc mencionou? E queria saber se as smkb sao boas bombas e se ja estao operacionais na fab...

Obrigado por tudo caro amigo e me desculpe tantas perguntas. Abraço!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

O Rafale, em si, é um caça otimo. Mas a FAB teria problemas sérios em manter estes caças operando, pois a manutenção do Rafale é cara. Sobre o armamento, a FAB costuma ser bem discreta. O míssil Python IV, por exemplo, foi adquirido sem nenhum alarde,e confesso que fiquei surpreso em ver estas armas nas asas do F-5M. Novas armas inteligentes devem ser adquiridas, até porque um dos maiores motivos da modernização do AMX é justamente poder usar este tipo de armamento.
Abraços

Wilson disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Wilson disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson.
As Britanites são armas novas e não foram usadas ainda. Pelas informações do fabricante, temos uma idéia de que sejam excelentes armas, mas ainda tenho uma postura mais cuidadosa sobre isto. Prefiro esperar estas novas armas serem completamente desenvolvidas, o que não ocorreu ainda.
Abraços

Wilson disse...

As GBU-39 SDB poderiam vir para a FAB sem problemas de embargos?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson. É dificil prever. Se comprassemos o F/A-18E, com certeza eles nos venderiam, pois colocaram no pacote de armas do Super Hornet para a FAB as bombas JSOW, bem mais potentes que as SDB, e com a mesma precisão. Mas de comprarmos o Gripen, tenho duvidas se venderiam. Fora isso, as SDB precisariam ser integradas ao Gripen, o que acarretaria na necessidade de maiores investimentos.
Abraços

luiz carlos disse...

ola carlos eselenti materi queria saber de vc ci uma aeronave tipo um f-22 dispara um missel alem do aucance visuau contra um de guarta geraçao guais as chances do piloto nao ser abatido! essas aeronave de guarta geraçao tei dispositivo q alerta com antecedencia o piloto

luiz carlos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
luiz carlos disse...

queria pedir uma materia ci pocivel do boein p-8 poseidon oq vc acha carlos ci o brasil comprace essa aeronave sei q isso e impossivel de acondeser mais como seria essa aeronave operando aq ?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Luiz.
O grau de sucesso de um míssi BVR atingir seu alvo dependerá de algumas condições. O clima, a postura do piloto atacado, em tentar se evadir ou, ainda usar contramedidas eletrônicas para confundir o sensor do míssil e assim o despistar. Assim, um F-22 tem a vantagem de lançar seu míssil de forma discreta. E o piloto inimigo só saberá que esta sendo atacado muito em cima da hora, de forma que não terá tempo de reagir.... As chances, no geral são altas de o caça de 4º geração ser abatido.
Abraços

Wilson disse...

carlos um bom missil para o AMX nao seria o AGM-65G? Ele é mais potente e tem mais alcance que o brimstone. Abraço!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson. O Maverick é um excelente míssil porém é relativamente grande e pesado. O Brimstone resolve a maior parte dos alvos que um Maverick pode combater.... com excessão dos alvos maiores e reforçados. O ideal é ter a disposição os dois modelos.
Abraços

vinixxiz disse...

Carlos,
Você não acha que o F-18SH é a melhor opção considerando não somente os caças, mas as vantagens que o brasil poderá receber com a compra deles.como por exemplo os aim-120c-7, agm-154, jdam e sdb,e outras vantagens além do caça?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Vinixxiz.
Considero o pacote de armamento norte americano o melhor, sem duvidas. Mas o avião, em si não é o mais capaz da concorrência. Além de que, seu projeto é o mais antigo.
Abraços

Carlosarguspandragons disse...

Parabéns p excelente matéria, vc contínua se superandoFico me perguntando a razão da EMBRAER ainda ñ apresentar um caça multitudo tanto qto ou melhores q os Su35S e 35M ,um p a n FAB e o outro p n MB, está demorando mt e estamos carente , desesperadamente necessitados de um vetor novo e moderno, ainda q com turbinas de outra potência.E como o GF ñ tem interesse ou ñ pode , o FX está se arrastando , e logo logo morre.Eu me pergunto como pode o BRASIL querer um acento no CS da ONU e ñ ter FAs equipadas p cumprir suas atribuições no CS, como?!?!? E somo o "Bê" dos BRICAS, uma potência econômica..e ñ temos grana p comprar , produzir armas p n defesa ?Minhas saudações e admiração.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Carlos.
Obrigado pelo elogio e apoio. O governo brasileiro, em suas muitas gestões, sempre foi formado por pessoas que nunca tiverem a minima decência em se quer conhecer a necessidade de ter uma força armada nacional. Esta é a grande verdade. O presidente Lula foi o primeiro a colocar algum foco neste assunto, mas o presidente, sózinho, não resolve pois nosso sistema de governo coloca o poder nas mãos de um monte de imundos que ficam a decidir leis e medidas no congresso, com um único e sujo objetivo.... o de encher o "rabo" com dinheiro publico. O paloci não é, nem de longe, o único e nem o primeiro a enriquecer com seu cargo político. E se quer saber, a maioria dos imbecis criminosos que o acusam, também enriqueceram muito em seus cargos privilegiados no governo.
O Brasil precisava entrar em uma guerra de verdade para aprender a lição.
Abraços

vinixxiz disse...

carlos,
o projeto do f-18sh é mais novo do que o "poderoso" Rafale.O SH entrou em serviço em 99 mas foi projetado no inicio dos anos 90 diferente do rafale q foi projetado na decada dde 80.Talvez o seu exterior seja antigo pois é a unica coisa que é igual ao ao F-18.O SH é sim capaz,se não, não seria o principal caça da mais poderosa marinha do mundo a USnavy.Mas vc tem que concordar que o SH é o caça mais "confiável" do F-X2,pois o Gripen(que eu considero tb uma boa opção) é apenas um projeto e um projeto que envolve o brasil nos podemos esperar de tudo (menos coisas boas),o Rafale é absurdamente caro e não é tão capaz assim( se fosse assim o EAU não pediria uma troca de motor no caso de uma possível venda do Rafale).Mas concluindo, tudo o que vir para a FAB é lucro,menos o Rafale ai é prejuízo.
Abs e parabéns pelo blog tão informativo.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Vinixxiz.
Independentemente da Boeing argumentar o contrario, a verdade é que o F/A-18E é derivado de um projeto do final dos ano 70. Muita coisa melhorou nele, claro. Mas ainda é o maximo que se pode chegar com o projeto do F/A-18 é com o Super Hornet. A marinha dos EUA o adquiriu pois seu projeto A-12 Avenger foi cancelado por seus custos estarem elevadose um caça do porte do F-22 navalisado estava fora do orçamento da marinha americana. O F-A-18E não dá, a marinha americana, hoje, a vantagem que o F-14 dava em meados nos anos 80. A marinha dos EUA teve diminuída sua vantagem frente as forças aéreas russas e mesmo a chinesa, que atualmente dispões de uma capacidade ofensiva muito grande. O projeto do rafale é mais moderno que o do Super Hornet. Porém o considero caro demais para se adquirido num momento que cças de 5º geração começam a aparecer no horizonte....
Obrigado pelo elogio.
Abraços

vinixxiz disse...

Carlos,
nos ficamos discutindo qual seria o melhor caça mas a probabilidade maior é de não vir nenhum rsrsrsrrsr provavelmente venha um "tampão" e tomara que não seja um Mirage no fim da sua vida operacional.
Graças aos nossos políticos , e tb não podemos esquecer da população que não da valor devido as suas forças armadas,so uma guerra pra muda esse cenário
abs.

Flávio Moreno disse...

Excelente post!
Completo e bem realista!
Parabéns, Carlos!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Obrigado Flavio.
Abraços!!!

Fueza Aeria Paraguay disse...

Fab devia faze como Japao F2 (F16) e chile f 16 Fab ultilizando tecnologia israelense teria melho aviao america do sul alem te respeito e F 16 bem amis barado qualque aviao poderia usa sua plataforma desevolve stelte F16 ate naval porta avioes sao paulo pena PT nao faz nada so atrapalha DIlma fraca vai deixa força armada destruida save Brasil e pais arco ires disse Dilma que vergonha nosso pais pessoas de bem chega PT viva Brasil

luiz carlos disse...

ola carlos sera q e verdade q o brasil vai fapricar um porta avioes com nome de poseidon vi isso num saiti com o nome de querre armas para subistituir o sao pauço sera q e verdade ?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Luiz.
Desconheço qualquer projeto a respeito da construção de um novo porta aviões no Brasil. A marinha do Brasil mal tem dinheiro para manter um navio, imagine construir um novo.
Abraços

luiz carlos disse...

sabia faleu carlos pela resposta e com pulitcos q ajenti tei so echendo o bouso nunca sai nada!!!!!!!!!

luiz carlos disse...

a ja ia esquesendo eos b-52 esisti previsao para uma materia sopre eles depois das utimas querras no orienti iraque e afegunistao nao vejo mais falano neles? ai ecelenti ploq nota mil!!!!!!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Luiz.
Deverá haver uma matéria sobre o B-52. Mas não sei lhe informar para quando.
Abraços

Zhirinovsky "The Bear" disse...

Esse artigo é muito bom, mais ao mesmo tempo é ridículo!

A FAB está defasada por culpa dela mesma... Os generais e coronéis que comandam este braço-armado são fracos, velhos e incompententes.

E para desanimar ainda mais, o SU-34 FULLBACK e outros modelos aqui citados "NUNCA" farão parte da linha de frente da Força-Aérea Brasileira.

Nosso país faz políticas partidárias, não estatais! Portanto, daqui á 10 anos, nosso espaço-aéreo estará aberto para qualquer CESSNA entrar, porque o FX-2 será cancelado e a FAB nunca terá qualquer avião de combate de última geração para defender o espaço-aéreo brasileiro. Isto é Brasil, meu povo!

CAIAM NA REAL!

vinixxiz disse...

Carlos
Vc considera o Rafale o melhor caça dos tres finalistas do FX-2. Mas porque,qual a real diferença entre ele e os outros? Por que ele é tão superior?. E onde vc encontrou números do Rafale que comprovassem tal superioridade?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Vinixxix. O Rafale é, sim, o melhor caça da concorrência. Porém nção o considero, mais, o melhor para o Brasil. O que o torna melhor são os desempenho de vôo (superior em manobrabilidade, aceleração e razão de subida, taxa de curva) a de seus concorrentes. Seus sistemas de guerra eletronica e o novo radar EBE-2 AESA o colocam em uma posição de vantagem. O radar especificamente, embora seja bom, é inferior ao do F/A-18E Super Hornet, o avião com radar mais capaz da concorrência do FX-2. Mas o conjunto geral do Rafale dá mais pontos positivos que negativos.
Porém, precio que você e os leitores entendam, que nenhum dos modelos representa a ultima geração de caças. Assim, é equivocado gastar uma fortuna com o Rafale. Prefiro que o Brasil gaste menos com o Gripen NG, uma aeronave avançada e bem mais barata para que haja folego financeiro da FAB para pensar em um projeto de 5º geração.
Abraços

Anderson disse...

Olá Carlos
Andei pesquisando um pouco sobre preços de caças e fiquei tremendamente surpreso!!!
Segundo algumas fontes (http://planobrasil.com/2011/07/27/mmrca-perto-da-definicao/) a Índia comprou cerca de 300 Su-30MKI por "míseros" US$12bi (isso a uns 10 anos). Mas segundo algumas outras fontes (http://pbrasil.wordpress.com/2010/08/18/russia-eleva-muito-o-preco-dos-cacas-sukhoi-para-india/) os russos posteriormente elevaram o preço unitário de cada Su-30 de US$40mi para US$102mi e o contrato assim iria para cerca de US$30bi.
Essas sao informaçoes que eu cruzei mas, logicamente, podem estar erradas (mas eu pesquisei várias fontes tb).

Agora vamos ao nosso FX-2.
Pelo q eu li em uma série do portal IG, o contrato do Gripen NG custaria cerca US$4bi (http://moraisvinna.blogspot.com/2011/07/fx-2-o-brasil-vai-continuar-depender-de.html) e o do Rafale US$6,2bi (http://moraisvinna.blogspot.com/2011/07/fx-2-temos-uma-capacidade-operacional.html).
Fazendo as contas, cada Gripen sairia por cerca de US$111mi e um Rafale por US$172mi. Tudo bem q vamos ter a tão sonhada ToT mas é bom lembrar q os indianos tb fabricam o Su-30 localmente. Tb temos q considrar q os indianos compraram muito mais caças e q a venda já foi a uns 10 anos atrás, mas a relação custo-benefício do contrato deles me parece absurdamente melhor q a nossa msm com o Gripen NG.

Andei pesquisando sobre os preços da concorrência MMRCA mas nao consegui dados suficientes para conpara com o nosso FX-2, mas a impressao q eu tive é q os preços estao mais ou menos de acordo com o q iremos pagar.

Para terminar, de acordo com o link http://cavok.com.br/blog/?p=1766
os russos estariam negociando 12 Su-30MK2 por US$600mi (ou seja US$50mi/caça). Tudo bem q sem transferência de tecnologia (eu acho) mas é um preço muito bom até qnd compraramos com o atual Gripen C.

Confesso q fiquei de cabelo em pé com tudo isso e até estou me perguntando se esse FX-2 vale realmente a pena.

Mas queria a sua opiniao tb. Será q essas informações q eu li estao corretas??? Vc tem outras fontes com dados diferentes ou nao concorda com algo disso q escrevi???

Abraços

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Anderson.
O mcusto de uma aeronave num contrato de forncimento varia muito dependendo dos sobressalentes e pacotes de armas, assim como treinamento e formação de profissionais de vôo e manutenção. O ToT é apenas mais um complicador. Por isso há grande variação de custo. De qualquer forma, o FX-2 tem seus preços bem inflados por conta deste ToT. A verdade é que deveríamos adquirir o caça por compra de prateleira mesmo. Do que adiantará essa tecnologia se 101% de certeza que o governo não investirá nas empresas para que elas possam desenvolver alguma aeronave posterior. Isso é certo e liquido. Deveríamos ter adquirido os caças de form,a direta. Além de mais barato, já estaríamos com um esquadrão pronto.
Abraços

jsilva disse...

Carlos,

Concordaria com essa mudança do Rafale para o Gripen NG se não fosse conflitante com o PAK-FA. Os americanos vetariam fortemente a entrada do Brasil nesse programa se o vencedor do F-X2 for o Gripen ou o Super Hornet. Se o Rafale sair vencedor os americanos também tentariam vetar nossa entrada no PAK-Fa mas não tão diretamente como no caso de operarmos caças com grande quantidade de componentes americanos. Por isso ainda acho o Rafale a melhor opção. Um lote de 36 caças com uma opção para mais 36 caças e entre 2018 a 2025 48 caças PAK-Fa totalizano 120 caças que para um país localizado em uma zona pacífica é uma quantidade satisfatória pra não dizer ideal.
Parabéns pelo plano que é bastante razoável em termos de orçamento, com um pouco de esforço e seriedade seria altamente viável realiza-lo.

nago disse...

Great thoughts you got there, believe I may possibly try just some of it throughout my daily life.




http://www.meerutmicro.biz/pt/sbindex.asp">Gerador De Linha Laser

marcelodellapoor disse...

Na minha opiniao A decisão da USAF de cortar 250 caças F-15 e F-16 para economizar na manutenção pode ser reflexo da futura entrada em serviço do PAK FA (T-50). Para enfrentar a nova “ameaça fantasma” russa, os americanos vão concentrar todos os esforços na entrada em serviço do F-35 e na manutenção de altos índices de disponibilidade do F-22. Acho que a guerra fria hoje e mas perigosa a do que antes hoje a russia e bem mas perigosa outro fato que eu acho que a russia em tempo de guerra ja mostrou com Napoleoa e alemanha sera que hoje a Historia se repete queria saber sua opiniao se for possivel.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Marcelo.
Em minha opinião, os EUA estão passando por dificuldades financeiras e por isso tem cortado despesas militares. O F-22 é muito caro de manter e esse custo é decorrente do corte de unidades que seriam adquiridas originalmente. Com um numero reduzido de F-22, a economia de escala foi para o "saco". O F-35 é um caça multimissão, claro... Mas a verdade é que o F-35 tem uma capacidade de combate aéreo menor que sua capacidade de ataque a alvos de superfície. Em um combate aéreo, o F-35, se tiver apoio de um avião radar (alerta aéreo antecipado), terá condições de aplicar uma tática que manterá sua vantagem, pois ele poderá manter-se de frente para o caça inimigo. Isso é uma vantagem para este modelo, especificamente, pois ele é stealth nessa área apenas.... De lado e de "costas" o F-35 pode ser visto por radares inimigos. (O F-22 é stealth de qualquer angulo. O F-35A entrou em serviço no fim do mê passado, mas só com2 exemplares.... vai demorar , no mínimo, um ano e meio para que esteja em condição de uso operacional, pois precisará de mais unidades e seus pilotos precisão estar adestrados para usarem corretamente o avião. Saber voar é diferente de saber combater, e este segundo item é mais demorado de se conseguir com um modelo de caça novo.
O T-50 russo é superior ao F-35, em minha opinião, porém os russos terá uns 10 anos para desenvolverem o modelo. Quando o T-50 estiver, oficialmente em serviço, lá por 2012, ele não terá capacidade de combate operacional.... pois os russos demoram mais que os outros países para conseguir incorporar as técnicas de combate, assim como "ajustes" em seus novos produtos, como o T-50. Na verdade, quando o T-50 estiver em serviço oficialmente, será apenas uma "propaganda russa", pois na verdade o modelo deverá ter plenas capacidades lá por 2020 apenas.
Abraços

FURTIVO disse...

Carlos, parabéns pela excelente matéria.
Estou muito ocupado no dia a dia,mas sempre olho as postagens e por isso percebi desta vez que não sobrou espaço pra perguntas, já que foram bem questionadas pelos comentaristas.
Muitos foram os comentários feitos nesta postagem,isso é um bom sinal,começa a despertar interesse das pessoas em questões de relevância nacional.
Abraço.

JUNCULUS disse...

Um boa alternativa para a FAB e barata seria a aquisição do Su-30MK3 para substituir os AMX,Migare 2000 e F-5.

O Su-35BM também poderia ser adquirido para complementar o Su-30 e no futuro o PAK-FA.

Conjunto de BUK-M2 e S-300 PMU2 daria a FAB a melhor capacidade AA do continente

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Junculus.
Eu concordo com o Su-35BM. Este é, efetivamente muito moderno.
O resto concordo. Os brasileiros da FAb tem horror a equipamentos russos. O uso do Mi-35 pela FAB, assim comop os mísseis Igla, foram impostos forçado pelo governo que fez acordo com os russos.
Abraços

Ricardo Alves, Buti disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ricardo Alves, Buti disse...

Olá Carlos.

O post foi brilhante. Muito bom.

Só que percebo que possui um viés que prioriza produtos já estabelecidos e testados, muitas vezes até enaltecendo equipamentos consagrados no mercado.

Penso que falta um pouco destacar (ou mesmo posicionar) a indústria de defesa Brasileira. A indústria brasileira poderia ser, e já até foi, um player importante no desenvolvimento de produtos de Defesa. Não acha que seria interessante destacar esses pontos no seus posts? Claro, sei que muitos dos casos a falta de opções nacionais é evidente, mas a simples contextualização seria importante.

Percebi que muitas vezes nem cita (ou destaca) empresas brasileiras, como a Embraer, Avibras e Mectron.

Sugiro isso não por ser ufanista ou nacionalista, mas por acreditar que a política de aparelhagem das forças armadas seria mais fácil se os produtos fossem produzidos por aqui(apesar do fatídico caso do tanque Osório).

Grande abraço e já adicionei o Blog no meus Favoritos.

Ricardo Alves

BobSap disse...

Carlos,
Quais influências que o governo dos EUA tem sobre a Força Armada brasileira? Porque para comprar certos equipamentos os militares brasileiros tem que consultar os americano?

Porque a Força Armada Brasileira tem tanta resistência contra caça de combate russo,helicóptero russo e mais...?

Será que os generais brasileiro recebem por fora para não optar por equipamentos Russos? Mesmo sabendo que equipamentos russos são tão bom quanto dos EUA,a resistência dos generais brasileiros é grande e é difícil de entender.

Carlos,
se você puder responder a minha pergunta ficarei muito grato

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Bop.
O governo americano tem poder de influenciar o governo do Brasil e não as forças armadas diretamente. Esta influencia se dá de muitas formas como ameaça de embargos a empresas brasileiras, que usam componentes americanos, ou a não liberação de alguma solicitação brasileira em outros segmentos como na ONU ou em alguma pendencia comercial. Os equipamentos russos são muito capazes, o que é diferente de bons. Veja só o que eu quero dizer. O Brasil usa o MI-35. Um helicóptero de assalto que não tem concorrentes em lugar algum. Ele consegue transportar alguns soldados (poucos) e ainda consegue atacar e destruir com eficiência diversos tipoos de alvos, incluindo qualquer tipo de tanque de guerra, mesmo os mais poderosos do mundo. Legal né? Isso é realmente muito bom. Mas ele tem um sério problema. O suporte do fabricante dele é ruim e por isso ocorre demora no fornecimento de peças o que obriga a nossa força a érea a mantelos jno chão por mais tempo do que um equipamento norte americano. A Venezuela usa caças Flankers. Um caça muito bom. Porém a Venezuela só consegue manter seus aviões com grande disponibilidade porque eles mesmos montaram uma rede interna de suporte de serviços e peças. Assim, eles não ficam tão dependentes de pedir essas coisas aos russos que não são muito habilidosos no suporte pós-venda, ainda. Certamente que eles melhorarão, mas ainda pode demorar um pouco. Entendeu?
Um dos aviões de combate que eu sugiro neste artigo é um russo.... Não sei se você reparou. O Su-34 Fullback, que é, em minha opinião, o melhor avião de combate de interdição naval do mundo hoje e um dos melhores caça bombardeiros já construídos.
Abraços

BobSap disse...

Carlos, entendi a sua explicação. Mas não acredito que o problema seja somente reposições de peças, pois acredito que se fosse só isso, seria uma coisa bem mais fácil de resolver , diante de um grande cliente como brasil.

Acredito que existe muito mais coisas por trás disso.
O helicóptero de ataque Russo que brasil comprou recemente, foi comprado na marra pelo governo federal, pois se dependesse dos militares não teriam comprado esse helicóptero.
Um país quer crecer e ser indepente na área militar não pode ficar de mesmice que os generais braileiros ficam fazendo.
Parecem que são dominados e forçados a optar por equipamento militar americano. Um país soberano jamais pode aceitar esse tipo de pressão.Se o Brasil quiser virar uma potência econômica e militar, tem que encontrar uma formula para fugir dessa dependência dos EUA , pois eles não tem interesse que o brasil seja forte militante.

Marco Gonçalves disse...

Boa noite Carlos

Estive a ler sobre o F-15 Silent Eagle e nao me pareceu uma ma opcçao para a FA Brasileira.
Tem um RCS inferior ao F117 e a qualidade reconhecida do F15. Contra tem a a idade e a transferencia de tecnologia.
De qq maneira penso que é caça para mais 15 ou 20 anos.
O valor de cada unidade é de 100M.

Ja que os caças russos estao fora de questao para o vosso governo, talvez um misto de F-16B60, F18SH e F15SE nao fosse ma ideia, entretanto pensavam em desenvolver com calma uma parceria para um caça de 5ª geraçao para 2030.

Abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

oLÁ mARCO.
O F-15SE não tem o RCS menor que o do F-117. A fonte que afirma isto está chutando e feio. A infrmação sobre seu RCS é classificada mas analista apontam algo em torno de 1m2 de RCS o que o torna parecido com um F/A-18E Super Hornet, que já tem um RCS diminuido em relação ao F-18 original. Não o considero um bom modelo.
Abraços.

Marco Gonçalves disse...

Carlos,

O que disse foi baseado nesta informaçao

Radar - Big Bird(SA-10C) RCS:
F15SE - 1.8
F117 - 7.3
F22 - O.5

Não duvidei porque olhando para o SE nota-se trabalho para diminuir RCS
Mas claro, preferi partilhar essa informaçao com o "Mestre" Carlos com quem vou aprendendo bastante

Ja agora, sei que manter estes blogs com tanta informaçao da trabalho, mas ja pensou em abrir uma secçao de Historicos? Falar sobre o Yamato, o ME262, o T34 etc etc

Abraço

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Marco. Eu tenho um dado sobre o RCS de algumas aeronaves. O F-117 aparece co um RCS que está entre 0,01 e 0,001 m2 o que equivale ao tamanho de um "peru" (sem brincadeira). O F-18E tem RCS de 1m2, o que não o torna invisível, mas o coloca como uma aeronave "chata" de procurar pelo radar. Para você ter uma ideia, o Rafale tem um RCS de 0,75 m2, sendo mais difícil de detectar que um F-18E. O F-15SE tem RCS equivalente a de um F-18E o que é fantástico pois o F-15 sempre foi uma arvore de nata voadora para os radares inimigos, com cerca de 25m2 (um absurdo!!!)
Obrigado pelas suas considerações . Sobre sua sugestão, eu ando pensando em alguma coisa nesse respeito.
Abraços

Wilson disse...

Carlos, como caça tampão seria viavel comprar caças f-16 dos estoques usaf e reaparelhálos com novos aviônicos e misseis aim-9/120? existe essa possibilidade?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson.
Seria possível (e a té desejável)fazer isso. Os americanos vendem com certeza. O que atrapalha esta idéia é que o custo para adaptar a FAB ao F-16 seria alto. Você já reparou que o F-16 é reabastecido no ar por um tipo diferente de sistema? O sistema é baseado em uma lança, diferentemente dos caças da FAB (e da maioria das forças aérea de todo o planeta que usam o sistema de sonda e cesto). Por isso, uma eventual compra de caças F-16 deveria ser acompanhada de aviões reabastecedores com o sistema de lança. O Chile fez esta opção e comprou alguns KC-135 para alimentar a sua competente frota de F-16. Eu, particularmente, adoraria esta solução, caso o programa FX não vingue.
Abraços

Wilson disse...

Como tampão, qual seria a melhor opção, o Gripen ou o F-16MLU? Qual é o mais moderno e qual seria de melhor adaptação para a FAB (custo, reabastecimento aéreo como vc mencionou na ultima pergunta que fiz, manutenção e etc)?

Obrigado guerreiro!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson. Eu penso que o melhor caça tampão seria o JAS 39C Gripen por usar o mesmo sistema de reabastecimento que já usamos.... Fora isso é um avião relativamente barato de manter e de boa performance.

Abraços

Wilson disse...

O Gripen C/D é mais moderno do que o F-16MLU e é equivalente ao F-16 Block 50/52+?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson.
O Gripen C/D é mais moderno que o F-16MLU e se equivale a um F-16Block 50. O radar PS05, do Gripen, porém, é inferior ao do F-16C/Block 50.
Abraços

Marcos disse...

Olá, Carlos.

Sabe me dizer se o FX-2 foi cancelado para ser substituido pelo novo programa FX-3? Pergunto isso, pois pesquisei no Google "programa FX-3", e foi isso que entendi. Vc tá sabendo alguma coisa disso.

Parabéns pelo Blog.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Marcos.
Obrigado.
O p´rgrama FX 2 permanece e deve ser decidido no primeiro trimestre de 2012.
Abraços

Augusto CBA disse...

Carlos,

Não acho razoável a FAB se comportar como se a partir de agora só fosse comprar caças zero km.

Historicamente, sempre tivemos restrições orçamentárias que nos obrigaram a, na hora H, comprar caças usados, e não será agora que isso irá mudar.

Acho muito razoável a opção chilena, que compra alguns caças "de elite" novos e os complementa com caças similares, de versão mais antiga, usados.

Neste aspecto, qual seria o melhor caça para a FAB? Se comprarmos Rafales, haverá Rafales usados para os complementar? NÃO. Haveria no máximo Mirage 2000 usados.

Agora, se comprássemos o F-18, os EUA com certeza incluiram no pacote a venda de F-18C/D usados a preço módico.

Igualmente, comprando Gripen NG, a Suécia teria como nos conseguir alguns Gripen usados, de seus estoques, a preços facilitados.

Tudo isso para que lá por 2025-2030 tivéssemos caças em quantidade suficiente para substituir os Mirage 2000, F-5 e AMX. Não adianta nos iludirmos achando que até lá, com Pré-Sal, a FAB estará cheia de grana. Não estará...

Pensar no caça zero km pensando em qual caça usado o acompanhará é, ao meu ver, obrigatório.

Victor disse...

Na verdade haverá Rafales usados sim, a França está se nivelando por cima sua frota com rafales versão F3, as antigas versões F1 e F2 em breve serão disponibilizadas. A compra de unidades usadas adicionais pode ser negociada com o governo francês junto com o pacote de aviões novos.

Também é bom lembrar que a FAB não deve importar uma quantidade inicial grande de aviões, já que o programa FX tem o princípio que a partir de um ceto número de aviões entregues a fabricação passe a ser no Brasil.

erriicc disse...

E o Super Tomcat ou mesmo o F-15?
O Iraque tem a força aerea mais poderosa do oriente medio e eles nao tem uma relacao boa com os EUA
mais os F-15 deles sao bem armados e bem cuidados

erriicc disse...

Ah mais uma coisa
EXISTE UM CAÇA DE GUERRA ELETRONICA TIPO o Tornado Ecr ou O EA-18 ou EA-6 Prowler?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Ola Erricc.
O Iraque tem uma relação boa com os EUA porque os EUA colocaram um governo fantoche (que faz tudo que os americanos mandam). O iraquianos não tem F-14 (quem tem é o Irã) e diga-se de passagem é da versão A, a menos capaz. O F-15 só é operado pela Arabia saudita e pelo Israel, no oriente médio. Outra coisa. O irã tem uma força aérea com muitos caças, porém todos (sem nenhuma excessão) são aviões obsoletos.
Abraços

Wilson disse...

Olá Carlos.
Gostaria de saber se os caças jas-39C/D, rafale f-3, f-18E, mirage 2000-9 ou ate mesmo os A-1M/F-5M da fab podem desempenhar a função de guerra eletrônica (stand off jammer, escort jammer) que o EF-111 desempenhou na guerra do golfo ou tem que ser um avião especifico? O que pode ser usado pelos caças e como funciona essa mnissão... Li sobre o casulo IAI skyshield mas o caça também tem que estar bem preparado ou só basta mesmo com o casulo? E também achei interessante a suíte EWS39 do Gripen mas estou confuso sobre a funcionalidade e o grau de letalidade... Me tire essa dúvida amigo. Abraços e feliz ano novo!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson. Um feliz 2012 para você também!!!
Dos aviões que você citou, apenas o F-18 tem uma versão dedicada a guerra eletrônica, conhecido como EF-18G Growler, que veio a substituir os veteranos jatos EA-6B Prowler da marinha americana nessa função de escolta de jammer. Todos os outros modelos, com excessão do F-5, podem transportar pods interferidores cuja capacidade se limita a proteger o próprio avião. Chegou-se a estudar, em meados dos anos 90, uma versão do AMX para esta função, mas foi descartado.
Abraços

Wilson disse...

Diversas fontes informam que uma aeronave equipada com o skyshield ecm ou o BOQ X300 do gripen podem abrir corredores seguros e cegar radares para que aeronaves possam passar, isso é verdade?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

É uma verdade relativa. Sua capacidade é bem mais limitada que a encontrada nos sistemas interferidores do EF-18G.
É uma questão de energia, do qual o Skyshield não supera a dos sistemas empregados pelo Growler. Se a defesa antiaérea inimiga for limitada.... pouco densa, o sistema skyshield fará seu papel.
Abraços

Wilson disse...

Outra pergunta... Um gripen D biposto com o casulo BOQ X300 e sua suite EWS 39, Rafale com a suite spectra ou mesmo o A-1M Com a sua suite da elisra nao pode criar corredores seguros? se eles podem executar missões SEAD com o skyshield e misseis anti-radar porque não executam essa missão!!!

Abraços e desculpe as séries de perguntas, um ótimo 2012 e estamos juntos amigo!!!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Wilson.
O corredor poderá ser criado sim, porém ele será estreito e o "pacote" de ataque deverá seguir esse estreito caminho uma vez que ao se distanciar deste corredor, os aviões ficarão mais vulneráveis.
Abraços

Augusto CBA disse...

Carlos,
1) os nossos aviões de combate têm algum tipo de proteção, nas bases aéreas, além daquelas coberturas leves que só os protegem do sol e da chuva?

2) se um avião estrangeiro hostil chegasse próximo a uma base aérea nossa, ele não poderia destruir ao mesmo tempo vários aviões nossos com um único míssil de média precisão?

3) em forças aéreas como as da Índia, Paquistão, Taiwan, Coréia do Sul, etc, os aviões ficam "ao nível do solo" ou ficam em hangares de material reforçado?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Augusto.
1-R: Quando existe alguma proteção nas bases, esta é feita por limitados mísseis SA-18 Igla de fabricação russa e somente eficiente contra aeronaves de baixo desempenho voando a baixa altitude.
2-R: Destruir varios aviões com um unico tiro, só de fosse um míssil com ogiva de fragmentação. Por outro lado, uma ou duas bombas perfurantes de concreto lançadas na pista de decolagem inutilizaria a base para decolagens dos caças nacionais.
3-R: A Cor[eia do Sul, especificamente, tem hangares reforçados. Mas na pratica, pouco são uteis pois existem uma grande variedade de bombas que perfuram a blindagem destes hangares, inclusive uma bem leves..... mas bem eficientes como a GBU-39 SDB.
Abraços

gabajunior disse...

Amigo se o Brasil comprar o Rafale ele poderá ser fabricado ou não ,sera apenas para compra?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Poderá ser "montado" no Brasil depois de algumas unidades montadas na França. Se quer saber, é um absurdo o governo brasileiro exigir transferência de tecnologia com um contratinho de 36 aviões. Na Índia, haverá transferência muito maior e o contrato deles é de 126 caças. Isto sim, é digno de uma nação de porte.

gabajunior disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
gabajunior disse...

Amigo tenho 3 perguntas para lhe fazer.
1º Você acha que o rafale e um bom caça ,por exemplo tem capacidade de enfrentar um f22?
2º brasil só poderá fabricar 36 caças ou poderá fabricar mais do que isso ,sem ter que pagar
3º como funciona essa transferência de tecnologia?
Obrigado amigo seu blog e nota 10 , acompanho todos os dias, continue assim.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Gabajunior.
Obrigado!
O rafale, assim como o Typhoon II, Gripen NG, F/A-18E Super Hornet, são caças de 4º geração. Eles teriam seríssimos problemas para enfrentar qualquer caça de 5º geração como o F-22, F-35, Sukhoi T-50 e J-20. A invisibilidade elevada destas aeronaves permite aos caças de 5º geração, se aproximar muito sem serem vistos e disparar seus mísseis de distancias seguras, muito antes de dar chances de resposta dos caças de 4º geração. O Rafale não visa combater o F-22.
Porém, o Rafale, ou F-18 e o Gripen são caças muitíssimos melhores que as velharias voadoras que usamos hoje. por isso é necessário adquirilos de qualquer jeito. Dos caças que estão sendo oferecidos, o rafale é o mais moderno, porém é muito caro e isso faria que ele ficasse sem voar aguardando manutenção, que é cara, e o governo tende a não libarar recursos suficientes para essas manutenções fundamentais. O F-18 não é tão caro e por isso poderia ser o mais indicado. O Gripen NG se tornará caro quando sair de linha, pois poucas unidades estão sendo estudadas pára encomenda da Suiça e talvez da própria Suécia, país fabricante dele.
O Rafale, se vencer no Brasil (ele ainda não venceu, oficialmente), terá algumas unidades fabricadas aqui... e se o Brasil decidir comprar um segundo lote, provavelmente todos os exemplares deste lote serão montados aqui.
Abraços

Unknown disse...

Ola Carlos meus parabéns pelo ótimo blog.
Sobre custos na defesa,vi na propaganda eleitoral, que no Brasil cerca de 84 Bilhões de reais são desviados dos cofres públicos/ano. Com metade desse dinheiro, se poderia comprar muito equipamento militar.
Sobre a pressão americana, contra a aquisição de material bélico russo. Vale lembrar que a India já comprou: 50 caças Mig-29, 300 caças SU-30, 51 caças Mirage 2000, esta comprando 126 rafale, com opção de mais 63 caças. Entrou no projeto do PAK FA 50, do qual pretende construir 250 Pak FA 50, comprou 8 P8 Poseidon. No entanto os EUA e Obama apoiam um acento na ONU para a INDIA, qto ao poio para uma cadeira na ONU para o Brasil os EUA e Obama nem querem saber de conversa.

Unknown disse...

Ola Carlos meus parabéns pelo ótimo blog.
Sobre custos na defesa,vi na propaganda eleitoral, que no Brasil cerca de 84 Bilhões de reais são desviados dos cofres públicos/ano. Com metade desse dinheiro, se poderia comprar muito equipamento militar.
Sobre a pressão americana, contra a aquisição de material bélico russo. Vale lembrar que a India já comprou: 50 caças Mig-29, 300 caças SU-30, 51 caças Mirage 2000, esta comprando 126 rafale, com opção de mais 63 caças. Entrou no projeto do PAK FA 50, do qual pretende construir 250 Pak FA 50, comprou 8 P8 Poseidon. No entanto os EUA e Obama apoiam um acento na ONU para a INDIA, qto ao poio para uma cadeira na ONU para o Brasil os EUA e Obama nem querem saber de conversa. Acredito que o melhor seria o Gripen NG e o PAK FA 50

Unknown disse...

Ola Carlos meus parabéns pelo ótimo blog.
Sobre custos na defesa,vi na propaganda eleitoral, que no Brasil cerca de 84 Bilhões de reais são desviados dos cofres públicos/ano. Com metade desse dinheiro, se poderia comprar muito equipamento militar.
Sobre a pressão americana, contra a aquisição de material bélico russo. Vale lembrar que a India já comprou: 50 caças Mig-29, 300 caças SU-30, 51 caças Mirage 2000, esta comprando 126 rafale, com opção de mais 63 caças. Entrou no projeto do PAK FA 50, do qual pretende construir 250 Pak FA 50, comprou 8 P8 Poseidon. No entanto os EUA e Obama apoiam um acento na ONU para a INDIA, qto ao poio para uma cadeira na ONU para o Brasil os EUA e Obama nem querem saber de conversa. Acredito que o melhor seria o Gripen NG e o PAK FA 50

marcos blshop disse...

Ola Carlos.
Em resposta acima a " gabajunior " voce disse que a Tot seria de montagem dos cacas? Em todos os outros sites relativos ao tema tenho a impressao de ver uma visao um pouco mais otimista dessa " Tot ". Pelo que entendi ate entao seriam produzidas localmente todas as pecas e avionicos, por empresas nacionais sob suporte/supervisao das fabricantes originais. A montagem essa sim seria feita pela Embraer, alem de outras funcoes que assumiria, com a abertura - transferencia - dos codigos fontes pela fabricante original. Alem disso as contrapartidas da compra - off set - teriam que ser relacionadas a essa Tot, no sentido de capacitarem as empresa nacionais a continuarem com o desenvolimento das tecnologias adquiridas. Tudo isso seria apenas o primeiro passo no desenvolvimento de um caca nacional, e o maior objetivo politico dessa compra seria a independecia tecnologica nesse setor. Viria antes ate das necessidades imediatas de defesa...
Por isso tambem que outros aspectos como custos operacionais maiores ou poucos operadores internacionais do vetor estao em segundo plano e tendo pouco peso na escolha do modelo.
Parece que essa visao nao se coaduna com a sua?
Att.

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Marcos.
O Rafale é o único que faz uma transferência mais completa. Porém o Super Hornet e o NG seriam , praticamente, só montagem
Abraços

marcos blshop disse...

Ola, Carlos.
Ainda acerca da " Tot " ...
Tenho a impressao que os americanos avancaram muito em sua proposta, nao?
Apesar de comecarem bem aquem dos franceses, evoluiram muito nesses anos em relacao o que transfeririam. Parece-me que foi aprovada a mesma transferencia que fazem para os seus melhores parceiros. Praticamente tudo seria transferido: desde estrutura e fuselagem ate avionicos, radares e armas. Apenas os codigos fontes seriam ainda restritos... Imagino que com toda a aeronave fabricada aqui os problemas de embargo seriam muito minimizados. Praticamente nao sobra o que embargar... Claro que sem os codigos fonte nao pode-se avancar no desenvolvimento continuado dessa aeronave, mas todos parecem concordar que o F - 18SH ja atingiu o se maximo em capacidade de desenvolvimento, tornando assim sem efeitos praticos o conhecimento do seu codigo fonte...
O que me diz dessa visao?
Att,

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Marcos.
Pra mim, o melhor caça para o Brasil, dentro os finalistas é o Super Hornet. O motivo é que ele teria melhor apoio pos venda, pois a marinha americana vai usar ele até 2035 ou um pouco além. Ele não é tão caro de operar e nem de adquirir. Certamente é um caça com desempenho um pouco inferior ao Rafale, mas a diferença de preço e o apoio americano justificam a escolha. O rafale, por melhor que seja (e ele é), não terá uma boa disponibilidade por ser, muito caro. penso que os americanos sejam mais "justos" que os franceses nos custos de seu suporte pos venda. A transferência de tecnologia americana é pequena. Eu já li o documento de oferta dele (o oficial) pois tenho um contato que me repassou. Eles foram muitíssimo generosos com o armamento (o melhor pacote, de longe, para armas de todos os tipos) Mas a parte de transferência de tecnologia é relativamente pobre. A Embrar não vai construir um caça e se fosse, os conhecimentos adquiridos com a transferência de tecnologia de modelos de caças que já não são os tops de linha de seus fabricantes (com excessão do rafale), pouco serviria. Veja que nem os EUA devem optar por desenvolver um novo caça sozinhos, no futuro. O F-35 já é financiado por uma porrada de países. O sucessor do F-18, hoje conhecido como F/A-XX é uma iniciativa do departamento de defesa e da marinha americana, mas aposto que com o desenvolvimento do programa, algum país aliado acabe entrando para diluir os custos.
O Brasil nunca fará um caça sozinho, e tenho a mais absoluta certeza disso.
Abraços

arlete disse...

Parabens gostei muito das tuas opções e colocação,realmente o caça su-34 seria uma arma estrategica para nosso pais,que tem um imenso litoral,e é incrivelmente barato pela importancia que tem,e tambem concordo que o f-18 ef é o melhor candodato do fx-2,apesar de gostar muito do rafale,mas estrategicamente tecnicamente,logisticamente,o f-18ef é muito superior a seus oponentes,e tambem tecnologicamente um caça testado e bem testado e se esta na marinha americana por tanto tempo e ainda vai ficar por um grande periudo é porque é bom,tambem o sistema S-300 S-400 é de invejar e eu colocaria ai a nossa defesa aérea estrategica,e como disse vc em varias materias perdemos a grande oportunidade de ter um caça que realmente faria diferença,T-50 PAK-FA talvez de prateleira mas se for só pensando na america,0 su-34 daria um poder enorme a nossa marinha,e é barato,mais uns aviões de antecipação aérea estariamos bem servidos,principalmente depois da construção dos submarinos.

wanderson disse...

que acho injusto é um país como brasil ser muito extenso e só por ser assim já um bom motivo pra investir melhor país com menos território mais que a gente investir mais que a gente que negócio é esse hein resposta para isso muito roubo vc não achar meu velho amigo Carlos E. Di Santis Junior, certo que o brasil não tem guerra e dai nos não temos direito de se equipar quando der e vier hein conforme as nossas necessidades cada um não é livre pra escolher o que quer dizer o que pensar fazer o que quiser qual é o motivo pra gente ser diferente ser enrolado pro resto da vida, nenhum de nós brasileiro não ter corragem de abusar de ninguém a não ser que abusem da gente é o que ta parecendo?!?

wanderson disse...

que acho injusto é um país como brasil ser muito extenso e só por ser assim já um bom motivo pra investir melhor país com menos território mais que a gente investir mais que a gente que negócio é esse hein resposta para isso muito roubo vc não achar meu velho amigo Carlos E. Di Santis Junior, certo que o brasil não tem guerra e dai nos não temos direito de se equipar quando der e vier hein conforme as nossas necessidades cada um não é livre pra escolher o que quer dizer o que pensar fazer o que quiser qual é o motivo pra gente ser diferente ser enrolado pro resto da vida, nenhum de nós brasileiro não ter corragem de abusar de ninguém a não ser que abusem da gente é o que ta parecendo?!?

Mateus S. Souza disse...

Anos atrás foi oferecido á FAB Kfir seminovos em sistema de Leasing... Não aceitaram. Sabendo que o Kfir foi testado em conflito e é muito elogiado, este não teria sido melhor opção do que o Mirage 2000?

Carlos E. Di Santis Junior disse...

O Kfir é inferior ao Mirage 2000 normalmente. Na verdade o Kfir C-10 modernizado é superior ao F-5M,no geral. O Mirage 2000 -5 ou -9 é superior a todos eles (bem superior, diga-se de passagem. Nosso Mirage 2000 é o C... um modelo antigo e desatualizado.

Victor de Alameida e Silva disse...

O FX poderia fechar um pacote de modernização dos Mirage 2000 em paralelo a entrada em operação dos caças novos. Ou até adquirir o segundo esquadrão que a FAB estudou, mas tudo iso depende de verba.

Mateus S. Souza disse...

Eu acredito que como nossas forças tem recursos muito limitados, além da compra dos novos aviões do FX, a FAB deveria sim criar um 2º esquadrão ou adquirir mais aviões seminovos para distribuir nas bases. Precisamos mais de 100 aviões para todo espaço aéreo e duvido que o FX irá contemplar tantos pelo menos em pouco tempo, pois deverão ser entregues em lotes de 20 á 40 aviões como sempre...
Sobre os Mirage 2000, será que vale a pena modernizar visto que foram oferecidas outras versões mais modernas e a FAB descartou? Com a crise mundial há muitas ofertas de aviões por preços razoáveis que poderiam ser estudadas pois acredito que sempre teremos de ter aviões de segunda linha á disposição inclusive pelo fator "custo".
ABÇS!

Mateus S. Souza disse...

Carlos; sobre o FX, você afirmou acima que prefere o Super Hornet, não sei se me enganei mas em outros posts você afirmou preferir o Rafale?
Você não acha que seria bom escolher o Rafale (acho que o Sukhoi caiu fora)para diminuir a dependência do Tio Sam?
ABÇS!

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Mateus. Você não se enganou. Você está certo.
Na verdade o programa FX demorou demais para ser finalizado e no começo eu preferia que se comprasse o melhor caça, independente do preço. O tempo passou... mais países apresentaram caças de 5º geração, alguns coim preços muito próximos dos oferecidos no FX-2, que são caças mais antigos. Assim, hoje, prefiro comprar o caça com preço menor, e maior capacidade de suporte de peças e o F-18 cai nessa equação. Ele é inferior ao Rafale, mas é bem mais barato, e ai poderíamos economizar para um eventual programa de caça de 5º geração.
Abraços

Victor de Alameida e Silva disse...

com certeza há a possibilidade de se comprar coisa melhor ao invés de modernizar o que está em operação, mas a modernização é feita dentro das instalaçõs da FAB e empresas nacionais, o que traz um ganho tecnológico muito maior do que a compra de equipamentos usados.

A crõnica falta de verbas é culpa não só dos políticos, mas também da "bumdamolice" do comando da FAB que não abre o jogo diante da população e não peita os políticos.
Um exemplo foram os vidros quebrados no último 7 de setembro, ao invés de apoiarem seu militar e bancarem o reparo, o comando da FAB fez um papel tosco ao anunciar a sociedade que puniria o piloto e que o militar pagaria pelo estrago! O comando está descolado da tropa, os brigadeiros estão negando as falhas da força diante do poder executivo para serem privilegiaos na hora das promoções.

Mateus S. disse...

Pelo que eu ando vendo por ai... hierarquia nas nossas forças armadas não está funcionando... Os superiores estão vendo os de "baixo" como vilões ao invés de tratá-los como membros da própria força que merecem respeito, afinal são eles que vão pro front numa eventual guerra... ABÇS!

Victor de Alameida e Silva disse...

SU35 de volta ao páreo?

http://gazetarussa.com.br/articles/2012/11/09/dilma_e_a_esperanca_do_su-35_16363.html

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Victor.
Não acredito na credibilidade desta notícia, recheada de erros. Primeiro, se a Dilma comprar o Su-35, nossa credibilidade vai para o ralo e seremos processados, com razão, pelos concorrentes do FX que ficartam para a final e investiram altas somas para promoverem seus produtos aqui. Os russos querem, na verdade vender armas ao Brasil e o Brasil precisa que se levante a restrição russa de importação de carne brasileira. Provavelmente a Dilma possa comprar sistemas antiéreos (seria otimo), ou novos helicópteros Mi-35.
Abraços

Victor de Alameida e Silva disse...

Ou sistemas russos para preencher as lacunas das restrições americanas no FX.

prata disse...

Carlos,
Agora que o gripen ng foi encomendado pela Suíça e pela Suécia ( 60 Unidades). você acha que o gripen se tornou uma opção ainda mais interessante ?
Saudações

Carlos E. Di Santis Junior disse...

Olá Prata.
Melhora a pontuação dele sim,mas ainda penso que o Super Hornet seja mais interessante uma vez que o suprimento de peças dele será mantida por mais tempo com maior facilidade e a um custo aceitável.
Abraços

luciano Souza Oliveira disse...

o melhor avião de guerra, sem duvidas é o ultraleve, e o mais rápido, super sônico, e uma arma destruidora letal, com ele ninguém si brinca, o governo vai comprar 500 unidades, o inimigo vai ficar intimindado, ê com muita inveja.

prata disse...

Carlos,
será que os mísseis brimstone são capazes de serem lançados de helícopteros? caso seja não seria mais interessantes do que os hellfire, tendo em vista seu alcance limitado de 8 km ?
desde já,muito grato.

prata disse...

Carlos,
vc já viu o substituto do hellfire, o
AGM-169 JCM ?
Saudações

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Prata. Por enquanto nenhum helicóptero está homologado para lançar o Brimstone. Dado o perfil operacional de um helicóptero, voando baixo e a velocidades baixíssima, penso que o Brimstone não faria muita diferença, pois seu alcance maior, implica em ser lançado de altitude e velocidades maiores. Não é só o combustível do míssil que o leva a essa distancia. O AGM-169 tem desenho muito parecido com o Brimsonte e o Hellfire. Já vi uns mockups dele, porém seu alcance é maior ainda que o Brimstone. Abraços

Mateus S. disse...

Carlos, tudo bem amigo? Faz tempo não retorna comentários, creio que esteja sem tempo ainda. O seguinte; pelo que li acima, o Gripen está deixando a desejar e deve ficar para trás frente aos demais caças de sua geração. Quando foi lançado, era tido como o melhor em custo-benefício. Apesar disso, não seria uma boa comprar alguns seminovos para testar e equiparar os esquadrões de F-5? Eu imagino isso porque estou vendo que o FX não sairá tão cedo e não será surpresa se nosso governo desleixado comprar novamente caças de segunda mão... Se isso ocorrer, você apostaria nele? Se não, quais modelos acha melhor?

Também tenho uma "pulga atrás da orelha" com uma reportagem (posso postar o link?) sobre essa manchete "Brasil ha incrementado sus inversiones militares casi en un 500%". Isso é piada ou realmente houveram tantos investimentos que eu não fique sabendo nas forças armadas?

Obrigado. Abraço!

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Mateus.
Eu tenho respondido os comentários sempre que percebo que foi uma pergunta. Quando fazer comentários afirmando algo, eu só me manifesto se eu for falar algo relevante. SE não, economizo. rsrsrsrsr
Eu admito a você que alguns oficiais da FAB andaram fazendo algumas visitas a Suécia e Estados Unidos para verificação da possibilidade de um plano "B" no FX. Admito, também, que caso a coisa desbanque para esse lado, tenho uma certa simpatia por caças F-16C de segunda mão.
Abraços

Victor de Alameida e Silva disse...

A um certo tempo atrás a FAB andou considerando a possibilidade de comprar um segundo esquadrão de Mirage2000 para permitir a retirada dos atuais para modernização e recompletar os outros esquadrões. Não vejo mal essa manobra, mesmo que o FX saísse hoje ainda assim levaria um bom tempo pra receber o primeiro caça, quanto mais para fabriar o Brasil e ter esquadrões operacionais. O Mirage 2000 modernizado no estado da arte é um caça multifuncional e enquanto o FX estiver equipando os esquadrões de defesa aérea pode ser usado para complementar os F% e AMX.

Hilbert disse...

Parabéns pelo blog, você fez algo que desde adolescente tive vontade fazer.
Na minha opinião, a melhor opção seria comprar 36 Mirage 2000-9 EAU e pedir para participar no projeto do caça francês de sexta geração.
abraços!!

RONALDO disse...

Parece que suas preces foram anteditas, a Rússia fez uma nova proposta para a venda de 36 Sukhoi-35 e mais a construção conjunta com o Brasil do caça de 5º geração T-50. Parabéns pelo blog.

Lucas disse...

Olá Carlos.
Os mirage 2000 serão desativados esse ano, então até a definição e entrega dos caças do fx-2, o Brasil vai contar apenas com os f-5 para a sua defesa aérea, lembrando que os mesmos começarão a ser desativados em 2017.Mesmo que o fx-2 seja definido hoje, ainda vai levar alguns anos até que os caças comecem a ser entregues, e na minha opinião são anos que não temos, então ae vai a minha pergunta: Não seria talvez mais viável, prático e rápido o Brasil comprar os caças Typhoon europeus de segunda mão que estão sendo desativados?
Sei que eles não tem quase capacidade de ataque ao solo, mas como elemento de defesa aérea talvez serviriam, e como os amx-1 estão sendo modernizados, ainda teríamos uma boa capacidade de ataque ao solo. Poderíamos comprá-los para substituir os mirage-2000 e f-5 na função de defesa aérea, e assim que acabar a modernização de todos os caças amx1, poderíamos iniciar a modernização destes para o padrão tranche 3, ja entrando no projeto do caça de 5 geração russo.
E ai Carlos, o que acha?
Abraços.

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Lucas.
A compra destes Typhoons seria uma das soluções possíveis sim. E considerando que a missão destes aviões seria no GDA, a falta de uma capacidade ar terra seria irrelevante. Como caças de combate ar ar são extremamente bons estes modelos... melhor que os F-16C chilenos, diga-se de passagem, e do mesmo nível dos Flankers venezuelanos. Porém, na minha opinião, uma solução casa me parece melhor agora. Poderíamos comprar caças rafales (já que o governo americano fez merda com relação a NSA), e assim dariam credibilidade ao Brasil, concluindo o FX, e por fora pegaríamos caças russos Su-30 se segunda mão para o GDA (poderiam ser entregues rapidamente) e entraríamos no programa T-50 russo, e ai sim, iriamos iniciar a próxima década com um dos mais poderosos caças já produzidos...
Abraços

Lucas disse...

Obrigado Carlos.
Se no começo do fx2 o su-35 tivesse sido escolhido, acha que precisaríamos de uma configuração hi-low?
Nesse caso, quantos caças "leves" seriam adequados para compor a hipotética frota de su-35?
Abraços.

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Lucas. Acredito que sim. Não usaria, por exemplo, o Su-35, em uma missão de apoio aéreo aproximado. Hoje o Brasil pode usar o A-1 para isso e, eventualmente, o F-5EM. Porém, considero que o A-10 e o F-5 poderiam ser substituído totalmente por um só modelo de caça. Poderíamos pensar no Gripen E como opção para low, na minha opinião.
Abraços

prata disse...

olá carlos,
vc acha uma boa opção, enquanto esperamos os novos caças, aadquirirmos os f 16 da venezuela e mandarmos para Israel para modernizar os sistemas e colocar novos motores ?
abraços

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Prata. Não. Prefiro que aluguemos Gripens C para "tampão"...
Abraços

Victor de Alameida e Silva disse...

A FAB no dia seguinte ao anúncio do FX2 já se pronunciou sobre o aluguel de 1 esquadrão de JAS39C, acredito sem dúvida ser o caminho correto, pois as equipagens da FAB já vão ser familiarizadas com os elementos que vão compor o FX2, como o simulador da SAAB e as rotinas de manutenção. Os F16 da Venezuela eram opção anos atrás e mesmo assim tem todo um problema diplomático para serem liberados devido as relações entre os EUA e a venezuela, além disso não se pode dizer ao certo que esses viões ainda existam já que é bem provavel que o sbolivarianos tenham vendido os pedaços para outros países não alinhados com os EUA para a realização de espionagem industrial.

Victor de Alameida e Silva disse...

Carlos, o que vc acha de voltar a usar hidro-aviões de transporte pela FAB? Exstem jatos modernos como os Be-250 bem interessantes (http://www.youtube.com/watch?v=YJ-Iw_6tW40) e que podem operar tanto no litoral quanto na amazônia, considerando que a hora que o combate for pra valer vamos perder boa parte da infra-estrutura de defesa ter aviões que operam em qualquer condição como os veklhos catalina não seria ruim.

Carlos E. S. Junior disse...

Olá Victor. A ideia é boa, mas estes hidro aviões serviriam para quais missões? Existe versões armadas de patrulha antisubmarino? Não me lembro de ter visto nada a respeito de versões aptas ao combate, de qualquer tipo, desses Be-200.
Abraços

Victor de Alameida e Silva disse...

Carlos, Aviação de transporte, patrulha e reconhecimento como os C99/95 e os veteranos bandeirantes. Os BE250 operam uma linha comercial e também são utilizados como aviões tanque para combater incêndios florestais (o casco flutuante abre em 2 comportas e despeja a água), com um porão de cargas desses daí para serem adaptados a reconhecimento no solo (já devem ser utilizados nessa função), SAR, tanqueiros ou até mesmo bombardeios e AEW não é muito difícil.

Dom Ruan disse...

Eu na minha opinião
entendo que se o brasil
junto a italia fabrico os AMX
e deu certo
porq não a Embraer a terceira maior
fabricantes de aeronaves do mundo não cai de cabeça e fabri nossas propias aeronaves temos potencial olha os super tucanos cobiçados por varios paises
eu acho na minha opinião que po o governo devia da mais valor ao nosso potencial e deixa de compra armas de outros paises nos mesmo fabrica oque é nosso sabemos fazer isso so não temos apoio ou não temos apoio ou os americanos não deixa isso acontecer ou uma coisa ou outra esta é minha visão

Dom Ruan disse...

Eu na minha opinião
entendo que se o brasil
junto a italia fabrico os AMX
e deu certo
porq não a Embraer a terceira maior
fabricantes de aeronaves do mundo não cai de cabeça e fabri nossas propias aeronaves temos potencial olha os super tucanos cobiçados por varios paises
eu acho na minha opinião que po o governo devia da mais valor ao nosso potencial e deixa de compra armas de outros paises nos mesmo fabrica oque é nosso sabemos fazer isso so não temos apoio ou não temos apoio ou os americanos não deixa isso acontecer ou uma coisa ou outra esta é minha visão

Victor de Alameida e Silva disse...

Dom Ruam, nem tanto ao mar nem tanto a terra. è importante fabricar os própios aviões mas em alguns casos as quantidades de unidades fabricadas são tão pequenas e o custo de desenvolvimento tão alto que simplesmente não vale a pena. Os EUA mesmo utilizam aeronaves estrangeiras em algumas aplicações. No caso de aviões de transporte russos devemos lembrar que a EMBRAER vende aviões para lá, não queremos perder essa boca eles compram mais aviões do que o que vendemos internamente.Podemos muito bem fazer acordos com os fabricantes russos para montar E-jets lá e em troca montar os aviões russos aqui, o que permite inclusive usar eletrônicos padronizados com o restante do país (os sistemas russos não são iguais aos ocidentais, mesmo na aviação civil). Não sei se você sabe mas a Sukkoi passa por dificuldades no mercado civil/transporte militar devido ao desatre do projeto so Sukkoi 100 que concorreria com os EMB390 e 190, e a aviação russa vai se modernizar de qualquer jeito mesmo passando por cima com dificuldades de comprar aviões da Airbus e Boieng e dos antigos parceiros Ucranianos por causa da situação na Criméia.

Victor de Alameida e Silva disse...

Dom Ruam, a respeito de uso de treinador avançado fabricado no Brasil, o AMX já foi cotado para essa função e também para ser uma aeronave de ataque naval. O problema seriam o custo do AMX que é caro em relação a aviões nascidos como treinadores pois ele é maior, mais pesado menos ágila devido a ter sido projeto=ado como aeronave de ataque ao solo ao invés de treinador outro alto custo é para reabrir a linha de produção do avião, para tal o governo teria que comprar grandes quantidades células numa única encomenda e ainda pagar o desenvolvimento das versões de treinamento convencional e naval. Tudo isso para para ter um avião de 20 anos atrás, tem suas vantagens mas inconvenientes também. A MB precisaria manter Tucanos operando no NAE para dar o adestramento inicial dos aviadores navais e permitir a eles assumirem um avião mais pesado como o AMX já sabendo pousar em porta-aviões,essa parte sou favorável ainda não entendo porque a MB não considera o uso do supertucano para patrulha marítima embarcado e para treinamento de pilotos.